História Quem é vivo sempre aparece - Capítulo 20


Escrita por: e Chanyeolie_

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lee Ji-eun "IU", Min Yoongi (Suga), Minho Choi, Park Jimin (Jimin), Rosé, Taemin Lee
Tags 2min, Bangtan Boys, Boyslove, Bts, Jikook, Jikook!flex, Jimin, Jimin!bottom, Jimin!top, Jungkook, Jungkook!top, Jungkookbottom!, Kookmin, Minho, Namjin, Romance, Shinee, Taemin, Taeseok, Taeyoonseok, Vhope, Yaoi, Yoonseok
Visualizações 607
Palavras 4.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aaah não sei o que dizer, só sei que nada sei e que boa leitura!

Capítulo 20 - Suit-Up.mp3


A porta foi aberta com desatenção, revelando a bela imagem de um Park dos cabelos castanhos apenas de camisão, que ia até a metade de suas coxas branquinhas e torneadas, Jeongguk engoliu a seco.

— Oi Jimin. — Saudou o maior um pouco — ou muito — envergonhado.

Sejamos sinceros, não é todo dia que se vai procurar morada na casa do ex, principalmente fugindo de sua — atualmente — ex. O Park piscou algumas vezes, tentando arduamente compreender a situação, o que Jeon Jeongguk fazia em sua casa aquela hora da noite?

O menor deixou livre a passagem para que o Jeon entrasse, ele deveria ter saudado de volta? Nem sequer passou por sua cabeça, seu foco atual era descobrir o motivo daquela visita inesperada.

Ambos os morenos caminharam para a sala do apartamento em um silêncio desconfortável, quem deveria falar primeiro? A dúvida reinava no cômodo. Jimin sentou-se no sofá amarelo, pegando o pote de Nutella esquecido no centro de madeira e dando uma colherada generosa, assim levando a boca e se deliciando com o doce.

— O que é essa marca vermelha no seu rosto? — Indagou o menor indiscreto, tirando a colher da boca, quando Jeongguk aproximou-se para sentar-se ao seu lado.

— Levei um tapa. — Foi direto, dando de ombros, ainda ardia, mas o mesmo não diria isso em voz alta, realmente tinha sido uma tapa forte.

— Bem feito. — Falou Jimin risonho, ele não perderia essa chance de zoar com Jeon Jeongguk. — Tô brincando, pode ficar no sofá, vou pegar um gelo.

O menor em pouco tempo surgiu da cozinha, carregado um gelo enrolado em um pano de prato e entregando ao rapaz sentado ainda um pouco reprimido, era estranho, bastante para falar a verdade.

— É estranho né? Tipo, nunca tocamos nesse assunto depois de tanto tempo... Dois anos... —Tentou falar falhamente o Jeon.

— Na verdade, uma vez você me ligou de madrugada. — Confessou o Park, deixando uma risada fraca escapar de seus lábios grossos.

— Sério? — Praticamente esbravejou o Jeon, ele, com toda certeza, não se lembrava disto.

— Sim, você parecia bem alterado, eu não entendi muito o que você disse, e, sinceramente, eu estava morrendo de sono, mas foi engraçado escutar você falar mil coisas nada haver-

— Desculpe. Eu sou muito idiota né? — Interrompeu, escondendo sua cabeça entre as mãos, que vergonhoso!

— Meu idiota favorito. — Murmurou, fazendo com que um clima constrangedor se instala-se na sala.

O ambiente aparentava um pouco mais apertado que o normal, teria o apartamento comprimido? Jimin acreditava que sim. O filme que passava em sua frente não tinha a menor importância, e mesmo que tentasse concentrar-se no televisor — e sabendo que não conseguiria —, já teria perdido boa parte da história, não iria entender completamente nada.

— Eu vou buscar algo para comer, hu? — Avisou Jimin, mas o mesmo precisava respirar um pouco.

Jeongguk voltou a encarar a televisão, também não tinha interesse no filme, sequer tinha conhecimento do que se tratava, o que mesmo aquele cowboy estava fazendo ali?!

O Jeon praguejou baixo, não conseguia manter o foco próximo ao dançarino, era uma missão completamente impossível.

Jimin se esgueirava nos armários, atrás de qualquer besteira que tivesse em seus mantimentos insistentemente. Sentiu um calor irradiar para si vindo por trás, seu olfato é invadido por aquele tão bem conhecido aroma de colônia masculina. Poucos minutos depois sua cintura foi enlaçada, e seu pescoço recebeu um chupão leve. Um gemido arranjado fugiu dos lábios do menor, não estava acostumado com aquele contato, não mais.

Nenhuma palavra fora proferida, os dedos grossos do Jeon deslizaram sobre a macia tez alva do menor, que apenas se contraiu perante o toque, virando-se e encarando o rapaz que possuía um sentimento peculiar nos olhos castanhos. Seus lábios roçaram nos semelhantes do mais novo, antes se receberem o calor dos beiços pressionados, um selinho calmo, os toques eram singelos, não havia nenhuma pressa, eram carinhosos e exploratórios, como dedilhar uma obra de arte, com cuidado para apreciar da forma certa.

O Park apressou-se, não que não estivesse gostando, longe disto, ele apenas queria entrar na jogada dos toques. Ele queria tocar Jeongguk assim como era em si. A blusa do menor rumou para o chão da sala. O dançarino deu início a mais um ósculo, um pouco mais eufórico, impulsionando-se para frente, e grudando mais seu corpo com o do outro rapaz. Não saberia descrever tamanhas sensações que lhe atravessavam, apenas desfrutá-las da melhor forma possível, uma ponta de insegurança atravessou sua mente, porém, a mesma sumiu em meio ao aconchego dos braços do Jeon enroscando em sua cintura mais uma vez. Aos poucos Jimin saia de sua posição anterior, com o mais novo o levantando e deixando sentado em seu colo. Seu pescoço fora abusado com avidez, o marcando com vontade, deixando ali a marca de que tinha dono, somente seu.

Seus cabelos foram engrenhados pelos dedos do dançarino, sem piedade. Seus lábios eram um dos maiores vícios, o sabor doce do chocolate que o dono do apartamento comia antes, sambava em meio ao paladar de ambos. Os dois estariam mentindo caso afirmassem não estarem excitados.

Em certos momentos tudo se tornava um dejá-vu, misturando o passado. Contudo, da mesma forma, era diferente, os toques vinham mais carentes, necessitados, carregados de saudades acumuladas.

— Deixa eu ser o ativo. — Indagou o menor, com uma pequena manhã contida na fala.

— Na próxima, hu? — Barganhou o mais novo, sorrindo ladino ao ver o menor assentir.

O Park repensou todos aqueles atos, era certo? Tão cedo? Não seria precipitado tudo aquilo? Todo aquele envolvimento?

— Não está muito cedo? — Perguntou incerto, talvez realmente fosse, não seria certo…

— Tudo está tarde demais Jimin, tudo era para acontecer há dois anos atrás. — Declarou o mais novo, encarando as orbes castanhas profundas do menor, lhe lançando um leve brilho, como se lacrimejassem.

— Então vamos tirar o atraso.

O tempo não atormentava nenhum dos dois, eles teriam as horas, minutos e segundos, que precisasse. Jeongguk levantou-se vislumbrando seu olhar naquela vista, afirmava dizer que estava a visualizar a imagem do paraíso, passou sua mão direita sobre os cabelos castanhos macios de Jimin, ele era tão lindo, cada detalhe; seu rosto aparentava ser uma porcelana, mas não iria rachar facilmente, era robusta, do mesmo jeito que bem desenhada, seus olhos curvados e puxados, bem delineados, na tonalidade de um castanho profundo, sua tez fina e macia, e os mais rosados e pecaminosos lábios cheinhos, que gritavam por si, e logo aquele pedido foi atendido, sendo tomados com afundo e ferocidade.

O simples roçar de lábios  delicado e sereno foi rapidamente substituído por um ósculo sagaz e luxuoso, a língua do menor foi a primeira a pedir passagem, e explorar toda aquela cavidade quente e úmida, com sabor de Nutella, se chocando com o sabor de balinha de menta de sua boca — tal balinha que o Jeon tinha chupado há um tempo atrás. Para felicidade de ambos, os dentes não se bateram desajeitados — o que causaria grande vergonha para ambos— e sim, atacaram os beiços um dos outros, mordiscando e chupando com vontade, e a cada mordiscada um arfar entre o ósculo, um grunhido arrastado, um gemido contido. A língua do maior deixou aqueles lábios tão perfeitos para descer chupões, marcando aquela pele imaculada, enquanto sentia a lateral de seus braços ser apertada nervosamente, fazia tanto tempo, mas nenhum dos dois aparentavam estar enferrujados. Ele não queria que o parceiro estivesse nervoso, pensando nisso, mexia sua mão envolta do falo levemente sobre a boxer preta, vendo-o diminuir o aperto e lamuriar por mais e recebendo mais carícias naquela região de bom grado.

Sua saliva sujava o maxilar do menor necessitado, Jimin estava para enlouquecer somente com aqueles toque, ele precisava de mais, ele queria explorar o corpo do Jeon como se fosse a primeira vez, vislumbrar seu olhar naquele corpo, quem sabe, aniquilar a saudade. Passou suas pernas ao redor da cintura do Jeon, que de início ficou surpreso, porém logo sorriu de lado, ele estava se soltando, Jeongguk queria seu Jimin de anos atrás. O mais alto segurou a cintura do menor com desejo, afundando seus dedos na carne macia e formando vergões, agradando-se ao ver o mais velho circular seu pescoço com seus braços, se aproximando e escondendo sua face em seu ombro.

— Jimin-ah, vamos devagar, hu? — Pediu calmo, desvinculando uma de suas mãos antes presas a cintura, e a passando naquela face, a conduzindo para sua frente, parando um minuto, em meio aquela bagunça de sentimentos.

O maior carregou o amigo até a cama de solteiro, no quarto do Park, o deixando sentado bem ali. Ainda nervoso, Jimin foi deitando seu corpo sobre a capa sendo empurrando pelo Jeon que o encarava fervoroso. Assim que deitados, com o menor sob si, sentiram os membros eretos se chocarem, o mais novo estava duro, tão quanto ele, porém, o Park estava irritado com tanta roupa, elas não eram necessárias, nem um pouco, por isso, de maneira sagaz e ousada, empurrou com seus pés aquela calça jeans azul escura.

— Quer ver o que tem por baixo? —Indagou sacana, sorrindo ao ver o outro assentir, sentido uma fisgada em seu membro, estava com muita tesão, seu pênis sentia-se sufocado com o aperto da calça e da boxer, precisava de aliviar urgentemente, mas era um garoto com muita, mas muita, paciência.

O Jeon aproveitou a oportunidade para desabotoar sua calça, deixando livres para que os pés do menor agirem, em um movimento rápido sua calça — junto a sua boxer — foi para batata de sua perna, acastanhado ofegou alto, e o menor arfou ao ver o pênis do mais novo, fazia tanto tempo que tinham provado daquele prazer, daqueles toques, do corpo um do outro, no momento uma mistura de saudade e desejo fazia-se presente.

Em meio a esses pensamentos teve sua blusa arrancada, e nem notou a recente nudez do amigo. Quando percebeu, derreteu-se por inteiro abaixo dele.

Aquela tez levemente alva, os gominhos daquele abdômen bem sarado, ainda como antigamente, provavelmente Jeon continuava indo a academia, aquelas coxas bem torneadas, davam vontade de morder, apertar, marcar por inteira. Antes de se perder em seu transe sobre como Jeon Jeongguk era um o caminho inteiro  do mal caminho, sentiu sua intimidade ser friccionada novamente, gemeu manhoso, vendo o Jeon que o encarava necessitado e sedutor. Aquele jovem era a mistura perfeita do sexy, fofo e charmoso que poderia existir.

— Ggukie... — Ditou em tom de pergunta, escutando um “hm” como resposta. — Deixa eu te pagar um boquete? — Pediu, contraindo seus olhos com um aegyo pedinte. O acastanhado nunca iria lhe negar nada, nunca tinha conseguido dizer não ao seu amigo. Mas que seria uma cena um tanto interessante, Jeongguk não negaria, nunquinha mesmo.

Jimin se animou, trocando de posições. Conduziu Jeongguk a se sentar no colchão, se ajoelhando no chão, apreciou com suas mãos — ainda trêmulas— aquelas coxas, deixando sua mão esquerda repousar na lateral de uma das coxas. Começou lambendo aquela cabeça rosada, passando seu membro aveludado sobre a fenda, rodeando com a ponta da língua lentamente, e a envolvendo, escutando em resposta um resmungo arrastado. Sugou lentamente o pênis do acastanhado, descendo os lábios em uma velocidade média, cada vez mais engolindo aquele falo, temendo se engasgar, sua mão direita na base do membro, com maestria o masturbando, intensificando os seus movimentos, tornando-os mais rápidos e enlouquecedores, seus olhos lacrimejaram quando o pau batia batia no final de sua garganta. Os cabelos do menor foram puxados com certa força pelo Jeon, que conduzia as investidas para mais velozes. Jeongguk gemia o nome do amigo com sua voz grave rasgada, sem nenhum pudor, denunciando o tamanho prazer que sentia, aquilo sim era um boquete que qualidade. O maior se sentia contrair, sequer ligando em acabar a brincadeira, queria era gozar, expelindo todo aquele prazer de uma vez na boquinha de Jimin e vê-lo engolir seu líquido viscoso quente todinho descendo por sua garganta.

O dançarino encerrou seus movimentos, com sua mão esquerda limpando os resquícios de lágrimas nos cantos de seus olhos e em seguida a saliva que tinha sujado seus lábios rosados, lambendo seus dedos em seguida, aquele com certeza não era o mesmo Park Jimin, seu ex, mas não era como se Jeongguk não estivesse gostando. O dançarino levantou-se do chão, com ousadia sentando no colo do rapaz, depositando cada coxa sua de um lado, em seguida sentado nas coxas do mais novo que apenas observava tudo mordendo o lábio inferior com força.

— Ah… lubrificante? Você tem? — Perguntou meio perdido, não queria machucá-lo, sabia que iria doer pela falta do uso. Temeu ao vê-lo negar. — E camisinha? — como Jimin não possuía essas coisas em casa?! Ele não tinha uma vida sexual ativa com a namorada? Provavelmente não, pesou o Jeon.

— Não tem problema, eu confio. — Confessou o abraçando, o Park realmente confiava, mesmo depois de tantos acontecimentos, depois de todas as suas lágrimas que trilharam seu rosto, recebimentos e mágoas cultivadas com o tempo, Jimin confiava. E isso fez com que algo explodisse dentro do peito do mais novo, não era uma simples declaração, era algo tremendamente especial.  

— Lambe. — Decretou Jeongguk lhe apontando seus três dedos. e vendo-o abocanhar seus dígitos de forma sexy. O Park lambeu com afinco, aproveitando para atiçar o amigo dando leve reboladas sobre seu pau ereto e, muito, mas muito necessitado.

Em movimentos calmos, Jimin se ajeitou no colo do maior, sentido a retirada dos dígitos de sua cavidade bucal, a saliva que sobrara escorrendo escorrendo pelo canto de suas bocas, e sendo limpo pela língua sacana do menor. Os dedos do Jeon foram a sua entrada, sabendo o que viria, o rosado empinou sua bunda saliente sobre eles, e concentrou-se em relaxar, tentando não tensionar nenhum músculo seu, o que deixou o maior mais calmo. O primeiro dígito invadiu temeroso, Jimin engoliu a seco, era um corpo estranho dentro de si, o incomodava, principalmente quando se mexia, entrando e saindo de dentro de si, enquanto ofegava mais e mais com cada movimento realizado, aos poucos se acostumava com aquela presença, e o segundo veio de surpresa, fazendo-o tensionar todos os seus músculos, sua entrada comprimiu perante aquele desconhecido. Respirou fundo, sentindo um carinho singelo na parte interna de sua coxa, o fazendo estremecer mais. Faziam muitos anos que tinha usado aquela parte enfoque, estava desacostumado.

Um misto de sensações invadiram seu corpo, o jovem não sabia o que sentir,  a dor que rasgava, o incômodo, ou a vontade louca de rebolar sobre aqueles dígitos, ou que eles se movimentassem dentro de si.  Seu pescoço foi o próximo alvo dos lábios do Jeon, enquanto sua outra mão, ainda desocupada, partiu para o ralo do menor, o masturbando lentamente, assim tentando o distrair, o que, felizmente, estava a acontecer. Em movimentos lentos, mexendo seu quadril, com a bunda empinada, afundava naqueles dígitos grossos e molhados com sua saliva, de vez em quando realizava uns movimentos diferentes, causando em si arfares rasgados de sua garganta. O terceiro dígito somente aumentou aquelas sensações enlouquecedoras, e mais um gemido contido tentou escapar de seus lábios desesperados.

— Eu quero escutar, Jimin, geme, hu? — Pediu o moreno em meio a um sussurro, após apartar os chupões, no ouvido do menor, que se arrepiou por inteiro com o hálito quente entrando em choque com sua tez fina.

Os movimentos perante aqueles dedos iam se tornando cada vez mais sagazes, ousados, Jimin queria mais, e o Jeon já notava isto. Não demorou muito para que os dígitos fossem retirados com calma de sua entrada, deixando Jimin frustrado com o ato. O moreno segurou sua cintura, pronto para trocar de posições, entretanto, foi e pedido pelo menor que estancou o movimento com sua mão direita, deixando o outro jovem surpreso e duvidoso. Ele não queria mais? Estava com medo? Não estava gostando?
Quando Jeongguk abriu seus lábios para proferir algo, deliciou sua visão com Jimin ficando de quatro e empinando para si, lhe lançando um olhar de ordem para ir para perto de si, lhe dominar,  claro que o que recebeu a ordem muito bem e logo se pôs onde fora chamado. O fotógrafo estava duro feito pedra, e agora seria sua chance de se aliviar. Penetrou devagar, só com a cabeça Park arfava alto, o Jeon ponderou em começar a estocar, esperando mais um pouco, queria abusar daquela entradinha com pressa, era quente, ele se derretia e se deliciava ali dentro, pressionava seu falo necessitado, a sensação era mais que perfeita estar ali dentro. As estocavam deram início um tempo tempo depois quando o loirinho começou a rebolar e pedir manhoso por mais.

Jeongguk estava frustrado, ainda não tinha achado a próstata do menor que gemia alto ainda com a dor, ele sabia que a dor iria diminuir com o achar daquele lugarzinho em especial, por impulso estocou forte e fundo escutando um gemido sôfrego e alto do menor que ia às alturas, era ali, finalmente ele havia achado o ponto doce do baixinho, dentro de si soltava fogos de artifício, agora ele poderia proporcionar prazer para os dois, estocando com força e gemendo rouco, os corpos se chocavam com pressa e robustez, Jimin não conseguia discernir mais nada, havia se perdido em tamanho prazer misturado com aquela pontada de dor por ser invadido, ele queria se virar para poder ver a face de prazer do outro que soltava seus gemidos roucos como harmonia. O menor aproveitou para bombear seu próprio membro esquecido, aumentando seu prazer ao extremo.

Uma tapa marota foi depositada no bunda vermelha do Park que arfou alto com o ato inesperado, o loiro segurou a mão do maior que estava sobre a mesa a apertando com força o que fez Jeongguk cessar as estocadas e virar a face para o menor, conferindo se estava tudo bem.

Nesse minuto, o mais alto se parabenizou por ter feito isso, agora desfrutava da face deleitosa do Park gemendo seu nome, e ofegando rápido e alto, prestes a ser consumidos por ferozes espasmos o fazendo esticar até a pontinha do pé.

— Eu te amo, Jimin. — Declarou sôfrego enquanto sentia o corpo esguio do menor derreter em seus braços.

O gozo branco sujou a mão do menor, seu interior era preenchido pelo líquido quente viscoso, praticamente caindo sobre a cama.  O Jeon dedilhou o rosto do menor, depositando uma carícia em sua bochecha esquerda e o puxando para o seu peito que subia e descia desenfreado.

— Também te amo, Jeongguk. — Sussurrou Jimin cansado, mesmo sujos, estavam cansados demais para se levantar, talvez dormir só uma meia horinha antes do banho, ou talvez um segundo round no chuveiro.

-x-

— Yoonie… você ficou lindo! — Berrou o Kim mais novo, dando leve pulinhos do chão animado.

Finalmente teria conseguido fazer o Min mudar a cor de suas madeixas, agora castanhas escuras, contrastando bem com seu olhar monótono de sempre, mas que guardava mil e uma histórias.

— Vocês são muito melosos. — Declarou Namjoon, bufando logo que em seguida, precisava de tanta melosidade? Bem na frente deles?!

— Falou o casal açúcar do grupo. — Interferiu o Jung risonho, verdades sejam ditas.

O clima estava ameno, todos os cinco estavam encolhidos em seus casacos finos e calças jeans, ninguém realmente havia se trajado bem para estar ali, apenas foram, como sempre faziam. 

— Por que eu aceitei sair com vocês mesmo? — Perguntou retoricamente para si mesmo, apenas para irritar o trio 'deboche’ que fazia questão de pegar no seu pé.

— Porque nós vamos ver as estrelas. — Respondeu o Kim menor, mesmo sabendo que não precisava responder. — Agora eu vou indo, tenham uma boa noite.

Todos os cinco haviam programado de ir ver as estrelas, aparentava ser algo besta, porém, era algo especial de todos, eles sempre faziam isso quando tinham tempo, no pouco tempo que tinham realmente se conhecido. Preparavam alguns lanches, ou até mesmo compravam em algum fast food,

— Para onde você vai Tae?

Nenhum deles havia planejado isso, nem mesmo nas outras vindas, sempre se deitavam no gramado e observavam o céu estrelado.

— Para mais perto do céu. — Ditou, apontando para uma laje feita para uma caixa d'água em cima de uma laje, consideravelmente alto.

— É perigoso. — Avisou o Min, não queria que o namorado se machucasse, não como se ele realmente fosse cair, mas era perigoso de qualquer forma.

— Vamos, hyung… vai ser legal!

Yoongi suspirou desistente seguindo o parceiro e sendo seguido logo em seguida por um Jung que dava de ombros, seria legal, ver as tudo aquilo mais próximo do céu.

— Tenham cuidado. — Alertou Namjoon, voltando a abraçar o namorado pelas costas, aninhando naquele aconchego quentinho.

O maior deslizava a ponta de seu nariz sobre o pescoço sensível do namorado, que grunhia com o toque em sua pele fina e alva.

— Jin. — Chamou, escutando um pequeno “hm” dito como resposta. — Você está vendo aquela estrela? — Indagou apontando para um pontinho distante.

O menor assentiu, era um tanto pequena, talvez estivesse morta, ou apenas muito distante, contudo, ainda brilhava, pontilhado o céu escuro daquela noite marcante.

— O brilho dela é como meu amor por você, mesmo que eu morra, sempre estarei brilhando para você. — Ditou profundo, afundando mais seu rosto na curva do pescoço do namorado.

SeokJin estremeceu naquele contato, esse não era um tema muito bom para se conversar, não era algo que queria pensar, em sua mente estava fixado que o taxista sempre estaria consigo, não importa onde, não importa o que.

— Não fala essas coisas Joonie! — Reclamou SeokJin, deixando uma boa tapa no braço do namorado para que ele deixa-se dessas leseiras e pensamentos sem graça.

NamJoon soltou uma risada fraca, apertando mais forte o corpo do parceiro em seus braços, ele não iria morrer, ainda viveria anos e anos afins. Somente desejava mostrar para seu amado que era seu por uma eternidade.

-x-

— Aqui é muito alto! — Esbravejou Taehyung animado, abrindo seus braços para sentir a brisa fria o atravessar.

O rapaz sentia-se livre como um passarinho, com certeza teria valido a pena subir ali. Adorava sentir a adrenalina cortando sua veias, ativando seu cérebro, o fazendo sentir-se vivo como era, era extremamente empolgante!

— Cuidado, amor. — Falou o Jung, enlaçando a cintura do namorado por trás por alguns segundos, mas logo o soltando para sentar-se, estava cansado do dia massante de treino que havia tido, sem quase nenhuma pausa.

Yoongi sentou-se na laje da caixa d'água, raspando as palmas da mão no cimento áspero em silêncio, apenas se reservando a observar.

— Vocês são os carinhos da minha vida, não sei o que seria de mim sem vocês. — Ditou o Jung orgulhoso por ter os dois ali ao seu lado.

— Olha, o Jimin veio com Jeongguk. — Praticamente berrou Taehyung empolgado com o que teria acabado de ver.

— Eu não sabia que eles vinham. —Yoongi ditou desentendido, ainda sentado, não tinha pressa para ver. Hoseok assentiu consigo.

Taehyung aproximou-se mais da beirada da laje, para enxergar melhor o casal longe de si com mais precisão.

Jimin segurava a mão do Jeon, nitidamente nervoso e envergonhado, sua outra mão era esfregada em sua calça jeans de lavagem escura, provavelmente tentando limpar o suor que transpirava. Ninguém poderia negar, eles formavam um belo casal, mesmo perante as suas dificuldades e falhas. 

O Kim mais novo não queira acreditar no que via, estava tão feliz! Finalmente ambos, aparentemente, estariam se resolvendo, isso era de se aquecer o coração.

— Taehyung! — Gritou o Min, correndo em sua direção, afinal, o que estava acontecendo?

O Kim despencou do lugar onde estava, cedendo ao peso da gravidade sobre si. Nem ao menos conseguiu gritar, seu corpo havia congelado, seus olhos viraram-se em direção aos dois namorados que estavam apáticos, gritando por si. Sentiu o impacto em suas costas, deixando tudo ruir para o escuro e a dor o levar.

Todos que estavam próximos tornaram o olhar para onde o estrondo ressonava, assustando-se ao ver o jovem estirado no chão.

— Liguem para uma ambulância, agora!


Notas Finais


Esse Lemon foi baseado em Suit Up de início, mas então eu acabei mudando e afins e tals... Sorry a demora para trazer a atualização, respondi alguns comentários, aliás, obrigada pelos comentários de coração, amo muito eles <3 cada um, leio com muita felicidade e respondo com muito carinho. Um Xero no cangote, até o próximo capítulo!


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