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História Quebra de confiança - Capítulo 1


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Notas do Autor


Perdão por todos os erros.
Comentem ^^

Capítulo 1 - Briga de Casal


Fanfic / Fanfiction Quebra de confiança - Capítulo 1 - Briga de Casal

Sergio ouviu o apito de finalização do jogo e desapareceu. Não ligou se sairia na mídia no dia seguinte que não sabia perder, mas ele não queria ficar nem mais um segundo ali. Sentiu que não cumpriu nem metade do que deveria no campo e não queria sentir o olhar de pena e aceitação vindo de todos. Ele sempre se sentia pior do que todo mundo, afinal ele era o capitão e as derrotas também cabiam a sua falta de liderança. 


Se sentiu um fracassado depois dessa derrota. Eles estavam invictos por 21 jogos e do nada isso? Como isso pode acontecer? Ele não foi bom o suficiente? 


Seguiu até seu carro sem mandar mensagem para ninguém e dirigiu até um lugar que apenas os meninos do time conhecem, mas sabiam que estava em obras e impossível de passar a noite lá. Mas Sergio estava disposto a ter essa punição pela péssima atuação no jogo. Assim que chegou desligou o carro e respirou fundo antes de sair do mesmo. 

Seus pés pisaram forte naquela casa com entulhos de reforma. Seu sangue subiu a ver que a luz não ligava de forma alguma. O interruptor estava quebrado. Suas mãos fecharam rapidamente e ele saiu andando enfurecido e começou a bater em tudo que via com a maior força que podia. Algumas lágrimas caem enquanto isso e seu coração parecia cansado. Depois de alguns minutos e machucados nos braços e mãos, desistiu de tudo aquilo e se sentou no meio da casa. Encolheu suas pernas até sua barriga e abaixou sua cabeça entrelaçando as duas mãos. 


Alguém soltou um suspiro alto que fez com que Sérgio olhasse para cima com os olhos um pouco avermelhados. 


S.R/ Eu tô bem… pode ir embora, Isco… por favor. — Ele soltou de modo fraco e evitou o contato de Francisco que foi até ele calmamente e se sentou em sua frente. Levou suas mãos até as de Sergio e as acariciou levemente. Fazendo o mais velho se sentir pior ainda, mas feliz de ter essa companhia. 

F.A/ Você disse essas palavras tantas vezes hoje, que ela já nem parece mais uma simples palavra. E eu não vou ir embora. — Ramos deu um sorriso de lado triste e se levantou  fazendo Isco o acompanhar. — Eu sei que o jogo foi uma merda hoje e… — O mais novo começou a sua tentativa de melhorar os ânimos da sala, mas ela pareceu sem sucesso quando do nada Ramos se vira e fica muito perto de seu corpo. Sua respiração era pesada e descontrolada, claramente ele não queria ouvir palavras mentirosas sobre o dia de hoje. 

S.R/ Não, você não sabe. Não tem ideia de como foi ficar dentro daquele campo e só ver o teu time desistindo a cada segundo. Ver como a tua presença de capitão não ajudou em nada. Ver todos os gols passando na minha cara e eu nem ter tentado, porque eu não tava com a cabeça no campo… EU NÃO SEI COMO ISSO TUDO ACONTECEU, ISCO. —  Ele gritou com toda sua força e Francisco estava com os olhos arregalados e furioso com as palavras ouvidas. Puxou a camisa de Sergio em sua direção e o encarou de forma séria. O mais velho estava com medo do rumo daquela conversa. 

F.A/ Eu não faço a menor ideia? O meu time também perdeu, Sergio. Tu não foi único ou especial nessa derrota. Todo o time perdeu esse título e esse jogo, porra. Tua presença ou não, não iriam fazer a diferença, porque não fomos os melhores e é uma merda ter que admitir isso, MAS hoje não fomos os melhores, fomos os piores. Aceita isso, vai ter que aceitar, Ramos. —  As palavras eram cítricas e pesadas. Sergio estava mais bravo do que antes e não entendia como o menor não via o seu lado. Soltou-se das mãos de Isco e o empurrou para longe e começou a andar de um lado para o outro com passos pesados. 

S.R/ E se você estivesse no campo? Se James e Nacho não tivessem feito todas aquelas cagadas? Estaríamos todos na final! Se eu não tivesse errado tudo… tudo teria dado certo, eu nem deveria ter jogado. Eu posso listar quem não deveria ter jogado hoje e quem deveria ter entrado! Porra, Isco. —  Ele gritou demonstrando todas as suas veias do pescoço e se viu como um idiota por ter dito o que disse de seus companheiros. Francisco se aproximou e apontou para si mesmo com um sentimento de dor e seus olhos começaram a marejar. Sergio o olhava atentamente.

F.A/ Como você acha que eu estava me sentindo naquele banco de reservas? Não ter sido bom o suficiente pro Zidane me colocar no campo? Eu não sou mais o jogador de antes… assim como você e NÓS DOIS SABEMOS DISSO! Para de colocar a culpa nos outros, Ramos! Ninguém vai fazer o melhor jogo depois de ter ficado com os primeiros quarenta e cinco minutos com um gol e entrar nos primeiros três minutos do segundo com mais dois e ficar por vinte minutos com esses três e um pouco depois… 

S.R/ A minha falha como zagueiro e defesa se mostrar! Militão podia ter pegado aquela bola e os ter impedido de fazer o quarto gol! Vai a merda também, eu queria que você estivesse lá! Eu confio mais nas tuas jogadas do que nesses caras novos! Brahim não fez NADA de útil no campo! Você…. aah, Isco! —  Ramos se distanciou e bateu em uma parede de modo forte e parecia não se importar se isso o tinha feito se lesionar. Francisco estava começando a se alterar. 

F.A/ PORRA, SERGIO! Zidane podia ter feito aquelas duas trocas bem antes e todos sabíamos disso! Você realmente foi uma merda hoje se é isso o que quer ouvir, mas sabe que não foi! Poderíamos ter tido aqueles gols não roubados pelos árbitros e todos sabemos disso, MAS NÓS PERDEMOS, NÃO TEM O QUE FAZER OU DIZER! CARALHO TAMBÉM! — Isco gritou com toda a sua força e se equilibrou em alguns entulhos jogados e Sergio estava realmente surpreso com aquelas palavras. Não esperava as ouvir do cara que sempre se demonstra bem depois de uma derrota como essas. 

S.R/ Eu não gosto de perder… e eu fui um grande culpado disso. Se aquelas duas bolas tivessem entrado… —  Ele sentiu as lágrimas pesadas caindo em seu rosto e ele já não se aguentava em pé por conta da tamanha dor de ter de admitir essa derrota repentina. Isco foi até sua direção e o abraçou com vontade e tudo que Ramos queria era largar aquele abraço verdadeiro e acolhedor. — Não, eu não mereço isso… eu não mereço ficar feliz, Isco. —  Francisco riu e beijou levemente os lábios de Ramos. Ele se assustou um pouco, mas puxou o mais novo para mais um replay daquele beijo. 

F.A/ Todos merecemos não sofrer, Ramos. Futebol é exatamente isso. Sim, as tuas duas tentativas de gol não foram um sucesso, tuas defesas foram uma merda, de verdade. Mas essa é a parte que todo o jogador odeia. A derrota. Foi só uma das várias que tivemos e sinceramente? Estamos muito bem recuperados desde a saída dele. —  Sergio assentiu ainda colando o corpo dos dois em mais um abraço necessitado. Ele cheirou o mais novo o fazendo rir de modo espontâneo e despejar algumas cócegas na barriga de Ramos que logo segurou seu rosto em suas mãos grandes e tatuadas.

S.R/ Eu ando um caos total, Franciso — sorriu meio sem graça e o mais novo lhe deu mais um selinho demorado —  meu contrato vai acabar e eu não sei o que vou fazer e como vou seguir em frente sem jogar futebol. Eu não conheço nada além de ser o capitão do Real Madrid, isso era minha vida há anos atrás e do nada eu tenho quase trinta e quatro anos e já não sou mais tudo que eu era antes. Esse tipo de jogo só define cada vez mais o fim da minha carreira e isso tá na minha frente e eu não posso fazer nada pra isso parar. Eu tô me afundando e eu só posso aceitar isso acontecendo. —  Isco deixou algumas lágrimas cair e deu um tapa no ombro do mais velho levemente. Ele ficou confuso e fez uma careta meio boba.

F.A/ E quando pretendia contar isso pro cara que tu tá tendo um relacionamento? — Ramos levou a mão até a nuca sem graça —  Noites sem dormir, algumas faltas nos treinos, mais competitividade, mais raiva, mais cartões amarelos… menos confiança em mim… —  Ramos o encarou confuso com suas palavras — Como achou que eu estava em tudo isso? Meu contrato acaba daqui a dois anos e eu também não sei se eu vou continuar jogando, mas sabe o que eu sei agora, Sergio? Que eu tô jogando futebol com o cara que eu gosto e a cada etapa eu tô ganhando e perdendo. Eu nunca estive mais feliz na minha vida, e eu sei que é difícil dizer adeus pra essa vida toda, eu sei que a minha vez tá chegando, mas quando as coisas ficarem difíceis, do jeito que estão… promete não me afastar? — Isco estava com os olhos cheio de lágrimas e sabia que tudo estava uma verdadeira bagunça mesmo. 

S.R/ Eu prometo, Isco. Desculpe, não… perdão. De verdade. Eu fiquei tão preocupado comigo mesmo que esqueci que eu tenho do meu lado o cara mais compreensivo da face da terra. Eu não sei mesmo aproveitar a sorte que eu tenho, não é? — Francisco negou com um sorriso bobo e começou a beijar de modo apaixonante seu companheiro. Suas mãos faziam carinho nos fios loiros do mais velho e sentia as mãos de Ramos indo até sua blusa e a tirando levemente e com calma. Algumas risadas saíram e Sergio beijou cada parte do rosto do mais novo e foi descendo levemente, enquanto deixava alguns selinhos e chupões pelo o corpo de Isco, quase fazendo um caminho perfeito. Chupou seus mamilos com vontade, fazendo Francisco soltar alguns gemidos que ecoavam naquela casa entulhada de sujeira. 

F.A/ Quer mesmo fazer isso aqui? Vamos pra casa, capitão ~ —  Enfatizou a última palavra e viu Ramos subindo o rosto até encarar ele com um grande sorriso malicioso. Ele tirou sua blusa e virou Isco rapidamente apertando sua bunda com vontade e arrancou mais um gemido leve do companheiro. 

S.R/ Sabe o quanto amo ouvir a palavra capitão saindo dessa boca… —  Disse em um sussurro calmo ao lado da orelha de Francisco —  agora… vai ficar de quatro pra mim e ser um bom garoto e seguir cada ordem minha… sabe bem como eu fico quando não seguem minhas regras —  O mais velho disse com a voz abafada nos lábios de Isco, mas o mais novo não seguiu a sua ordem e se virou de frente para Ramos o fazendo morder levemente seu lábio pelo descumprir de sua regra. 

Levou uma de suas mãos até a bermuda do mais velho e a tirou devagar o apalpando o máximo que podia e desceu para beijar as coxas de Ramos que estava com seu membro totalmente duro e pronto para ação se viu completamente satisfeito com essa movimentação toda. Isco passou sua língua pela extensão inteira do pau de Ramos e o mesmo levou sua mão até a cabeça do mais novo que levou as suas mãos até o mesmo local que passou sua língua e começou um movimento de vai e vem rápido que fez Sergio começar a contrair seu corpo e gemer um pouco mais alto do que o comum. 

Continuou fazendo isso com sua língua trabalhando junto e cada minuto em uma intensidade mais rápida. Até que viu Ramos ficar impaciente e colocou todo o membro dele em sua boca em um só movimento e o tirou chupando e lambendo de forma intensa e rápida. Levou a outra mão até sua barriga e o acariciou levemente. Francisco segurou o membro de Ramos pela base e lambeu o mesmo em direção à glande. Estimulou sua glande enquanto o masturbava com as mãos por alguns segundos até que sentiu que ele iria gozar então, usou o dedão para fazer uma pressão na base dos testículos dele e na região do períneo. Alguns segundos depois Ramos gozou na boca de Isco que engoliu de uma vez só. 

F.A/ Eu ainda tenho que seguir tuas regras, Capitão? —  Ramos assentiu — Por mais que eu tenha aprovado essa regra quebrada, quem manda aqui sou eu, Isco. Vira — O mais novo assentiu rapidamente e se virou com rapidez, tirando sua calça e ficando de quatro no chão. Sergio desceu calmamente enquanto passava as mãos pelas costas de Isco o fazia retrair seu corpo. Abaixou a boxer preta dele e beijou sua bunda com vontade e a mordeu levemente. 

F.A/ Coloca… Ramos… coloca, logo — Disse com dificuldade já que Sergio tinha levado sua língua até seu ânus e estava fazendo movimentos circulares intermináveis e cada vez mais impactantes. —  Calma, me deixa aproveitar um pouco… — Disse enfiando dois dedos rapidamente enquanto os movimentava em vai e vem. Isco apertou suas mãos e mordeu de modo extremo seus lábios. — Eu preciso… de você… dentro de mim… capitão — Disse pausadamente entre gemidos sofridos e Ramos não podia negar que já estava duro outra vez. 

Sergio se ajeitou e colocou a camisinha que tinha na sua bermuda jogada em algum lugar do cômodo e entrou com tudo de uma vez só os fazendo desequilibrar e dar algumas risadas. Apertou a cintura do mais novo enquanto suas estocadas se tornaram firmes e impactantes para ambos. Seus gemidos se encontravam em determinados momentos e os dois se sentiam completos enquanto fodiam loucamente. Ramos puxava o cabelo de Francisco para si e o puxava com mais intensidade para trás. Isco se mantinha dentro do companheiro, mas foi até o rosto do mais velho de costas para si e o beijar com um sorriso em cada separação de lábios. Seus corpos já estavam suados e em êxtase total. Ramos se sentou e Isco se virou se sentando em seu colo e começando a rebolar rapidamente. Segurava no pescoço do mais velho com intensidade, enquanto se beijavam com voracidade e depositavam alguns chupões em seus ombros e pescoços. 

Isco arranhava as costas de Ramos pelo tamanho prazer que estava sentindo e já não sabia mais o que fazer para segurar seu ápice. Sergio estimulou o membro de Francisco o fazendo ficar fazendo leves movimentos circulares pelo membro do mais velho. Ambos sentiam que logo chegariam em seu limite. Ramos colocou suas mãos na bunda de Isco e as apertou enquanto a levantou e ficou em movimentos rápidos de vai e vem para cima, até sentir seu gozo dentro do mais novo. 


Se beijaram com intensidade e logo saíram de dentro de ambos. Se entreolharam e sorriram sem nem pensar. Estavam deitados no chão olhando para cima naquela quase escuridão se não fosse um pequeno Val de vidro no teto. 


S.R/ Esse era seu plano desde o início? —  Virou seu olhar para ele com um sorriso malicioso convencido. —  Isco negou e se virou para ele admirando seu corpo tatuado e sarado. 

F.A/ Eu sabia que íamos acabar fazendo isso, mas não sabia que íamos falar tanta merda um pro outro. — Parecia um pouco triste, mas sabia que era verdade. Ramos acariciou seus lábios levemente e o beijou na testa. 

S.R/ Dizem que precisamos fazer isso às vezes. Falar merda nem sempre é ruim. Eu realmente estou irritado com o jogo de hoje, e nada vai mudar isso, Isco. — O mais novo assentiu se sentando no meio das pernas do mais velho que encarou seu membro com grande desejo.

F.A/ Eu sei que não vai esquecer, mas já que você jogou mal hoje… não vai ter outra vez… vai ser só uma. Seu castigo por não se achar bom o suficiente. Na verdade, eu deveria até ligar pro Asencio e ver se ele tá disponível mesmo com a lesão, não é? Porq… — Ramos o puxou para si o deixando por baixo fazendo Isco rir do seu ciúmes. Eles entrelaçaram as mãos e se beijaram. 

S.R/ Para de me provocar, meu amor. Não vai querer me ver irritado. Não me faça ir acabar com Asencio de vez. Você é meu… sei que não gosta desse meu jeito, mas você é meu. —  Isco assentiu levando suas mãos até a nuca de Ramos.

F.A/ Não gosto mesmo, odeio seu ciúmes. Mas… amo você. Então… isso meio que é apagado. Não se preocupe com Asencio… ele tá sendo bem agradado hoje… —  O mais novo riu rapidamente e inverteu as posições. — Tô começando a voltar atrás com a ideia de não ter outro round. — Disse beijando os mamilos de Ramos que se mostrava satisfeito com a troca de opinião de Francisco. 

S.R/ E é por isso que eu te amo. Vamos… pra casa e terminamos lá. Já não tem mais porque estarmos aqui. Apesar do jogo ter sido uma real merda… ainda somos os primeiros em várias tabelas e isso que importa. Eu vou nos fazer ganhar do Barcelona e nos tornar campeões mais uma vez. É uma promessa. — Isco amava isso em Ramos. Sua sede por vitória e justiça em nome do Real Madrid e é isso que o fazia ser o capitão do time. 

F.A/ Como quiser, capitão, mas eu não faço a menor ideia de onde estejam as minhas roupas. Vamos ter que nos virar. —  Disse em um tom malicioso e brincalhão. — Ah, mas se quiser eu posso ir pelado na rua e se alguém me vir… me viu. — Sergio negou rapidamente com uma careta. Francisco amava provocar Ramos e o ver entrando no jogo. 

S.R/ Chega de conversa e vamos terminar oque começamos bem aqui e por um bom tempo… —  Isco assentiu e iniciou um beijo profundo com toques bobos e contínuos. 




(...)     


   


Notas Finais


Triste pela perda repentina. Hala Madrid


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