História Quarto 6124 - Capítulo 9


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bts, Manicómio, Sobrenatural, Terror, Yoongi
Visualizações 56
Palavras 1.094
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Capítulo 9


*Oito anos antes*

-Jimin-ah você ja está nisso a horas- Taehyung reclamava sentado perto da porta do quarto do loiro.

-eu ja disse que só vou parar depois que eu estar no mesmo nível do Hoseok Hyung.- Jimin continuava tentando superar seu Hyung.

Eles tinham uma pequena competição saudável, amavam dançar e queriam ser profissionais um dia.

Mas um sempre tentava superar o outro para que sempre tirassem o seu melhor.

-isso é besteria-Taehyung revirou os olhos.

-por que está com tanta pressa?- Jimin pergunta parando de dançar e apoiando as mãos nos joelhos.

Estava cansado e suado.

-já ta todo mundo na casa do Yoongi hyung, daqui a pouco a comida acaba.

Jimin se senta no chão respirando fundo e Taehyung lhe joga uma garrafa de água.

-eu não vi a hora passar, mianhae.

Tae da de ombros e se levanta esticando o corpo que doia por ter ficado tanto tempo sentado no chão.

-Taehyung?

-sim?

-você... tem notado alguma coisa diferente no Yoongi hyung?

Taehyung para, havia sim.

-tipo o que?- perguntou para sondar.

Jimin estremeceu, lembrou da última vez em que dormiu na casa do mais velho.

Havia acordado a noite para beber água e o outro não estava na cama mas sim no canto do quarto no chão com o corpo contorcido de uma forma que não parecia ser humanamente possível.

-eu acho que ele está doente.- disse por fim.

Taehyung iria perguntar, sondar mais alguma coisa mas seu celular começou a tocar.

-quem é?- o loiro perguntou e Tae olhou no ecrã.

-Jin Hyung.

*Atualmente*

Taehyung olhava de longe Hoseok conversar com Jimin.

Ainda estava estranhando a visita do outro depois de tanto tempo sem aparecer.

Temia que o mais novo estranhasse e regredisse, mas infelizmente não podia barrar a visita do mais velho.

-ele está melhor-Hoseok comentou se aproximando.

-está sim, progredindo muito mas está longe de estar bem.

-não acho que algum de nós um dia vá estar.

Taehyung riu sem humor.

-e o que você pode dizer sobre isso? Escolheu esquecer como os outros.

-Taehyung...

-vai a merda Hoseok.-disse com os olhos atentos nos enfermeiros que ajudavam Jimin a voltar para o quarto.

Hoseok suspira.

-eu comecei a sentir de novo.

Taehyung o olhou.

-o que?

-medo dele.

-eu nunca parei de sentir Hoseok.

-eu sei que estando aqui as coisas são piores pra você mas...

-não, você ainda não sabe... Mas vai saber.

-o que você quer dizer com isso?

-quero dizer que eu conheço a sua namoradinha- lembrou da foto no celular da doutora.- e Yoongi também conhece.

[°°]

S/N demorou mas acabou por pegar no sono novamente.

Estava intrigada.

Não podia estar tão fora de si a ponto de estar ouvindo coisas.

No outro dia pela manhã sua rotina se repetiu.

Foi para o trabalho, visitou os pacientes e foi para sua sala trabalhar.

Ela costuma fazer mais de uma visita por dia a cada paciente, menos para o 6124.

Não conseguia voltar la no mesmo dia.

Mas ela não podia adiar muito, pois em algum momento, querendo ou não, precisaria entrar la.

Ainda naquele dia ela falaria também com o seu antigo mentor de conclusão de curso na faculdade.

Ele havia dito que após a formatura e inicio da residência ela deveria o atualizar das coisas pelo menos uma vez ao mês.

Decidiu que iria ao quarto do Min e na volta faria uma chamada de vídeo com o professor.

Ao sair de sua sala ela deu de cara com Takuya pronto para bater na porta.

-sim?

-a 6117 quer te ver.-disse sem emoção, se virou e andou pelo corredor.

Sunhee.

S/N franze os lábios e então vai até o quarto da garota.

Entra e fecha a porta.

Ela estava em pé, olhando pela janela.

-annyeong SunHee-ssi.

A garota apenas se virou lentamente deixando a medics ver seu rosto completamente arranhado.

Ela chorava.

S/N se desesperou mas não podia se aproximar bruscamente, ou ela se assustaria.

-você não me deixou morrer... A culpa é sua!

S/N fecha os olhos e nega com a cabeça.

Estava tonta.

Ao abrir a garota lhe e carava confusa e sem nenhum machucado no rosto ou qualquer sinal de lagrimas.

-você está bem doutora?

S/N demora um pouco para encontrar a própria voz.

-S-sim.

A paciente assume uma feição triste.

-eu sinto muito doutora.

-pelo que?

-por você ser a escolhida dele.

S/N sente o coração acelerar no peito.

-escolhida de quem?

-você sabe... Ele foi te chamar ontem não é?

A médica gela, SunHee não foi a primeira a lhe dizer isso naquele dia.

Shin ja havia dito.

Ela começa a respirar com dificuldade sentindo a tontura aumentar.

-eu... Eu preciso...

-doutora?- ela chama e s/n tenta se focar nela.

-sim?

A paciente se aproxima, se aproxima muito, aliás e tira do próprio pescoço uma corrente dourada com um pingente muito parecido com o da senhora da recepção.

Uma cruz.

-é para a senhora.

Coloca o colar na médica e vai em direção a propria cama em silêncio.

S/N fica parada ali por alguns segundos até recobrar a postura e sair do quarto.

Ela fecha a porta e do lado de fora se apoia nos próprios joelhos.

Se sentia cada vez mais confusa e amedrontada ali dentro.

Tudo sempre acabava levando ao 6124.

Por que?

Por que ele escolheu que iria brincar justo com ela?

Se sentia sem forças psicologicas enquanto seguia para o quarto dele.

Abriu a porta e estranhou as luzes estarem apagadas.

Precisou fechar a ports oesada antes de mexer no interruptor, mas o mesmo não funcionou e as luzes continuaram apagadas.

Sua mente mandou um alerta para seu corpo, não ficaria ali assim.

Tentou abrir a porta novamente em meio aquele breu escuro que era o quarto no momento, mas a mesma não abriu.

Estava emperrada, não abria de jeito nenhum.

Ela sabia, sabia bem que não podia continuar ali com as luzes apagadas.

Quando ela sentiu uma presença e uma respiração quente atrás de seu corpo pode sentir também o desespero tomar seu ser.

Não conseguiria sair dali, no momento e sabia em seu íntimo que só sairia quando Min quisesse.

Levou as mãos a propria boca tapando a mesma com firmeza impedindo que sons saíssem.

-eu consigo sentir o seu medo meu bem.

Ela quer chorar ao ouvir a voz estranha novamente.

-parece que você finalmente está começando a entender.

Ela está o mais próxima que pode da porta, praticamente encolhida.

-eu estava te chamando mais cedo... Por que demorou? Felizmente eu estou de bom humor.

Ela parou de sentir o corpo atrás do seu e aos poucos foi abrindo os olhos que não havia percebido estarem fechados.

O quarto estava com as luzes acesas.

Tirou as mãos trêmulas da boca e se virou aos poucos.

Min estava em pé, a poucos metros dela.

Ele encara a médica de cima a baixo parando os olhos no colar em torno do pescoço.

Ele tomba a cabeça e então sorri.

-eu perguntei se você conseguiria me salvar e você aparece com uma cruz no pescoço doutora? -ele ri alto.

Ela não consegue dizer nada, nem mesmo quando o vê se aproximando.

-esse Deus que você nem mesmo acredita, não pode te tirar de mim.
Você é minha.

Continua(?)

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Vi unnie ama vocês❤❤❤❤❤










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