História Quebrados - Capítulo 4


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Reconhecimento


Quebrados

Assim que entrei na sala particular, Andrew continuou paralisado frente as grandes janelas unicamente feitas de vidro, as mãos apoiadas dentro do terno preto. Muito formal. Rescostei a porta, era sufiente.
-Pode usar o banheiro, caso queira- ele disse suavemente, me encarando de esguelha.
Estou muito nervosa outra vez, tentei organizar meus pensamentos de maneira mais coerente, talvez mais descontraídos, isso ajudava na maioria das vezes.
Qual a probabilidade que eu tinha de joga-lo daquela janela, e fungir pela porta bem atrás de mim em menos de 10 segundos?
Encarei suas costas por um segundo, não pretendia ir até i banheiro, mesmo que ele parecesse confiante que eu o faria.
Uhgr, minha blusa de mangas, social grudava em minha barriga, deixando transparente mais da minha pele do que dejesava, assim como o sutien. Malditas blusas azuis claro!
-Eu sei que me odeia, porém, não precisa ficar desconfortável por isso.
Que bom que ele sabe o que sinto a respeito dele. Droga! Eu estava mesmo incomodada. Será que ele podia se virar e dizer o quer comigo antes que eu acabe indo a aquele banheiro estupidamente luxuoso?
Nada aconteceu.
Andei devagar até a porta discreta, a alguma distância de sua mesa prateada. Havia um nicho repleto de toalhas pretas acima da pia, e outra posta no gancho principal, certamente
ele a tivera usado, preferi usar uma limpa, me sentindo na liberdade de tomar tal atitude, afinal, ele não tinha imposto regras sobre o uso de nada.
Tudo piorou de forma agressiva, nada estava sendo fácil. Apoei as mãos na pia adornada de mármore, com aparência muito cara.
Por que ricos adoram usar seu próprio dinheiro com tamanha futilidade? Havia mesmo necessidade daquela empresa ser 50% feita de vidro, e mármore?
Sentia um frio temeroso quando voltei a sala, tanto por dentro, quanto por dentro, juntando os braços ao redor do corpo para amenizar minha parcial nudez.
-Eu gostaria de ir embora- sussurei, minhas mãos tremiam, e não sei bem descrever o que sentia.
Ódio...e talvez, até um tanto de medo.
Bati o queixo com o frio, a quantidade de janelas não era nada favorável.
-Poderia fechar as janelas?- quando tentei selar os lábios ele se virou. AMÉM.
-Está calor lá fora, não irei fechar as janelas, sem ligar o ar condicionado- respondeu prontamente como uma máquina pronta para dar respostas.
Maldita seja a testosterona masculina!!
Alguém pode me dizer por que esse homem é tão bipolar, e passa da arrogância, à gentileza irritante?
-Pode falar de uma vez o que deseja?- quase gritei de desespero.
Seus olhos viraram pra mim, surpresos, e plenamente verdes, preciso frisar.
Quando ele ergueu os braços para arrancar o palitó dos bracos comecei a calcular quantos minutos eu teria a tempo de correr para fora da sala antes de ser abusada, fosse da forma que fosse.
-Vista isso- ele jogou o terno en cima da mesa, supondo que eu vestisse.
-Isso é algum tipo de brincadeira pervertida?- ri sem um único humor, quando voltei meus olhos para seu rosto, a expressão ainda era dura e mal-hulmorada. Será que ele nunca sorri? Nem um sorrisinho?
-Preferia que fosse?- eu podia interpretar essa frase com dois sentidos, em outras ocasiões, mas nessa, estava claramente exposto que ele não usava tom malicioso.
-Eu não vou trocar de roupa na sua frente!- agora eu estava gritando, inconscientemente. O frio bateu nos meus braços, droga, aquele terno parecia tão quentinho.
-Como mulher, você tem um corpo feminino, e não seria surpresa nenhuma para mim o que há atrás de suas roupas, em todo caso, não estou interessado em nenhun objetivo sexual com você. Portanto, estarei virado- seria estranho dizer eu me ofendi um pouco?
Que homem carrucudo! Credo. Poxa, estava tão frio, minhas pernas começaram a tremular. Porcaria de ansiedade!
-Quando eu sair daqui vão pensar que...que,coisas aconteceram- respondi duramente, como ele fazia.
-Ninguém pensara coisas, todos sabem que eu respeito o lugar onde trabalho. E, que não trago nenhuma mulher aqui, para isso- o olhar de desprezo que ele tinha para tudo era no mínimo intimidador.
Me perguntei como alguém tão angelical como Tedd, poderia ser amigo desse cara. Ele se virou de costas, os músculos todos rígidos, ele parecia estar perturbado o tempo todo. Quase como eu, quando sinto medo de entrar em crise de ansiedade.
Vesti o terno, prendendo o botão principal, se tivesse tirado a blusa, teria me atributado à um enorme decote, desnecessário.
-Posso me virar?- murmurou.
-O que faço nessa sala?- perguntei com rispidez, como ele. Oque caiu sobre mim foi acusador quando ele viu que eu não tivera tirado a roupa.
Ele de sentou a minha frente, apoiando as costas na cadeira de couro, que eu invejei por um segundo, parecia mais macia que o sofá da minha casa, e sem duvidas, era.
-Eu gostaria de saber o motivo por você, uma até então desconhecida, me atacar na frente dos meus funcionários, dentro da minha empresa, sem nenhum motivo aparente?
Que exagerado! Ninguém estava nos olhando aquela hora.
Aproximei meu rosto do seu, esticando-me sobre a mesa.
-Observe bem, realmente acha que sou uma completa desconhecida?- me sentei novamente quando ele se ergueu para fora da mesa, ficando tão perto de meu rosto que por alguns segundos pensei que ele beijaria minha bochecha.
-Eu nunca fiz sexo com você, fiz?- perguntou. O que me espantou não foi o quão expositiva era a pergunta, mas sim a quantidade de insensibilidade que ele projetava para fora da boca sempre que dizia algo, fiquei imaginado o quando anti-climatico seria ouvir "eu te amo", dele.
-Que horror, claro que não. Desse pecado não sofro- rebati com irritamento. Percebi que era tolo de minha parte me exaltar com ele, o chefe. As chances que eu tinha de conseguir uma vaga eram tão pequenas quantas as chances de eu ficar rica amanhã, ou ver esse homem sorrir.
Ele não se importou, parecia concentrando em reconhecer meu rosto.
-Você é Any Splot?- perguntou, voltando a sua mesa.
-Não, essa é minha mãe. Acho que você nunca viu meu rosto antes- murmurei descontente, queria gritar no rosto dele toda a dor que seus comentários públicos fizeram a nim, e minha família.
-Voce se parece com ela... Então, se é neta de Vicent Splot, qual seria seu nome?- questionou. -Aurora, e prefiro que o senhor não diga o nome do meu avô, ou qual qualquer um dos envolvidos no acontecimento.
-Me diga Aurora, o que eu fiz que lhe causou fúria?- a voz subitamente mudou para uma sutileza irreconhecível. Eu disse, bipolar.
-Ainda pergunta?- gritei exaltada. Meus nervos afloraram. -Você disse na frente de todos na televisão que o assassino do meu avô merecia mais respeito que ele, um corrupto que fez um péssimo trabalho para você. Uma completa mentira, meu avô foi o melhor funcionário que essa empresa já teve, ele chegou ao cargo de vice-diretor! Vice-duretor!
-Então…então você viu aquela intrevista. Espera- ele suspirou, parecia sen ar enquanto massageava a cabeça, com dor. Abracei minha pernas, chorando sem som no meu lugar. -Você também tinha sido sequestrada.


Notas Finais


Aos pouquinhos vocês veram oque é que aconteceu com a Aurora, e o que o Andrew tem haver com isso.
Até logo ; )


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