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História Quatro Semanas de Amor - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Olá meu lindos!

Antes de mais nada, peço perdão pelo atraso na postagem, mas, essas últimas semanas eu não estive bem de saúde, minha filha tbm andou adoentada, e me atrapalhei totalmente qto à ordem de postagem das minhas fics atuais. Mas, tudo foi resolvido, e se Deus quiser, vai continuar seguindo dentro do normal.

No mais, desejo à todos uma ótima leitura!

OBS: a arte do capítulo é minha!

Capítulo 5 - Apaixonados...


Fanfic / Fanfiction Quatro Semanas de Amor - Capítulo 5 - Apaixonados...

 

A segunda semana daquelas inesquecíveis férias passou rapidamente, e à dois dias do casamento de sua melhor amiga, Shina, de braços dados com Camus, adentrava a badalada Madoxx, casa noturna que era referência no oeste de Londres, onde seria a festa de despedida de solteiro de ambos os noivos.

A esverdeada com seus longos cabelos mais ao natural, levemente ondulados e soltos, usava um vestido roxo, estilo ladylike em renda, peep toes de saltos altíssimo preto, e trazia consigo um colar em ouro branco em formato de cobra, com os olhos da víbora feitos de esmeraldas legitimas. Estava linda, radiante, e o aquariano sentia-se orgulhoso conduzindo a formosa italiana, que a cada dia que se passava, o deixava mais e mais fascinado com sua beleza, simpatia e sofisticação. Shina era uma mulher dona de inúmeras qualidades, e sua capacidade de superação era o que mais admirava nela. Para quem passou grande parte da vida no Santuário, sendo constantemente comparada e subjugada aos homens que ali haviam, sua evolução para a verdadeira dama que tornou-se era algo louvável. A garra que a ex-amazona possuía era o que lhe entusiasmava…  que genuinamente lhe encantava...

A ariana observava atentamente seu acompanhante, e não evita sorrir ao constatar o quão elegante ele estava. O blazer cor mescla, a camisa pólo grafite, o jeans de lavagem clara, que combinavam à perfeição com o sapatênis camurça, mas, nada se comparava ao olhar dele, que era compenetrado e ao mesmo tempo sedutor… nada lhe parecia mais bonito do que seu sorriso brilhante… que suas mãos cálidas segurando a sua com firmeza… com admiração...

Suspirou saindo de seu romântico devaneio, e logo avistou Latifah, que lhe dirigindo um olhar malicioso, falou com simpatia.

- Presumo que seja o famoso Camus. - o rapaz acena em positivo, estendendo cortesmente sua mão à anfitriã da noite - Muito prazer! Meu nome é Latifah, e sou amiga da Fiorella. Aliás, melhor amiga para ser mais exata. - pisca marota.

- O prazer é todo meu. - responde galante, e depois dirige seu olhar à Shina - Fiorella?

Ela novamente sorri, pois esqueceu-se totalmente de dizer a ele seu nome civil.

- Me perdoe querido… foi um lapso de minha parte. - se abraça à ele com ternura.

- Ora… isso é apenas um pormenor. - a morena, com um gesto sutil, os convida a seguir com ela - O importante é que estão aqui, comemorando comigo e com Tom esse momento tão especial de nossas vidas. - ao chegar perto de um grupo de rapazes, ela puxa o mais alto deles pelo braço, e logo o apresenta ao francês - Amor, esse é Camus, o “amigo” da Fiorella que te falei.

- Prazer Camus. - o castanho aperta a mão do aquariano de modo bastante amigável - Fiorella é uma grande amiga nossa, e se está saindo com ela, considere-se nosso amigo também.

- Tom! - dá um tapinha no braço dele - Não seja indiscreto!

- Não está sendo. - o azulado diz em tom ameno - Somos mesmo mais do que simples amigos… - olha fixamente para a italiana, que engole em seco aquele olhar tão envolvente.

- Sim. Somos mais que bons amigos.

Uma magia se dá naquela troca de olhares entre os dois, e notando tal fato, o casal de noivos também se entreolham, e decidem deixá-los mais à vontade.

- Bem, espero que se divirtam, pois este é verdadeiro o intuito da nossa comemoração. Qualquer coisa que precisarem ou quiserem, podem nos chamar, ok?

- Ok Latifah. - a ariana sorri para a morena, que vai até o ouvido dela, e murmura baixinho.

- Mergulhe de cabeça Fiorella! Mesmo que depois não mais o veja, acredito que valha a pena viver algo tão palpável, como é esse feeling que existe entre vocês. - ruma até a pista de dança com o seu noivo, que mais uma vez acena cortesmente ao casal de convidados.

- Quer dançar, Shina? - as grandes mãos se moldam à fina cintura, e ela arfa sem ao menos sentir.

- Você quer? - ela indaga sem desviar seus verdes orbes dos azulados dele.

- Claro… dançar com o seu corpo junto ao meu será uma experiência… transcendental…

- Camus… - a esverdeada não resiste, e mantendo-se na ponta dos pés, captura os lábios do aquariano com delicadeza, com sutileza e afeto, ato que o faz trazê-la para mais perto de si, onde ela sente todo o calor que provinha do homem que de gelado, só tinha mesmo a capa que usava como auto-defesa.

Afastam-se vagarosamente, e este, acaricia as mechas verdes com desvelo, e diz  apenado.

- Não saber seu verdadeiro nome foi uma falta imperdoável. Sinto por isso.

- Querido… é o ranço por tantos anos nos tratarmos somente por codinomes. - ela deposita um selinho molhado nos lábios do cavaleiro, que sorri fraquinho - Não há nada de mal nisso, pois também não sei seu verdadeiro nome. Então, estamos quites. - pisca com picardia.

- Albert. Albert Camus. - toma a boca avermelhada com paixão, e o ósculo se intensifica à cada segundo que passa, os fazendo queimar em meio às chamas do forte sentimento que nutriam um pelo outro.

Por falta de ar se separam, e ao perceber que a maioria das pessoas já se encontravam em meio à pista de dança, o aquariano a conduz até lá, onde de maneira sexy, a ariana serpenteia sinuosa, sendo guiada pelos passos seguros do viril azulado.

Do luxuoso bar, os noivos, atentos àquela dança tão intrínseca, sorriem satisfeitos, pois para eles, a felicidade de Fiorella, a quem tinham como parte de sua família, era o que de fato contava.

 

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De madrugada, os corpos suados, conectados, bailavam em perfeita sincronia em meio ao íntimo ato de amor à que se ambos se entregavam, sem reservas, sem culpas, sem receios… Shina o cavalgava absorta,subindo e descendo freneticamente, quase sentindo sua alma lhe abandonar. enquanto se esmerava em sua performance, a língua inquieta do francês brincava com seus duros bicos, e pequenas mordidas faziam sua parte mais sensível encharcar, ensopar a virilidade que a preenchia como nenhum outro o fez. Logo os beijos desconcertantes do sedutor aquariano tomaram de assalto seus finos lábios róseos, e seu coração quase falhou uma batida ao sentir as mínimas ondas de energias que percorriam cada veia de seu corpo se transformarem em um autêntico tsunami, que a levou ao ápice do melhor dos prazeres.

Os involuntários movimentos das paredes internas de sua fêmea fizeram o dourado urrar, sensação acentuada pelo tesão de ver a face feminina atordoada, ato que fez um sorriso orgulhoso ornar seus lábios por fazê-la gozar até perder as forças.

Puxando com moderação os fios da nuca da ex-amazona, ele pede com a voz rouca e  cheia de lascívia.

- Fica de quatro...

A fogosa italiana sorri travessa, pois satisfazê-lo era sinônimo de mais uma vez ser arrancada de seu corpo, e se sentir flutuar… se sentir levitar… logo se pôs na posição pedida, e as redondas nádegas da mulher se encontravam empinadas, deixando seu sexo exposto ao homem que passou a lhe invadir com afinco, com ganas de ter seu poderoso, grosso e imponente membro contraído, acalentado pelo interior flamejante e úmido daquela que o estava enlouquecendo, que estava pondo em xeque seu conhecido bom senso e ponderância. Shina era sem dúvidas a mulher que mais mexeu consigo durante sua vida, pois nenhuma outra foi exitosa em derrubar o enorme muro que ergueu diante de si, que o protegia dos sentimentos, das paixões, das fraquezas. Na realidade, estava cansado de ser assim… de ser somente um homem frio, de manter essa casca de austeridade e indiferença… queria sentir o sangue ferver, a carne tremer, e a italiana lhe proporcionava tudo isso, e muito mais… mais do que somente uma transa, mais do que somente algo casual, Shina estava se tornando especial… mais do que jamais imaginou…

Para a ariana era igual. Depois de seu divórcio, voltou a se fechar como nos tempos de sua obsessão por Seiya, e não via graça em rapaz algum que lhe era apresentado por seu amigos e conhecidos, justamente por não sentir a emoção que lhe inquietou o coração ao se reencontrar com Camus. Nenhum deles tocou seu espírito, fez seu corpo arder somente com um olhar, com um terno toque… sabia que não podia criar grandes expectativas, mas, era inevitável não cair rendida ante ao charme aquariano, não se derreter ante o seu raro, porém magnífico sorriso…

As estocadas veementes do viril cavaleiro fizeram a italiana gemer, gritar e arquear seu escultural corpo, mediante o júbilo de mais uma vez chegar à um estupendo orgasmo, e saber que ele também chegou ao seu auge, jorrando seu perolado e viscoso líquido dentro de si.

As costas suadas da extenuada jovem colou-se ao peitoral definido do aquariano, que a abraçou, com extrema candura, distribuindo seus molhados beijos pelo esguio pescoço dela e seus ombros nus, esperando assim suas entrecortadas respirações se acalmarem. Depois que seus batimentos cardíacos voltaram ao ritmo certo, o francês a virou cuidadosamente, e a trouxe para descansar junto à si, que havia se sentado, recostando-se nos fofos travesseiros feitos de pena de ganso.

Shina queria dizer muitas coisas, mas, primou pelo silêncio reconfortante que permeava o seu quarto, cômodo este que havia, por aquelas duas semanas, se tornado o ninho de amor daquela inusitada história entre os dois. Assim também foi o pensamento de Camus, que preferiu aproveitar ao máximo toda aquela aura mística que os interligavam, pois, por mais que soasse irracional ou fantasioso, Shina ocupava um lugar em seu peito… um lugar que para sempre seria dela…

 

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Dois dias depois…

 

Sentados na primeira fila do bem decorado salão de festas, Shina, segurando a mão de Camus, não continha suas lágrimas em ver Latifah e Thomas trocando seus votos de amor eterno diante do reverendo ali presente. Com um lencinho branco, que fora gentilmente cedido pelo francês, ela secava em vão seus olhos esmeralda, mas estes insistiam em verter aquele pranto emocionado, que transmitia toda a alegria e satisfação da moça em ver a felicidade daquela a quem aprendeu a amar como uma irmã.

Ver a morena usando um magnífico vestido sereia todo branco, cravejado de cristais swarowski, segurando o singelo bouquet de mini rosas cor de chá, e mirando tão apaixonadamente para Tom, a fizeram relembrar seu próprio casamento com Rupert, e rememorar o quanto, naquela época, foram felizes juntos. Sentia falta dessa alegria à dois, sendo que essa lacuna estava sendo momentaneamente preenchida por Camus, mas, como bem sabia, era algo passageiro, que logo iria ter um fim…

Como almejava ter um contentamento assim, duradouro para si… mas, aprendeu a duras penas que nunca podemos ter tudo o que desejamos, e Camus, apesar de ser o homem com quem mais teve sintonia em sua vida, jamais seria seu.

Perdida em suas reflexões, a esverdeada não percebia o olhar amoroso que o aquariano dirigia a ela. Não imaginou que um dia em sua existência veria a aguerrida Amazona de Ofiúco chorando, ainda mais por empatia, por compartilhar a mesma alegria que um outro alguém. Apesar de ter por Atena e seu Santuário a mais alta consideração, concluiu que para a italiana, a melhor coisa que fez por si mesma foi deixar aquele lugar. Não só pelo fato de que ela se tornou uma mulher elegante e refinada, mas sim porque sua decisão tão radical a humanizou… fez desabrochar a sensibilidade de uma pessoa carinhosa, afetuosa, algo que provavelmente ficaria enterrado nas profundezas de seu ser, acaso ainda fizesse parte das fileiras do Exército de Atena.

De leve apertou a melindrosa mão feminina, o que fez Shina sair daquele quase transe, e voltar seu olhar para o Cavaleiro, que lhe sorria comedidamente. Ela, que mais parecia uma fada, usando um vaporoso vestido império num tom rosa seco, e com seus cabelos presos em um coque estrategicamente bagunçado, ornado com alguns cintilantes pontos de luz espalhados por todos este, deitou sua cabeça no ombro dele, que beijou-lhe amavelmente os fios verdes, acarinhando a pele alva e aveludada do rosto angelical da ariana.

Ao ouvir o famoso sim dito pelos noivos, o reverendo não demora a encerrar a cerimônia, e o feliz casal desce do pequeno altar para agradecer a presença de seus familiares e convidados. Logo Latifah e Tom recebem os sinceros cumprimento de Shina e Camus, onde os rapazes apertam-se as mãos, e logo se abraçam amigavelmente, tamanha a afinidade que tiveram instantaneamente ao se conhecerem. Enquanto isso, abraçadas e tomadas por uma indescritível sensação de contentamento, a morena fala à italiana com convicção.

- Está apaixonada Fiorella... não relute contra esse sentimento.

Esta se afasta um pouco, e disfarçando seu desconcerto, conduz a noiva até um canto mais afastado, e diz um tanto irritada.

- De que merda está falando, Latifah?

- Do que só tu parece não enxergar. - a marroquina põe a mão na cintura - Está amando esse homem, e só não admite porque ele irá embora, e tem medo de se machucar.

- Não é isso! Eu não estou… - baixou o olhar e fitou o chão entristecida. A quem queria enganar? Estava sim, apaixonada por Camus, mas sabia de antemão que algo sólido entre os dois não seria possível. Nem hoje e nem nunca.

- Converse com ele, exponha seus sentimentos… quem sabe…

- Não. Ele irá embora daqui à quinze dias, e não serei eu a impedir que ele cumpra com o seu dever, coisa que para quem optou por ser Cavaleiro, está acima de paixões e bobagens do tipo. - seu tom é áspero - Quando pedi para ele ficar essas quatro semanas comigo, sabia que seria assim, e não moverei um palha para mudar essa realidade.

- É uma pena, amiga… - Latifah, com seu indicador, limpa a solitária lágrima que desceu de um dos olhos da ex-Amazona - Não fique brava comigo, pois só o que quero é te ver feliz.

- Não estou brava… - abre um meio sorriso - Eu só não quero me iludir… - mira o aquariano, e sente seu peito se comprimir, pois seu coração estava inundado de amor por ele - E não vou me iludir...

A esverdeada dá alguns passos para perto do homem a quem descobriu amar, e ele, brindou-a com o seu melhor sorriso, conduzindo-a com sua máscula mão até o jardim enfeitado de rosas alaranjadas, onde passaram a dançar na pista ali improvisada, uma das românticas canções que tocavam no evento.

O que Shina mal podia supor era que, ao estarem bailando de modo tão intimista aquela música, o francês também chegou à uma conclusão quanto ao que sentia: ela a amava. Sim, Camus de Aquário, o Mago do Gelo, homem frio e sem emoções, se apaixonou verdadeiramente pela ex-arredia Amazona. Porém, tinha ciência de que esse sentimento era algo impossível de se viver, pois suas obrigações e deveres sempre vinham em primeiro lugar. Portanto, ao passar daquelas quatro semanas, e estivesse de volta à Grécia, Shina seria somente uma linda lembrança, dos dias em que pôde enfim, ser um homem normal… assim como todos os outros...

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No dia seguinte

 

Dentro de um emblemático táxi preto, que era um dos símbolos das movimentadas ruas londrinas, Shina bufava um tanto aborrecida, muito por seus olhos estarem vendados, e não saber para que diabos de lugar estavam indo.

- Não seja mau, gelinho… - diz manhosa - Tenho mesmo que ficar assim, às cegas? Não vai me contar para onde vamos?

- Se eu te disser não será mais surpresa. - responde calmamente, o que deixa a ariana ainda mais impaciente.

- Merda… - resmunga baixinho, porém, sua reclamação não escapa aos atentos ouvidos do francês.

- Não xingue… - a repreende em meio à um sorriso discreto - Já estamos chegando.

Shina nota ser verdade o que Camus dizia quando sente o carro parar, e o azulado, como o cavalheiro que era, lhe dar sua mão para descer do veículo, e logo em seguida levá-la em seus braços até o seu misterioso destino.

- Uau! Me sinto uma autêntica princesa sendo carregada desse jeito! - elogia divertida.

- É uma princesa Shina. Nunca duvide disso. - a voz grave e impostada dele transmite tanta convicção, que a jovem sente seu coração acelerar. Mais do que nunca, tinha certeza de que era amor o que nutria pelo não tão gélido Cavaleiro de Aquário.

Depois de uns poucos minutos de caminhada, o Dourado a coloca de pé, e devagar, retira a venda que cobria os verdes olhos da italiana, que fica pasma ao constatar que estava dentro do aeroporto .

- Mas o que…?

- Vamos à Paris. - mostra para ela as passagens que comprara à alguns dias atrás.

- Camus… - a esverdeada sorri, pois não conseguia formular nenhuma frase no momento.

- Já se passou algum tempo daquele lamentável atentado, e acredito que a vigilância por lá já não esteja tão rígida a ponto de incomodar nosso passeio. Fora que me disse uma vez que já foi à França em diversas ocasiões, sendo que em nenhuma delas teve tempo para se divertir como uma turista comum. Por isso, eu quis proporcionar esse momento especial para ti. - oferece seu braço, onde a ariana prontamente se enlaça à este - Saiba que, pelo tempo em que ficarmos juntos, quero fazer de você a mulher mais amada desse universo. - havia um misto de sinceridade e melancolia em sua afirmativa - Vamos, minha Cobrinha?

Encantada, ela só tinha uma palavra à dizer.

- Sim…

 


 


Notas Finais


Espero que tenham gostado de mais essa capítulo dessa fic fluffy, e sintam-se à vontade para deixarem suas opiniões e impressões!!!

Mais uma vez agradeço o apoio de todos!!! Cada favorito, comentário ou visualização significam muito!!!!

Mil bjos para todos e até breve!!!


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