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História Quatro Semanas de Amor - Capítulo 6


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Notas do Autor


Olá queridos!

Voltei com mais um capítulo da fic, e espero de coração que gostem!

No mais, agradeço à todos que tiram alguns minutos de seus valiosos tempos para prestigiar a fic!!! Muito obrigada de coração!

Boa leitura!!!

OBS: A arte do capítulo é de minha autoria!

Capítulo 6 - Relembrando o passado


Fanfic / Fanfiction Quatro Semanas de Amor - Capítulo 6 - Relembrando o passado

Do alto da Torre Eiffel, Shina, que olhava fixamente para as muitas pessoas que transitavam e relaxavam em meio ao Champs Élysées, meditava em como o destino fora generoso consigo, ao lhe proporcionar momentos tão singulares ao lado de alguém que era mais do que especial, como Camus ultimamente tornou-se para si. O reencontro casual que se deu entre eles parecia ter sido arquitetado pelas próprias Moiras, que, conhecidas por adorar brincar com os sentimentos dos pobres mortais, a fizerem novamente cair rendida diante do amor, sentimento ao qual prometeu à si mesma não dedicar à nenhum outro homem que não pudesse ser totalmente seu… que não pudesse se dedicar inteiramente ao que porventura viveriam…

“Sou péssima em manter promessas…”  a esverdeada pensa com um meio sorriso estampado em seu rosto, quando sente duas grandes mãos envolverem sua fina cintura, e um beijo afetuoso tocar a tez de seu esguio pescoço.

- Pensando em mim? - o Dourado a vira lentamente para si, acariciando as lisas e sedosas mechas verdes, ao mesmo tempo em que ela se aninhava em seu definido peitoral, procurando o tão gostoso aconchego vindo de seus braços.

- Sim e não… - ela o mira, e sorri ao ver a face confusa do rapaz - Estava refletindo sobre esses dois dias em que estamos aqui, em Paris, e… em como eu… - hesita, e desiste de falar - Deixa pra lá… - volta a rescosta-se no corpo do homem, que compreende o que na realidade ela queria dizer.

- Saiba que penso de modo igual.  - ele beija o topo de sua perfumada cabeça, e ela o mira estarrecida, pois não acreditava que ele pudesse deduzir o quão profundo eram os sentimentos que nutria - Não se assuste… - com seus dedos, delineia a face feminina com desvelo - Jamais vou forçá-la a expor o que prefere guardar somente em seu íntimo… assim como também creio ser prudente que continue me mantendo em silêncio quanto à isso. - deposita um cândido selinho nos doces lábios róseos - O que estamos vivendo é algo inimaginável, místico, e que só concerne à nós dois. - sente a brisa fraquinha, que soprava naquele dia de primavera, levar seus cabelos azuis petróleo ao seu bel sabor, e isso lhe dá confiança para continuar com seu raciocínio - Ninguém nesse mundo poderá nos cobrar ou recriminar, pois, pelo menos nesse período em que estamos juntos, somos livres… livres para viver a paixão que surgiu desse nosso reencontro, isentos para sermos felizes… nem que isso dure somente quatro semanas… as quais vou levar comigo até que minha vida, enfim, se finde.

- Camus… - os orbes verdes ficam rasos d’água devido à emoção de escutar tão belas palavras - Eu te admiro tanto… - o beija com todo o sentimento que havia em seu coração.

Aquele singelo ósculo perdura por alguns minutos, pois nenhum dos dois queria se desvencilhar desse contato tão intenso, apesar de aparentemente calmo. Camus encontrou em Shina a mulher que sempre sonhou para si: madura, compreensiva, que entendia perfeitamente bem que possuíam pouco tempo para vivenciar aquela inusitada experiência, e que não iria cobrá-lo por um “abandono”, ao qual ela sabia de antemão que seria inevitável. Porém, não parava de conjecturar como seria sua vida se, assim como ela fez um dia, largasse tudo para concretizar esse amor… para se aventurar em uma vida comum e corriqueira, e de fato ser feliz como jamais o tinha sido.

Os pensamentos dela também vagavam por essa mesma trilha, e não parava de imaginar o quanto ficaria prostrada e deprimida com a ausência dele, e que mesmo sabendo onde encontrá-lo, ir atrás do aquariano não seria uma opção, pois o mesmo nunca abriria mão de seus deveres para seguir consigo rumo à uma vida dita “normal”... que defender Atena era uma prioridade acima de todas as outras, e que fazer como ela, que largou tudo sem se arrepender, não estava dentro de seus planos.

Por falta de ar se afastam, e cruzando seus apaixonados olhares, sorriem um para o outro. Eram adultos, e o que viviam era sabidamente um amor primaveril… coisa que só acontece uma vez na vida, mas, que teria um precoce fim…

Decidiram não mais pensar nisso, e constatando em seu Rollex que faltavam uma hora e meia para que o Louvre fechasse suas portas, o francês diz elegantemente.

- Melhor nos apressarmos, se não quisermos perder nossos ingressos para o Louvre. - pisca maroto, e ela sorri, enlaçando sua mão à dele em seguida, onde ambos descem com certa morosidade as escadarias da Torre, apreciando os diversos ângulos da Cidade Luz que aquela linda obra arquitetônica proporcionava.

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Dentro do peculiar museu em forma de pirâmide, e em meio á uma pequena multidão formada de visitantes vindos de toda a parte do mundo, o casal apreciava atentamente o enigmático retrato de Mona Lisa, obra prima de Leonardo da Vinci, assim como seu misterioso sorriso.

- Não me parece que ela está sorrindo. - Shina diz dando alguns passos para chegar-se mais perto à tela - Na realidade, tenho um certo medo dessa mulher. - seu rosto ficou sério, e Camus arqueou sua bifurcada sobrancelha.

- E posso saber o porquê desse medo? - indagou curioso.

- Não sei dizer… gosto de muitas pinturas e de variados estilos, mas, esse em específico… não me agrada muito...

- Bem, esse é o seu gosto e respeito suas considerações. - se põe ao lado dela, que continua a analisar minuciosamente cada detalhe da obra - Para mim, parece que ela está alegre, porém, expressa tal sentimento de forma comedida.

- Assim quando éramos crianças, e Milo fazia inúmeras piadas contigo? - ela o mira fixamente, e ele fica com suas bochechas enrubescidas - Lembro como se fosse hoje o quanto aquele Escorpião safado tentava te tirar do sério, querendo te fazer sorrir, e por vezes contava com a ajuda do Afrodite e Máscara da Morte para conseguir seu intuito. - ri da face corada dele - E uma vez, somente essa vez, me recordo em ver algo parecido com a expressão dessa mulher em seus lábios.

- Recorda-se tão bem assim dos nossos tempos de infância? - ele fica deveras impressionado com a boa memória da ex-Amazona.

- Sim… - a italiana ainda sustenta seu sorriso cheio de ternura - Eu era tão inocente, que não achava nada demais fugir um pouco do Recinto das Amazonas para espiar os treinamentos dos meninos, e me divertia em vê-los em momentos assim, mais corriqueiros... como crianças comuns…

- Crianças comuns… - ri anasaladamente - Jamais fomos como as demais crianças por aí… assim que nascemos, nossos destinos foram traçados, e não sei se foi questão de sorte ou não, pelo menos em nossa infância nos dávamos bem… não tínhamos enraizada em nossas mentes toda a maldade do Falso Mestre… ainda conseguíamos nos portar como guerreiros em sua real essência.

- Sim… - ela afaga as mãos dele, que também faz o mesmo com as delicadas mãos da ariana - Por anos fomos gradativamente contaminados pela ganância alheia, e alimentados por essa ânsia de poder e animosidade… pelo menos a descoberta de Saori como a verdadeira Atena serviu para que todos vocês voltassem a serem o que deveriam ter sido sempre: unidos em prol de um bem maior.

- Tem razão. - não desviar seu olhar do dela, pois, Shina nunca iria parar de surpreendê-lo, e sempre, pelo fato da mesma ter se tornado uma mulher inteligente e sagaz acima de tudo - Precisamos chegar ao extremo de morrer algumas vezes, para nos deparamos com a brilhante conclusão que alcançou em poucos minutos de conversa. - a beija discretamente, e ela lhe corresponde com candura - É admirável, Fiorella… jamais se esqueça disso…

Enternecida, ela enlaça seu braço ao dele, e ambos partem para outro setor do museus, pois o tempo era curto para contemplar tudo o que ali havia.

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O pôr-do-sol dava lugar à um esplendoroso anoitecer, quando o casal, que andava às margens do Rio Senna, e perto de uma de suas famosas pontes, avistou algumas pequenas barraquinhas, que vendiam um artigo bastante comum naquela região. Camus, tirando sua carteira de couro do bolso traseiro de seu jeans, parou de frente à um dos muitos ambulantes que ali haviam, e estendendo uma gorda nota de 10 euros, pediu à um rechonchudo senhor, que parecia ser de origem africana.

- Por favor, grave estes nomes nesse cadeado. - apontou para o maior modelo que estava exposto na pequena banquinha, e depois lhe entregou um papel com o grafia correta de seu nome e de Shina.

- Querido! - ela exclama preocupada - Soube que a prefeitura proibiu esse tipo de manifestação nas pontes no entorno do Senna. - o olha e nota que o Dourado não estava nada preocupado - Não teme que tomemos uma multa por causa dessa sua teimosia? - indaga cruzando os braços emburrada, ato que a deixa mais linda ainda aos olhos do azulado.

- Não há o que temer, Cobrinha. Sempre há quem faça vista grossa aos casais apaixonados e seus cadeados de “amor eterno”. - pisca travesso - Vamos à Pont Neuf, pois lá é bem menos visado que a Pont des Arts.

Pega o cadeado, que já estava com seus nomes devidamente gravados, e conduzindo Shina pela mão, a leva até a ponte outrora citada, onde a mesma pôde comprovar que Camus não estava mentindo quando disse que as autoridades ignoram certas manifestações populares, pois a grade desta se encontrava cheia de variados tipo de cadeados ao longo de sua extensão.

- Te concedo a honra… - ele coloca o cadeado nas mãos dela, que passam a suar frio, pois, por mais que perecesse bobagem esse tipo de coisa, para ela, naquele momento, tal tolice foi a atitude mais séria e solene que tomou em sua vida.

Controlando precariamente o leve tremor de suas mãos, a esverdeada prende o cadeado entre os muitos outros que lhe faziam companhia, e sorrindo para o aquariano, ela diz um pouco mais tranquila.

- Está feito. Nossa história está eternizada aqui, na Pont Neuf, sob as bênçãos da lua-cheia que nos ilumina neste instante…

- Que assim seja… - dá um meio abraço em sua adorada, e com passos lentos, deixam aquele bonito lugar, que guardaria para sempre seus nomes ali escritos, naquele simples cadeado, que simbolizava o rápido, porém grandioso amor que viveriam por aquelas quatro semanas… o amor entre Fiorella e Albert…

 

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Três dias depois…

Do alto de uma colina, que ficava localizada às margens do rio Loures, Camus e Shina avistavam algumas ruínas do que um dia foi uma imponente propriedade, que jazia em meio à uma verdejante grama alta, pois deveria fazer um tempo que não recebia sua devida manutenção, e cercada por um frondoso e arborizado bosque.

A ex-Amazona observou a face daquele a quem aprendeu a amar, e mesmo sem este expressar o que de fato sentia, tinha ciência de que aquele lugar foi de suma importância para o aquariano, e que talvez, este tenha pertencido à sua família antes de ingressar no Santuário de Atena.

- Minha família descendeu da nobreza. - falou sem que ela esperasse - Tínhamos posses, e pelo menos até uns dez anos antes do meu nascimento, dinheiro não nos faltava… porém, meu avô, como todo viciado, contraiu uma enorme dívida devido à jogos de azar e prostitutas de luxo, e com isso, perdemos praticamente tudo… menos, esse lugar. - sorri amargamente, e aperta as mãos dela, querendo transmitir com tal gesto o quanto essa narrativa estava lhe corroendo por dentro - Mesmo com todas as dificuldades, nós éramos felizes… porém, o acaso não gostava de nós… não nos brindou com tal privilégio por muito tempo. - mesmo sem mexer um músculo de sua face, os olhos azuis denunciavam com escassas lágrimas a tristeza e a mágoa que guardava em seu gélido coração - Eu tinha somente cinco anos quando meu pai, por culpa de mais dívidas que meu avô adquiriu, perdeu também o nosso único bem, e nesse maldito dia, somente pude ouvir o barulho do tiro com que ele tirou sua vida, enquanto brincava no corredor. - fita o chão, pois não suportava mais encarar aquele triste cenário - Por culpa da covardia dele, e da canalhice do meu avô, que foi embora sem deixar rastros depois dessa tragédia, minha mãe ficou sozinha, tendo que me levar junto à si para uma cidade vizinha, onde trabalhou sem descanso para poder me sustentar, até que acabou por contrair tuberculose, morrendo uns poucos dias depois do diagnóstico médico. Depois disso, você já deve imaginar o que sucedeu, não é?

- Sim… o mesmo que ocorreu com a maioria de nós, que longe da segurança do nosso seio familiar, fomos parar em orfanatos, para depois sermos adotados por Shion, a fim de servir às fileiras de Atena. - seu tom foi compreensivo - Porque veio aqui, se esse lugar te traz lembranças tão… cruéis?

- Porque queria compartilhar contigo os motivos que contribuíram para a formação da minha fria personalidade… para te dizer que só tu, além de Milo, que sempre foi meu melhor amigo, conhecem a minha desventurada origem…

- E porque à mim? - acaricia a face masculina, limpando com seu melindroso indicador os caminhas que estas percorriam - Porque está me confidenciando verdades tão íntimas?

- Porque você faz parte da minha vida… mesmo que talvez nunca mais nos vejamos, tu é, e sempre será a mulher mais importante que já tive em minha existência miserável e que nada vale… eu te adoro Shina… mais do que deveria, mais do que poderia…

- Albert…- o abraça afetuosamente - Sei que depois que voltar ao Santuário nossa história se encerrará, porém, quero que saiba que me honra sua confiança em mim… me lisonjeia saber que sou especial para ti ao ponto de compartilhar seus segredos mais bem guardados… e saber que gosta de mim, me faz feliz de graça, sem almejar mais nada em troca… - deposita um demorado selinho em seus lábios, e ele, estreita o delgado corpo dela contra o seu - Eu também te adoro… para todo o sempre...

Ambos permanecem assim, abraçados, trocando carinhos e afetos genuínos, enquanto o ameno sol daquele dia os contemplava com sua radiante e perfeita luz.

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De volta à Londres, mas precisamente ao apartamento da ex-Amazona, esta e Camus chegavam de uma tarde de compras, abarrotados de sacolas recheadas de souvenirs, onde o azulado os distribuiria entre os seus queridos amigos quando chegasse à Grécia.

Sentados em meio à sala de estar, e envoltos aos muitos embrulhos com os quais iam revestir os presentes, a esverdeada deteve sua atenção em uma linda boneca artesanal, feita de vários recortes de tecidos coloridos, brinquedo este que foi adquirido para presentear Ingrid, filha de Marin e Afrodite, e ficou perdida em meio à um mar de auto-reflexões. Ficou imaginando como seria ser mãe, como seria ter um filho ou filha fruto de uma grande paixão, de um grande amor… pegou-se visualizando à ela mesma, Camus, e uma pequena menina, de cabelos azuis do mesmo tom que os dele, e olhos verdes como os seus, brincando em algum lugar bucólico ali mesmo em Chelsea, ou então, nos vales verdejantes aos arredores de Loures, região onde o francês nasceu e passou parte de sua primeira infância…

Saiu de seu tão ingênuo sonho ao ouvir seu smartphone tocar, e olhando para a tela, viu que era seu ex-cunhado Edward quem estava ligando.

- Olá cunhado! Que saudades! - o cumprimentou empolgada, o que fez o Dourado olhar de soslaio, pois não consegui esconder o ciúmes que sentia com tudo o que era relacionado ao tal Rupert.

- Olá Fiorella! - o rapaz diz simpático - Por um acaso meu irmão te ligou por esses dias?

- Não… tem bem um mês que Rupert não dá sinal de vida. - ela fica confundida - O que ele queria falar comigo?

- Na verdade, sou eu quem preciso conversar contigo… - diz reticente - Mas, o quero fazer pessoalmente. Infelizmente, Brianna está com mais uma de suas crises alérgicas, e por conta disso, uma viagem até a capital ficou inviável. Então, poderia vir até a chácara? Assim, pode passar uns dias conosco, pois a Brianna sente muito a sua falta. - ri um tanto sem jeito - Porém, só aceite se isso não for te atrapalhar, é claro.

- Lógico que vou! - responde sem rodeios - Não precisava pedir. - dá uma pausa, pois titubeou um pouco, analisando o pedido que iria fazer - Sei que vai parecer abuso de minha parte, mas… posso levar um amigo?

- Um amigo, ou um... namorado? - questiona brincalhão, enquanto ela ri de se escancarar, fazendo com que Camus ficasse extremamente curioso com o conteúdo da conversa entre os dois.

- Tá bom… Camus é mais do que um amigo.

- Camus… como o escritor?

- Sim.

- Gostei dele! E olha que nem o conheci pessoalmente! - ri divertido - Pode trazer seu namorado, e farei de tudo para que se sintam à vontade, ok?

- Ok Edward. Amanhã cedo estaremos aí.

- Aguardo vocês então. Beijos cunhada!

- Beijos!

Ela encerra a chamada, e repara que o francês a está mirando um pouco contrariado.

- Não pensei que fosse tão… chegada à esse seu… cunhado. - há um certo ciúme em sua voz.

- Edward é como um irmão, e não precisa ficar desse jeito. - diz abrindo um largo sorriso.

- De que jeito acha que estou?

- Com ciúmes… - ela o abraça manhosa - Muitos ciúmes… - o beija sutilmente nos lábios - Não tem o que temer, pois ele é como se fosse meu irmão mais velho, e se ele quer falar comigo, é porque deve ser algo urgente. - responde tranquila - Vamos arrumar nossas malas, e não faça careta, pois sei que vai adorar a chácara! Aliás, duvido muito que queira ir embora de lá…

- Hunf… - resmunga baixinho - Confio em você… - dá sua mão à ela, e segue para o quarto, onde arrumariam sua malas para rumarem até Cambrigde.

 


 


Notas Finais


E aí meus amores? Gostaram do capítulo?

Esses dois pombinhos estão cada dia mais unidos, não acham? Será que esse amor vai resistir à derradeira hora da partida?

Vou deixar algumas breves explicações sobre alguns pontos turísticos da França.

Torre Eiffel - bem, sobre essa famosa torre não há muito o que dizer, pois a maioria de nós já viu este a obra arquitetônica em fotografias ou em reportagens sobre ela. A curiosidade é que o primeiro andar, que muitas vezes é negligenciado pelos turistas, tem uma infinidade de lojinhas de suvenires, e bistrôs, entre outros. Vale à pena dar uma conferida se forem passear por lá algum dia!

O Museu do Louvre é um dos mais visitados do Mundo, e as mais famosas obras de arte estão expostas nele. Ao contrário dos nossos Museus, o Louvre tem uma imensa equipe de segurança, os mais modernos alarmes contra incêndio, porque lá na França, assim como na Europa em geral, os governantes primam em preservar o passado, seja ele glorioso ou não. Infelizmente o nosso Museu Nacional foi pro saco, e ainda bem que eu pude ter a alegria de levar meus filhos para conhecê-lo antes de toda essa tragédia.

Pont Neuf e Pont des Arts são duas das pontes onde não só os parisienses, mas, também os visitantes de todos os lugares do planeta penduram cadeados de amor eterno. Essa prática foi proibida por lei há alguns anos, depois que a Pont des Arts tombou no Senna, mas, quem disse que os apaixonados ligam para a lei??? A tradição migrou para a Pont Neuf, e o nosso casal não podia ficar de fora de todo esse simbolismo, né?

O rio Loures fica no sul da França, onde a maioria dos descendentes de nobres residem até hoje, e por isso, coloquei a origem de Camus nesse bucólico lugar.

Sintam-se à vontade para deixarem suas opiniões e impressões da história. Amo saber o que pensam!!!

No mais, um grande bjo e até breve!!!


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