História Quase 30 - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtan Boys (BTS), Jeon Jungkook, Jungkook, Shortfic
Visualizações 13
Palavras 859
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olhem só quem reapareceu depois de alguns séculos~?!
Eu fiquei fora por um looongo tempo (não que ainda não esteja um pouco atarefada), mas por conta do meu tcc da pós graduação e também das últimas provas da segunda graduação, pois, como vocês sabem, estava cursando ambas ao mesmo tempo. Estava ficando maaaaluquinha.

'Pra quem sabe da minha saúde: Ainda estou um pouco mal (é pior psicologicamente por conta dos sintomas físicos), e eu meio que recebi o tratamento errado até aqui, então... não estarei bem até... PELO MENOS a metade do ano que vem, então... se minha frequência for baixa (evidentemente não tanto quanto atualmente), é porque preciso fazer uma porção de exames e comparecer a uma porção de consultas (além do das bads que batem por conta disso)...
Espero que entendam.

Enfim,
Boa leitura~

Capítulo 5 - Chefe


Fanfic / Fanfiction Quase 30 - Capítulo 5 - Chefe

Depois do dia em que Jungkook apareceu de surpresa na minha casa com uma pilha de ideias a serem discutidas e até mesmo me ajudou a fugir da emboscada das minhas vizinhas, eu me sentia cada segundo mais tímida perto dele. 

Ele, pelo contrário, parecia ainda mais confortável ao meu redor e eu me peguei pensando se realmente conseguiria trabalhar com ele ao meu redor o tempo todo.

É claro que as coisas tinham corrido perfeitamente bem até ali, mas, caramba, ele era um homem bonito, jovem, que não media esforços para dizer o que pensava e, após me elogiar, deixara bem claro que ele não agradava pessoas, não tentava tirá-las de furadas e enrascadas e ele era sempre sincero. Como eu lidaria com ele?

Já havia sido complicado o suficiente tentar fugir do clima estranho que se instalou na minha casa naquele dia, mas agora as coisas tornavam-se mas complicadas.

–E então, Min Jee, Jeon fica conosco ou vai procurar estágio em outro lugar? –Young Jae perguntou de braços cruzados sentado em sua cadeira enquanto eu ficava de pé.

–Jeon é... realmente muito capaz. Acho que nos arrependeríamos se o deixássemos ir. –Respondi prontamente. –Ele continua conosco.

–Eu estava pensando, Min Jee... aliás, porque não se senta? –Ofereceu e eu aceitei a ideia. –O que acha de o colocarmos em diferentes redações? Para que ele possa ter mais experiência.

–Ele já tem experiência suficiente trabalhando comigo... –Afirmei calmamente. –Ele é meu estagiário, Jae...

–Ele era, meu bem. Agora ele pode escolher conhecer outros setores ou um setor em que queira permanecer, não acha? Seria injusto que ele fosse seu estagiário para sempre.

–É claro que seria, mas eu e ele nos damos bem.

–Não acha que está sendo um pouco egoísta? Se ele tem todo esse talento que você diz, seria interessante que as outras equipes também pudessem tê-lo por algum tempo, não acha?

–Eu discutirei isso com ele. –Afirmei erguendo-me calmamente. –Sou sua chefe direta, afinal, não sou?

–Eu preferia que você não interferisse, Min Jee. Essa decisão precisa ser tomada única e exclusivamente por ele. É um direito dele escolher o que quer.

E se ele não me quisesse?

É claro que eu não queria privá-lo de novas oportunidades e todas as outras coisas que podem estar passando na cabeça de Yong Jae, mas eu já estava acostumada a ter sua presença, mesmo que por vezes me sentisse desconfortável, e seria estranho não tê-la mais. Acho que também feriria meu orgulho saber que não fui escolhida.

Suspirei.

–Claro, chefe. Você está certo.

–Espere, você acabou de me chamar de chefe? –O homem a minha frente abriu bem os olhos em surpresa.

–É o que você é, meu chefe.

–Mas você nunca me chamou assim, Min Jee.

–Isso é uma advertência?

–Por agora, não pelas outras vezes. –Suspirou. –Somos próximos. Sempre fomos e você nunca me viu como superior a você.

–Bem, você também não costumava ressaltar que você tinha uma posição superior à minha. –Estalei a língua antes de me levantar. –Ainda precisa de mim, chefe?

Seu semblante demonstrava total desagrado e eu sabia que era proposital. Ele queria que eu soubesse que ele estava com raiva.

–Sim. Preciso que encontre Jeon Jungkook e o diga para vir imediatamente para a minha sala. Tenho assuntos a tratar com ele.

–Você não... –Suspirei, evitando completar o que eu tinha para dizer. Yong Jae podia ser incrivelmente vingativo quando queria e, se você demonstrasse preocupação, as coisas poderiam piorar. –Ele estará aqui em alguns minutos.

Esperei chegar até a minha sala para gritar e descabelar-me como queria, em um surto de raiva de quem não está pronta para lidar com o que está por vir.

–Está tudo bem com você? –Jungkook perguntou atrás de mim e não pude evitar o grito que saiu da minha garganta com o susto.

Respirei fundo e penteei os fios com os dedos antes de girar sobre os calcanhares e o olhar com cautela.

–Yong Jae quer conversar com você.

–Comigo? –Perguntou preocupado olhando para a mesa ao lado do corpo. –Eu fiz algo de errado ou...

–Não, é claro que não, Jeon. –Apressei-me a interrompê-lo. –Ele só... –Hesitei seguindo para a minha mesa, ouvindo uma advertência mental de que eu deveria deixar de ser egoísta e permitir que ele tomasse as próprias decisões. –Apenas escute o que ele tem a dizer e... tente não o contrariar muito, porque ele não deve estar no melhor humor agora e... faça o que quiser.

Jeon riu de forma descontraída bagunçando os próprios fios de cabelo.

–Isso soa um pouco contraditório, mas tentarei achar um equilíbrio. – Completou abrindo a porta.

Ele escolheria outras experiências, não é?

–Jungkook! –O chamei antes que a porta se fechasse, fazendo com que ele me olhasse. –Você fez um bom trabalho. –Afirmei de cabeça baixa, encarando a porção de papeis espalhados por minha mesa.

E então era isso. Jungkook havia saído da minha sala e não voltava por nada. Em desistência, eu havia seguido para a cozinha do escritório para fazer um belo e saboroso lanche gigante e, quando voltei, seus pertences já não estavam lá.

Jeon Jungkook havia me deixado.


Notas Finais


Avisem-me eventuais erros ortográficos, porque por vezes não percebo. Nos vemos no próximo capítulo ~
XOXO


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