História Quem de nós dois - Capítulo 30


Escrita por: e juuuwellcrr

Postado
Categorias Alexandre Nero, Giovanna Antonelli
Personagens Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Tags Alexandre Nero, Giovanna Antonelli, Otp, Shipper
Visualizações 134
Palavras 1.292
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, crianças. Sentiram saudade?

Capítulo 30 - Apenas amigos


Alguns dias se passaram. E Alexandre não tentou mais se explicar para Giovanna. Estava magoado por ela não ter confiado nele, e prometeu a si mesmo não mais se humilhar para ela. Ia até à casa dela ver Pietro e acompanhá-la nas consultas. Falavam apenas o necessário um com o outro, e apesar de tudo aquela situação o estava incomodando. Por isso, um dia após uma consulta, resolveu chamá-la para um conversa franca.

– O que você quer falar? – Giovanna perguntou tirando o sapatos e se acomodando melhor no sofá.

– Não vou pedir pra voltar com você, se é isso que está pensando. – Nero disse com mágoa na voz. – Quero só te lembrar de uma coisa.

– O quê? – olhou-o seriamente.

– Que independente do que aconteça entre a gente, nós vamos ter duas filhas e tem o Pi também, que você sabe que eu amo como se fosse meu. – afirmou.

– Eu sei. – Giovanna engoliu em seco desviando o olhar dele.

– E por esse motivo, quero te pedir que a gente tente pelo menos manter uma amizade. Não por nós, mas por eles que não tem nada a ver com os nossos problemas. – ele disse sério.

– Eu... – ela respirou fundo, percebendo que ele estava certo. – Tudo bem. Você tem razão. Me desculpa pela frieza, é que...

– Não precisa se explicar. Como eu disse, vamos pensar nas crianças. – falou, não deixando que ela terminasse de falar.

– Sim. – concordou.

– Bom, é isso. Tô indo agora. Se você precisar de qualquer coisa pode me ligar, ok? – disse se pondo de pé.

– Aham. – assentiu.

– Eu posso me despedir delas? – apontou para a barriga dela.

– C-claro. – Giovanna concordou receosa e ele se abaixou ficando próximo a barriga dela.

– Amores, o papai tá indo agora, mas prometo voltar rápido pra ver vocês, tá bom? Se comportem e cuidem bem da mamãe, tá? – finalizou dando um beijo na barriga dela. – Tchau, Giovanna. – beijou o rosto dela, indo embora em seguida.

Após a saída de Alexandre, Giovanna ficou algum tempo ainda na sala refletindo sobre tudo o que aconteceu.  Deixou uma lágrima solitária rolar por seu rosto, enxugando-a rapidamente. Tinha que ser forte pelos filhos e faria isso.

– Vai ficar tudo bem, meus amores. A mamãe promete. – disse acariciando a barriga carinhosamente.

                             xxx

Um mês se passou após a conversa de Giovanna e Alexandre, e o relacionamento dos dois melhorou na medida do possível. Já haviam comunicado à imprensa sobre a gravidez de Giovanna e o término. Nesse tempo conseguiram estabelecer uma convivência melhor, mas nada além disso. Nunca mais haviam conversado sobre eles ou o fim conturbado do relacionamento. Alexandre passava um tempo considerável na casa de Giovanna. Estavam tentando ser amigos pelos filhos e parecia estar dando certo. Hoje, Alexandre estava lá novamente, havia ido levar Pietro na escola a pedido do menino.

– Sabe o que eu tava pensando? – Alexandre disse, enquanto esperava o garotinho ficar pronto.

– O quê? – Giovanna respondeu.

– Você já está com quatro meses e ainda não pensamos em nomes pra elas.

– Você tem razão. – pensou por um momento. – Tem alguma sugestão?

– Eu...

– Vamos, papai. Tô pronto! – Pietro surgiu na sala interrompendo a conversa.

– Opa! Tudo pronto mesmo? – o ator perguntou para o menino.

– Aham. – assentiu.

– Então, vamos. Se despede da sua mãe.

– Tchau, mamãe. – abraçou Giovanna.

– Tchau, meu amor. Estuda direitinho, tá? – beijou a bochecha dele.

– Tá. Tchau, maninhas. – beijou a barriga da mãe deixando os adultos emocionados.

– Alexandre. – Giovanna chamou quando ele já estava na porta com Pietro.

– Oi. – se virou para ela.

– Volta depois que você deixar o Pi, pra gente conversar sobre os nomes, tá?

– Ok.

Como combinado, assim que deixou Pietro na escola Alexandre voltou para conversar com Giovanna.

– E então, que nomes você tem em mente? – Giovanna perguntou.

– Não sei. – Nero disse pensativo. – Nome é uma coisa séria.

– Sim, mas temos que escolher. Elas não podem ser chamadas de bebês pra sempre. – ela disse sorrindo.

– Eu sei. – ele pensou por um momento. – Que tal Antônia? Tem uma sonoridade bonita e é um nome forte.

– Antônia. – testou a pronúncia. – É bonito mesmo. Gostei. – sorriu.

– Quem bom. – o ator sorriu também. – Mas ainda falta um.

– Hum... eu estive pensando esses dias e, por que não Sofia? Gosta?

– É bonito, gostei também. – concordou.

– É isso então, Antônia e Sofia? – perguntou para ele.

– Por mim, sim.

– Por mim, também. – afirmou.

– O tempo tá passando rápido, né? – olhou-a. – Sua barriga tá crescendo.

– Tá sim. – olhou a própria barriga. – Já, já elas vão começar a mexer.

– Mal posso esperar. – ele disse com os olhos brilhando.

– Eu também.

– Só que...

– O que foi? – Giovanna perguntou.

– E se eu não estiver perto quando elas mexerem pela primeira vez? – ele respondeu triste, apenas por pensar na possiblidade.

– Não se preocupa com isso. Prometo te ligar se acontecer e você não estiver perto. E você sabe que pode vir aqui sempre que quiser, né? – a atriz disse.

– Eu sei. – sorriu fraco.

A verdade era que mesmo não admitindo para Giovanna, Alexandre não estava sabendo lidar com aquela situação. Lhe doía pensar que em alguns meses suas filhas nasceriam e teria que visitá-las em outra casa. Não sabia como lidaria com isso. Estava fazendo o máximo que podia para aprender a encarar aquele nova realidade, mas no fundo não tinha certeza se conseguiria. Tudo que mais queria era estar com Giovanna em todos os momentos. Seria pai pela primeira vez e queria viver a experiência plenamente. Pensar que talvez não conseguisse o frustrava demais.

– Vou indo. Quando o Pi sair da escola eu vou buscá-lo, tá? – avisou e Giovanna assentiu.

Como prometido assim que o menino saiu da escola, Alexandre o levou de volta para a casa de Giovanna.

– Achei esse menino perdido e trouxe pra você, quer? – brincou entrando na sala com Pietro sobre os ombros.

– Claro que sim. Ele é lindo demais. – a atriz disse sorrindo. – Dá beijo aqui, filhote. – pediu se aproximando dos dois.

– Pera, aí. – Nero o desceu dos ombros para seu colo.

– Hum... que beijo goxxxtoso. – abraçou o filho. Pietro estava no colo de Alexandre e abraçou a mãe com um dos braços, deixando assim os dois próximos. – Maria, tá te esperando pra tomar banho. Vai lá, vai. – pediu ao filho, que prontamente obedeceu.

– Você vai brincar comigo hoje, não é papai? – o menino voltou para perguntar.

– Claro. Agora, vai lá tomar banho. – Alexandre respondeu.

Almoçaram os três juntos. Alexandre passou algum tempo com Pietro, mas logo teve que ir embora pois tinha algumas coisas sobre o cd para resolver.

                             xxx

Alexandre falava ao telefone com o produtor de seu cd, quando campainha começou a tocar.

– Aham, tudo bem. Vou ter que desligar agora. – encerrou a ligação, saindo do pequeno estúdio que mantinha em sua casa. – Karen? – disse surpreso assim que abriu a porta.

– Oi. Será que eu posso entrar? – a mulher pediu.

– Claro. – deu espaço para ela entrar. – Senta. – apontou o sofá.

– Eu não consegui parar de pensar na confusão que eu causei na sua vida, por isso vim aqui hoje. – ela disse assim que sentaram. – Como ficaram as coisas com a sua namorada? – perguntou.

– Nós terminamos. Na verdade, ela terminou comigo. – contou.

– Nossa! Eu... sinto muito, de verdade. – tocou uma das mãos dele.

– Tudo bem, você não teve culpa. – afastou a mão.

– Se você quiser, eu posso ir com você até ela explicar tudo. – ela se dispôs.

– Não precisa. Não ia mudar nada, e duvido que ela te ouviria. – suspirou.

– Me desculpa, mesmo. Eu não tive a intenção de causar tudo isso.

– Tudo bem, eu sei disso. – sorriu fraco.

– Eu queria muito te ajudar de algum jeito. – Karen afirmou.

– Não tem nada que você possa fazer, mas obrigado mesmo assim. – o ator disse e a mulher assentiu.

– Então, eu vou indo. – ela ficou de pé. – Tchau, Alexandre. – beijou o rosto dele demoradamente, antes de ir embora.


Notas Finais


Karen é uma pessoa muito boa, até tentou ajudar o otp e vcs aí com ranço dela, tadinha kkkkk


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