História Quase irmãos (Park Jimin) - Capítulo 6


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Categorias Agust D / Suga, Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Hot, Incesto, Jimin, Políamor, Tae, Yoongi
Visualizações 353
Palavras 1.081
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Steampunk, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Notas só pra avisar que esse é o ultimo capitulo dessa semana, mas segunda volto a postar normalmente (se você ta acompanhando a série fielmente não me odeie por isso). Espero que gostem

Capítulo 6 - Toda roxa


Acordei de madrugada e tentei me levantar lentamente para sair de fininho e voltar para meu quarto, mas Jimin me segurou fortemente pela cintura e me mandou dormir ali.

(...)

—Acorda Gabi, vai dormir o domingo todo?—ouvi ele dizer e despertei lentamente, quando abri os olhos vi que ele já tinha tomado banho e estava vestido—Vai tomar um banho, tira essa porra do corpo—disse rindo de lado e saindo do quarto.

Fui para meu quarto tomei um longo banho, sorri ao ver que meu corpo estava todo roxo por causa do Jimin, desci as escadas já vestida, e lá ele estava, sentado à mesa tomando café, me sentei de frente pra ele. Ele estava sério e disse

—Precisamos conversar

—Ah nem precisa, não começa, eu entendo “foi um erro, não pode se repetir” blábláblá —ele deu um risinho

—Sua doida, só ia dizer que você é muito gostosa—agora ele levantava aproximando nossos rostos—e merece um beijo—então ele selou seus lábios nos meus, foi um beijo calmo e lento, era como se fosse um Jimin diferente da noite anterior, deu um tapa na minha coxa—Toma logo esse café.

—Você me deixou toda roxa, todo mundo sabe que eu sou meio tarada, nunca neguei ser piranha, mas isso é sacanagem

—Bom que você fica marcada e pelo menos aqui em casa, você tem dono—Disse mordendo os lábios—apesar de saber que não posso te segurar na rua, espero que veja seus “amigos” com menos frequência.

—Nha, podemos não falar sobre meus amigos? A gente acabou de transar, é meio constrangedor

—Mas você continua sendo a Gabi maluca, que nunca escondeu nada de mim

—Você por outro lado, escondeu um segredo enoorme de mim—disse olhando para seu volume na calça—Fora que não sabia que gostava dessas coisas de submissão

—É que você me deixa maluco—ele coçava a nuca— tive que ser quase um monge para aguentar todos esses anos você em cima de mim.

—Ainda bem que desistiu de resistir —falei quando terminei de tomar meu café.

Passamos a manhã da mesma forma que passamos todas as outras, era bom ver que nada havia mudado apesar do nosso segredinho

(...)

Já eram umas 16 hrs e eu me lembrei que tinha combinado de tomar um sorvete com Kookie

—Min, não quero que me entenda mal, nem nada—Disse com certa dificuldade—Mas eu tinha combinado de tomar um sorvete com o Kook

—Tudo bem—pareceu não se importar—não demora tá?—disse se aproximando e colocando a mão na minha bunda e a apertou com força, me fazendo arfar.

Eu não sabia o que isso significava, não sabia como nossa relação ficaria, mas aquilo era divertido e excitante demais.

(...)

Quando me encontrei Kookie na sorveteria, demos um longo abraço—sem malícias— e pedimos nossos sorvetes. Quando pegamos nossos pedidos, resolvemos comer em uma pracinha ali próximo

—Poxa, nem foi la em casa ontem, magoei—fez um biquinho fofo

—Ai, meu irmão me trancou em casa, nem te falei, ele tava estressado ontem por causa de uma mulherzinha e não quis que eu saísse.

—Ele é chatinho né? Acho que ele é afim de você—eu dei um risinho

—Sua safada, tu gostou de ouvir isso? Vai pegar seu irmão?

—Bom, a gente não tem o mesmo sangue

—Já disse que te amo?—Ele soltou uma gargalhada

—Já sim—me senti aliviada por ele não ter notado meus roxinhos, mas logo ele se aproximou e falou baixinho

—Ele te bateu?—perguntou arregalando os olhos

—Que?—ele apontava pra minha perna que estava roxa—bem, não exatamente

—Que que vocês fizeram, safada?

—AAAA KOOKIE, TE ODEIO—dei um grito, dando um soquinho em seu ombro—não fizemos nada, eu tentei fugir pra te encontrar e ele me segurou com força

—Pela perna?—ele ria—Nem quero saber—ele se virou pra mim e começou a me olhar— Gabi, ta afim de dar uns pegas?

—Só beijinho, não to afim de saliências hoje.

—Não vou nem perguntar porque—disse juntando nossos lábios, ele sempre beijou muito bem, mas dessa vez ele estava um pouco mais intenso ao mesmo tempo era doce, ficamos juntos ali até a noite.

(...)

Cheguei em casa umas 21 hrs e encontrei Jimin dormindo todo largado na sala, com a tv ainda ligada:

—Min, vai pra cama. Vai ficar dolorido ai—falei cutucando seu ombro, ele soltou um gemido e coçou os olhos

—Deita aqui comigo—ele parecia ainda estar dormindo

—Vamos pra cama, que eu deito com você—ele reclamou mas foi cambaleando até o quarto, deitou na cama apertando minha cintura. Eu fiquei ali, admirando sua beleza, eu realmente sou apaixonada por esse homem, meu primeiro amor. Só queria ficar ali, deitadinha do seu lado pra sempre.

Acabei adormecendo, mas acordei um tempo depois—ainda estava escuro— sentindo uma coisa úmida e quente encostando em minha coxa, era Jimin me acordando da melhor maneira possivel

—Mi..—ele me interrompeu

—Posso?—Eu assenti e ele começou a beijar minha intimidade, colocou minha perna por cima de seu ombro, começou a morder a parte interna da minha coxa enquanto enfiava seus dedos em mim, eu mexia meu quadril, fazendo com que seus dedos fossem mais fundo.

—Quer brincar de Daddy de novo?—sugeri, ele apenas olhou pra mim com uma cara de safado

—Vai me obedecer direitinho?—fiz que sim com a cabeça—então não quero que faça barulho—dizia enquanto acariciava meu clitoris

—M-mas—falei em um gemido, então senti um forte tapa na parte interna da minha coxa, fechei as pernas de dor

—Sem barulhos—ele ria malicioso

Aquele seria o meu maior desafio, afinal, sempre fui do tipo escandalosa e ele sabia disso. Ele chupava deliciosamente, eu segurava minha boca para que não soltasse nenhum gemido sem querer, quando estava a ponto de chegar ao meu ápice, ele retirou minhas mãos da boca, continuava com seus dedos dentro de mim e seus labios e lingua ainda estavam fazendo movimentos rápidos na minha intimidade, quase que instantaneamente comecei a gemer e gritar seu nome, antes que eu pudesse gozar, ele parou, me deu mais um tapa e se afastou

—Tá de castigo

—Ai caralho, sério?

—Uhun, boa noite e nada de se masturbar

—Quem é você pra me dizer o que não fazer?

—Foi você que quis esse negócio de ser submissa hoje. Problema é seu—quando disse isso me abraçou apertado pela cintura—Tenta dormir agora

—Ah e como você espera que eu durma?—disse dando tapinhas em seu braço

—Dá seu jeito, tivesse pensado nisso antes de sair com seu amiguinho

—Agora eu entendi, você tá com ciúmes—eu ria alto—isso não vai ficar assim

—Shhh, vamos dormir —me deu um beijo na bochecha



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