História Queen Of Insanity - Capítulo 1


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Categorias Yandere Simulator
Personagens Ayano Aishi, Budo Masuta, Info-chan, Kizana Sunobu, Kokona Haruka, Megami Saikou, Mei Mio, Osoro Shidesu, Personagens Originais, Riku Soma, Taeko Yamada
Tags Ayando, Budoxayano, Yandere Simulator
Visualizações 77
Palavras 2.299
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Fluffy, Literatura Feminina, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo leitores!
Disse anteriormente que iria escrever a ideia dessa história o mais rápido possível, e cá estou.
com medo de ter que atualizar 2 fanfics ao mesmo tempo, MAS OK.
Essa fanfic já está com o rumo completamente definido, fiz uma lista com a ordem dos acontecimentos e, já tem começo meio e fim.
Pode ser que eu inclua ou mude algumas coisas no decorrer do tempo, mas a estrutura da história já esta feita.
Pode ser que essa história não seja tão grande em relação a quantidade de capítulos (Talvez dê... mais que 10 menos que 30 capítulos) PORÉM, os capítulos vão ter em média 2000-5000 palavras, então... vai ser uma história... Longa. Talvez. Não sei.
Bem, não vou enrolar muito, fiquem com a história,

Capítulo 1 - Capítulo I -Um caso complicado.


Fanfic / Fanfiction Queen Of Insanity - Capítulo 1 - Capítulo I -Um caso complicado.

 

—Esse é o décimo quarto assassinato, em apenas uma semana... —Info, a mulher mais importante da agência de detetives, disse batendo no jornal que estava em cima de sua mesa.  —O que a polícia anda fazendo? Eles não estão nem se esforçando! Precisamos intervir. Essa situação não pode ficar assim. Mei, chame os cinco melhores detetives.

 —Info-san, tem certeza que devemos fazer isso sem autorização? —Mei Mio é o braço direito de Info, sempre a ajuda com quase tudo, além de ser sua melhor amiga.

 —Eles nunca vão recorrer a nós. As autoridades são orgulhosas de mais, acreditam que apenas a polícia dá conta de toda criminalidade que existe no país. —A ruiva ajeitou-se em sua poltrona e arrumou o óculos em seu rosto. Mei tinha de concordar com o que a superior havia dito. A agência estava apenas recebendo casos insignificantes, como infidelidade ou pequenos roubos.

 —Tem razão... Vou chama-los... —A azulada curvou-se com respeito e deixou a sala da sua chefe. Seguiu rumo ao escritório, onde todos os detetives ficavam fazendo relatórios ou planejamentos de seus casos. Primeiro, falou com Budo Masuta, um dos detetives mais influentes da agência, resolveu mais de 200 casos, sendo 42 de extremo risco, nomeados também de “casos nível S”. Sem dúvidas é o detetive mais inteligente e com uma ótima intuição.

Os casos são classificados de acordo com o grau de risco. Os casos nível D são os com menos risco e os mais fáceis de serem resolvidos, geralmente, pequenos crimes ou casos de adultério. Atualmente, a agência só está recebendo casos desse nível, raramente recebe um de nível C, que para falar a verdade, nem tem tanta diferença.

Depois do nível B já começa a ter risco de se machucar gravemente ou até mesmo morrer. Mas os detetives não recebem casos assim há mais ou menos 3 anos.

 —Masuta-san, Info-sama solicita sua presença. -O jovem desvia seu olhar do que estava fazendo por um momento.

 —Ok, estarei lá em 5 minutos. —Mei assentiu e foi falar com a próxima pessoa; Mida Rana. Famosa entre os detetives por sua beleza e sensualidade, consegue obter informações seduzindo as pessoas. —Rana-san, Info solicita sua presença.

 —Okay queridinha~ —A moça disse cantarolando. E assim, Mei Mio foi para a terceira detetive. Kokona Haruka, é extremamente ágil, algumas pessoas a chamam de detetive fantasma. 

 —Ah! Oi Mei! —A arroxeada que estava sentada em sua mesa, apareceu atrás de Mio, que se assustou. Kokona sempre fazia isso, era divertido para ela.

 —Ugh! Você tem que parar de se “teletransportar” para trás das pessoas só para assustá-las, senhorita Haruka. —A azulada colocou a mão na testa franzindo o cenho em desaprovação. —A Info-san aguarda você na sala dela.

 —Okaay! -A Haruka disse sorrindo.

 —Ela está sempre tão animada... —Mei disse a si mesma. Foi falar com o próximo detetive, Riku Soma. Conhecido principalmente por sua habilidade com armas, sejam elas de fogo ou brancas. Na maior parte das vezes trabalha conjuntamente a Kokona. —Soma, Info-san aguarda o senhor em sua sala.

 —Certo. —Ele responde curto e grosso. Parecia estar de mal humor naquela manhã, algo que é muito raro. Mei foi chamar a última detetive, Taeko Yamada. Sua especialidade é a persuasão, ela consegue manipular as pessoas de uma forma incrível.

 —Mei! Quer um café? – A jovem estava na frente da máquina de café, comprando um para si.

 —Não, obrigada... —A azulada recusou dando um sorriso paciente.

 —Mas você parece cansada... Não deve ter dormido nada essa noite, certo? Tome um copo de café para recarregar as energias! —Mei nem gostava de café, mas sentiu tanta convicção na fala de Taeko que acabou pegando um copo. Ela era uma ótima manipuladora, até quando não queria.

   —Ah, sim, vá até a sala da Info-sama, por favor... —Mei deu o recado retornando a sua chefe.

***

 —Estão todos aqui. Os cinco melhores detetives, cada um com sua peculiaridade... —Info falou pausadamente, abrindo um sorriso misterioso. Todos os detetives se entreolharam, preocupados e confusos. Eles só haviam sido reunidos uma única vez, e nessa vez, eles receberam um caso um tanto... Complicado. Um hacker muito perigoso e habilidoso estava acessando arquivos confidenciais, roubando senhas e dados muito importantes, que estava comprometendo a segurança virtual das pessoas. O quinteto demorou 4 meses para pegar o culpado, porém, obtiveram êxito. —Vocês já devem imaginar o porquê de eu ter chamado vocês, não é? —Todos permaneceram em silêncio, já que era uma pergunta retórica. —Como vocês sabem, vem acontecendo uma série de assassinatos, que não deixam rastros do ou dos culpados, a única informação que eu tenho é que em todos os assassinatos é deixado para trás uma flor de ervilha doce, que significa “Adeus” nosso ou nossos assassinos são bem poéticos.

 —Deixe-me adivinhar... —Masuta começou. —Não recebemos orientação alguma das autoridades e você quer que nós resolvamos isso para se “vangloriar” e dizer que a polícia não serve para nada nesse país.

 —Basicamente... Sim, é isso mesmo. —Info disse sorrindo sarcasticamente.

 —Que egoísta, Info-chan~ —Mida disse cantarolando, como sempre.

 —E como vamos fazer algo desse tipo, se não sabemos nem por onde começar! -Kokona disse num tom preocupado. Todos no local concordaram.

 —Eu vou pensar em algo e —Info foi interrompida por um homem que entrou em sua sala gritando.

 —MANINHA! HÁ QUANTO TEMPO! QUE EXPRESSÃO SÉRIA! VOCÊ VAI FICAR CHEEEIA DE RUGAS. -Info bateu em sua testa em desaprovação.

 —Dev... O que você está fazendo aqui? —A ruiva disse num tom gélido.

 —Eu vim visitar minha querida irmã, não posso? —Ele fingiu indignação.

 —Não, não pode!

 —Sobre o que vocês estavam falando?? Sobre um caso muito importante, ou algo assim? —Dev indagou ignorando a frieza da irmã mais nova.

 —Estávamos falando sobre os recentes assassinatos... —Taeko explicou.

 —Ah! Aquele das flores de ervilha doce? —Ele questionou.

 —Sim, esse mesmo. —Kokona afirmou.

 —Ah, então vocês estão falando da “Rainha da Insanidade”... —O homem cruzou os braços sorrindo. Todos na sala ficaram abismados.

 —“Rainha da Insanidade”...? —Info repetiu lentamente, como se perguntasse o quem era tal pessoa.

 —Sim, é uma assassina de aluguel. Apenas pessoas importantes conseguem qualquer contato com ela. Eu já usufrui de seus serviços, por isso cheguei a posição de chefe na minha empresa. —Dev afirmou como se fosse a coisa mais normal do mundo. —Digo, meu superior confiava muito em mim e me disse que se algo acontecesse com ele, a empresa seria minha. E o resto eu não preciso dizer...

 —Senhor Dev. Preciso que você a contrate novamente, para nos ajudar a resolver esse caso. —Masuta falava em seu tom calmo de sempre.

 —Ehh? E o que eu ganho com isso? —Dev disse entediado.

 —Bom... Eu gravei TODA essa conversa... Então... Se você quiser continuar sendo o chefe da sua maldita empresa de jogos, você vai fazer exatamente o que eu mandar. —Masuta mostrou seu celular no gravador de voz. —Ah sim... E mesmo se você quebrar meu celular, essa gravação já foi enviada ao meu E-mail.

 —Masuta-san é tão astuto~ —Mida Rana deu uma risadinha.

 —Tudo bem, o que você quer que eu faça? —Dev rendeu-se. Nesse momento uma mensagem chegou no celular de Info, fazendo um suave barulho da notificação.

 —Masuta-kun, assuma o comando. Surgiu um imprevisto. —Ela disse olhando preocupada para seu celular.

 —Certo. —Info saiu do local. —Dev-san você deve conhecer a família Saikou. Minha amiga de infância, Megami Saikou, vai dar uma festa comemorando os 35 anos da Saikou Corp. Quero que você contrate a tal “Rainha da Insanidade” para assassinar a Megami. —Masuta continuou com seu tom calmo.

 —O QUE?? MESMO QUE A SAIKOU SEJA A PESSOA MAIS INSUPORTÁVEL DO UNIVERSO, VOCÊ NÃO PODE MATÁ-LA. —Taeko gritava com uma sobrancelha erguida.

 —Saikou não vai morrer. Eu só preciso saber quem é a assassina, e então detê-la. É mais fácil do que parece. —Ele deu um sorriso vitorioso. —Haruka-san, você será de extrema importância. Preciso que você fique ao lado da Megami sem deixar que outras pessoas te vejam.

 —C-certo... Eu acho... —Kokona disse receosa.

 —Mida, você vai como acompanhante do Dev. Nos dois sentidos, é claro. Divirta-o. —Budo riu um pouco da expressão constrangida de Dev.

 —Sim, Sim! Vou diverti-lo bastante.~ —Mida se jogou em cima de Dev que ficou na defensiva.

 —Você Riku, Vai ficar perto da Kokona (como sempre) caso alguém se comporte de maneira estranha perto de Saikou, você vai usar suas habilidades com armas. Apenas não mate.

 —Sim... —Disse revirando os olhos.

 —E por fim, Taeko, você vai ficar conversando com a Saikou-chan, não deixe-a ficar sozinha de forma alguma. Não vai ser difícil, já que ela adora você. —Budo, Taeko e Megami, se conheciam desde o primário. Taeko sempre achou Megami extremamente irritante, por se achar a princesa número um do mundo, sempre vendo todos de cima, exibindo suas ótimas notas e sua beleza incomparável.

 —Não acredito nisso... POR QUE EU? —A Yamada gritou indignada.

 —Como eu disse, ela adora você. —Ele deu um sorriso.

—Dev liga para a assassina aí quero saber como é a voz dessa cretina. —Riku disse irritada.

 —Não é assim que funciona. Eu não posso ligar daqui! Ela consegue rastrear a ligação. Preciso fazer isso na minha casa...  E ela usa um alterador de voz, obviamente.

 —Hm... Certo. Então esteja no Dear Coffee às 18h00, para nos passar os detalhes. —Dear Coffee era um café que ficava em frente a agência, todos os dias Masuta passava lá depois do expediente.

***

 Ayano Aishi estava em sua casa. Apesar de ser uma assassina de aluguel, ela precisava viver como qualquer outra pessoa. A moça trabalhava em um café, como garçonete.

 Para não evidenciar que ganhava muito dinheiro com os assassinatos que cometia, sua casa era simples, rústica e pequena, mas para ela, era suficientemente confortável.

 Logo seu celular tocou, e um sorriso apareceu em seu rosto imediatamente. Aquele era o som do dinheiro... Para entrar em contato com a assassina, as pessoas devem entrar num site de difícil acesso e comprar um aplicativo de nada mais nada menos que ¥100.000.

 —Alô? Senhor Dev... Que surpresa agradável... —Sim, ela já sabia quem era. Para entrar em contato com a Aishi a pessoa deve fornecer todos os seus dados, desde o nome até a renda mensal. —Como posso ajuda-lo dessa vez?

 —Queen-chan... Você deve estar sabendo que essa semana, Megami Saikou, dona da Saikou Corp vai dar uma festa comemorando os 35 anos de empresa... Eu gostaria que você a assassinasse nessa festa...

 —Hmm... Que suspeito... Por que o senhor iria querer matar alguém tão importante assim do nada? Saiba que o custo será extremamente alto, Dev-san. —A assassina disse desconfiada. Dev não tinha relação alguma com a Saikou, isso a fez estranhar.

 —Ahm... Isso é porque... —Ele tentou pensar em alguma desculpa o mais rápido possível. —Para que eu possa comprar a Saikou Corp e expandir minha empresa. Além de fornecer jogo, irei fornecer equipamentos adicionais para eles. —Essa ideia não era nada mal... Apesar de ser apenas uma desculpa esfarrapada.

 —Desculpe-me senhor Dev, mas não poderei aceitar esse serviço. —Ayano deu um longo suspiro.

 —O que?? Por que?

 —Bem, por vários motivos. Primeiro: O senhor é uma pessoa extremamente conhecida, por ser o atual chefe da empresa Yansim e todos sabem que você assumiu essa posição após o senhor Kocho Shuyona “misteriosamente” morrer envenenado. Com certeza vossa senhoria seria o primeiro a ser investigado se eu não tivesse deixado a flor de ervilha doce em cima do cadáver. As flores são apenas para trazer toda a atenção para mim, uma assassina desconhecida, e, para não haver outros suspeitos. Eu penso em tudo antes de executar um assassinato. Se a Megami Saikou for morta e logo em seguida o senhor comprar a Saikou Corp, vai parecer que você foi o assassino tanto da Megami quanto do Kocho-san e seria preso, por todos os assassinatos que eu cometi. O que traria problemas para mim, se você dissesse algo sobre a minha pessoa ou como entrar em contato comigo para adquirir sua “liberdade”. Mas isso não seria inteligente de qualquer forma, pois todos saberiam que você contratou uma assassina para chegar onde queria. E, é por isso que eu não vou aceitar esse serviço. Passar bem, Dev-san. —A assassina desligou logo em seguida. Dev ficou paralisado. Era muito informação para assimilar. Ela pensava muito rápido. Como ele iria dizer isso para Budo Masuta?

***

    Como prometido, Dev dirigiu-se às 18h ao ‘Dear Coffee’, mas para trazer-lhes más noticias. Os cinco detetives estavam todos sérios, falando sobre o caso, que aparentemente não seria difícil de ser resolvido, apenas trabalhoso.

 —Ah... O Senhor Dev chegou. —Taeko deu um sorriso inocente. Dev sentou-se na mesa em que o grupo de jovens detetives estava. Ele estava suando frio, sua respiração estava irregular e seu corpo tremia por completo.

 —E então, como foi? —Masuta questionou, fazendo Dev ficar cada vez mais nervoso.

 —Por que você está tremendo queridinho? —Mina indagou percebendo o estado que o empresário estava. O mesmo deu um longo suspiro e começou a explicar tudo que a assassina havia falado para ele. Todos ouviam atentamente cada palavra que dev dizia.

 —Parece que você subestimou a nossa querida assassina, Masuta-san. —Kokona afirmou preocupada. Foi a vez de Riku se pronunciar:

 —E o pior é que Dev não tem culpa alguma nisso, ele fez o que pôde... —Budo ficou pensativo... A moça era mais inteligente do que ele pensava. Ele teria que pensar em outra forma pegar a criminosa.

 —O que iremos fazer, Budo-kun? —Taeko perguntou. O garoto continuou em silêncio, sua cabeça começou a latejar, então, ele se levantou. —Eu vou para casa. Prometo pensar em algo... Até segunda-feira pessoal.

 —Até... —Todos os detetives disseram em uníssono, preocupados.

 —Você está liberado por enquanto, Dev. —Essas foram as últimas palavras que o jovem disse antes de sair do estabelecimento.

 

CONTINUA...


Notas Finais


Demorei a tarde inteira fazendo esse capítulo, espero que gostem.
Comente se gostou, irei ficar muito feliz com isso ^^


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