História Quédate. - Capítulo 15


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Categorias Francisco "Isco" Suárez, Marcelo Vieira, Marco Asensio
Personagens Personagens Originais
Tags Alarcon, Isco, Madrid, Real
Visualizações 535
Palavras 2.797
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente eu tava lendo os últimos comentários e não acredito que vocês também crusham o Arthur jxjsjxjsjd eu tenho uma catarata por ele, morta.

Desculpa os erros e boa leitura! ❤

Capítulo 15 - Quince.


Fanfic / Fanfiction Quédate. - Capítulo 15 - Quince.

16 de dezembro de 2017 – Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos.

Depois de alguns jogos aqui em Abu Dhabi, o Real finalmente havia garantido a sua vaga na final do Mundial de Clubes da FIFA. Todos sabiam que mais possivelmente seria contra o Grêmio. E hoje era o dia da final, no estádio sede da competição.

Fazia calor em Abu Dhabi, muito calor. Os meninos estavam na sacada do quarto brincando, enquanto eu e Clarice estávamos sentadas na sombra os olhando. A sacada era cercada e totalmente segura, além dos três estarem em uma boa distante da altura, então não era muito preocupante, mas todo cuidado era pouco. Nós havíamos chegado aqui há dois dias, e até agora tudo estava correndo bem, mesmo que o meu mal pressentimento ainda estivesse me atormentando.

Eu resolvi fazer como Clarice e Isco haviam dito; eu não iria me preocupar, talvez fosse a insegurança de sair de Madrid, mas eu apenas iria me concentrar em me divertir nessa viagem e assistir o jogo mais tarde. Afinal, faltavam pouquíssimas horas para que a final entre Real x Grêmio começasse.

Meu celular vibrou no meu colo, então eu o paguei, vendo mensagem do Isco.


Príncipe: Ei, vida. Tô nervoso pro jogo, me distraía!

Me: HAHAHAHA cadê o Asensio?

Príncipe: Foi tomar banho, daqui a pouco vamos sair do hotel.

Príncipe: Aliás, por que vocês não ficaram no mesmo hotel que a gente mesmo?

Me: Não tinha quartos, Francisco HAHAHA.

Me: E provavelmente estaríamos na mesma. Zidane não te liberaria horas antes do jogo.

Príncipe: Então eu teria que fugir.

Príncipe: O que você está fazendo?

Me: Sentada olhando meu bebê brincando na sacada com meus outros bebês.

Príncipe: Como o nosso bebê está? Estou com saudades de vocês.


Eu acabei sorrindo com o "nosso bebê".


Me: Ele está bem, também estamos com saudades.

Me: E você, está fazendo o quê?

Príncipe: Agora o ridículo do Asensio está desfilando por aqui de cueca.

Príncipe: Que nojo!

Me: Liga a câmera aí. Eu quero ver.

Príncipe: Você está merecendo um castigo feio, Maria Lúcia! ~ emoji revirando os olhos ~.

Me: HAHAHAHAHA

Me: É brincadeira. Eu te amo!


Isco não respondeu, apesar de ter visualizado a minha mensagem. Eu reli, só então me dando conta do que eu havia dito. Arregalei os olhos.

— Ai meu Deus — Eu sussurrei olhando para a tela do celular.

Foi tão involuntário que nem eu havia notado os meus dedos digitando tais palavras. Não que fosse para mim, mas talvez pro Isco ainda seja cedo demais. Não tem nem um mês que estamos juntos, afinal de contas. Mas eu não havia dito nenhuma mentira. Depois de alguns minutos, eu deixei o celular de lado, querendo me matar por dentro. Mas apenas respirei fundo e me concentrei em Clarice e as crianças.

— Cla, o que vamos fazer até a hora do jogo? — Eu perguntei.

— Não sei, tá tão calor que me dá preguiça — Ela disse, então eu concordei assentindo.

— Clarice, esse hotel está me deixando com tédio — Eu murmurei.

— Bom, nós podemos nos arrumar para o jogo e enquanto não dá a nossa hora, andamos por aí — Clarice sugeriu.

— Boa! Vamos — Eu disse me levantando — Bebês, venham se trocar.

Júnior veio em minha direção, correndo para os meus braços e pulando no meu colo. Eu sorri, beijando sua bochecha. Não tinha mais de uma hora que Júnior havia tomado banho, então eu apenas o vesti com o uniforme do Real roxo completo, arrumando o seu cabelo e passando perfume.

— Uau, como você está gato — Eu disse, vendo seu sorriso.

— Malu, eu estou com saudades do papai — Ele disse fazendo um pequeno bico.

— Eu também, meu amor. Mas agora falta pouco pra gente ver ele, uh?! — Murmurei, deixando um beijo na sua bochecha.

— Você e o papai formam um casal bonito — Ele disse.

— Obrigada, é muita gentileza sua — Eu disse sorrindo — Agora a tia vai se arrumar, se comporta aqui, certo?

— Tudo bem, Malu — Ele beijou a minha bochecha — Vai ficar linda pro papai.

Eu ia dizer algo, mas ele apenas correu, me deixando sem fala. Sai do meu transe com a risada de Clarice, que havia escutado tudo enquanto penteava o cabelo de Liam. Eu ri leve, me levantando e seguindo até a minha pequena mala. Peguei a calça jeans que já havia separado, uma botinha preta simples e a camisa também roxa do Real, com o número do Isco atrás. É claro que eu só havia aceitado usar o número do Isco quando Marcelo me disse que estava tudo bem, caso contrário usaria uma sem números.

Eu passei a maquiagem bem simples e o perfume discreto que Clarice havia trago, arrumando rapidamente a minha bolsa com algumas coisas do Júnior também. Enzo se vestiu sozinho, então quando eu terminei, fiquei olhando Júnior e Enzo brincar enquanto Clarice se vestia. Mesmo com toda aquela distração e movimentação, a minha conversa com Isco não saía da minha cabeça.

Eu sabia que provavelmente tinha o deixado confuso, ou algo do tipo, mas definitivamente não era nada bom.

— Malu, terminei. Precisa de alguma coisa ainda ou podemos ir? — Ela perguntou.

— Não... — Eu murmurei, vendo ela franzir o cenho — Nós podemos ir.

— Não, espera — Ela disse se aproximando — Tem alguma coisa de errado, morena?

— Não, está tudo bem — Eu disse, mas Clarice continuou me olhando — A gente conversa sobre isso depois, ok?

— Tem certeza, Maria? — Ela perguntou.

— Uhum. Eu tenho — Eu disse sorrindo de lado — Vamos?

— Vamos. Enzo, Liam e Iscorreguinha, vamos — Clarice disse, me fazendo gargalhar.

— Júnior, bebê, vem — Eu disse abrindo os braços.

Com a chupeta na boca, Júnior veio para o meu colo, enquanto eu pendurava a bolsa em meu outro ombro e então nós saímos do quarto do hotel. Em poucos minutos, nós já estávamos andando pelas ruas de Abu Dhabi, debaixo do sol forte, mas gostoso. A cidade estava movimentada, principalmente ao redor do estádio, já que o hotel que estávamos era bem próximo da sede da final.

Nós estávamos andando na beira da praia, aonde a leve brisa batia, refrescando um pouco daquele calor. Sem perigo algum, os meninos corriam um pouco a nossa frente, brincando de alguma coisa que eu não prestava muita atenção, mas eles claramente se divertiam com isso. Enquanto isso, eu e Clarice apenas estávamos conversando sobre a pequena pausa do Real durante as festas de fim de ano. Ela e Marcelo queriam ir ao Brasil, já eu não gostava muito dessa idéia.

A última coisa que eu queria era rever os meus familiares.

— Malu, será que não estão mesmo procurando por você? — Clarice perguntou.

— Eu tenho certeza que não — Eu murmurei — Cla, você deposita mais esperança neles do que eu. Isso não vai acontecer nunca.

— Eu não sei. Talvez não por eles, mas pela Nazaré e a Maura, sabe. Elas são como mães pra você — A morena disse.

— É. Eu sinto falta delas — Eu disse sorrindo triste.

— Então vamos para o Rio, Malu. Vamos rever elas, eu vou estar com você, ninguém vai te fazer mal — Ela disse.

— Eu não sei se é uma boa idéia, Cla — Eu murmurei num suspiro.

— Você pode convidar o Francisco e vocês ficam lá em casa. A gente não pode quebrar a nossa tradição do ano novo em Búzios, Malu — Ela disse me olhando, então eu ri leve.

A gente realmente ia para a praia de Búzios toda virada de ano.

— Se o meu namoro ainda estiver de pé, eu falo com o Isco e talvez a gente vá — Eu disse.

— Ok, eu sabia que tinha algo errado mas não sabia que envolvia o Isco. O que houve? — Ela perguntou.

— Nós estávamos trocando mensagens antes da gente sair do hotel. Mas eu disse uma coisa que talvez não fosse a hora certa e ele não me respondeu, Clarice. Nem deu um sinal de vida ainda — Eu murmurei suspirando.

— O que exatamente você disse? — Clarice perguntou.

Eu a olhei, provavelmente desesperada demais. Mas, de qualquer forma, eu e Clarice sempre nos entendemos apenas por olhares. Ali ela já soube o que eu havia dito ao Isco.

— Ai meu Deus — Ela sorriu — Mas você disse isso no impulso, tipo, da boca pra fora?

— Não! Eu não faria isso. É de verdade, Cla. Mas talvez pra ele seja muito cedo — Eu disse.

— Acha que o Isco tá bravo contigo por causa disso? Não, Maria! Provavelmente aconteceu algo. Eu tenho certeza que ele sente o mesmo — Ela disse.

— Eu não sei. Por que ele não me respondeu então, Clarice?! — Eu suspirei.

— Não tire conclusões sozinha, Maria. Espere até vocês dois de encontrarem, ok? — Ela me olhou, então eu apenas assenti sorrindo leve.

— Malu, eu tô com sede — Júnior disse, correndo em minha direção.

— Eu também — Enzo se juntou.

— Bem, sentem aqui. Cla, fica com eles enquanto eu compro água? — Perguntei.

— É claro! Vai lá. Cuidado com a rua — A morena disse, me fazendo rir e concordar.

Eu atentamente atravessei a rua, parando em uma pequena loja que tinha do outro lado. Dentro do freezer eu peguei quatro garrafinhas de água mineral e uma garrafinha de água com gás, indo até a fila pagar e pronta para me virar com o meu inglês arranhado. Eu sempre preferi o espanhol. Mas, antes mesmo de chegar ao caixa, uma voz fez todos os pelos do meu corpo se arrepiarem.

— Maria Lúcia?

O meu coração acelerou-se, os pelos arrepiados, respiração pesada. Eu queria sumir naquele momento. Eu engoli seco, não estavam pronta para ouvir aquele voz e encarar aquele momento tão cedo. Aquele era o mal pressentimento que eu tinha sobre vir. Mas ainda assim, tomei postura e me virei.

— O que está fazendo aqui? — Eu perguntei, vendo o meu pai rir levemente.

— Férias em família, as quais você sempre se recusou em particular — Ele disse.

— E você sempre se recusou em me aceitar como filha. Acho que estamos iguais então — Eu murmurei.

— É aqui que está morando então? Ou só veio assistir o seu amiguinho jogar? — Ele perguntou.

— Isso não é mais da sua conta. Eu não vivo mais debaixo do seu teto — Eu disse.

— Foi bom você tocar nesse assunto. Você precisa voltar pra casa, Maria — Ele disse sério.

— No Rio? Aquele lugar nunca foi a minha casa. A minha casa é aonde eu estou agora, aonde me querem por perto e fazem questão da minha presença. A minha casa é aonde eu não sou invisível. Será que você está entendendo, Fernando? — Eu perguntei.

— Não me chame assim, eu sou o seu pai. Maria, você precisar voltar pro Rio de Janeiro — Ele disse.

— Por que? A mídia está te sufocando para saber onde eu estou? Fala sério, você já foi melhor do que isso, Fernando. Você com certeza já arrumou uma desculpa. Não precisa de mim por perto — Eu disse.

— Tem razão, eu não preciso de você. Nunca precisei. Mas a mídia precisar acreditar que você está apenas em um intercâmbio nos Estados Unidos. Então é bom você voltar pra casa até janeiro...

— Ou o quê? Chega, Fernando. Você não me controla mais. Procure outro fantoche pra você brincar com o seu teatrinho no Rio. Eu cansei e não vou voltar pra lá — Eu disse decidida, então sai de perto.

Aquilo definitivamente tinha mexido comigo.

••••

A final entre Real Madrid e Grêmio já havia começado e o primeiro tempo já havia ido. O Grêmio estava com o esquema bem montado, apesar do time violento. O jogo tinha algumas brigas, ataques dos dois lados e defesas absurdas de ambos os lados também, e ainda assim o jogo não deixava de ser bom.

Mesmo que o jogo estivesse totalmente quente e me deixava nervosa e apreensiva, o encontro com o meu pai ainda estava na minha cabeça. O jeito como ele havia falado, com todo o desprezo e arrogância, não havia mudado de forma alguma. Parecia até ter aumentado. Aquele sentimento repugnante não me fazia bem de nenhuma maneira. Apesar de estar agradecendo por encontrar ele, e não Marília ou minha mãe, ainda era ruim.

Eu estava distraída em alguns momentos do jogo, o bolo se formava na minha garganta. Ele não podia exigir que eu voltasse para aquela casa e não podia mentir para a mídia sobre eu estar em um possível intercâmbio. Ele era sujo de todas as formas possíveis e tentava me colocar nessa sujeita junto. Era nojento, isso me deixava com raiva.

Isco estava jogando perfeitamente bem, procurando oportunidades, marcando a bola aonde podia. Nós ainda não tínhamos nos falado desde a troca de mensagens, o que me deixava mais apreensiva. As minhas mãos soavam, meus pensamentos estavam borbulhando, minha garganta fechada e era quase impossível conseguir respirar de forma regular.

E já fazia meses que eu não tinha uma dessas crises.

— Ei, se acalma — Clarice disse baixinho, me abraçando forte — Vai ficar tudo bem.

— Eu sabia que não seria uma boa vir, Cla — Eu disse, pegando a garrafa de água que ela me estendia.

— É claro que foi, Malu. Você não pode deixar o seu pai estragar a nossa viagem. Nós ficamos aqui três dias e estava tudo sendo maravilhoso até agora — Ela disse — Respira, tudo bem?

Eu concordei respirando fundo. O segundo tempo do jogo do Real voltou, e logo aos oito minutos, Cristiano fez um gol deixando o Real na frente. De alguma forma, aquilo aliviou a tensão e nervosismo que eu estava sentindo antes, e ali eu consegui me concentrar mais no jogo, deixando o resto de lado. Os minutos pareceram se arrastar, mas o jogo logo se findou com o Real Madrid campeão Mundial.

A entrega das medalhas foi feita em seguida. Serjão levantou a taça do Mundial, Marcelo logo depois, o que me fez sorrir totalmente largo do orgulho que eu sentia por ele. Marcelo sempre foi um dos meus maiores orgulhos. E agora, acompanhando ainda mais de pertinho, todo o time do Real era.

— Acha que consegue ir até o campo? Se não puder eu converso com o Isco, ele vai entender — Clarice disse.

— Não, obrigada, Cla. Eu não posso fugir disso e ficar sozinha só vai piorar — Eu disse, vendo ela assentir.

Nós saímos dali rapidamente, descendo com os garotos agitados até o campo, onde alguns familiares de jogadores já estavam. Clarice, totalmente acostumada com o clima, simplesmente foi de encontro ao Marcelo com Enzo e Liam. Júnior correu direto para os braços de Isco, que o enchia de beijos. Ficaram alguns minutos totalmente entretidos em uma conversa, mas logo Júnior desceu do colo do pai, indo correr com Liam.

Isco então teve sua atenção voltada pra mim. Eu sorri timidamente, vendo ele se aproximar com o seu sorriso totalmente lindo e encantador. O meu coração saltava dentro do meu peito a cada passo que ele dava em minha direção.

— Oi — Ele disse, pegando em minha mão e me puxando para mais perto, deixando um beijo em minha testa.

— Oi — Eu sorri, erguendo levemente a cabeça.

— Nós podemos conversar? Precisa ser agora — Ele pediu.

— Ok — Eu disse assentindo levemente.

— Maria, eu tentei falar com você de todas as formas depois que você me mandou aquela mensagem. O sinal estava fraco, eu não conseguia ligar e quando finalmente tinha achado sinal, Zidane havia nos chamado. Eu fiquei literalmente desesperado por que você provavelmente pensou que eu ignorei você— Isco suspirou — Mas, o quê você disse...

— Me desculpe, Isco. Eu não quero que se sinta pressionado ou algo do tipo. Eu disse no impulso, não pude controlar — Eu disse.

— Então... Não é verdade? — Perguntou, parecendo desapontado.

— É claro que é verdade, Isco. O que eu sinto por você é real — Eu afirmei, vendo-o sorrir — Eu só não sei o que você acha sobre isso, Isco. Mas eu não posso controlar o que eu sinto, mesmo em pouco tempo.

— Isso é muito bom, eu também não consigo controlar isso — O moreno suspirou, pegando em minhas mãos novamente — Mas eu queria ouvir você falando pra mim.

Suas mãos agarraram a minha cintura, e em meu mundo agora só existia ele e eu. Seus olhos negros não desviam dos meus mais claros, me olhava intensamente esperando uma resposta. Meus lábios estavam secos e coração acelerado. Mas, apesar de tudo, eu não tinha dúvidas do que sentia.

— Diga, Maria. Eu preciso que você diga — Ele disse baixinho.

— Eu te amo, Isco — Eu disse, vendo ele sorrir ainda maior.

— Eu também te amo — Isco disse, grudando seus lábios nos meus em seguida.


Notas Finais


Será que esse encontro com o pai dela vai afetar em algo? Hehehe espero que não. EU SÓ QUERO DIZER QUE MALISCO É UM CASALZÃO DA [email protected]@@ ❤❤

Estamos quase chegando a 150 favoritos, ahhhhh obrigada cara. Isso é maravilhoso. Aliás, obrigada pelos comentários também, eu li todos e amei demais todos eles :) obrigada, obrigada e obrigada.

E amanhã tem mais, ok? Então comentem pq isso definitivamente me animada MUITO! Até depois, amores. Love u xx ❤


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