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História Quase impossível - Capítulo 12


Escrita por:


Notas do Autor


Espero que vocês gostem desse capítulo.
Boa leitura!

Capítulo 12 - Suas qualificações


Fanfic / Fanfiction Quase impossível - Capítulo 12 - Suas qualificações

POV Amarilis

Eu me senti tão mal pela situação do Bruno. Eu não conheço direito, mas ele me pareceu muito sincero com aquilo.  Contei tudo que aconteceu para a Mônica, ela pagou a fiança dele e me deixou o dia de folga para ajudar a resolver isso, além de me emprestar o Antônio, o melhor advogado da empresa. Estou cheia de trabalho pra fazer mas não consigo deixa-lo sozinho.  Estou morrendo de medo de falar algo e constrange-lo ainda mais. Seu telefone começou a tocar e eu entreguei, ele parece assustado. 

 

-Quem era? -Finalmente consigo achar um motivo para puxar assunto. 

 

-Parecia que era.. uma ameaça. -O que? Será que ouvi bem? 

 

-Como assim, Bruno? -Estou preocupada. 

 

-Me falaram que dessa vez eu não fui pego mas na próxima eu seria. Que próxima? -Ele parece nervoso. 

 

-Você não reconheceu a voz? 

 

-Não, estava adulterada em algum sistema. Quem será que está fazendo isso comigo, loira? Eu não consigo imaginar a Kelly fazendo isso. -Eu pego em sua mão.

 

-Nós não vamos desistir até encontrar essa pessoa, eu juro. Vamos deixar o Antônio a par de tudo. -Chamo o garçom. -A conta, por favor. 

 

-Eu queria ter dinheiro.. Hoje caiu meu VR mas não trouxe a carteira, aliás, não sei nem se tenho emprego. -Ele começa a coçar seus braços. 

 

-Se você ainda tiver, pede demissão. Eu conversei com minha chefe e ela concordou em te dar um cargo. Como você não tem experiência em nada de revista, você será um faz tudo. A Bia, minha amiga, era isso, mas ela foi promovida a secretária e agora estamos com a vaga de "faz tudo" disponível. -Digo enquanto passo meu cartão, pagando a conta. 

 

-Por que você está sempre tentando me ajudar? -Ele me olha com carinho nos olhos. 

 

-Não sei, mas eu sinto a necessidade de ver você feliz. -Pego minha bolsa e me levanto. -Vamos? 

 

Passamos em sua casa e ele pegou algumas roupas, depois fomos até a minha casa. 

 

-Caralho, loira, que casão. -Ele diz saindo do elevador e deslumbrado com o lugar. -É tudo tão branco e tão bonito. -Ele toca em meu sofá. 

 

-Eu tenho muito bom gosto. -Vou a geladeira e pego uma água. -Quer? -Ele faz negação com a cabeça. -Eu acho melhor você passar alguns dias aqui comigo, enquanto a sua casa está sendo um alvo fácil. Poderia te pagar um hotel, mas quero ficar de olho em você e ter certeza que não irá aprontar. -Ele sorri e se senta no sofá, eu o acompanho. 

 

-Eu sou um anjo, jamais aprontaria. -Ele me da um beijo. 

 

-Bruno, eu te conheço faz nem uma semana. Eu estou te convidando para ficar aqui porque eu quero te ajudar e ter certeza que você não fará nada errado, e nem tentarão fazer algo com você. Mas quero deixar claro, nós não somos um casal e não estamos "morando juntos". Você vai dormir aqui nesse delicioso e macio sofá e nós NÃO FAREMOS SEXO, por mais que seja deliciosa essa preciosidade que você tem dentro da cueca, nós não faremos. Quero te ajudar, por isso, emprego novo, outra casa, outros ares... Você vai conseguir conquistar o mundo e eu quero fazer parte disso. Não sei porque, mas eu me sinto em uma obrigação enorme de te ver bem. -Ele toca minha mão. 

 

-Obrigado, loira. Ninguém nunca fez isso por mim, acho que a última vez alguém se preocupou tanto comigo, foi a minha mãe. E olha, já faz 7 anos que a coroa se foi.. -Sorrimos. -Eu juro por Deus, eu vou recompensar um dia tudo que você tá fazendo por mim. 

 

-Olha que eu vou cobrar, hein. -Me levanto. -Olha, aqui é tudo um "cômodo" só, é assim que fala né? -Ele acena com a cabeça. -Então, mas eu gosto tudo bem organizadinho. Nessa parte aqui é a cozinha, pode usar tudo e comer tudo, não tem problema, aqui essa parte que estamos é a sala e a cama é o quarto. Nessa porta é o banheiro, nessa porta que fica atrás da cama é o closet, pode guardar suas coisas aqui. -Me sento na cama. -Esse será seu lar por alguns dias. 

 

-Acho que eu to me sentindo numa novela. -Ele pega a mochila e joga no chão do lado da cama. -Posso tomar um banho? Quero tirar essa nhaca de delegacia. 

 

-Claro, tem toalha aqui no closet, deixa eu pegar pra você. -Pego e entrego. -Toma, pode pegar tudo a vontade tá bom?

 

Toma seu banho enquanto eu vou montando seu currículo. -Pego meu notebook e vou em direção ao banheiro. 

 

-Você vai ficar no banheiro comigo? -Ele fica sem graça. 

 

-Ah, não existe nada ai que eu já não conheça. -Me sento no vaso e ele adentra o box, parecendo que com muita vergonha.

 

-Vamos lá... Nome completo.

 

-Bruno Costa Rodrigues.

 

-Endereço eu vou colocar o meu... Seu telefone. 

 

-21 971695871

 

-Seu email 

 

[email protected]

 

-Você tá zoando, né, Bruno? 

 

-Não, loira, por que? 

 

-Eu vou criar outro email pra você, esse tá péssimo. A partir de agora seu email é [email protected]

 

-Você cisma com coisa a toa hein. 

 

-Eu não sou a toa, eu sou certa. Você tem 22 anos, né? 

 

-Isso, loira. 

 

-Você é solteiro ou divorciado? 

 

-Solteiro, tá doida. 

 

-Não sei, né. -Dei risada. -Vou colocar como objetivo: crescer dentro da empresa a aproveitar oportunidades.

 

-Você é boa, né. -Ele fecha o chuveiro. 

 

-Excelente em tudo que falo, meu bem. -Mando um beijo. -Me fala suas qualificações. 

 

-Faço sexo gostoso. 

 

-É sério, idiota. -Reviro os olhos.

 

-É serio mesmo, loira. Você sabe muito bem. -Rimos. - Tenho fácil desenvolvimento físico e mental, obedeço ordens, aprendo com muita facilidade, tá bom? 

 

-Tá bom, vou usar palavras mais bonitas. Você se formou? Tem alguma faculdade? 

 

-Formei, loira. Pelo supletivo mas foi. -Ele termina de se secar, e saímos do banheiro. 

 

-Eu também fui pelo supletivo, vou nem julgar. -Rimos. -Você fala outro idioma? 

 

-Loira, eu mal falo português. 

 

-Vou colocar então que você tem inglês e espanhol básico, só pra parecer chique. -Me deito de barriga para baixo na cama. -Você tem conhecimento de computador? 

 

-Sim, sou muito bom no excel porque as vezes no mercado eu ajudava no escritório ai meu mano Naldo me ensinou. -Ele termina de se vestir e se deita ao meu lado. 

 

-Que cheirosinho. -Cafungo seu pescoço. - Me fala sua experiência, todos os lugares que já trabalhou com e sem registro, e qual período. 

 

Ele terminou de passar as informações e terminamos o currículo. Enviei por email para a Mônica e ela disse que essa semana resolve tudo da contratação do Bruno, sou tão grata a ela que não tenho nem palavras. Conversei com o Antônio e ele disse que também estava em andamento. 

 

[...]

 

-Pronto, tudo certo por hoje. Por você, eu perdi até a academia hoje, hein. -Resmungo ao sair do banho e sentar no sofá. 

 

-Então vamos comer alguma porcaria? Meu VR caiu, loira. -Ele diz mexendo no celular. 

 

-Não precisa se preocupar com isso, você sabe que eu pago. Vamos pedir uma pizza? -Pego meu celular. 

 

-Vamos, mas eu pago. Pode ser com refrigerante? 

 

-Claro que não, vamos beber um vinho que tenho aqui. Qual sabor você quer? -Começo olhar pelo iFood. 

 

-Pode ser qualquer um, vou escolher alguma coisa pra gente assistir. -Ele começa mexer na TV. 

 

Começamos a assistir um filme, não tava nem prestando atenção, só conseguia olhar como ele tava lindo comendo pizza e focado na TV. Ele é um cara tão incrível, tão puro, ele parece uma criança. Espero conseguir ajuda-lo tanto quanto eu quero. 

 

-Por que você tá me olhando? -Ele me olha rindo e limpa o canto da boca sujo de molho. 

 

-Porque você é lindo. -Sorrio o olhando.

 

-Eita, loira, já bebeu vinho demais em. -Ele da risada.

 

-Bebi nada. Só estou te admirando, será que vou aguentar ficar morando com você e não dar nem uma bitoca? -Me aproximo dele. 

 

-Loira, se decide. O que você topar, pra mim tá bom. Respeito você e aceito o "não", mas se você falar pra mim "sim", eu pego você agora mesmo e jogo naquela cama. -Ele coloca pro lado e a taça de vinho e seu prato.

 

Eu afastei a minha taça e meu prato pro lado e me virei reto pra ele. -Sim. 

 

Na mesma hora que eu terminei de falar, sua boca já havia dominado a minha e suas mãos puxavam levemente meu cabelo. As minhas mãos foram atrás da minha nuca e devolvia o beijo na mesma intensidade. Puxei sua camiseta, o deixando só de bermuda, ele fez o mesmo comigo e logo meus seios ficaram expostos, pois eu estava sem sutiã. 

Ele se ajoelhou no chão em frente ao sofá e puxou levemente meu short junto com a calcinha e de imediato começou a me chupar, o que já me fez começar logo a gemer e puxar sua cabeça para mais perto, com uma língua aquele homem me levava a loucura. Fui me levantar para irmos em direção a cama e acabei esbarrando na taça e derrubando o resto de vinho no chão. 

 

-Caralho, deixa eu pegar um pano se não vai manchar o carpete. -Vou em direção ao armário da cozinha que guardo produtos de limpeza. 

 

-Será que é um sinal pra gente não fazer isso? -Ele diz enquanto recolhe as coisas da sala. 

 

-Se o universo quer que a gente pare vai ter que mandar um sinal melhor. -Pulo pelada em seu colo, entrelaçando minhas pernas em sua volta. 

 

Ele logo me levou ate a cama e retirou sua bermuda, o pau dele estava completamente duro e liberando pré gozo, era tão bom ver que eu fazia tanto efeito nele, quanto ele fazia em mim. Eu abro bem as pernas e ele some, cheirando e beijando meu pescoço enquanto esfregava o pau em mim, aquilo já estava me deixando completamente sedenta em senti-lo dentro então eu agarrei-o pela cintura e puxei, fazendo com que tudo entrasse de uma vez e nós dois gemêssemos bem alto e era tão bom de ouvir. Ele permaneceu com as estocadas fundas enquanto eu tentava conter os gemidos, até que ele começou a deslizar lentamente sua boca em meus mamilos, sem parar de penetrar, então eu não conseguia mais me segurar e me permiti sentir tudo, olhei no fundo dos seus olhos e ele estava me olhando fixamente, quando eu ia o beijar o desgraçado vira um tapa super forte na minha cara. 

 

-Ai. -Eu resmungo. 

 

-Finge que não gosta de violência mas eu sei que você curte, sua filha da puta. -Ele deu outro tapa ainda mais forte. 

 

Ele estava certo, eu amava quando ele era violento e dominava tudo, amava me sentir submissa a ele na cama, quando era sempre eu que dominava os outros caras, menos com ele. Ele saiu de mim e me mandou virar de quatro, e eu obedeci. Puxou forte meu cabelo e meteu tão rápido que estava ficando praticamente impossível não gozar, ao mesmo tempo metendo, puxando meu cabelo e gemendo, ele da um tapa forte em minha bunda e aperta, eu não consigo mais segurar e me derramo inteira no pau dele, que sai de mim completamente melecado do gozo de ambos. 

 

-Eu disse que podia colocar no curriculum que eu fodia gostoso. -Ele diz segurando os dois lados do meu rosto com sua mão molhada de nossos gozos. 

 

-Essa qualidade eu prefiro deixar só pra mim saber. -O beijo. 

 

-Loira é ciumenta, gostei. -Ele entra no banheiro e eu vou atrás. -Vai tomar banho comigo? 

 

-Pode rolar uma rapidinha. -Ele me agarra e me joga dentro do box, eu não vou aguentar esse homem aqui. 


Notas Finais


Obrigada por ler. <3


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