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História Quatro Semanas de Amor - Capítulo 2


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Notas do Autor


Olá queridos!!!

Voltei com mais um capítulo e aproveito para agradecer aos que favoritaram, comentaram, ou simplesmente leram a fic! Não imaginam o quanto eu fiquei feliz com a boa recepção de vcs!

Agora, sem mais delongas, desfrutem!

OBS: a arte do capítulo é minha!

Capítulo 2 - Uma noite quente


Fanfic / Fanfiction Quatro Semanas de Amor - Capítulo 2 - Uma noite quente

 

Suas bocas se encontraram num beijo arrebatador e possessivo, onde suas línguas se cruzaram num bailado urgente, cheio de erotismo e tesão. O sabor que desprendeu daquele molhado contato era magnífico, instigante, e ambos só queriam mais, muito mais que aquele simples beijo.

Se separam arfantes, com os orbes inundados de desejo. Ele enreda sua mão pelo esverdeado cabelo, e sente a sedosidade deste. Seu baixo ventre dói, e o volume de sua pélvis aumenta. Estava excitado, hipnotizado por aquelas mechas que chamaram a sua atenção assim que pôs os olhos nela. Chega seu rosto mais perto das madeixas lisas e aspira seu odor fresco, suave. Sente seu membro pulsar com esse ato tão simples, e toma novamente a avermelhada boca com gana, com volúpia.

Ela se sente molhar, seus pêlos se arrepiam, seu sangue esquenta. Seu coração bate desritmado, descompassado. Suas pernas tremem, e sua respiração fica ofegante. O queria… agora, nesse instante… queria ser dele, se entregar à ele…

Camus sentia o mesmo. A queria… a teria…

Famintos e desejosos, eles entram aos beijos no elevador, que os leva até ao 13º andar, onde descem sem se desgrudar, e com dificuldade, a ariana tira as chaves da bolsa, e consegue a duras penas abrir a porta de seu apartamento, onde entram ainda tomados pelo torpor daquele súbito e desenfreado desejo, e se encaminham para o quarto desta, e em meio aos ardorosos beijos, começam a se despirem.mutuamente.

As peças de roupas vão sendo jogadas pelos móveis e pelo chão, e os dois permanecem apenas com suas respectivas roupas íntimas.

O olhar do homem de fixa no bem feito corpo da ariana, que respira de modo acelerado, devido ao nervosismo daquele momento. Aqueles seios durinhos e redondos se movendo ao ritmo da ofegante respiração eram tentadores demais até para ele, que era habituado a agir sempre com prudência e moderação. Mas agora, ele só queria era ter aquelas mamas em suas mãos e boca, e assim o fez: abocanhou voraz o seio esquerdo, enquanto o direito era massageado com carinho e destreza.

Shina arqueia o corpo e geme alto. A língua quente que serpenteava o bico de seu seio era entorpecente, enlouquecedora.

Ele chupa, mordisca a mama macia, e depois passa para o seio livre, dando a devida atenção também a este.

Ela arranha os braços musculosos do aquariano, que grunhe com esse ato da mulher, e sua mão livre desce às nádegas da mesma, onde ele a aperta com vontade, e ela volta a gemer de satisfação no ouvido do francês, que se excita ainda mais por isso.

Ele para as carícias e volta à encará-la. Dá um sorriso sexy, e ela, atordoada, admira o belo corpo do rapaz, que está coberto somente por uma apertadíssima boxer azul, que já dava uma amostra de como era grande a masculinidade dele.

Camus chega mais perto dela, e fala com a voz rouca em seu ouvido.

- Me deixa nu e eu farei o mesmo contigo…

Shina arfa lasciva, põe as mãos no cós da peça íntima, e a desce com pressa. Queria urgentemente ver o que se escondia por trás daquele pedaço de pano. Quando enfim a retirou, ficou paralisada ao ver que ele era ainda maior do que imaginava. Maior e mais grosso, maciço, com a cabeça arroxeada e veias pulsantes. Salivou como há tempos não fazia. Apesar de receosa com todo esse tamanho, agora o queria dentro de si ainda mais do que antes. Queria se deliciar e usufruir de tudo o que o azulado poderia lhe oferecer.

Ele vê o desejo em seu estado mais primitivo refletido nos verdes orbes dela, e sorri pra si mesmo. Vai até ela, se ajoelha, e com a boca no elástico da calcinha, ele a desce devagar, e aproveita para inspirar o suave aroma daquela almejada intimidade. Livre da incômoda peça, ele fica frente à frente com a lisa e cheirosa vagina da esverdeada, e vendo que seu mel já escorria pelo meio de suas pernas, ele não resiste, e toca a fenda molhada com sua quente língua, a imprensando contra a fria parede do quarto, e abrindo mais as pernas dela para acessar mais profundamente a carne rosada de sua intimidade.

Percorre languidamente a tenra anatomia, lambendo vertiginosamente todos os seus recantos, circulando sua língua que ora estava quente, e ora estava gelada, levando-a ao um intenso desespero, invadida por um prazer até então inédito para ela, que se agarrou aos azuis cabelos dele, os puxando com vontade, desfazendo assim, o rabo-de-cavalo que ele usava. Ele aprofundou sua inquieta língua na cavidade apertada, se adentrando o quanto pôde nela. A italiana sufoca um grito, e fica praticamente sem fôlego. Ele era habilidoso, instigante…

Desde o seu divórcio não tinha estado com nenhum outro homem. Aliás, Rupert havia sido seu único homem até então… seu amigo, confidente, aquele em que poderia confiar a sua vida e alma, e com ele aprendeu tudo o que sabia sobre amor e sexo. Estar ali com Camus, se entregando à essa repentina atração era como se tivesse entrando em uma nova etapa de sua vida… se sentia renovada, confiante, e estava adorando tudo o que acontecia ali.

Seu corpo se arrepiou, e espasmos tomaram conta de si, e não conseguindo se conter, gritou sem reservas. Ela gozou. Foi intenso, surreal…

O francês termina de lamber a entrada úmida, e com sua língua pecaminosa, sobe lambendo todo o corpo da ariana. Virilhas, quadris, cintura, seios, colo, pescoço, orelhas… tudo foi detalhadamente explorado e percorrido, e a boca do homem novamente tomou a dela com lascívia, e ela correspondeu de igual maneira. Quebrando o caloroso ósculo, ele vai à orelha dela e fala imperativo.

- Você é deliciosa… quero que me cavalgue… que me goze todo, e não se contenha… - cola seu corpo ao dela, se esfregando e a beijando em seu pescoço e rosto, e ela grunhe ao sentir o mastro quente e colossal lhe tocando a barriga.

- Ahhhhhhh… - geme sem forças, enquanto é levada por ele para a enorme king-size, onde ele se senta recostando na cabeceira da cama, e ela se posiciona em cima de seu ereto falo.

Devagar e ainda apreensiva, ela desliza por aquele pênis imenso e latejante, gemendo descontrolada e radiante. Estava nas nuvens, pois sentia um prazer sem igual… se sentia realmente feliz.

Ele dá um grunhido longo e carregado de tesão. Ela estava incandescente, encharcada e muito apertada, e isso o tirou de sua razão. Segurou as alvas e redondas nádegas, a encaixando por completo em seu majestoso e potente órgão, e a ajudou em sua, a princípio, tímida cavalgada. Mas aos poucos, ela foi perdendo o receio e a vergonha, e se movimentava primorosamente, arrancando mais gemidos e grunhidos do viril cavaleiro, que agora apertava sua fina cintura e chupava um dos seus seios com avidez.

Ela sorria, arfava e gemia. Acariciava o definido peitoral, passava as pontas de seus dedos pelos gominhos trincados do perfeito abdômen do francês, enquanto rebolava absorta e possuída pela luxúria daquele mágico acontecimento.

Camus delira, divaga em mil pensamentos, pois ela o alucinava. Era um homem experiente, já tinha levado uma infinidade de mulheres para a cama, mas nenhuma era como ela… calorosa, fogosa… saborosa em seu gosto, em seu cheiro, em seu jeito de amar, de se entregar… estava encantado, enfeitiçado… queria mais… e daria tudo de si à ela…

Ela se apóia em seu ombro e aumenta a cadência de sua movimentação, o fazendo dar um grito rouco e pesado. O corpo da esverdeada treme, sua intimidade o succiona com força, e ele sabe que ela vai chegar ao ápice. Estava difícil se segurar, pois ela o estimulava ao limite, mas o faria, pois queria desfrutar ainda mais daquele contato tão íntimo entre os dois.

Ela dá um grito libertador, e se abraça à ele exaurida. Teve um dilacerante orgasmo, como há anos não o fazia. Mas esse, com certeza, foi o mais intenso de todos os que teve na vida.

Ainda abraçados, seus olhares se cruzam e ficam se admirando por um longo tempo. Era um fascínio inexplicável, algo que não tinha como ser definido, seja em palavras ou em gestos. Mesmo assim, ele acarinhou os verdes cabelos dela, e depois o seu rosto, e ela fecha os olhos apreciando aquele toque cheio de ternura. O azulado põe a mão em sua nuca e a traz para si, a beijando com muito sentimento. Seus lábios se buscam, trocam fluidos adocicados, viciantes.

Se afastam devagar e sorriem. Ele apalpa os montes macios e fala com a voz envolvente.

- Te quero… te desejo… e você, sente o mesmo?

Ela dá um sincero e cintilante sorriso e responde sem rodeios.

- Sim… eu sinto… te quero…  

Voltam a se beijar, só que dessa vez, com furor, tomados por um frenesi que os deixavam inebriados de prazer.

Ele se levanta, e ela enlaça suas pernas ao redor da cintura dele, e este a encosta novamente na fria parede, fazendo-a se arrepiar por inteiro, e passa a estoca-la com veemência, em intervalos curtos, numa pegada sensual, intensa.

Ela crava as sua unhas nas costas largas do aquariano, que grunhe com um sorriso na face, pois estava adorando adentrar-se nela, fazê-la tremer, gritar, gozar… suas grandes e másculas mãos firmavam os quadris da moça, que ofegante, só tinha mesmo forças pra gritar e gemer, pois era investida por ele à perfeição.

Ele sai de si ao sentir-se envolto no cálido fluído que dela vertia, a deixando ainda mais escorregadia e saborosa. A estoca com mais ímpeto, a arrebatando, a enlouquecendo com aquela dança selvagem e pecaminosa.

O corpo dela outra vez sofre espasmos, esquenta em demasia, e seus pelos se eriçam. Sente seu pênis ser contraído com uma força absurda, e não consegue mais resistir: juntamente com ela, chega à um esplendoroso e perfeito orgasmo… profundamente vigoroso e extenuante.

Outra vez se abraçam com afeto, e ele a leva para a cama, onde se recostam na cabeceira desta, e ela se aninha em seu forte e acolhedor peitoral.

Depois de tudo o que houve, nada falaram. Ficaram somente se acariciando, sentindo o calor que provinham de ambos os corpos, e assim, se deixaram vencer pelo sono que já se apoderava deles, e dormiram agarradinhos, como se fossem dois amantes apaixonados.

 

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No dia seguinte, ainda bem cedo, o azulado desperta devagar, e aos poucos, vai se dando conta de que não estava em seu quarto de hotel. Tenta se levantar, e sente o peso do corpo feminino sobre si. Ele olha para a esverdeada e sorri. Um sorriso sincero, como há muito não esboçava. Estava estranhamente feliz, e devia isso à incrível noite de amor que teve com ela.

A ariana vagarosamente também desperta, e seus sonolentos orbes verdes se deparam com aquele homem lindo que a fez se sentir nas nuvens à noite passada.

Ambos se incorporam e se sentam, ficando de frente um para o outro, apenas com finos lençóis egípcios cobrindo suas intimidades. Ela fica um pouco tímida e não o encara, pois nunca havia feito nada parecido com isso na vida. Depois que se separou, ela se fechou para relacionamentos e sentimentos, e se dedicava ao trabalho e aos amigos que tinha na capital londrina, e jamais se imaginou indo pra cama com um cara que não era desconhecido de todo, porém tinha quase uma década que não o via.

O Cavaleiro levanta delicadamente o queixo dela com as pontas de seus dedos, e a olha penetrantemente, e ela suspira acanhada.

Ela dá um suave selinho nos lábios dela e fala carinhosamente, quebrando a tensão.

- Bonjour, belle! Dormiu bem?

- Sim… muito bem. - não sabia o porquê, mas continuava muito envergonhada, como se tivesse feito algo errado ou coisa assim - Eu queria dizer que… eu …

- Não precisa dizer nada. Não vou te julgar porque transamos em nosso primeiro encontro. - acaricia as lisas madeixas verdes, sentindo toda a textura delas em seus dedos, o deixando levemente excitado - Foi um momento maravilhoso e marcante, pelo menos, foi isso o que senti.

- Eu… senti o mesmo… - diz um pouco mais confiante - Sabe, desde que o Rupert foi se embrenhar pelo mundo afora, eu…

- Não tinha estado com outro homem? - indaga sem acreditar.

- Sim… eu sempre fui uma pessoa difícil, desconfiada… por anos deixei meu coração fechado à esse tipo de sentimentos, e somente ele tinha conseguido me fazer baixar a guarda, e agora... você… - morde os lábios um pouco nervosa - E eu nem deveria ter feito isso, pois há tanto tempo que não nos vemos, e logo irá embora, mas… não sei… eu não poderia deixá-lo ir sem saber como seria se nós dois...

- Eu te entendo, e acredite, senti o mesmo. Tinha que estar contigo, saber como seria… e não me arrependo! - a beija com ternura, e ela corresponde de igual maneira.

Se afastam um pouco e ele faz menção de se levantar, mas ela, num impulso, segura seu braço, o retendo aonde estava.

- Camus… sei que vai parecer que sou oferecida, e… não sei quanto tempo ficará em Londres… - ele a olha com curiosidade e ela esfrega as mãos apreensiva - O que eu queria dizer é… se quer ficar em minha casa pelo período que estiver por aqui?

Ele dá um sorriso largo e sincero. Pega as mãos dela, que já estavam suando frio, e fala pausadamente.

- Na verdade, eu estou de férias, e meu plano original era somente passar dois, no máximo três dias em Paris, mas, quis os deuses que eu viesse para cá, e acho que eu poderia, só dessa vez, me dar uma oportunidade de relaxar um pouco… ser menos formal e aproveitar mas esses raros momentos em que saio do Santuário, então… eu aceito passar essas quatro semanas que me restam na sua companhia!

Ela sorri exultante e se abraça à ele com força, o derrubando em cima da cama, e ficando com seu rosto a escassos milímetros do dele.

- Não sabe o quanto fico feliz, pois amanhã também entrarei de férias, e ficaria sozinha, porque esse ano não planejei nenhuma viagem, e o único compromisso que tinha era o casamento de minha amiga Latifah, que trabalha comigo. Eu sei que parece loucura, mas…

- Não é loucura… se for assim, eu também sou louco, pois quero exatamente o mesmo que você… - num movimento rápido, ele a gira, e fica por cima dela - Vou agora mesmo pegar minhas coisas…

- Agora não! Depois você vai… quero que fique e tome o café-da-manhã comigo… - fala manhosa, e ele a enche de beijinhos por todo o corpo, fazendo ela rir com gosto.

Eles ficam nessa troca de cosquinhas e carícias por um bom tempo, até que o aquariano nota uma foto em que ela e um rapaz loiro estão abraçados e sorridentes, num bonito porta retrato em cima do criado-mudo. Ele para o que estava fazendo e senta-se outra vez na cama, e pergunta um pouco incomodado.

- Devo presumir que aquele é o famoso Rupert? - aponta o objeto com a cabeça, e ela o pega, e o mostra a ele.

- Sim, é ele… e esse foi o dia em que nos casamos, há sete anos atrás. - fala nostálgica.

O francês novamente se incomoda, porém, deixa sua razão falar mais alto, e compreende que o tal ex-marido foi alguém muito importante pra ela, e que esse era um laço afetivo difícil mesmo de romper.

- Era um dia ensolarado, e foi somente uma cerimônia civil e bem simples, como pode ver pelas nossas roupas… - ele observa o vestido rosa seco, de alças fininhas e transpassadas, cintura marcada e saia rodada, feito de um tecido fino e esvoaçante, que a deixou especialmente bela, e o rapaz estava com um blazer cinza escuro, uma blusa social creme e calça jeans escura - Sabe, fomos muito felizes, e acho que talvez seríamos até hoje, porém… eu jamais o impediria de seguir os seus sonhos, de fazer suas próprias escolhas… saber que ele está realizado, fazendo o que de verdade gosta, me traz a certeza de que agi corretamente. - fica um pouco melancólica

- Não fique assim. Nada nessa vida é para sempre, e se vocês, nesse curto tempo, viveram mais alegrias do que tristezas, então não tem porque sentir-se mal. - a abraça com muito sentimento, pois sabia de seu sofrimento pelo qual passou por causa do noivado de Seiya e Saori, e que foi esse o verdadeiro motivo acerca de sua decisão de se desligar da Ordem.

- Tem razão… no fundo, eu tenho aquela sensação de dever cumprido quando ele me liga e diz que está adorando a experiência de ser um aventureiro… o amei demais para deixá-lo frustrado ao meu lado. - esboça um sorriso tristonho e encosta sua cabeça nos ombros do azulado, que olha a fotografia com bastante atenção, e se fixa à um detalhe que até então, passou despercebido.

- Tirando o fato de ser mais loiro e ter os olhos azuis, esse tal Rupert é a cara do Aiolia, não acha? - indaga curioso.

Ela pisca bem os olhos e mira a foto com esmero. Ri de se escancarar ao constatar que Camus estava certo, e como, em todos esses anos, não tinha se dado conta disso.

- Como você é observador! Nem eu tinha notado isso! Vai ver que por causa dessa semelhança foi que deixei ele se aproximar de mim, pois eu era extremamente arredia e grosseira quando cheguei aqui. - olha para o rapaz que está um pouco sério, e pergunta capciosa - Porque está desse jeito? Por acaso está com ciúmes?

- E se estiver? - ri de canto.

- Não sei o que te dizer… não estou acostumada a ter admiradores, e muito menos ciumentos. - sorri singela - E por falar em Aiolia, ele e Marin finalmente se declararam? Estão juntos?

- Não. Aiolia não é mais um Cavaleiro de Atena. Há uns oito anos ele entregou seu posto ao Ikki e foi para Asgard, onde se casou com a Lifya.

- A sacerdotisa de Odin que os ajudou na batalha contra Loki? - questiona ainda incrédula, pois sabia do imenso amor que a Águia nutria pelo leonino, e acreditava piamente que ele correspondia aos sentimentos de sua companheira.

- Sim, a própria. Eles tem um filho, que está com uns seis anos mais ou menos, e creio que ele esteja muito bem por lá.

- E a Marin? Ela era tão apaixonada por ele... deve ter sido muito duro pra ela esse casamento… - falou um pouco penalizada por sua antiga companheira.

- Ela sofreu bastante, não vou mentir. - dá um longo suspiro - Ficamos muito próximos nesse período obscuro de sua vida, e chegamos a sair algumas vezes, mas… não tinha que ser.

- Você e Marin? - o olha ainda descrente - Jamais imaginaria vocês dois juntos!

- Foram só alguns encontros, nunca evoluiu para algo mais sério. Então, decidimos que seríamos grandes amigos e que ela poderia contar comigo sempre.

- Uau! Você é tão maduro… - fala admirada - Mas… gostava dela?

- Na época sim. Porém, isso ficou no passado. Ela agora é uma mulher casada, tem dois filhos lindos, e encontrou no Afrodite o grande amor da sua vida. - disse com um meio sorriso.

- Afrodite???!!!!! - exclama um pouco atônita - Isso é sério?

- É muito sério! - dá uma risada gostosa, que a contagia no mesmo instante.

Ele se levanta, pega um smartphone no bolso da sua calça que estava no chão, e outra vez se senta, e mostra algumas fotos para a ariana.

- A bateria está fraca, mas dá pra te mostrar alguma coisa. - desliza seu dedo na tela do celular, e rapidamente encontra o que queria - Aqui estão eles no aniversário de um ano do Hans, há três meses atrás.

Ela analisa bem a imagem de sua ruiva amiga ao lado do belíssimo pisciano, e percebe a nítida felicidade em seu sorriso. No colo dela o pequeno bebê, que tinha os cabelos avermelhados, porém num tom mais para o castanho, e os olhos azuis claríssimos como os de Afrodite, e também herdou a pele muito alva de seu pai. No colo do cavaleiro, estava uma menina de mais ou menos quatro anos que era uma exata cópia dele, com exceção dos olhos safiras, que eram iguais aos da Águia. Eram crianças lindas, e Shina se emocionou ao ver o quanto sua ex-rival e agora querida amiga estava feliz.

Tudo o que ela sempre quis era ter uma família, mas quando se casou, achou melhor investir nos seus estudos e na sua carreira, e adiar por mais algum tempo essa decisão tão importante que era ter um filho. Daí veio o divórcio, a promoção em seu emprego, mais cursos qualificatórios, e tudo ficou ainda mais distante.

Suspirou resignada e falou um tanto triste.

- Marin é uma mulher de sorte, pois apesar de todos os percalços, se apaixonou novamente e tem uma família incrível…

Camus percebe uma grande frustração em sua voz e a acaricia suavemente nos lábios. Ela sente seu corpo esquentar com o prazeroso contato, e fecha seus olhos para apreciá-lo ainda melhor.

- Você é linda… e será feliz um dia, não se preocupe! - beija languidamente a sua boca e depois fala com desejo em sua voz - Te quero outra vez… - sem esperar muito ela o beija sedenta de tê-lo outra vez em si, e assim, passam aquela linda manhã de domingo se amando como se não houvesse amanhã.

 



Notas Finais


Espero de coração que tenham gostado do capítulo, e sintam-se à vontade para deixarem suas opiniões e impressões!!!

Obrigada pelo carinho de todos e até breve!!!!


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