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História Quatro Semanas de Amor - Capítulo 4


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Notas do Autor


Olá queridos!

Voltei com mais um capítulo dessa humilde trama, e agradeço de coração à todos aqueles que favoritaram, comentaram ou simplesmente leram a fic! O carinho de vcs é super importante para mim!

Sem mais delongas, boa leitura!

OBS: a arte do capítulo é minha!

Capítulo 4 - Conhecendo Londres


Fanfic / Fanfiction Quatro Semanas de Amor - Capítulo 4 - Conhecendo Londres

No dia seguinte, uma ensolarada manhã trazia bons presságios para o passeio que o inusitado casal faria ao longo deste.

Acordaram cedinho e fizeram uma saudável caminhada pelo arborizado parque que tinha à duas quadras de onde Shina morava. Não era nada muito fitness, somente um passeio despretensioso, no intuito de apreciarem a simplicidade do local, que também era muito bonito e aconchegante.

Aproveitaram o ensejo para comprarem pães e frios numa simpática padaria que parecia estacionada nos anos 50, e logo voltaram para o apartamento da esverdeada, onde tomaram um reforçado café-da-manhã.

Depois deste, foram para um banho regado a muitos beijos e carícias íntimas, e quase não saíram de lá, pois o tesão que sentiam ao estarem juntos era algo que beirava o surreal.

Mesmo assim, ambos deixaram o box com seus corpos encharcados, e secaram-se um ao outro com muito carinho, e uma certa dose de erotismo, fazendo com que os dois jovens se arrepiassem somente com esse ato.

- Camus… não faz assim… - sussurra sensualmente, mas sua vontade era de que ele continuasse a explorar o seu corpo nu - Nosso river roamer já foi comprado, e infelizmente, ele só pode ser usado no dia seguinte à compra, que no caso é hoje.

Ele faz um muxoxo, e ela ri de tão inesperado gesto.

- Não faça essa cara… poderemos aproveitar para fazermos amor quando voltarmos da nossa pequena excursão, e tenho a mais absoluta certeza de que irá ficar encantado com o primeiro ponto turístico que iremos visitar antes de navegarmos pelo Tâmisa.

- E posso saber que lugar é esse? - indaga curioso.

- Huuuummmm… é melhor que saiba quando estivermos lá. - pisca travessa.

- Você é má… - balança a cabeça fingindo tristeza.

- Deixa de ser bobo! - dá um leve tapinha no ombro do azulado - Vamos nos arrumar… - o pega pela mão, o levando para vestirem suas respectivas roupas.

 

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Com a pontualidade típica dos moradores locais, Shina e Camus, às dez em ponto, estavam de frente a Tate Britain, e o aquariano admirava quase que em letargia a arquitetura do imponente local. Já tinha ouvido falar que os museus britânicos eram deslumbrantes, mas comprovar isso pessoalmente não tinha preço.

A esverdeada, vendo o brilho nos olhos do belíssimo homem, não evitou sorrir satisfeita, pois sabia que suas escolhas o agradariam em cheio.

Vamos entrar? - dá uma suave cotovelada no braço do rapaz, que volta à si, e de mãos dadas com a ex-amazona, adentram o fascinante museu.

Por longas duas horas, eles se enveredaram pelas várias opções de exposições que ali havia, e se encantaram verdadeiramente com tudo o que vislumbraram.

Shina já tinha ido lá uma vez, mas o fez há anos atrás, e especificamente para um trabalho sobre Gainsborough e seu estilo baseado no Arcadismo, para ser entregue em sua conclusão do Curso de Artes. Depois, devido ao seu intenso ritmo de trabalho, ficou adiando sua volta aquele incrível lugar, onde o ar era carregado de cultura e história.

Finalmente estando novamente ali, concluiu que observar aquele magnífico museu totalmente relaxada e em tão boa companhia, era um bálsamo para si, e aproveitaria cada minuto para apreciar minuciosamente pelo menos duas ou três exposições, já que o lugar era enorme, e para vê-lo integralmente, teriam que voltar em uma outra oportunidade.

Camus ficou deveras impressionado com o espaço dedicado à J.T.W. Turner, um dos precursores da pintura moderna, com seus excelentes trabalhos sobre luz e cor, retratando as mais belas paisagens marinhas, especialmente as do rio Tâmisa.

Lembrou-se da tela do jovem artista indicado por Shina, e que daria de presente à Milo e June, e de como esta tinha claras influências do estilo de Turner. Imaginou o quadro na sala de estar de Escorpião, e seu melhor amigo sentado à beira da lareira com sua adorada Camaleoa em seus braços, curtindo o inverno grego, tomando vinho e jogando conversa fora, como a maioria dos casais apaixonados. “Como o Milo tem sorte…” pensou quase audivelmente, pois no fundo, sempre quis ser abençoado com um amor… não algo passageiro, mas, um sentimento forte, sólido… porém, nunca teve sorte nesse quesito, isso até reencontrar Shina…

Parecia absurdo que uns poucos dias em companhia de uma ex-colega sumida o faria refletir em coisas tão triviais. Mas a verdade, é que se sentia incrivelmente bem ao seu lado… relaxado, leve… se sentia vivo...

Foi tirado de seus pensamentos por um sutil carinho em seu braço, e logo em seguida seu rosto foi beijado rapidamente pela ariana, que o olhava num misto de encantamento e sensualidade.

- Seus olhos não escondem o quanto está impressionado com o Tate Britain, e fico imensamente feliz por isso. - diz sinceramente.

- Sim, gostei bastante. - afaga as mechas macias da jovem, pondo-as por trás de uma das orelhas - Ter a oportunidade de ver de perto obras que só conhecia através de livros é uma experiência única. Obrigada por me proporcionar essa alegria.

Ela suspira com um grande sorriso no rosto. Sentir Camus tão aberto e livre das amarras da formalidade típica de sua metódica personalidade era algo recompensador.

- Então, prepare-se, pois iremos navegar um pouco pelo Tâmisa, e depois iremos à um ponto turístico também importante daqui de Londres. - entrelaça seu braço ao dele, e ambos vão andando à passos vagarosos, rumo ao Waterloo Pier, para embarcarem no catamarã que era usado para a navegação do grande rio londrino.

Em menos de cinco minutos de viagem, estavam ancorados no London Bridge Pier,  e numa rápida caminhada, estavam na Tower Bridge, onde puderam ver toda a opulência das muitas jóias pertencentes à atual Casa Real inglesa.

Saindo de lá, tiraram inúmeras fotos em frente ao excêntrico prédio da prefeitura de Londres, que mais parecia um capacete coberto de espelhos, e depois foram direto ao Tower Bridge Pier, onde em menos de vinte minutos, estavam no Greenwich Pier, e foram direto ao Observatório Real, e lá, ambos tiraram a emblemática foto com os pés em cada um dos opostos meridianos.

Na volta do maravilhoso passeio, ambos voltaram ao Waterloo Pier, e com o lindo entardecer alaranjado, e vendo que a fila estava bem pequena, entraram em uma das confortáveis cabines da London Eye, e do alto da imensa roda-gigante, se beijavam sob a opulência daquele colorido inusual do céu inglês.

Algumas selfies foram tiradas, e quando finalmente puseram seus pés em terra firme, pegaram um dos bucólicos táxis pretos, e seguiram em direção à Chelsea.

 

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Tarde da noite, e aninhados depois de uma quente sessão de sexo, assistiam tranquilamente à um noticiário local, que exibia uma reportagem sobre o Palácio de Buckingham, e a cerimônia da Troca de Guarda dos soldados da Rainha Elizabeth II, e a esverdeada, quase se rendendo à um gostoso sono, falou em meio à um bocejo.

- Amanhã iremos ver tudo isso…- outra vez boceja - Acho esses soldadinhos tão engraçados… - ri fraquinho.

- Na verdade, eles são bem estranhos… - o francês pensa em voz alta, e ela ri um pouco mais alto - Que foi? Falei algo errado? - indaga intrigado.

- Não. Em absoluto… - mesmo com seus verdes orbes cansados, ela lhe dedica um olhar cheio de ternura - Acho que fica extremamente bonito quando diz exatamente o que pensa… sem medir palavras e sem as formalidades que me habituei a ver de ti na época do Santuário…

- Eu… - não sabe bem o que dizer, pois ninguém, exceto Milo, tinha feito qualquer tipo de observações ou críticas quanto ao seu jeito de ser - Creio que estar aqui, ao seu lado, já mostra o quanto eu me abri… o quanto me desarmei pra me permitir viver algo fora do que considero apropriado pra mim. E se você admira esse meu “novo eu”, creio que meu esforço está valendo à pena, não acha?

- Acho… - se abraça ao torso desnudo e trabalhado do aquariano, e repousa seu rosto em seu definido peitoral - E gosto muito desse seu “novo eu”... boa noite, mon cher

Ele sorri ante as simples palavras ditas pela Cobra, e com um doce beijo no topo de sua cabeça, ele responde num sussurro.

- Faites de beaux rêves, mon cher

 

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Pontualmente às onze horas daquela manhã de quarta-feira, Camus estava com Shina sentada em seus ombros, e esta, com a câmera do smartphone à postos, gravava a tão famosa Troca da Guarda no Palácio de Buckingham.

O pobre francês estava meio espremido em meio à uma multidão de pessoas, a maioria turistas como ele, e que tinham o mesmo objetivo em comum: conseguir um bom lugar para filmar ou fotografar tão peculiar evento.

Para ele que era um Cavaleiro, e estava acostumado a lutar até o limite de seu cosmo, o peso de Shina não era nada. Mas a sensação de estar cercado por tanta gente, e estar escutando uma infinidade de vozes, entoadas em diferentes línguas, o estava deixando um tanto claustrofóbico. Mas, aguentaria o tempo que fosse, pois ver o olhar cintilante da italiana, e seu sorriso quase que infantil, o fez se sentir automaticamente satisfeito.

Nunca havia se importado realmente com que as outras pessoas sentiam, pois desde muito pequeno foi condicionado somente a lutar para proteger Atena e a humanidade, seja à que preço for. Então, não fez esforço nenhum para se apegar a quem quer que seja, e isso incluía Milo à princípio. Para o grego ganhar sua amizade, foi uma verdadeira batalha, porém, com o passar dos anos, e insistência do teimoso escorpiano, ambos formaram uma amizade verdadeira e com bases bem concretas. E por fim, depois de tantas guerras, e de ter passado pela experiência da morte por mais de uma vez, se viu envolto em um mar angustiante de solidão, e em seu íntimo, sentiu falta de interagir com os demais companheiros de armas, pois afinal de contas, todos ali sempre lutaram por um objetivo em comum: defender a deusa da sabedoria.

Alguns deles tinham os mesmos interesses que os dele, como no caso de Afrodite e Shura, que eram autodidatas assim como ele próprio, e tinham um excelente gosto para artes, música, cinema, gastronomia, entre outras coisas. Além disso, também gostava muito de Saga, Mu e Shaka, que eram pessoas mais calmas e fáceis de lidar na convivência diária. Os outros não lhe eram muito íntimos, mas, aprendeu a compreender as mazelas que rondavam os seus corações, como no caso de Angello, vulgo Máscara da Morte, e também a entender os rompantes entusiastas de repentina alegria, como no caso do gigante brasileiro, Aldebaran de Touro. Outros lhe eram neutros, como Aiolos, Aiolia (com quem já não tinha muito contato), Dohko e Kanon, mas sempre parava pra escutar as histórias carregadas de sabedoria do antigo Mestre Ancião, ou as piadas de gosto duvidoso que o gêmeo menor e o sagitariano gostavam de contar.

Pensar em tudo o que passou ao longo de sua vida o fez ficar nostálgico, mas isso logo passou quando ouviu um gritinho repleto de felicidade vindo da garota que estava em seus ombros.

- As imagens ficaram perfeitas! - bateu palminhas empolgada -  Foi bom termos ido primeiro ao House of Parlament, pois senão eu não teria conseguido organizar tudo, e não sobraria espaço na memória do celular para tantas fotos e essa filmagem tão extensa.

Ela passou o aparelho para o azulado, que ficou contente com o resultado da gravação.

- Muito bom, belle! - andou para longe daquele amontoado de gente, e vagarosamente a tirou de cima de si - Acho que podemos almoçar agora, pois confesso que estou faminto. - fala bem na hora em que seu estômago ronca em um som considerável.

A ex-amazona ri com gosto, e o abraça com candura.

- Vamos, honey… conheço um lugar aqui perto que é fenomenal. - dá uma piscadinha marota, e ambos seguem de mãos dadas para saciarem sua fome.

 

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No outro dia, estavam parados, e como se andassem em uma fila imaginária, posavam para um transeunte qualquer, ao qual gentilmente pediram para tirarem uma foto na faixa de pedestres da Abbey Road, famosa via onde os Beatles fizeram a capa de seu penúltimo e misterioso álbum.

Camus se sentia como um menino… em sua mente só havia contentamento, satisfação… era um prazer muito distinto ao que se acostumou a vivenciar, pois nunca se permitiu ser ou viver como uma criança comum. Tinha metas bem claras traçadas desde pequeno, e focou-se nelas ao longo de sua existência, sem ceder o mínimo espaço para mais nada além disso. Mas agora, nesse exato momento, parecia que estava de volta aos seus oito, nove anos de idade, se divertindo de maneira despojada e despreocupada, em companhia de uma mulher que sempre foi tão rígida como ele no passado, mas, que ao deixar tudo para trás, mudou radicalmente o seu jeito de ser, se tornando uma das pessoas mais encantadoras que já havia conhecido na vida.

O casal agradeceu ao bondoso estranho, que tirou uma excelente fotografia, e foram direto para um pub próximo, onde um cover da famosa e inesquecível banda inglesa faria show por toda aquela tarde.

Empolgados com todo aquele clima de nostalgia implícita, cogitaram pegar um trem para Liverpool, onde conheceriam o Cavern Club, o enigmático bar temático onde os quatro rapazes começaram sua carreira, mas, quando a italiana viu que a previsão do tempo dizia que haveriam chuvas intensas para o local, desistiram da súbita viagem, e preferiram curtir a noite em casa mesmo, onde dançaram juntinhos, trocando carícias, e se enveredando pelo corredor aos beijos, onde terminaram em cima da cama, gemendo intensamente, encaixando seus corpos um no outro, carregados de pura lascívia.

 

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O restante daquela semana se passou no mesmo ritmo: visitando os mais famosos monumentos da capital inglesa e também conhecendo roteiros alternativos, como a Brixton Village Marketing e fizeram um breve tour pelas dependências do Chelsea Football Club, onde os olhos azuis do aquariano brilharam ao se deparar com tanta tradição naquele ambiente que representava tão bem o seu esporte favorito, pelo menos em assistir, porque jogá-lo não era mesmo o seu forte.

A ariana também se fascina com o lugar, pois mesmo morando ali há uma década, nunca tinha posto os pés em nenhum dos estádios dos clubes londrinos, pois futebol não fazia parte de seus gostos pessoais, e seu ex- marido também não era fã de esportes coletivos. Porém, imaginou que Camus, como muitos dos outros rapazes do Santuário, gostasse de ver um bando de marmanjos correrem atrás de um bola, por tal motivo o levou para conhecer o emblemático estádio, e não se arrependeu de ter tido tal ideia, pois vê-lo feliz era o que importava, e a expressão calorosa que via nos últimos dias em seu sempre gélido rosto, fazia valer à pena cada minuto, cada segundo que passava ao seu lado.

 

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No fim de semana, foram para Hampestead Hearth, que era um bucólico parque um pouco afastado do centro de Londres, onde aproveitaram o dia perfeito de sol e calor, para tomarem um refrescante banho num dos muitos lagos do local, e fazerem um romântico piquenique.

Com um discreto maiô preto, Shina colocava os alimentos e bebidas em cima da quadriculada toalha, que estava forrada em cima da verdíssima grama do local. Camus a ajudava em sua tarefa, e preparava os lanches que iriam degustar, e servia à bela moça um copo com suco de frutas.

Ela o agradece com um leve selinho nos lábios, e se recosta no peitoral do rapaz, que está sentado e totalmente relaxado debaixo da sombra de uma enorme árvore.

O francês acaricia as mechas esverdeadas e sedosas, enquanto ela viaja em seus próprios pensamentos. Lembrou-se de quando chegou à Inglaterra, e foi morar num albergue barato, pago com suas poucas economias, de como penou para encontrar um emprego, visto que não era fluente na língua, e que o precário estudo que teve no Santuário não lhe servia de nada ali, onde a educação era de primeira qualidade.  Também recordou-se do quanto ficou feliz ao ser admitida como estoquista na loja onde trabalha até hoje, e dos conselhos dados pelo Sr. Jones, que era seu gerente na época, lhe deu para que estudasse e assim, pudesse progredir, pois ele sempre ressaltava o quanto a achava inteligente e capaz. Todos os percalços e contratempos a levaram a ser o que era hoje, e se perguntava se estivesse ainda no Santuário, teria mudado alguma coisa… não… com certeza estaria levando a mesma vida de sempre, e pior, teria seu ser ainda mais contaminado pela amargura que já o consumia, e talvez estivesse com a aparência de uma velha cinquentona, pois maus sentimentos podem ser mais cruéis com uma pessoa do que o próprio tempo. Além do mais, acreditava que lá, mesmo estando tão próximos, jamais teria tido a oportunidade de viver algo tão bom ao lado de Camus, pois dentro dos terrenos de Atena ele era uma outra pessoa… frio, indiferente, sério ao extremo, e focado somente em seus deveres… ao seu lado ela era doce, gentil, divertido, qualidades que jamais imaginou que ele possuísse…

Olhou para o rapaz, que ainda falava sobre a visita ao estádio do Chelsea e sorriu. Pensou no quanto seria bom se os dias não avaçassem, e que esses bons momentos ficassem assim, congelados, eternos… mas, sabia que isso era algo impossível, e que quando chegasse a hora, ele iria partir, assim como ela iria retomar sua rotina.

Mas, não se deixaria abater. Viveria esses momentos tão especiais e únicos como se fossem os últimos, pois queria que ele também levasse consigo as melhores lembranças dessa maravilhosa experiência à dois, e que quando ele recordasse disso, mesmo que tenham se passado vinte, trinta anos, o fizesse sentir na carne o quanto ele foi feliz ao lado dela.

 

 

Continua...


Notas Finais


Bem, sentam-se à vontade para deixarem suas opiniões e impressões! Tendo respeito, sou muito aberta ao diálogo, e estou aq para esclarecer qualquer tipo de dúvidas, ok?

River Roamer - ticket que dá acesso aos catamarãs que navegam pelo rio Tâmisa.

Tate Britain - é o museu nacional de arte moderna do Reino Unido.

Waterloo Pier - Um dos pontos pontos de desembarque ao longo do Tâmisa, e onde fica a London Eye, a emblemática roda-gigante da capital inglesa.

House of Parlament - é o congresso nacional britânico.

Faites de beaux rêves, mon cher - Tenha bons sonhos, querida.

No mais, mil bjos e até a próxima!!!


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