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História Quarto dia (grindeldore) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Mais uma fic grindeldore que eu escrevi, apaguei e postei umas 3 vezes.
Espero que gostem! :) Escrevi faz tempo, então não lembro da inspiração, só sei que no dia eu estava na fossa.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Quarto dia (grindeldore) - Capítulo 1 - Capítulo Único



Primeiro Dia


A pedra da ressurreição, três voltas são o necessário, Grindewald não tem certeza se ele realmente quer fazer isso. A pedra é precionada em sua mão e seus pensamentos vagam para o passado distante.

1° volta: Ele conhece Alvo

2° volta: Ariana está morta

3° volta: O agora

A sala fria e sombria tem suas sete velas apagadas, o breu é total por alguns instantes. A luz volta e Gellert não está mais sozinho, uma pálida menina de vestido rosa o encara, com os olhos sem brilho e sem vida, ela não pertence mais a este mundo outrora esteja presente no castelo decadente.:

"Onde está Alvo?"

A menina pergunta com uma voz doce, porém fria. Gellert estremece perante o nome, a única resposta que a menina obtém é uma cabeça baixa.:

"Você pode me perdoar?"

Foi a vez de Gellert perguntar, não era o que ele iria dizer, mas foi o que conseguiu falar.:

"Não é para mim que você deve perguntar."

Ela continua a encarar Gellert inexpressivelmente, não parece estar falando sem pensar.:

"Eu não entendo."

Gellert sussurra com a voz falha, parece cansado e decepcionado.:

"Mentiroso!"

A menina some em uma fumaça, a pedra perfura a pele, ela foi fortemente apertada. O sangue vermelho escorre, sujando o homem que um dia jurou entender a morte. Mas mais uma vez a dor não o deixou mais forte.


SegundoDia:


Três giros e novamente a menina volta, igual o dia anterior, viva, porém morta.:

"Vai me manter como uma prisioneira?"

Ela pergunta enquanto vaga pela sala fechada com aspecto de abandonada.:

"Você estava morta, eu a libertei."

Gellert responde a doce Ariana, a menina fatal que morreu antes de poder viver.:

"Se você chama isso de liberdade..."

A família Dumbledore sempre foi boa com palavras, isso não é algo bom para Gellert, pelo menos agora.:

"Como é a morte?"

É difícil resistir a pergunta, mas talvez a resposta seja reconfortante.:

"Como é a vida?"

No momento ele não sabe. Ele aperta a pedra novamente, a ferida é reaberta, o sangue escorre pelo chão, dessa vez ele não sente nada.:

"Você ficará louco, igual a mim."

"Como é a loucura?"

"Libertador."

A pedra dá três voltas, ele se encontra mais uma vez sozinho na sala mal cuidada.


Terceiro Dia


Isso já está virando um ritual, mas essa tem que ser última vez, é doloroso rever a menina que perdeu a vida, é mais doloroso ainda saber que talvez ele seja o culpado da morte pemarura.:

"Quem lhe matou?"

Seria bom tirar essa dúvida, mesmo que não diminua a culpa.:

"Abeforth não foi."

Ele começa a gargalha, mas lágrimas escorrem no rosto, é um sentimento confuso, forte de mais. Talvez outra garrafa de Firewisk ajuda a o eliminar.:

"Isso é loucura?"

Não tem outra explicação, simplesmente não tem.:

"Não, é remorso."

Mas as coisas não são simples, a pedra gira pela última vez.


Quarto Dia


Foram 15 anos para conseguir as três relíquias, 15 anos que não me levaram a nada, quando era um jovem de 17 anos minha alma era clara, agora ela está rachada, um pedaço dela foi furtada.

Nem foi necessário girar a pedra para sentir Ariana, ela pula entre as lápides e me observa, ela parece animada. Godric's Hollow é gelada, o maldito vilarejo não mudou nada.

Finalmente, o túmulo da menina ao lado da lápide da mãe e de um irmão Peverell, Alvo e eu nos beijávamos nesse lugar, essas lembranças me fazem esquentar. Ariana pareceu satisfeita em ir embora, talvez seja certo eu fazer isso agora. Ariana, vamos nos encontrar lá fora.

A varinha anciã vai até o meu pescoço, são duas palavras que me separam da morte, nunca pensei que chegaria a minha vez, as três relíquias te trazem a imortalidade, não a vontade de viver. Ouço um barulho peculiar, obviamente de alguém que acabou de aparatar, devem ser aurores ou qualquer outra pessoa que tenta me prender.:

"Gellert!?"

Uma voz rouca e grossa faz as duas palavras entalarem em minha garganta, a voz que parece assustada se aproxima. Alvo Dumbledore não mudou nada, no mesmo instante que o ruivo se aproxima minha alma é revigorada, o pedaço que faltava voltou ao seu lugar, eu me viro e jogo a varinha aos seus pés, como se fosse um graveto qualquer, e fico ajoelhado em sua frente, o choro parece uma reação natural do corpo.:

"M-me perdoa..."

É difícil controlar a voz, mas Alvo consegue compreender, essa é a última chance que eu tenho com você.

Só preciso ouvir uma palavra.

Uma maldita palavra.




Notas Finais


EU REALMENTE ODEIO QUEM FAZ FINAL EM ABERTO!
Mas eu fiz... Me tornei aquilo que eu mais odiava.
But, dorime.

No final que eu fiz primeiramente, o Alvo dizia que aceitava o pedido de desculpas, então é um final feliz... Indiretamente.


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