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História Quase Irmãos (Beuauany Now United) - Capítulo 32


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Notas do Autor


Capítulo novo ao sábado e ainda cedo porque eu amo essa parte da fanfic 😊

Capítulo 32 - Cap 32: "Any?"


Fanfic / Fanfiction Quase Irmãos (Beuauany Now United) - Capítulo 32 - Cap 32: "Any?"

~Josh~

Faz um mês que a Any foi pra o Brasil, pensei em ir junto, em fugir, em gritar para ela ficar, em sumir. Mas nada disso adiantaria, dês de que ela foi, voltei a viver a vida de sempre, baladas festas e o mesmo de sempre. Heyoon que sempre me acompanhou nessa vida festeira, engatou de vez no namoro com Lamar, Noah o mesmo, me sobrando somente a Taylor. O que fez dela virar meu único alicerce, por pura falta de opção, minha mãe não me aguentava mais, recebi várias ameaças de que ia morar com o meu pai.
Não liguei para isso, aliás não tenho ligado para nada ultimamente, meus amigos até tentaram por umas três semanas, e pelo jeito viram que não tinha jeito, diminuíram as visitas e os sermões mas as visitas ainda eram constantes.

Estou contando os dias até eles desistirem de mim de vez, bom minha mãe já desistiu, então é só questão de tempo para o resto também.

Abro os olhos em meio a várias piscadas, não entendo a luz contra o meu rosto, mas logo entendo que não estou no meu quarto, nem muito menos na sala.
Pelo jeito dormir na banheira na tentativa de tomar um banho depois de uma das melhores/piores noites da minha vida.

Puxo a memória com a cabeça latejando, e vejo que o banheiro não é da minha casa e sim a de Taylor. A procuro por toda casa até que ela chega pela porta de entrada com pacotes do Starbucks.

- A onde você estava? Pera ai você dormiu aqui? *Ela perguntou confusa*

- Pelo jeito sim

- Eu jurei que você tinha ido embora, a onde você dormiu?

- No banheiro

- Meu deus *Ela murmurou colocando o pacote e o copo que chuto ser café na mesa*

- Bom o que você trouxe?
*Vasculhei os pacotes e ela me deu um tapa na mão*

- Ei eu trouxe para mim

- E eu sou a visita que dormiu na banheira então eu não tô nem aí *Falei dando um gole no café logo em seguida*



(...)

Tentei o máximo não fazer barulho em quanto chegava em casa, abrir a porta girando as chaves com toda delicadeza do mundo, Porém tudo foi em vão quando vi minha mãe no sofá. Soltei um palavrão baixo e ela se levantou me olhando dos pés a cabeça.

- Eu tinha te dado mais uma chance não foi?

- Sim e eu falei que não ligava... e olha eu contínuo não ligando

- Joshua você não pode ferrar sua vida por que uma garota foi embora. Ainda mais se o pedido foi seu!

- Não precisaria se o seu maridinho não fosse um bosta!
*cuspo irritado e vejo ela respirar fundo de olhos fechados*

- Ok Joshua você vai morar com o seu pai

- Ok eu não ligo! Pode me chutar você sempre quis isso

5 anos depois...

~Any~

Uma semana atrás eu recebi uma ligação da Yonta que estava desesperada dando a notícia que o Simon estava em estado terminal, implorando para ela ligar para mim. No momento que eu ouvi a frase
"Seu pai tá morrendo" não conseguir identificar o meu sentimento, claro que fiquei assustada e sem entender.

A Yonta implorou para eu voltar para o Canadá e aqui estou eu indo de volta. Não aceitei de primeira pensei uns três dias interiros tentando digerir aquela situação, e se realmente era uma boa voltar pra lá.
Na verdade eu nem ia ir, mas a Yonta me ligava a cada dia chorando, e ainda mais disse que eu tinha que resolver algo lá pessoalmente, o que eu não entendi nada porém ela me explicaria melhor.

Esses últimos anos de total importancia para mim, consegui terminar a escola, e depois me formar em psicologia,  entendendo essa área da Depressão, quis ajudar outros com isso, então decidi entrar nesse meio.

Desde que voltei a morar aqui fiquei com alguns caras mas nada sério, pois não conseguia me abrir novamente em um relacionamento, acho que nem eu mesma queria isso.
Fui para o Brasim em pró de cuidar de mim mesma e ser feliz, e posso afirmar que felizmente eu fiz tudo isso.

Me senti uma pessoa renovada depois de muito tempo a felicidade conseguiu tomar conta de mim, junto com a minha rotina de trabalho me fazendo ter uma vida saudável, Eu consegui manter contato com a Sina, Krys, Bailey e Sabina e os mesmo estavam me esperando no aeroporto, o resto da galera falei muito pouco.
Eu estava com tanta saudade que quando sai do avião só faltava correr,

Andei mais um pouco e vi quatro doidos pulando e eram eles mesmo, sorrir por lembrar daquela alegria contagiante que esse lugar tinha, e eles ainda completavam isso.

- E quem está de volta!!!

*Gritei e a Sina correu para me abrasar assim como Saby Bailey e Krys transformaram em um abraço coletivo, mas no caso o Krys ficou pulando comigo em círculos*

- Eu achei muito sem graça essa frase de volta tem que soltar um "Canadá eu voltei porra" bem alto
*Sina declarou*

- CANADÁ EU VOLTEI PORRA!!! *Gritei e damos início a uma sequência de risadas*

- É assim que eu gosto
*Fomos pegando minha mala que era pouca e  entrando no carro da Sina*

- Aí amiga tão bom te ver sério. Você e a Sabina fizeram aquele cruzeiro maravilhoso no ano passado e me deixaram de fora *Sina fez bico e eu apertei sua bochecha*

- Nem vem que tu tava bem animadinha com o Noah que eu sei

- Estava mesmo

- O Sina você não matou minha cachorra não né?

- Engraçadinha você né, ela tá bem cuidada meu anjo e nem vem que eu sempre te mando foto dela

- Ela nem deve lembrar de mim
*Digo triste*

- O que? O tanto que você encheou o saco por 5 anos falando em video chamada com a cachorra
*Bailey falou revirando os olhos*

- Vocês sabem que eu tentei trazer ela para o Brasil porém eu não tinha tempo de cuidar dela e o vôo para cachorro é o preço de um órgão no mercado negro
*rimos*

- Mais amiga o que a Yonta quer contigo? *Krys perguntou me ajudando com as malas*

- Além do Simon tá morrendo?

- Aí Any
*Sabina fez uma careta*

- O que amiga?

- Sei lá você fala tão naturalmente

- Gente eu não sou ruim  né eu tenho respeito por ele mesmo com tudo que ele fez. Não quero a morte de ninguém, mas a morte também não faz ele virar bonzinho, me senti muito cruel falando isso mas é verdade

-  É o que minha mãe diz gente ruim leva a ruindade até o túmulo
*Bailey declarou e Sabina deu um soco no braço dele*

- Baileyyy que horror
*Sabina reclamou fazendo ele dar de ombros*

- Só quero resolver esse lance da Yonta logo

- Mas você vai ver ele no hospital amiga? *Sina perguntou colocando o sinto*

- Não sei. *Desbloquei o celular para avisar que pra Yonta que eu cheguei, já que ela disse que eu tenho que resolver algo*

- Já sentir muita raiva por ele e nos primeiros meses que voltei, ainda guardava um rancor muito grande. Porém percebi que não vale a pena

- Isso é verdade

- Já marquei com a Yonta, só não tô entendendo o que eu tenho que resolver com ela

- Ué estranho


(...)


Cheguei na casa da mãe da Sina, e a Happy pulou em cima de mim me cheirando, meus olhos encheram d'água e ela latia toda agitada.

- Calma meu amor eu tô aqui

- Meu Deus como pode ela ainda lembra *Sabina sorriu maravilhada*

Depois de acalmar a Happy fui recebida com uma mesa cheia de doces e outras coisas

- Meu Deus que saudade desse seu bolo *Pego mais um pedaço que estava na mesa* - Maya eu vou voltar com uns vinte kilos a mais é isso que a senhorita quer?

- A Any você vai voltar?

- Vou né *Peguei a Happy no colo que pedia mais carinho* - Eu tenho um emprego lá, uma casa

- Eu entendo, porém não concordo 

- E você filha aguentou a Sina? Porque ela é estranha demais né
*Falei para Happy e rimos*

- Gente e o Josh *Maya perguntou e vi a Sina repreender ela com o olhar*

- Que isso gente tudo bem... e aí vocês sabem como ele tá?

- Bom pelo o que o Noah falou ele ficou morando um bom tempo com o pai e voltou a sei lá um mês atrás *Sina declarou*

- Hum *Tentei não fingir interesse*


(...)

Conversarmos sobre várias coisas a Maya me encheu de perguntas e ainda me entupiu de comida como sempre. Ia ver a Yonta agora de tarde e descer na quele condomínio me fazia sentir uma coisa estranha, lembrando de quando entrei aqui e como sai toda machucada.

Cheguei na porta daquela casa e parecia ser como da primeira vez um frio na barriga se instalava e respirei fundo tocando a campainha mais minha vontade era sair correndo dali.

- Pois não *Uma senhora não tão velha abre a porta*

- É eu vim...

- Any? *Escuto me chamarem mais não reconheço a voz vindo de dentro*


Notas Finais


Eu ia demorar para fazer a volta dela porém vocês já sofreram demais né?


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