História Quem ama um louco, fica louco também?? - Capítulo 8


Escrita por: e Biancamello9090

Postado
Categorias Batman
Personagens Coringa (Jack Napier), Personagens Originais
Tags Arthur Fleck, Coringa
Visualizações 54
Palavras 638
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Uma desistência??


Fanfic / Fanfiction Quem ama um louco, fica louco também?? - Capítulo 8 - Uma desistência??

Já havia se passado muito tempo, e nada de Arthur chegar, a ruiva olhava para a TV com um olhar perdido, até observar um pouco melhor a decoração e ver ali um relógio, que marcava 22:50.

Com um salto da cadeira com estofado em flores, a menina olha para a senhora Fleck, que estava adormecida na cadeira, sorri com a cena e coloca por cima da mesma uma coberta que estava por ali. 

Talvez amanhã voltasse, ou talvez não, ela estava estranhamente envolvida com uma pessoa que nem ao menos teve muito contato. 

Com certa dúvida rondando sua mente, a garota da uma última olhada para a senhora adormecida na cadeira. 

Quando estava se virando para ir embora observa em cima da mesa, um caderno. 

Ah aquela maldita curiosidade, isso ainda lhe traria problemas, ela sabia disso. 

Sentou-se sem fazer barulho algum, e começou a ler tudo, com certa calma, havia coisas ali que chamavam sua atenção. 

“Espero que minha morte, faça mais sentido que minha vida” ou “O problema de ser doendo mental, e que as pessoas querem que você aja como não tivesse” e várias outras coisas. 

Ele tem plena noção que tem uma doença mental??.... Isso e tão— não pode terminar de raciocinar sua conclusão, porque uma mão puxou o caderno de suas mãos, Virna olhou assustada. 

Você e oque??  Está espionando o meu filho?? — perguntou quase aos gritos, assustando a menina. 

Me..... Me desculpe— disse ao levantar-se e sair praticamente correndo, esquecendo ali uma coisa muito importante. 

Me perdoe... Eu não posso te ajudar... 


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2 de dezembro. 

Gotham city.


Estamos saindo do outono e indo para o inverno, quase todas as folhas já caíram de suas árvores, os ventos frios já chegaram, o clima ficou mais gélido, porém ainda não começou a cair neve ou algo do tipo. 

Ei?? — meu pai estalou os dedos em frente ao meu rosto— ouviu oque eu disse?? 

Sim... — respondi no automático. 

Ae?? Então me responda, aonde foi anti ontem??  Porque fugiu do guarda costas que coloquei atrás de você?? — perguntou ao bater os pés impaciente. 

Oh sim, lembro-me que realmente fugi rsrsrs, lembro-me também que ontem fui até a cada de Arthur, porém o mesmo não estava lá, e descobri também que o mesmo sofre problemas psicológicos graves.... Foi crueldade minha o deixar de lado?? 

Responda-me garota!! —exigiu meu pai já um pouco alterado. 

Ja  lhe disse  antes, não  fugi, apenas queria um tempo para mim, agora e crime fazer  isso??— perguntei me exaltando também, levantei-me da cadeira com raiva. 

Meu pai levantou a mão, pronto para me bater, quando ouvimos um bater na porta, nos chamando a atenção. 

Quem e?? — perguntou papai se recompondo. 

Sou eu, o Thomas!! — vi meu pai me olhar com ódio, chegou até perto de mim e puxou meu braço com certa violência. 

Nossa conversar ainda não acabou garota, vá para o seu quarto e não saia de lá!! — disse ao apertar com força meu braço, deixando marcas de seus dedos em minha pele. 

Sai correndo da sala em que estávamos, subi as escadas e me tranquei no quarto. 

Deitei na cama, minha cabeça estava cheia, precisava colocar para fora, ou ia surtar, comecei a procurar meu diário/livro de anotações, procurei o quarto inteiro, e nada, absolutamente nada, sentei-me na cama e comecei a pensar em onde poderia ter o esquecido..... Então finalmente lembrei.

Oh merdaa.... Está na casa do Arthur— disse ao me jogar para trás, batendo minha costa contra o colchão macio. 

Minha vida estava toda ali, mais pensamentos mais sombrios, os sonhos, as dificuldades, os desejos, tudo, absolutamente tudo. 

Olhei o relógio que marcava 23:50 da noite, já era muito tarde, amanhã sem falta eu estarei na casa do Fleck, e Buscarei meu diário de volta, tomara que ele não tenha lido nada. 



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