História Quédate - Capítulo 1


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Categorias Sou Luna
Personagens Luna Valente, Matteo Balsano
Visualizações 45
Palavras 3.021
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia)
Avisos: Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Fanfic baseada na novela Argentina " Sou Luna ".
Os personagens não me pertencem, apenas a história é de minha autoria.
NÃO PLAGEIEM POIS É CRIME!!
Essa fanfic contém cenas de morte e suicidio *sim, são coisas diferentes, leiam pra entender.
Essa fanfic vai ter e não vai ter um final feliz ao mesmo tempo.

Boa Leitura

Capítulo 1 - Part. 1


Luna Valente

- Familiares do Sr. Matteo Balsano? - um médico disse e eu me levantei num pulo - Quem são vocês?

- Eu sou a namorada e eles são meus pais e minha prima, Ámbar. - eu disse parando a frente do médico.

- Me desculpe mas, eu só posso falar com a família do paciente.

- Me desculpe, Dr.. James - eu disse lendo seu nome no crachá que ele usava - O pai do Matteo não liga muito pro filho e ele é italiano então, a família mora lá. Somos a família que ele tem aqui - eu disse e o médico nos olhou e negou novamente.

- Doutor, pode perguntar a qualquer conhecido nosso, o Sr. Balsano estava morando conosco, ele é nossa responsabilidade - meu pai anunciou e o médico nos olhou novamente e assentiu.

- Eu sinto muito mas, o paciente não resistiu. - ele disse com a voz compreensiva mas a cara imparcial, como se ele não tivesse sentimentos.

Eu parei de respirar naquele momento. O ar me faltava e eu senti as lagrimas me inundarem e sai correndo. Ouvia pessoas me chamando o tempo todo mas, eu apenas ignorava. Eu vi a luz do sol transparecer por uma porta e corri até ela, dando em um jardim vazio. Eu me ajoelhei no chão e senti as pedras rasparem levemente meus joelhos. Naquele momento, eu chorei. Chorei como nunca antes tinha chorado. Eu me sentia vazia. Me sentia uma nada. Uma completa inutil.

Senti a presença de alguém mas, eu ignorei. Não queria saber quem era ou o que queria. Se fosse algum conhecido, que me observasse e fosse embora e, se não fosse, que lamentasse o que quisesse e desse o fora também. Eu levantei minha cabeça para o alto e deixei que o sol atingisse meu rosto, o aquecendo.

- Eu sinto muito - ouvi e olhei em volta. Uma menininha de uns 13 anos com roupa de hospital estava sentada no banco a minha direita. Ela tinha os cabelos muito parecidos com os meus, porém, tinha luzes ( mesmo que seu cabelo estivesse sem vida ) e sua pele parecia desgastada. Eu me senti mal por ela - Eu imagino que não deve estar sendo facil pra você. - ela disse compreensiva me olhando.

- É.. é horrivel. - eu me levantei calmamente e me sentei ao lado dela no banco. Reparei que ela tomava soro, pendurado naqueles negócios que algumas pessoas andam por ai tomando remédio na veia.

- Quer contar? O Dr. Josh sempre diz que é bom contar o que a gente ta sentindo.

- Eu acho que você não entenderia.. - eu disse a observando. Ela parecia acabada e mesmo assim estava disposta a me ouvir.

- Vamos lá, eu posso te contar a minha história e, se no final você estiver mais tranquila e quiser falar, eu vou te ouvir. - ela sugeriu e eu assenti - Quando eu tinha 9 anos eu comecei a sentir muita dor de cabeça. Meus ouvidos zumbiam e as vezes eu desmaiava. Um dia eu tive uma convulsão durante a aula e descobriram um tumor no meu cérebro. Ele já impregnou bastante coisa porque os médicos não podem tira-lo e eu basicamente não sei como estou vivendo. Nada do meu corpo funciona direito e eu posso morrer basicamente, a qualquer segundo. Eu fui usada noz testes de um esperimento que me fez viver bem durante esses 5 anos mas, eles desistiram de tentar produzir remédios porque poucas pessoas obtiveram sucesso.

- Poxa, eu sinto muito.

- Não sinta, nem todos vão sentir minha falta. Digamos que eu não sou muito amada pelas pessoas a minha volta que não meu grupo de amigos. - ela disse e eu fiquei mal por ela - Sua vez. Me conta sua história.

- Não... depois de uma história dessas eu, sei lá, acho meio bobo.

- Nada é bobo. Eu entendo sua dor. Me conta.

Eu respirei fundo e lhe contei. Pela primeira vez eu me abri de verdade com alguém sobre o que eu sempre senti pelo mauricinho e nunca quis admitir pra mesma. Eu contei desde o dia em que eu esbarrei com ele em Cancun até a noticia que recebi a pouco. Ela me afagou e disse que tudo daria certo e, diferente das outras milhares de vezes em que eu ouvi isso, eu realmente acreditei.

- Aliás, qual seu nome? - eu perguntei a garota a minha frente. Ela brincou com a pulseira ( N/A aquelas que vc recebe no hospital onde ficam os dados das pessoas ) em seu pulso e me disse.

- Karol.. Karol Sevilla. E vc?

- Luna.. Luna Valente. Tem quantos anos? Eu tenho quase 18.

- Vou fazer 15 na sexta.

- Humm, posso vir te visitar?

- Claro, eu vou adorar te receber. Meu quarto é legal, a gente pode jogar algum jogo. - ela falou e eu concordei.

- Eu preciso ir agora, Karol mas, eu venho te ver, tudo bem?

- Tudo bem, meus pesâmes pelo seu namorado.

- É, eu acho que ele teria adorado você.. - eu sorri e me levantei, dei um abraço em Karol e respirei fundo, voltando a parte de dentro do hospital e do inferno que minha vida parece ter se tornado.

2 dias depois..

Eu mal dormia a noite. Eu fechava os olhos e via o Matteo. Eu me lembrava com clareza dos toques, dos beijos, arrepios, das sensações. Eu sentia falta dele, ah como eu sentia. Logo que o dia amanheceu eu arrumei meu quarto milhares de vezes com o intuito de ter algo pra fazer e as 11 eu decidi ir pro hospital. Era aniversário de Karol e eu me senti responsável por ir, já que eu tinha meio que prometido pra ela que o faria.

Eu coloquei uma calça jeans preta e uma regata também preta. Meu cabelo estava ondulado naturalmente e eu fiz uma maquiagem basica, colocando um salto preto nos pés. Passei no shopping e entrei numa loja de joias.

- Boa tarde, como posso ajudar?

- Olá, eu estou procurando colares com nomes.

- Qual o nome que a Srta. quer?

- Karol.

- Hm, eu o vi a pouco, posso procurar se quiser.

- Eu vou dar uma volta e venho buscar o colar.

- Tudo

Dei uma volta pelo shopping e nada me parecia adequado. Resolvi comprar uma das coisas que eu mais me dou bem ( fora patinar ). Livros. Comprei o combo de livros de uma das minhas sagas favoritas e logo voltei a loja de joias, comprei o tal colar e segui pra garagem, onde eu peguei meu carro e segui ao hospital.

- Oii, com licença, eu vim fazer uma visita pra Karol Sevilla.

- Número do quarto, por favor? - a mulher disse sem nem olhar na minha cara.

- Me desculpa, moça, eu não sei. É que eu conheci ela aqui no hospital a 2 dias e prometi vir no aniversário dela. - A moça levantou a cabeça e me olhou.

- Ta bom, eu vou tentar achar. Você sabe o que ela tem?

- Cancêr.

Ela digitou algumas coisas em um computador e me entregou uma etiqueta.

- Quarto 308 no 4° andar.

Peguei a etiqueta e grudeu na minha blusa, seguindo até o elevador e subindo até o andar da Ka. Ela estava deitada na cama lendo e com o mesmo negócio de soro pendurado mas, ela parecia mais animada. O cabelo parecia ter mais vida e eu tivera a chance de reparar o quão bonita ela era durante os 10 segundos em que ela não notou minha presença.

- Luna.. Você veio mesmo.

- Eu prometi que vinha.. feliz aniversário.

- Obrigada. - ela se levantou e veio me dar um abraço. - Meus pais não chegaram ainda então, podemos conversar. - rimos e ela se sentou com as pernas cruzadas na cama e eu me sentei em uma poltrona ao lado da mesma.

Naquela tarde eu me senti util para alguém. Foi incrivel. Em pouco tempo eu sabia a vida toda de Karol e o quão guerreira ela era. Karol me contou ter duas irmãs, chamadas Valentina e Carolina. As três tinham namorados. Karol namorava Ruggero, Valentina namorava Michael e Carolina namorava Agustin. Os pais dela me adoraram também e eu percebi que os três se amam muito. As irmãs chegaram mais tarde junto com os namorados e o tal Ruggero, que ficou muito feliz em conhecer a pessoa que Karol tanto falava.

Em algumas horas o quarto de Karol fora visitado por varias pessoas ( familiares, amigos e até médicos ) e eu vi o quão amada ela é. Aquela menina é abençoada pela família que tem.

Passagem de tempo.. ( 4 semanas )

Fui desperta pelo meu telefone tocando insistivamente até que eu vi o nome da mãe de Karol brilhando nele. Me desesperei. Peguei o telefone tremula e coloquei no ouvido.

- Sra. Sevilla? - seus soluços eram ouvidos e ela suspirou quando ouviu meu nome.

- Karol quer ve-la. - ela disse tentando disfarçar a voz chorosa. Olhei no relógio, 3:43 AM.

- Sra. Sevilla, são 3 da manhã.

- Luna, eu entendo que seja tão cedo e peço desculpas mas, Karol esta.. - ela começou a chorar - .. ela só sabia falar seu nome enquanto convulcionava e agora insiste em vê-la.

- Chego em 5 minutos. - ela se despediu e desligamos. Tudo passou como um borrão. Eu nem sequer troquei de roupas. Coloquei minhas pantufas e desci as escadas de casa com meu telefone e as chaves de casa e do carro a mão. Entrei no carro estacionado na frente do portão e segui ao hospital desesperada. Observei por alguns momentos minhas vestes. Eu estava com um conjunto de moletom de Matteo, um par de meias neon e uma pantufa de unicórnio. Suspirei, parando no estacionamento agora vazio do hospital e pensei. Talvez aquela fosse a última vez que eu visse Karol. Aquilo me apavorava.

Entrei no hospital e a moça perguntou meu nome.

- Luna Valente

- Ohh, Srta. Valente, a Sra. Sevilla a aguarda no quarto da pequena Karol. Eu sinto muito. - ela me deu minha etiqueta e eu subi desesperadamente.

O quarto de Karol estava diferente. Ele parecia até sombrio. Normalmente, a janela está aberta e a luz do sol invadia-o, deixando o quarto iluminado de uma forma natural. Agora, ele estava gelado e apesar da luz acesa, ainda não parecia o quarto em que eu passara essas duas semanas. Os pais, irmãs, namorado e alguns amigos rodeavam a cama e eu ouvia uma conversa. Eu fiquei parada, apenas tentando me preparar para aquilo.

- Mãe, eu quero água. - ouvi a voz sem vida de Karol e ela se virou e se assustou ao me ver..

- Oii

- Desculpe chegar assim, no silêncio.

- Luna! - me aproximei da cama de Karol e ela sorriu pra mim - Que bom que veio.

- É, vim bem bonitona - disse zombando de minhas vestes e da falta de maquiagem.

- Estou vendo. O moletom era do mauricinho não é?

- Como sabe?

- Eu roubei um igual do Ruggero. - ela zombou e o namorado se fez de indignado.

- A é, dona Karol Itzitery Cisneros Sevilla Pasquarelli - ( N/A eu acho que o nome dela não tem Sevilla de vdd - só o artistico - mas eu coloquei porque eu quis ) ele disse e eu sorri ao me lembrar de quando Karol me contou que ele gostava de colocar o sobrenome dele quando dizia o nome dela completo - Só vou deixar porque você é a melhor namorada do mundo. - ele deu um selinho nela e todos sorrimos.

- Eu quero falar com a Luna, sozinha. - Karol anunciou e todos disseram que iriam comer algo e trariam pra mim também.

- Eai Cisneros, como você ta?

- Péssima. Mas pra eles eu digo que estou me sentindo bem, mesmo sabendo que eles não acreditam.

Conversei brevemente com ela até que ela pediu que eu chamasse todos de volta e começou a chorar. Eu sabia que aquele era o fim dela. Ela me abraçou apertado, disse que me amava e depois eu chamei a todos. Ela pegou a mão de Ruggero e ele começou a sussurrar que a amava enquanto sua voz se tornava cada vez mais embargada. Ela sorria docemente pra todos e eu sabia exatamente o que ela queria dizer

" Vivam sem mim. Sejam felizes. "

A sensação de ouvir a maquina indicar que seus momentos de vida tinham acabado fez com que uma porta se abrisse dentro de mim. A dor de quando eu perdi Matteo mas que, eu havia feito o maximo pra ignorar voltou com tudo e a dor da perda de Karol fez com que tudo piorasse. A dor tinha que acabar. Acabar de uma vez por todas. Ver o corpo agora sem vida, de Karol foi horrivel. Ruggero começou a chorar deitado no peito de Karol e sussurrava algo em italiano. Valentina estava abraçada a Michael no fundo do quarto e ao lado deles, Carolina e Agustin. A mãe de Karol se desesperou. Ela gritava e o marido segurava ela para que ela não quebrasse algo e tentava acalma-la. Eu apenas me sentei na poltrona que ela dizia ser meu trono e abracei meus joelhos, chorando como um bebê durante toda a noite.

Acordei logo que o dia amanheceu e me choquei ao ver a condição de todos. Eu estava esparramada na poltrona, Michael estava sentado no chão com Valentina deitada reencostada no seu peito assim como Caro e Agustin. Ruggero estava agarrado ao corpo desfalecido de Karol e os pais dela estavam deitados em uma maca no outro lado da sala. Eu me levantei decidida a fazer o que eu estava decidida a fazer.

- Eu vou reencontrar você Karol. Você e o amor da minha vida. - dito isso eu deixei um beijo na testa dela que estava gelada e deixei um bilhete.

" Foi um prazer conhecer todos vocês. Obrigada por tudo e me desculpem qualquer coisa.

Luna "

Eu segui até minha casa e troquei de roupa, tomando um banho e me arrumando como eu me lembrava que enlouquecia Matteo. Coloquei uma calça jeans colada preta e uma regata do Jam and Roller e arrumei meu cabelo, deixando-o ondulado e solto. Fiz minha maquiagem diaria mas, exagerei MUITO no rimel, passei batom vermelho e coloquei um salto. Escrevi tudo o que eu queria dizer pras pessoas que eu amava e desci, indo até a sala e deixando a carta na mesinha de centro, saindo pelos fundos da cozinha mas, não sem antes pegar uma arma de um dos seguranças da casa.

" Eu quero começar essa despedida pedindo perdão. Perdão pelos meus vacilos, perdão pelos meus momentos em que ninguém me aguentava, perdão por não ter sido forte pra superar e seguir em frente.

O Matteo foi o amor da minha vida. Eu o amei desde que coloquei meus olhos nele. Ele foi o meu primeiro em quase tudo. Primeiro beijo, primeiro amor, primeiro professor de italiano, primeira vez ( desculpa pai e mãe ). Eu sempre vou ama-lo e, de verdade, eu não imaginei e nem quis imaginar um mundo sem ele. Eu sei que, eu também fui importante pra ele.. Eu quero que vocês entendam que eu não posso simplismente me levantar e aceitar a morte dele que, alias, foi culpa minha. Ele jamais teria subido naquele portão se eu não fosse tão teimosa. Se eu tivesse aberto o portão ou pelo menos visto aquela droga de video, ele estaria bem, feliz, me chamando de menina delivery por aii e dizendo que me ama no pé do meu ouvido como ele fazia toda vez que tinha a oportunidade. A ele, eu agradeço por ter deixado meus dias mais animados, carinhosos e felizes. Eu amo você, mauricinho.

Pai e mãe, vocês podem não ter me gerado mas, me criaram. Eu sinto que Berni e Lili teriam se orgulhado de vocês. Eu me orgulhei. Eu quero que saibam que a culpa não é de vocês. Vocês foram o melhor que puderam ser. E eu entendo e respeito isso. Sempre fomos uma equipe, uma família. Eu fui a filha que vocês não puderam gerar e vocês foram os pais que eu um dia perdi. Eu os amo demais por terem me criado e educado muito bem. Obrigada por tudo.

Aos meus amigos, eu peço que sigam em frente. Coloquem um sorriso no rosto ( por mais dificil que seja ) e sejam felizes. Patinem e lembrem de mim quando patinarem. Tenham asas assim como eu sonhei em ter um dia. Sejam fortes. Eu não acho que minha presença fará muita falta para alguém mas saibam que eu os amei profundamente. VAI JAM AND ROLLER!!

Simón, ahh meu amigo, você foi uma das coisas que me questionei quando tomei essa decisão. Eu quero que você seja feliz e tenha tudo que merece. Fique com a Ámbar, todos sabemos que ela tem um bom coração e que você a ama. Tenha sucesso com a Roller Band e um dia, quem sabe, vá além. Obrigada por.. estar comigo e me amar independente dos vacilos.

Meu avô, eu sei que nos reencontramos a pouquissimo tempo mas, tente entender-me. O amor que eu senti por Matteo foi lindo e eu me recuso a viver sem ele. Eu te amo, vovô, e agora, posso encontrar meus pais biológicos, finalmente.

Quero agora, agradecer a todos, em geral, por estarem comigo todos os momentos, fossem eles bons ou ruins, importantes ou simples, apenas obrigado. Eu amo todos vocês, lembrem-se disso. "

Eu deixei uma lagrima escapar quando parei o carro na frente do cemitério. O portão já estava aberto e eu segui para o local onde uma homenagem para Matteo havia sido feita. Seu corpo tinha sido cremado e eu, sua mãe e sua tia jogamos sua cinza em um parque na Italia.

- Sabías que Conté las veces en que te vi Desde el día en que te conocí Y sueño que me estás mirando a mí? Quédate un momento más aquí Porque al fin entendí Que contigo detengo el tiempo Quédate conmigo di que sí Porque al fin entendí Que si no ya te perdí Quédate - eu cantei e apontei a arma pra minha cabeça até que, tudo ficou preto.


Notas Finais


Parte um está ai, parte dois em breve..

Beijinhoos


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