1. Spirit Fanfics >
  2. Quarentene-se >
  3. Prologo

História Quarentene-se - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Essa será minha primeira história, espero entretê-los durante o decorrer do capítulo.

Não está revisada, se encontrar algum erro por favor me informe.

Boa leitura!

Capítulo 2 - Prologo


Fanfic / Fanfiction Quarentene-se - Capítulo 2 - Prologo

A cada semana meu cio aproxima mais, a preocupação estava me deixando desastrado e esquecido. Somente hoje troquei o café do meu chefe, entreguei documentos errados, repassei ligações que não deveria e esqueci a reunião com investidores estrangeiros que aconteceria essa tarde, certeza que seria despedido até o final do dia.

Por que a preocupação? Sou um ômega dominante, não, não sou delicado e “ownt é tão fofo, irei te botar no potinho”. Digamos que sou levemente grosso e mal educado, foco no levemente por favor. Ser diferente do padrão é horrível, principalmente quando você não é o poço da delicadeza e é um pouquinho sem educação. A sociedade não está pronta para um ômega tão diferente, os alfas me rejeitam e os poucos betas que aproximam-se não aguentam minha personalidade.

— Bakugou, o chefe está te chamando. — ao ouvir o prenúncio da tragédia comecei a orar para todos os deuses existentes, foda-se que eu sou ateu se um deles me garantir a permanência nesse emprego viro seguidor fiel. Decidi passar no banheiro e dar uma melhorada na minha aparência, quem sabe minha beleza auxilie os deuses a me ajudar.

Organizo meu cabelo, passo um pouco mais de perfume e tento desamassar minha roupa social. Inclusive, quem achou que seria legal usar roupa social no trabalho é um cuzão filho da puta.

Ao chegar dei uma leve batida na porta, após receber permissão entrei na sala e me permiti apreciar a visão do meu chefe atrás da mesa magno cheio de papéis. O cabelo bicolor organizado, o óculos e o terno bem-arrumado passava impressão de chefe mais gostoso do ano. A sala estava iluminada pela luz do final do dia, me sentei na cadeira estofada e esperei ele terminar de assinar alguns papéis para cumprimentá-lo e iniciar a conversa que significaria o fim da minha “mordomia”.

— Tenho recebido diversas reclamações sobre seu desempenho, você entende porquê está aqui, certo? — merda, deuses de bosta! Não serviram para realizar um desejo supersimples.

— C-Claro. — isso aí Katsuki fique gaguejando igual um adolescente de merda.

— Irei te dar uma semana de licença, teu cheiro está incomodando vários funcionários e posso entender o porquê da sua desatenção. — pera, não é para me demitir? Dança da motinha tuts tuts.

— Quê? Eu… é… meu cheiro não deveria estar tão forte, afinal meu cio acontecerá somente no fim do mês e estamos no início. Será que voltou a ser desregular? Deveria voltar a me consultar com o médico estranho, mesmo aquele bostão tentando mudar minha personalidade ainda é bom.

— Bakugou? — ao olhar para meu chefe percebo que estava viajando na frente dele. Droga, a demissão vem.

— Desculpa! Não fico viajando no serviço e nem nada, sou ótimo funcionário só estou meio preocupado porque todos os alfas são filhos da puta e não querem ficar comigo. E daí que minha personalidade ruim? É só um cio, não um bagulho para a vida toda porra. Nem o meu buraco é o suficiente pra es…

— Bakugou, não desejo ouvir sobre a sua intimidade. — ele fica tão gostoso quando está incomodado, aquele leve corar e a expressão tímida me deixa tão molhado. — Eu sou alfa e isso me ofende de certa forma… pode controlar teus feromônios? Está insuportável.

Ao ouvir aquela frase não entendi de início, mas quando senti minha temperatura subir rapidamente e meu corpo ceder percebi que o meu cio veio mais cedo do que eu previa. Droga! Passarei sozinho de novo. Tento me levantar e me encaminhar para a saída, mas a fraqueza já havia a ponderado do meu corpo.

— Ei, está bem? Consegue levantar? — ele faz menção de aproximar.

— Não precisa, eu não quero te descontrolar. — falo me apoiando na cadeira para me levantar de modo decadente.

— Tsc, eu tenho um ômega e teu cheiro não é tão atrativo assim. — aquele tom depreciativo me machucou, ser um ômega diferentão tudo bem, agora feder? A não, aí é demais!

— Seu babaca! Meu cheiro não é doce igual dos outros, mas não precisava falar assim. — sim, eu comecei a chorar, o cio me deixa sensível ok. — Já não tenho alfa e preciso ouvir uma merda dessa, vocês são lixo pra caralho!

— Você quer minha ajuda? — o filho da puta perguntou após ajoelhar do meu lado.

— E o teu ômega? — ele pegou minhas mãos, iniciando um carinho leve e respondeu.

— Ele não é problema, quer ou não? — a combinação do carinho mais o fogo no cu me fizeram dizer sim.

 

 

━━━━━━━ ⸙ ━━━━━━━━

 

 

“Urgente! A cidade entrará em loockdown, será permitido sair de casa apenas para ir a mercados, farmácias, hospitais e serviços essenciais. Qualquer cidadão encontrado que não esteja dentro dessa categoria será multado e tornará voluntário no combate ao corona vírus.’’

Acordei com o alto volume da televisão, quando olhei ao redor me assustei. Minha sala não tinha uma televisão de 60 polegadas e muito menos o gostoso do meu chefe. O que diabos estava fazendo ali e por que meu chefe estava me oferecendo café?

O forte cheiro de sexo e a bagunça ao redor me respondeu rapidamente, passei meu cio com aquele babaca gostoso. Após aceitar o café, fiquei imaginando como manteria uma conversa em uma situação tão constrangedora, não posso simplesmente perguntar se ele gostou de foder ou se meus gemidos eram muito irritantes… ou posso?

Não consegui concluir o raciocínio porque o cretino teve a coragem de perguntar se eu estava bem. Meu corpo está doendo para caralho, minha bunda então puta que pariu, está doendo tanto que não consigo me levantar e o arrombado me perguntar “está bem?” com flores ao redor tipo propaganda.

— Claro, estou superbém. Tô tão bem que posso até correr da polícia, no máximo tô com uma dorzinha boba. — nossa Katsuki parabéns! Toma o prêmio de gado do ano.

— Fico feliz que não te machuquei tanto. — alguém avisa pra ele que nem todo cuidado do mundo minimiza a dor de uma semana fodendo? — Você conseguiu ouvir a notícia? Não poderá sair daqui hoje, já entrei em contato com alguns amigos responsáveis pela fiscalização para te tirar daqui sem problemas. — o imbecil iniciou um carinho na minha coxa, o cara come meu cu e acha que pode ficar de viadagem.

— E demorará muito tempo?

— Me garantiram que conseguem me ajudar daqui duas semanas, a pressão do governo está absurda e está tendo policiamento nas ruas e monitoramento das câmeras. Somente após duas semanas, estarão livres para fazerem certas interferências para não te prejudicar. Há algum problema ficar aqui?

O fogo no cu me fez dizer sim, o fogo no cu me fez passar uma semana dando loucamente, o fogo no cu não me permitiu ver o início da merda toda e por fim, o fogo no cu me fez ficar preso durante o lookdown com meu chefe gostoso e eu não me arrependo disso.


Notas Finais


Esta história não esta concluída, então me deixe sua opinião nos comentários.

Obrigada por ler até aqui!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...