1. Spirit Fanfics >
  2. Que se dane o amor! >
  3. Um momento só nosso... Part. 3

História Que se dane o amor! - Capítulo 13


Escrita por: Crossover-Chan

Capítulo 13 - Um momento só nosso... Part. 3


Ciel on

__ Tá funcionando. Este foi o último, Ciel. __ se virou para mim, nem demoramos tanto assim pra checar todos os computadores,a maioria estava funcionando.

Acabo de anotar em bloquinho de papel e me viro pra ele. Durante essa inspeção, não nos falamos muito, apenas jogamos conversa fora.

__ Ótimo, e agora? __ me sento na mesa que continham os computadores e o encaro.

__ Eu não sei, ainda estamos de castigo por matar aula, então não sei se podemos sair agora, talvez precisemos de autorização do Guren ou da bibliotecária. __ me respondeu com calma.

__ Porra, mais que merda! A gente nem teve culpa que o pamonha do Katsuki quase matou o jumento do Naruto! Quem deveria tá aqui era aquela puta raivosa, não a gente! __ cruzo os braços com raiva e fico chutando o ar puto da vida. Uma atitude adorável de uma criança mimada, não é mesmo? Não vão me querer por perto quando tenho um surto de raiva, eu normalmente ajo com uma criança nessas horas.

Logo escuto o um som de uma risada sendo abafada do Sebastian, viro minha cabeça um pouco e o olho indignado.

__ Puff! __ colocou a mão da boca pra não rir mais alto assim que olhou a minha cara de indignação.

E isso não está funcionado, seu filho da puta gostoso desgraçado.

__ Tá rindo do que, caralho? __ O encaro emburrado.

__ Essa sua boca suja não combina com essa sua pose de agora. __ desta vez gargalhou bem alto.

__ Não fode, Sebastian. __ mando o dedo do meio pra ele, mas parece que isso não surtiu muito efeito, já que o mesmo soltou um risinho de leve.

__.Está xingando de mais, Ciel. Tem que parar com isso. __ falou com um tom de aviso.

__ Tá... Foda-se? __ dou os ombros.

__ Ciel...! __ me repreendeu.

__ Tá, tá. Foi mal. __ reviro os olhos.

O Sebastian sempre cuidou de mim e sempre me repreendeu por algo assim. Era como se eu fosse a droga de um irmão mais novo pra ele, e isso me deixava puto da vida.

Eu queria antes que ele me comesse, porra! E não cuidasse de mim!

De repente, ouvimos passos vindo pra nossa direção. E isso era estranho, já que como estamos no prédio A, todos os outros alunos deveriam estar na educação física.

__ Ciel...? __ me deu um sorriso gentil. Pude até sentir o meu coração errar uma batida aqui Brasil. __ Ah, e o Sebastian também está aqui, que legal. __ credo, tenta esconder pelo menos um pouco o desgosto. __ O que estão fazendo aqui sozinhos? __ olhou bem no fundo dos meus olhos.

__ Não estamos sozinhos. Há mais alunos aqui limpando a biblioteca, estamos de castigo. __ dou-lhe um sorriso simpático e fui sereno com ele, além de que eu não tenha falado nenhum palavrão, e eu juro que isso não foi só para ver a cara linda de surpresa do Sebastian!

__ Tendi... Quer ajuda? __ se direcionou a mim.

Sebastian - Não, nós já acabamos. __ foi curto e grosso. Credo. Educação pior do que a minha.

__ Não estou falando com você. __ ambos os dois se encararam com ódio, se olhar matasse esses dois já estariam mortinhos da silva. Eu acho que é melhor eu mudar de assunto antes que isso leve pra outro rumo.

__ Claude, o que está fazendo aqui? Agora não era a aula de educação física? __ faço a questão de ficar entre aqueles dois.

__ Fomos liberados mais cedo. __ diz um pouco mais calmo.

__ Alguma coisa aconteceu? __ pergunto.

__ Não, não aconteceu nada. O professor apenas faltou hoje.

__ Tendi... E agora? __ olho primeiro o Sebastian e depois o Claude esperando qualquer resposta vinda daqueles dois morenos gostosos.

............

Sebastian on

__ Acabo de me lembrar que, você a um tempo atrás pedia a minha ajuda pra estudarmos línguas, não é mesmo? __ falo rápido antes que o Claude abrisse a porra da boca.

__ Caramba, você tem razão... __ encarou os próprios pés pensativo. __ Eu tinha até me esquecido que você fala praticamente todas as línguas estrangeiras do mundo. __ sorriu para mim meio constrangido.

E a droga do meu coração falhou por um segundo, de novo.

__ Ciel, eu também posso te ajudar. Sei falar tantos idiomas quanto o Sebastian. __ me olhou de relance, e eu o olhei com puro ódio.

Como o Ciel estava de costas para mim, eu mandei o dedo do meio pro Claude, e o desgraçado ainda sorrir me provocando.

Ciel - Hum.... Quais línguas você conhece? __ O olhou curioso.

__ Quais você quiser, mas por enquanto, mas eu quero conhecer apenas a sua língua... __ deu um sorriso cafajeste e segurou o queixo do menor. Ciel o olhou sem entender nada.

Eu fiz questão que bater na mão do Claude para que ele tirasse suas mãos de Ciel. Eu estou quase dando um soco nesse merda.

__ Não. Encosta. Nele! __ praticamente rosnei pra ele enquanto abraçava Ciel pelos ombros.

__ Hã? Calma aí que eu não entendi essa. __ olhava pra cada um de nós dois repetidamente com uma face de confusão no rosto.

Garoto lerdo da porra. Bom, ainda bem.

__ Calma Sebastian. Não vou te tirar ele não, ainda. __ levantou as mãos em redenção e sorriu debochado. __ Então aproveita, viu? __ se virou para sair.

__ Calma aí! Pra onde tu vai?! __ se afastou um pouco dos meus braços. E eu acho que senti o meu coração dar uma trincada aqui.

__ Eu tenho uns assuntos pra resolver, foi mal Ciel. Até depois. __ acenou para o Ciel com um sorriso inocente (e 100% falso só pra constar) . Logo ele atravessou um dos corredores feitos pelas pelas enormes prateleiras e sumiu das nossas vistas.

Amém.

Já tava na hora daquela praga sumir.

Morre, diabo!

__ Eu ainda não entendi o que ele quis dizer. __ se encostou no meu peito involuntariamente, ficando repousado ali. __ Será que eu entendi o que ele falou errado ou eu ele fez um trocadilho estranho? __ pôs a mão no queixo pensativo. __ De qualquer forma, eu ainda tô confuso. __ olhou para cima, e nossos olhos se encontram por um mísero momento antes dele voltar a olhar pra frente, e eu acho que vi suas bochechas meio avermelhadas... Talvez seja só a minha imaginação.

__ Esquece isso, hm? __ O abraço um pouco mais e repouso o meu queixo na sua cabeça, o bom é que ele sequer ligou pra isso. __ Agora o que faremos? Certamente os outros ainda devem estar na metade do trabalho.

__ Bom... Podemos zerar aquele jogo que deixamos pendente! __ sorriu sapeca e foi se sentar em uma das cadeiras que estavam em frente ao último computador que checamos.

__ Aham, tá. E como você pretende fazer isso, espertinho? Se não sabe, esses computadores da escola são muito bem protegidos, só podemos usá-los para estudo. __ cruzo os braços e o encaro com um arquear de sobrancelhas.

__ Oras, dando uma de hacker né, dã! __ olhou pra mim como se estivesse já dizendo o óbvio. E eu, já fico em alerta, mesmo sabendo o que exatamente ele pretende fazer.

__ Ciel...! __ chamo por seu nome em tom de repreensão. __ O que eu já lhe disse sobre fazer isso? Você são o quão perigoso é brincar com esse tipo de coisa? Já disse que eu não quero ver você brincando com isso. __ brigo com ele.

__ Se você não me quer ver fazendo essas coisas, apenas feche os olhos meu anjo. __ diz debochado. Eu o olho feio, fazendo com que ele mude de expressão. __ Credo, não me olha assim. E outra, nem é tão sério assim, ninguém tá se machucando, e eu não estou prejudicando ninguém.

__ Bom, pensando por esse lado... __ O encaro pensativo. Contanto que o Ciel não se envolva com coisa errada, por mim, eu acho que está tudo bem.

__ Viu? Então senta logo essa bunda aqui e veja a mágica aconteceu. __ Bateu com a mão na cadeira ao lado. Dou um suspiro e me dou logo por vencido.

Essa minha preocupação não é atoa, mesmo que pareça. Ciel tem um grande talento pra essas coisas. Ele consegue hackar ou clonar qualquer tipo de aparelho eletrônico. A inteligência dele pra essas coisas é fora do normal, sempre me deixando com o pé atrás em relação a isso.

Por fim, após alguns minutos, Ciel consegue por fim baixar o jogo, e não era só isso, ele além de ter conseguido usar a sua conta, na qual jogávamos a poucos meses atrás, tinha conseguido recuperar o nível que nós estávamos jogando antes de... Antes de acontecer aquilo no último dia de aula.

__ Não é que você conseguiu mesmo...? __ solto uma risada fraca, eu estou bastante surpreso, confesso.

__ Meu amor, eu sou um gênio. __ me viro atônito a ele, as duas palavras que ele tinha acabado de falar acertaram em cheio o meu coração. Se ele pudesse dizer essas palavras de coração pra mim todos os dias... Credo, eu acho que tô muito carente. Melhor pensar em outra coisa. __ Hã? Sebastian! Está me ouvindo? Você está bem? __ balançou a mão de leve em frente ao meu rosto.

__ Ah, sim, claro... Então, vamos jogar? __ tento mudar logo de assunto com ele.

__ Vamos! __ exclamou animado, como uma verdadeira criança, de alguma forma, eu gostava quando ele agia assim naturalmente, com inocência nos seus olhos, e não se forçava a ser sarcástico ou escondia as suas emoções.

Por fim, começamos a jogar aquele jogo de lutas que havia nos viciado, sei nem porque conseguimos ficar tanto tempo sem jogar, se duvidar, é capaz de ficarmos aqui jogando o dia inteiro.

Mas talvez, só desta vez, eu fique aqui por outro motivo além do jogo...


Kuroko on

__ Que tédio... __ solto um longo bocejo.

__ Não reclame, Tetsuya. Eu estou fazendo a maior parte do trabalho neste exato momento. __ olhou pra mim em repreensão.

__ Foi mal, mas sou muito preguiçoso pra essas coisas. __ deito a minha cabeça na mesa. __ E outra, eu adiantei bem mais trabalho que você, seu lerdo. __ o olho.

__ Eu sou o seu capitão! __ me olhou com os olhos arregalados.

__ Agora só depois das férias, não se ache tanto. __ mostro a língua pra ele.

__ Não estou me achando... Apenas estou sendo racional. __ largou a prancheta de qualquer jeito na mesa e se espreguiçou. __ Tá afim de deixar esse trabalho todo pela metade e fingir que se esqueceu de fazer? __ O cara me conhece tão bem.

__ Bora. __ me sento direito um pouquinho mais animado. __ Vamos fazer o que então, capitão? __ dou ênfase na última palavra.

__ Bom... __ Se levantou. __ Há uma lixeira bem ali na frente. __ apontou pra lixeira que ficava bem lá na entrada, ficava a uns dez metros a nossa frente. __ E tem esses papéis inúteis aqui e fita adesiva. __ apontou para o bolo de papéis que tinham ali.

__ Okay, já entendi a sua ideia. Mas tem certeza que esses papéis são descartáveis? __ digo receoso, já o vendo fazer uma bola de papel enorme e enrolando tudo na fita adesiva todo desajeitado.

Akashi - Claro, o que poderia dar errado? __ fico nervoso só dele dizer essa frase onde a merda começar a acontecer sem pausa, mas como eu sou teimoso, decidi o ajudar.

..................

__ Bora Tetsuya, estou a cinco cestas a frente que você. __ riu. __ Você não vai poder sobreviver de passes para sempre. Leve isso como um treinamento, sim? __ foi irônico comigo.

__ Seijuro, vai a merda! __ explodo com ele e mando o dedo do meio pro ruivo, que me encara surpreso. Ele sempre foi de me provocar, mas hoje eu não estou com um pingo de paciência pra aturar isso.

E bom, acabou que eu joguei aquela bola de papel enorme de qualquer jeito, e como previsto não acertou a lixeira, mas sim em alguém.

__ Mais que... Palhaçada é essa?! __ A bibliotecária, que estava pouco se fudendo pros alunos que estavam sozinhos naquela biblioteca, havia acabado de entrar, e sem querer eu a acertei em cheio na sua cabeça.

__ Ah... Foi mal. Eu não tive a invenção de acertar a senhora. __ olha... Eu até que me sinto meio mal que não estar arrependido, mas foi ela quem saiu e deixou 18 adolescente sozinhos naquele lugar imenso. E ela deveria saber que nove desses alunos são os mais problemáticos e cabeças quentes que essa escola já deve ter tido.

__ Não quero saber de desculpinhas esfarrapadas! __ eu hein, eu nem falei nada. __ E outra... Que papéis são esses?! __ pegou aquela bola de papel do chão e começou a desenrolar as fitas. __ Oh meu Deus... Esses documentos são de extrema importância! Quem lhes deu autorização para fazerem isso?! __ nos encarou enfurecida.

__ Você deixou vários adolescentes, quase metade de uma turma sozinhos aqui... Esperava o que? Que aprendessemos algum idioma? Tipo russo? Ou aprender lições sobre a amizade? Me poupe! __ falei tudo o que pensava. Seijuro estava apenas do meu lado segurando pra não rir.

Olha... Ele tá certo. E quem é que deixa documentos importantes espalhados pela mesa como se fosse lixo? Nós praticamente fizemos a metade do seu trabalho. __ correção: eu quem fiz. __ Então do que tá reclamando?

__ Pois é, você quem deixou adolescentes sozinhos, você só tinha uma obrigação. __ dou os ombros. A velhota apenas nos escutava, e assim que eu olhei para ela, seu rosto estava vermelho, eu só não sei se era de vergonha ou de raiva.

__ CHEGA! __ tanto eu quanto o Akashi nos assustando com o seu grito. __ Vocês dois, pirralhos insolentes... Pra diretoria, a-go-ra! __ apontou para porta enfurecida.

Oh porra... Eu acho que me fudi.

...........

Akashi on

Eu e Tetsuya estamos andando lado a lado pelos corredores, enquanto a bibliotecária estava a uns cinco passos a nossa frente. Primeiro, iríamos nos reunir com os outros. Na verdade, ela queria procurar mais gente pra poder levar pra diretoria, eu acho.

Eu já estava acostumado a ir para a sala do diretor, seja por confusões ou correndo atrás de alguém que me importunava com uma tesoura, mas não sei se o Tetsuya já foi pra diretoria alguma vez, ele sempre foi bem tranquilo e na dele desde que eu o conheci.

__ Fique feliz, Tetsuya. É a sua primeira vez indo para a diretoria, certo? __ sussurro para ele e abafo uma risada com a mão.

__ Sinceramente...? Vai se fuder. __ Sussurrou de volta e me mandou o dedo do meio discretamente. Acabou que eu fiquei sem reação pelo o que tinha a acabado de ver e de escutar.

__ Mais que porra...

__ Os dois, estou escutando vocês, quietos! __ foi ríspida.

__ Sim senhora. __ murmurou triste. Agora sou eu quem estou me sentindo mal por ele.

__ Vamos, eu deixarei vocês na diretoria primeiro para assinarem uma advertência. __ bom, isso já era de se esperar. __ Vão indo na frente, preciso verificar os outros alunos. __ bocejou. Ela realmente não estava bem se importando com o que iria acontecer com a gente.

Eu e o Tetsuya fomos na frente, o ruim é que tivemos que refazer todo aquele percurso pra sair desse labirinto. Poxa, ela poderia ter falado pra gente ir na frente antes de andarmos por toda aquela biblioteca, que era quase a metade do prédio A.

Quando finalmente saímos daquele lugar, andávamos lado a lado em silêncio. O Tetsuya sequer olhava na minha cara, ele estava muito pra baixo, acho que era de se esperar de alguém que nunca levou uma advertência na vida.

__ Tetsuya... Não fica assim, se não me deixa triste. __ rodeio o meu braço em seu pescoço, e por fim ele me encara. __ A culpa foi minha, desculpa.

__ Relaxa, eu não estou chateado com você. __ O olho com um visível desentendimento nos meus olhos. __ Eu tô puto com aquela bibliotecária. Alguns daqueles documentos estavam caídos envolta da lixeira perto da mesa, além de que estavam jogados por aí. Certeza que ela só fez isso pra limpar a barra dela. __ bufou.

__ Hum... Já que é assim, eu tenho uma ideia. __ seguro a sua mão. O Tetsuya me encara sem entender nada. __ Bora meter o pé daqui. __ sorrio para ele e começo a correr, ainda segurando a sua mão.

__ Tem certeza que a gente pode? Eu já me encrenquei por sua culpa hoje, não vou me ferrar de novo!

__ Cara, confia! __ o olho nos olhos por um momento.

__ Sempre que você diz isso, é quando eu não deveria confiar. __ deu um suspiro pesado, mas mesmo assim resolveu confiar em mim.

Eu decidi levá-lo para a quadra de basquete do nosso prédio, que ainda estava fechada. As quadras e os clubes só abriram daqui a uns dois meses, então, não teria ninguém vigiando por aquela área.

Tive que ajudar o Tetsuya a pular o muro, digamos que ele não é lá uma das pessoas mais atléticas do mundo.

__ Ainda é tarde de mais pra mim voltar? __ olhou para o muro que tínhamos acabado de pular.

__ É sim. Agora vamos, as suas jogadas são péssimas, os seus passes não vão te ajudar pra sempre. __ O puxo pela mão novamente para a frente da quadra, que aparentava estar fechadas, mas tivemos a sorte de que a porta da quadra estava aberta.

__ Ótimo, assim eu não precisarei arrombar porta nenhuma. __ digo enquanto girava a maçaneta para podermos enfim entrar.

__ Tá maluco?! Você não iria arrombar nada! __ me repreendeu.

__ Relaxa, eu sou rico. Se acontecer algo eu pago. __ o vejo revirar os olhos. __ Se bem que, não vai ter nem todo dinheiro é o suficiente para o que eu quero realmente arrombar. __ olhei em seus olhos.

Vamos ver se ele pega a indireta.

__ Por Deus, Seijuro! Deixa de ser um delinquente. __ porra-

__ Garoto tu é lerdo, hein? __ dou-lhe um peteleco na testa.

__ Aí! __ passou a mão na testa. __ Você que não explica as coisas direito! Deixa de arrumar confusão garoto! Eu me lembro que as tesouras foram proibidas de entrar nossa sala ano passado por sua causa.

__ Aquele povo lá era tudo maluco. Não podia correr atrás do Kagami com uma tesoura, e sem ponta ainda por cima, que há acham que eu quero matar.

__ Aham, claro que não. __ O vi revirar os olhos de puro deboche. __ Você só correu atrás do Kagami gritando: "Morra seu merda" ou "Vou te mandar pro inferno seu ruivo satânico". E desde esse dia eu tenho me perguntado quem realmente o ruivo satânico. __ olhou pro céu pensativo.

__ Poxa, assim você me magoa. __ me faço de ofendido, o outro apenas ri de mim. __ Hein, Tetsuya, eu tava querendo te contar algo já faz um tempinho. __ coço a nuca envergonhado, essa provavelmente será a única chance que eu terei de ficar a sós com eles, então é melhor eu aproveitar logo de uma vez.

__ Pode falar, o que foi? __ me encara.

__ Ah, nada de mais... Eu tava pensando se ao invés de ficarmos aqui irmos para- __ fui interrompido por um grito, e tudo indicava era que ele vinha na nossa direção.

Agora eu acho que sei com o Mika e o Shouto se sentem sempre que eu e os rapazes interrompendo as suas tentativas de chamarem o Yuu e o Izuku para saírem... E antes que nos xingem, foi só por que achávamos que era cedo de mais.

__ Seus pirralhos! O que estão fazendo fora do prédio?! __ se não me engano, era o zelador da escola.

__ Fudeu de novo! Bora Tetsuya! __ seguro seu braço novamente e começamos a correr.

__ Eu sou sedentário, porra! Não fui feito pra correr tanto assim em um só dia! __ o ouço choramingar enquanto corriamos daquele senhorzinho que parecia ter mais disposição que o Tetsuya. __ EU NUNCA MAIS VOU CONFIAR EM VOCÊ! __ gritou enquanto corriamos para de trás da escola.

__ Você já disse isso umas três vezes só hoje! __ começo a gargalhar da sua cara de indignação, enquanto ele me xingava de várias línguas diferentes.


Notas Finais


Qual desses dois casais foi o seu favorito?

Me: sebasciel~


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...