História Quem ama um louco, fica louco também?? - Capítulo 10


Escrita por: e Biancamello9090

Postado
Categorias Batman
Personagens Coringa (Jack Napier), Personagens Originais
Tags Arthur Fleck, Coringa
Visualizações 47
Palavras 1.844
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Queria o não queria??


Fanfic / Fanfiction Quem ama um louco, fica louco também?? - Capítulo 10 - Queria o não queria??

3 de dezembro. 

8:15 da manhã. 

Gotham city. 


O corredor escuro da mansão Wayne estava quieto, nem empregados, nem vozes, ou alguém passando, estava tudo no mais perfeito silêncio. 

Virna com passos silenciosos começou a andar pelo corredor, foi para os fundos da residência, aonde os empregados ficavam, observou que estranhamente não tinha niguem lá também, sorriu de leve, o universo estava finalmente cooperando com ela em algo. 

Continou a andar, até algo ou melhor alguém parar bem em sua frente, Virna tomou um leve susto. 

Você me disse que não ia sair!! — disse ao colocar as mãos na cintura, e com um olhar que demonstrava aborrecimento. 

Olha, eu tenho que sair!! — disse agora ao se abaixar para ficar da altura do pequeno Wayne— meu amigo, precisa de mim!! — disse ao olhar para os olhos desconfiados do garoto. 

Precisa?? Porque?? — perguntou com certa curiosidade. 

Olha, ele e uma pessoa que precisa de mim, muito mesmo— na realidade parecia que ela precisava dele— ele está passando algumas dificuldades agora, então eu me propus de o ajudar— ele ainda a olhava com certa desconfiança— Bruce, tenha uma coisa em mente, quando você promete algo a alguém, faça, não importa o quão difícil pareça, apenas faça, porque se você desistir, sua alma morre!! 

Quando a ruiva parou de falar, o Wayne estava com a cabeça baixa. 

Então se eu prometer que vou fazer algo, eu tenho que fazer?? — perguntou com certa dúvida. 

Sim, porque se não, você será um mentiroso— disse com um sorriso em seu rosto. 

Ele gostava dela, Virna era simples. 

Então me promete que quando voltar, vai brincar comigo?? — perguntou a olhando nos olhos, Virna sorriu. 

E claro que prometo!! — disse ao passar as mãos nos cabelos lisos do Wayne, o bagunçando. 

Então eu prometo que não vou dizer para ninguém que você saiu!! — disse agora pela primeira vez sorrindo de verdade, eram raras as vezes que o pequeno Wayne se deixava sorrir com espontaneidade. 

Obrigada Bruce, você e um garoto muito legal!! — disse ao passar as mãos em suas bochechas, acha ele tão fofinho. 

Assim que terminaram de falar um com o outro, Virna observou Bruce correr para o andar de cima, onde tinha aulas particulares. 

Virna respirou fundo, era agora ou nunca, colocou o casaco cinza sobre si, e saiu andando rápido, até alcançar os portões do fundo, onde somente empregados saiam, não tinha ninguém lá, para fazer a segurança do local, aquilo estava estranho, muito estranho. 

Mais não ligou, apenas saiu de lá rapidamente. 

Com o dinheiro pouco que lhe sobrava, foi até a parada de ônibus mais próxima, somente quando estava esperando o ônibus, ela percebeu uma coisa, o sol tinha se escondido novamente dando lugar a um cenário sombrio e trsite, como se a cidade estivesse de luto ou preparando-se para receber algo pior. 

Até finalmente ver o transporte que iria utilizar de aproximar, logo deu sinal, assim que subiu, pagou ao motorista e sentou-se perto de uma janela. 

Teria a cara de pau, de novamente ir até a casa de Arthur??  E se o mesmo não estive lá?? Como falaria com a mãe do homem??, eram tantas perguntas rondando a mente da menina que a mesma resolveu parar de pensar em possibilidades. 

OK, agora e tudo com o destino!! — disse ao encostar o rosto no vidro, observando atentamente a movimentação do lado de fora. 

Quando chegou no destino, resolveu pegar o metrô, am afinal a casa de Arthur pode não parecer, mais e longe, ele mora no subúrbio de Gotham. 

A garota tinha a mania de morder os lábios quando estava sobre pressão ou nervosa com algo. 

Nesse exato momento não era diferente, os lábios de rosas naturais, estavam vermelhos de tanta pressão que os dentes impregavam no local. 

Finalmente chegou, ela entrou com dificuldade, afinal eram várias pessoas. 

Tomara que eu chegue logo.... 


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Finalmente, chegou, agora era só andar dois quarteirões e pronto, já tinha chego. 

Não demorou bem 39 minutos, e ela já estava em frente ao prédio com a tinta descascando, com o elevador ruim, cheiro de mofo nos corredores, eo morador mais estranho e legal ( na opinião dela)  de Gotham city. 

Quando se deu conta, estava na frente do último apartamento do corredor, engoliu em seco, e finalmente bateu, esperou, esperou e nada, sua coragem já quase toda esvaída, ela recuou, talvez fosse melhor assim, quando já tinha virado de costas para a porta a mesma se abre. 

“Será que e só quando eu viro as costas, que essa porta se abre??” — pensou se achando uma idiota. 

Demorei muito?? Me desculpe por isso. — disse a fitando ainda por trás. 

Virna sentiu um arrepio passar por tudo o corpo, era estranho, sabia que era ele, reconhecia a voz, porém algo tinha mudado nele, ela só não sabia oque. 

Olá Arthur!! — disse sorrindo, agora o fitando diretamente nos olhos. 

Como vai Virna.... Pode entrar!! — disse abrindo a porta por completa, deixando o espaço necessário para a garota entrar. 

Obrigada.... — disse ao aceitar o convite. 

Ao adentrar o local, pode perceber que estava tudo limpinho, tudo no seu devido lugar. 

Desculpe ter demorado, estava limpando a casa!! — disse ao passar a mão no cabelo, o fazendo parar com a rebeldia. 

E provavelmente fumando”— pensou ao sentir o cheiro de cigarro no local, fora isso a cada estava impecável. 

Tudo bem, nem demorou tanto assim... — disse ao virar-se eo pegar a observando. 

Era praticamente impossível não observar, ela não tinha o corpo “prefeito” para os padrões americanos, porém não tinha um homem que não a olhasse ao passar na rua, suas coxas grossas, seu bumbum redondo e arrebitado, sua cintura fina, seus seios levemente grandes para seu corpo e seu rostinho de boneca, deixavam qualquer homem a babar no corpo da ruiva. 

Ele parecia está em uma espécie de transe, a olhava fixo, sorte a dela não ler pensamento, ou saberia o estrago que ele fazia com ela e seu belo corpo em sua alucinação. 

Virna ao perceber seu estado tipo zombie, se conteve para não ir embora de medo, mais ao invés de se assustar e ir embora, ela aproximou-se dele, chegando perigosamente perto, tocando em seu rosto com delicadeza, fazendo o homem sair de sua alucinação e ficar seus olhos nos azuis oceano dela. 

Você está bem Arthur?? — perguntou ela a menos de um metrô de distância de seu rosto, colocando o homem em uma situação difícil, sua vontade era de agarrar a menina/mulher, a fazendo sua, tocar sua pele, provar de seus lábios, literalmente fazer da garota sua. 

Por favor, não chegue tão perto— disse ao tirar sua mão de seu rosto. 

Porque?? — perguntou sem intender o porque do homem tirar-lhe a mão do rosto. 

Por mais que o QI da garota fosse um dos mais altos do mundo, nessa quesito ela era estupidamente inocente. 

Chegando a não perceber o desejo que Arthur tentava inutilmente contar dentro de si. 

Fiz algo de errado?? — perguntou se sentindo mal. 

O homem a olhou completamente perdido, sua vontade estava o vencendo. 

Por favor saia daqui... — seu olhar implorava— ou vou fazer algo que vou me arrepender com você— o nervosismo era tanta que ele começou a rir, sua risada alucinada estava lá, fazendo companhia novamente para a garota. 

Ele está sem seu remédio a dias, sua loucura o estava consumindo. 

Isso e porque eu não conseguiu seu remédio?? — perguntou chegando mais perto ainda, chegando a quase colar seus corpos— me desculpe.... Eu.... Eu tentei, mais não consegui.

Ele ria descontroladamente, tentando se afastar dela, na tentativa de não fazer algo com ela, nunca se perdoaria se chegasse a fazer isso. 

Não, não iria a matar, seu lado mais alucinado não conseguia ver perigo nela, mais seu lado masculino conseguia perceber o quão linda e atraente era a moça. 

Por favor hahahahahahaha vá hahahaha embora hahhaha — tentando sair dali, ele a empurra, mais ela fica na passagem, queria uma explicação dele. 

Sem se contar mais, ele a pega pelos ombros a prensando contra a parede, o olhar agora assustado dela o excitava mais ainda, sem raciocinar mais, ele apenas colou seus lábios nos dela, esperando uma rejeição que não veio, aos poucos ela ia cedendo, nunca tinha beijado, então achou um pouco difícil no começo, porém foi se deixando levar pelo momento, ainda estava com medo, mais a adrenalina que seu corpo sentia no momento era mais forte que seu bom senso. 

Arthur agarrou as coxas grossas a puxando para cima, fazendo a menina rodear sua cintura, pararam o beijo por alguns minutos buscando ar, o rosto completamente vermelho da menina a deixava ainda mais linda. 

O homem olhou para baixo, encontrando os seios branquinhos e cobertos pela blusa, que lhe deixava ver apenas o vale entre os seios. 

Com a excitação do momento ele tocou por cima da blusa, apertando aquela carne macia e firme, observando a moça fechar os olhos, tanto pela vergonha quando pelo toque na região que nunca tinha recebido antes. 

Enquanto ele apertava com força moderada, ela sentia algo extremamente gostoso só receber os toques, quando sentiu os beijos e mordidas de leve em seu pescoço acabou gemendo baixinho, tendo como consequência o corpo mais prensado contra a parede. 

Arthur por outro lado lutava contra sigo mesmo, na tentativa de voltar ao raciocínio lógico e claro, mais o corpo feminino em sua frente era tão tentador que ele não conseguia, se ao menos ela tentasse o parar, o ajudaria a retomar o alto controle, mais nem isso. 

Quando Virna sentiu algo encostar no meio de suas pernas, algo grande grosso e duro, ela finalmente caiu na real. 

Iria perder sua virgindade ali?? E se derrepente se arrepende-se?? E se doesse muito?? 

Arthur.... Arthur— o chamou, fazendo seus olhos se reencontrarem —  Eu.... Eu... Sou.. Sou virgem.... 

Aquilo foi como um estalo na mente de Arthur, rapidamente conseguiu se afastar a tempo, sentindo vergonha de si mesmo, Virna não estava em um estado diferente. 

Saia daqui.....— disse ele ainda lutando contra si. 

Mais......— quando começou, ele aproximou-se dela rapidamente, fazendo seu rosto ficar a centímetros do seu. 

Se você não sair agora, não vou conseguir me controlar, sendo virgem ou não, vou lhe deflorar a força— sussurrou a última parte, na tentativa de lhe assustar— então suma daqui, enquanto ainda estou conseguindo me controlar.... 

Rapidamente a garota afastou-se de Arthur, a olhando com certo medo misturado a tristeza. 

Não ela não ligava que Arthur tirasse sua virgindade, mais queria ter plena certeza do que estava fazendo, eo vendo bater a cabeça contra a parede e rir descontroladamente, ela via o quanto ele estava lutando contra sigo mesmo. 

Eu..... Eu volto amanhã— disse ao sair do apartamento, sem ouvir uma resposta se pudia ou não. 

Acho melhor ir para casa, preciso pensar sobre oque acabou de acontecer, porque eu me senti estranhamente confortável com a idéia??”— enquanto andava para ir ao metrô, pensamentos sobre o acontecido lhe vinha na mente. 



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