História Quédate. - Capítulo 4


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Categorias Francisco "Isco" Suárez, Marcelo Vieira, Marco Asensio
Personagens Personagens Originais
Tags Alarcon, Isco, Madrid, Real
Visualizações 768
Palavras 2.431
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Foi mal pelo atraso, a internet tinha caído xjjsjxjd tá pior que o Vasco essa internet ( perdão aos vascaínos ) kdkwd

Gente só quero lembrar que eu amo demais essa foto do Júnior. Iti neném 😍❤

Desculpa os erros e boa leitura!

Capítulo 4 - Cuatro.


Fanfic / Fanfiction Quédate. - Capítulo 4 - Cuatro.

Eu desci do carro, vendo Marcelo descer logo em seguida. Ele caminhou do meu lado com as mãos no bolso, enquanto eu reprimia um sorriso divertido.

— É sério, eu não sei por que você insistiu em me trazer — Eu disse, enquanto a gente caminhava até a porta do Isco.

— Só quero ter certeza que ele não se aproveitará de você — O moreno deu os ombros, me fazendo rir.

— Você não confia no seu amigo, Marcelo? — Eu perguntei.

— Confio. Na verdade, Isco é mais confiável do que o Asensio. Mas como eu disse, só quero ter certeza — Ele concluiu, então tocou a campainha.

Alguns poucos segundos depois, Isco abriu a porta com um sorriso simpático e já pronto para o treino.

— Bom dia, entrem — Ele disse nos dando passagem — Maria, Júnior ainda está dormindo. Ele deve acordar em pouco tempo, então você pode ficar a vontade, certo?

— Tudo bem, obrigada — Eu sorri de lado. — Pode ficar tranquilo, eu e ele vamos ficar bem.

— Ok. Uh, se você quiser sair com ele pode levar a chave com você. E não hesite em mexer em qualquer coisa, ok? — Ele ergueu as sobrancelhas — O quarto do Júnior é o segundo a esquerda do corredor, é fácil de achar.

— Sim, senhor — Eu assenti, vendo-o rir leve.

— Muito obrigado, Maria. Você está me salvando mesmo — Ele disse e me veio em minha direção para me abraçar.

Não sabendo exatamente o motivo, eu culpava a surpresa do abraço repentino por meu coração ter ficado acelerado. Quando ele se afastou, eu apenas sorri leve com as bochechas queimando.

— Você pode deixar seu número comigo, Isco? É só se eu tiver algum problema ou algo acontecer — Eu pedi timidamente.

— É claro! Me dá aqui o seu celular — Ele estendeu a mão.

Eu estendi o meu celular para o moreno, vendo ele digitar o seu número e salvar em seguida, me entregando o celular e piscando o olho.

— Não hesite em me ligar caso qualquer coisa aconteça — Ele disse.

— Sim, senhor! — Eu assenti, vendo ele rir divertido.

— Vamos logo, Francisco — Marcelo disse puxando-o. Eu ri.

— Até logo, Maria. Eu não demoro — Ele disse e eu assenti.

— Bom treino, meninos — Eu disse acompanhando os dois até a porta.

Assim que os dois saíram, eu fechei a grande porta de madeira escura e tranquei, girando a chave duas vezes. Nunca gostei de deixar a porta só encostada em casa. Me virando novamente, me deparei com a casa enorme e sem conhecer nada, então eu suspirei entediada e decidi ir conhecer os outros cômodos.

••••

Eu estava sentada no sofá da sala, com a casa totalmente em silêncio, enquanto eu estava de bobeira no Twitter. Isso, até escutar pequenos barulhos na escada.

— Papai? — A voz sonolenta de Isco Júnior se fez presente.

Eu me levantei e caminhei até a ponta da escada, vendo Júnior ali coçando os olhinhos, a chupeta azul na boca e com uma mantinha branca na mão, então ele sorriu ao me ver.

— Bom dia, meu amor. Papai foi treinar — Eu disse subindo as escadas, chegando até ele que abriu os bracinhos. Eu o peguei — Daqui a pouco ele chega, tá bom?

— Uhum — Ele murmurou, deitando a cabeça em meu ombro.

— Nós vamos voltar para o seu quarto, escovar os dentes, trocar de roupa e depois eu faço o seu leite. Pode ser? — Perguntei, subindo os dois últimos degraus da escada.

— Pode — Ele concordou sonolento.

Voltei com Júnior em meu colo até o seu quarto, que até então eu nem tinha entrado ainda. O seu quarto tinha as paredes pintadas de azul bebê com alguns detalhes em branco, o chão tinha o piso de madeira e os móveis também eram brancos. Sua cama pouco estava bagunçada, no centro do quarto tinha um tapete azul fofo e no canto esquerdo do quarto, estava um grande baú que certamente ficavam seus brinquedos. Deixei-o em cima da cama e peguei uma roupa fresca e confortável para colocar nele, em seguida indo pro banheiro com o pequeno.

Ajudei-o a trocar o seu pijama pela roupa que eu tinha pegado e ele subiu em sua cadeirinha pronto para escovar os dentes, dizendo que sabia fazer aquilo sozinho. Não levamos muito tempo ali. Deixei o pijama dele no cestos de roupas sujas e apenas sequei a pia de mármore que ele havia molhado um pouco, logo depois eu passei a escova pelo seu cabelo liso, enquanto ele levava sua chupeta até a boca e nós saímos do banheiro, indo diretamente para a cozinha, onde eu o deixei em sua cadeirinha.

— Você vai querer mesmo a farinha? — Eu perguntei abrindo a geladeira para pegar o leite.

— Sim — Ele assentiu, apoiando os bracinhos na mesa — Você sabe fazer?

— Sei sim — Eu ri um pouco — Bem, e o que você quer fazer depois?

— Brincar — Ele se agitou rapidamente — Você vai comigo, Malu? Quero que você veja todos os meus brinquedos.

— Imagino que sejam muitos, uh? — Eu ri leve — É claro que eu vou com você, amor.

— E depois a gente pode ir no parquinho — Júnior continuou planejando o dia.

Eu continuei fazendo sua mamadeira, enquanto concordava com as coisas que o pequeno dizia sobre querer passar o dia inteiro brincando. Ele já não estava mais sonolento, o que o deixava bem agitado. Mas apesar disso, Júnior era uma criança controlada e comportada, não era do tipo que dava muito trabalho. Ele também falava sobre sua mãe, Victoria, estar em uma viagem para Oslo, na Noruega. Isco iria completar quatro anos, e era muito falante, o que era mesmo algo bom.

— O que você gosta de fazer, tia? — Ele perguntou.

Eu me virei para o pequeno já com a mamadeira pronta e me sentei em uma cadeira de frente para ele, estendendo a mamadeira para o moreninho, que pegou de bom grado.

— Bem, eu amo fazer doces. Doces bem gostosos — Eu disse sorrindo e vi seus olhos brilhando.

— Você sabe fazer bolo? — Ele perguntou.

— Sei sim — Concordei.

— Pudim?

— Também — Eu assenti.

— Gelatina? — Perguntou e eu ri.

— De todos os sabores — Eu respondi.

— Tia Malu, você sabe fazer churros? — Ele arregalou os pequenos olhos negros.

— Uhum — Concordei com a cabeça.

— Você... Faria pra mim? — Ele perguntou timidamente, olhando para os dedos desenhando círculos invisíveis na mesa. Eu sorri graciosa.

— Hoje? — Ergui as sobrancelhas.

— Só se você puder — Ele encolheu os ombros, me olhando cautelosamente.

— É claro, meu amor — Eu sorri — Termina o seu leite, aí podemos ir rapidinho no mercado e quanto voltarmos você me ajuda, fechado?

— Fechado — Ele assentiu animado.

— Então bate aqui — Eu ergui a mão e ele bateu sorrindo.

Enquanto o pequeno bebia o seu leite quietinho em sua cadeira, eu lavava a louça das coisas que sujei tranquilamente. Os minutos passaram rápido, levei Júnior até o seu quarto apenas para que ele colocasse seu sapato, peguei o meu celular e minha pequena bolsa de lado e saímos de casa. Eu tomei todos os cuidados possíveis para trancar a casa inteira, apesar do condomínio ser totalmente seguro, então deixei a chave na minha bolsa. Júnior caminhava lentamente segurando em minha mão, enquanto tentava proteger os olhinhos do sol.

— Malu, tá muito calor — Ele murmurou preguiçosamente, me fazendo rir.

— Nós não vamos andar muito, amor — Eu disse sorrindo — Podemos tomar sorvete na volta.

— De flocos? — Ergueu os olhinhos para me olhar.

— Do que você quiser — Eu ri de leve — Eu aposto que você não me ganhar em uma corrida até o portão.

Eu apontei para o enorme portão preto, que não estava longe de nós dois, então sorri desafiadora para o pequeno.

— É claro que eu ganho — Júnior disse rindo.

— Então vamos lá. No três em — Eu disse parando e o vendo parar também — Um... Dois... Três!

Ao ouvir o último número, Júnior começou a correr em direção ao portão enquanto ria. Eu corria levemente atrás dele também, mas o deixando na frente para ganhar.

••••

Júnior estava sentado no balcão em minha frente, enquanto tinha a ponta do nariz e o cabelo sujos de farinha e os dedos sujos de chocolate. Eu ria do seu estado engraçado. Eu provavelmente também estava suja, mas não era como se eu me importasse muito.

— Bem, os churros já estão no forno, então só resta derreter o chocolate — Eu disse rindo de leve.

— O cheiro está bom — Ele murmurou, lambendo os dedos, então eu concordei.

Comecei a derreter a barra de chocolate grande que havia comprado e logo depois, deixando-a em uma pequena vasilha. Ao lado dessa, estava outra vasilha com doce de leite. Só faltava realmente os churros.

Enquanto Júnior terminava de comer o chocolate que estava em sua mão, eu lavava louça que havia sujado, quando ouvi barulhos na sala. Não levou muito tempo para que o espanhol surgisse na cozinha, com um sorriso divertido no rosto.

— Papá! — Júnior gritou erguendo os braços.

— Ei, garotão! — Isco se aproximou do pequeno sorrindo.

— Como sabia que a gente tava aqui? — Perguntou Júnior indo para o colo de seu pai, Isco pouco se importava se o filho estava sujo.

— Eu segui esse cheiro gostoso que está pela casa toda — O mais velho se virou para mim sorrindo — O que é?

— Churros! — Júnior disse totalmente animado.

— Ele perguntou se eu podia fazer — Eu comentei, vendo o olhar de Isco em mim de uma forma divertida — O que foi?

— Imagino que vocês tenham se divertido bastante, estão todo sujos — Isco comentou rindo.

— É chocolate, papai — O pequeno disse mostrando as mãozinhas sujas — Malu derreteu.

— Vá lá no banheiro lavar as mãos, depois você volta aqui pra gente conversar, ok? — Isco deixou o pequeno no chão.

— Tá bom, papá — Júnior sorriu e correu dali da cozinha.

Isco se levantou mais uma vez e cruzou os braços, sem abandonar o sorriso e sem tirar seus olhos castanhos de mim, me deixando totalmente sem jeito. Eu apoiei minhas mãos na bancada atrás de mim e pressionei meus lábios fitando o chão.

— Como foi com ele? Correu tudo bem? — Ele perguntou.

— Sim, Júnior é uma criança incrível — Eu respondi sorrindo leve — Não tive problemas com ele.

— Isso é ótimo! — Ele assentiu.

— Nós saímos mais cedo para ir até o mercado e aí eu usei sua cozinha, espero que não se importe — Eu disse.

— De maneira alguma, Maria. Aliás, o cheiro está mesmo ótimo. Não sabia que você levava jeito — Ele disse erguendo as sobrancelhas.

— Eu sei fazer muitas coisas, Isco — Eu murmurei rindo leve.

— Era isso que você fazia lá no Rio? — Isco perguntou.

— Uhum. A governanta da minha antiga casa me ensinou tudo o que eu sei, então eu sou praticamente uma confeiteira profissional — Eu sorri orgulhosa de mim mesma, vendo ele sorrir também.

— Uau! Isso definitivamente não é bom. Meu filho vai virar uma bola — Ele disse.

— Meu Deus, não! Eu não vou fazer coisas pesadas pra ele e... — Fui interrompida por uma risada dele.

— Eu estava brincando, Maria. Você pode fazer, se quiser. Crianças amam doces, e eu sei que você não vai exagerar — Ele disse rindo.

— Idiota — Murmurei baixinho, pelo susto que levei.

— Está pronto, Malu? — Júnior entrou na cozinha novamente.

— Eu acho que sim — Eu sorri, me afastando do balcão e pegando a luva, abrindo o forno em seguida.

Tirei dali o tabuleiro com o papel manteiga e os churros assados logo em cima, saindo a fumaça quente.

— Vai demorar muito para esfriar? — Júnior perguntou se aproximando.

— Cuidado, amor, não encosta aqui, está quente. E nem vai demorar muito — Eu disse largando a luva e o pegando no colo — Bem, o chocolate e o doce de leite estão aqui. Os churros só precisam esfriar e você pode comer o quanto quiser.

— Oba! — Ele comemorou erguendo os braços, então eu ri enchendo sua bochecha de beijos.

— Então eu acho que já vou — Eu disse suspirando.

— Por que, Malu? Fica — Júnior disse me abraçando.

— Meu amor, seu papai deve estar cansado. Não quero incomodar vocês — Eu disse sorrindo para ele.

— Papá... — Júnior olhou para o seu pai, fazendo um pequeno biquinho.

— Se Maria não aceitar ficar... — Isco suspirou se aproximando e pegando Júnior do meu colo — Vamos ter que trancar todas as saídas desta casa.

— Malu... — Júnior agora apelava para mim.

— Fica, Maria — Isco pediu, conectando seus olhos aos meus e novamente me deixando sem jeito — Seria injusto você não ficar, foi você quem fez os churros.

— Por favor, tia — O pequeno pediu, novamente usando a tática do biquinho.

— Fica — Isco se juntou ao filho, fazendo um biquinho também, o que me fez rir.

— Ok, vocês venceram. Eu fico — Eu disse sorrindo.

Os dois comemoraram brincando juntos, o que me fez rir e admirar o amor que havia entre os dois. A conexão de Isco com o seu filho era mesmo algo impressionante, Isco amava ele de uma forma que me deixava feliz. Eu não queria que Júnior, e nem ninguém, crescesse da mesma forma que eu; sem amor materno e paterno. Esse amor é uma das coisas mais essenciais para uma criança.

— Maria? — Isco estalou o dedo na frente do meu rosto.

— Pode me chamar de Malu, Isco — Eu disse, sorrindo tímida pelo meu devaneio.

— Não, todo mundo te chama assim. Eu gosto de ser original — Ele disse, me fazendo gargalhar — Eu vou te chamar só de Lu.

— Tudo bem — Eu franzi o cenho, mas não evitei sorrir leve — Então, você também vai querer churros?

— A nutricionista do Real vai me matar, mas eu quero, óbvio — Ele disse.

— O papai não pode, Malu. Deixa para mim — Júnior disse e nós rimos juntos.

Eu retirei a massa pronta já não tão mais quente assim do papel manteiga e os entreguei para acompanhar com chocolate ou doce de leite. Os dois elogiavam, o que me deixava realmente tímida, mas feliz. Depois de alguns minutos na cozinha, fomos para a sala onde eu fiquei conversando com Isco, e Junior ficou brincando com os seus carrinhos. Na verdade Isco era uma ótima companhia e mantinha sempre um assunto totalmente confortável. Talvez, ali estivesse surgindo uma nova amizade. 


Notas Finais


Foi só eu que fiquei com vontade de comer churros ou vcs também? Kkkkkkk aí que triste.

O que vocês acharam do primeiro dia da Malu? E o nosso #Malisco em? Cada vez mais próximos, ahhhhh ❤❤

GENTE MUUUUITO OBRIGADA PELOS QUASE 90 FAVORITOS E PELOS 19 COMENTÁRIOS NO ÚLTIMO CAPÍTULO. SÉRIO, ISSO ME DEIXA MUITO FELIZ, DE VERDADE. AAAAAA EU AMO VCS ❤❤❤❤❤

Não esqueçam de comentar aqui também, me falar o que vocês estão achando da fic, é importante. E até domingo depois da final da Copa. Vcs vão torcer pra França ou pra Croácia? Eu tô dividida, então que vença o melhor.

Em fim, até depois nenês ❤❤❤


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