História Quem é Você, Nathaniel? - Nathaniel - Capítulo 47


Escrita por:

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Ambre, Castiel, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais
Tags Amor Doce, Drama, Nathaniel, Sweet Amoris, Tragedia
Visualizações 170
Palavras 2.204
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sim, eu sei. Estou atrasada e devo explicações a vocês, contudo, me resumirei, estou tendo problemas pessoais, quem é mais próximo de mim, sabe. Desculpe se pareço ingrata ou indiferente, mas essa semana está sendo difícil, e peço compreensão de vocês.
Boa leitura.

Capítulo 47 - De Coração


Fanfic / Fanfiction Quem é Você, Nathaniel? - Nathaniel - Capítulo 47 - De Coração

No Capítulo Anterior:

-Enfim, não posso ficar chorando pelo leite derramado, ele está “atacando” há muito tempo, está na minha vez.

-Isso! Emma também está no caso? .

-Nesse não, quero que ela se entregue totalmente ao assassinato de Eduard.

-Depois te tanto tempo, pensei que o senhor havia abandonado o caso.

-... Sei que ela só descansará totalmente, só poderá “enterrar” isso, ter o fim do luto... Quando eu conseguir resolver esse caso. Em outras palavras... Para eu conseguir ter uma vida ampla com ela... Terei que tirá-lo dela.

 

De Coração

 

-Isso não é verdade, o senhor sabe disso.

-Como? .

O mesmo virou-se a ela.

-O senhor já a tem, isso é evidente, mesmo que Eduard ainda permaneça em alguns pensamentos, ele sempre permanecerá. Não tem como apagar isso.

-Ah... Eu sei.

-Eu sei o que eu digo, Nathaniel. Vocês dois foram feitos um para o outro.

Nath olhou-a nos olhos, e sorriu.

-Obrigado, Ciranda.

-Por nada, irei buscar suas fatias ou metade do bolo.

-Ei, espera. Eu... Eu queria te perguntar... Você está melhor? Quase não estou conseguindo ter tempo para você... .

O loiro esticou os lábios, meio envergonhado.

-Ah... Sim, um passo de cada vez, certo? .

-Sim... Os médicos te ajudaram? .

-Sim, bastante. Com licença.

Cortando o assunto, partiu. Nathaniel suspirou vendo que ainda não estava tão bem assim. Girando de volta para sua tela, percebeu mais uma tentativa do Hacker o hackear. Rodando os olhos achando isso brincadeira de criança, o mandou um presentinho, um vírus tão mortal que quebraria qualquer barreira de proteção.

-Espero que isso o faça parar, realmente não quero te destruir, você tem potencial, mas não comigo.

*Click*

-Hã? .

Aparecendo uma mensagem direta, Nath arregalou os olhos, surpreso. Seria o Hacker? Como ele conseguiu o ID? E mais, como passou por todas as travas, as mesmas dificultavam e ocultavam a rede de Nathaniel.

Receoso, aceitou a mensagem, colocava fé na sua proteção, embora... Tenha falhado agora.

“Você corre perigo”

Apenas isso. A mensagem era reta e direta. Os olhos atentos e confusos do nosso loiro faziam sua mente borbulhar mil respostas:

N: Como assim? Como conseguiu comunicar-se comigo diretamente? .

Hacker: Muita calma, caro detetive. Já era previsto que reagiria de tal forma, afinal, você é um dos caras mais difíceis de encontrar, mas não se preocupe, não sou sua ameaça.

Pensativo, Nathaniel realmente cogitava em continuar ou não.

Hacker: Todavia, foi bem complicada essa feita, posso dizer que estou orgulhoso de mim, sou demais! .

Sem nenhuma pontada de alteração, Nathaniel se posicionou para continuar, optou por isso.

N: Já que está tão orgulhoso, poderia me contar como conseguiu? .

Hacker: Não. Isso seria disparar um tiro no meu pé, você se precaverá depois, prefiro assim.

Nath bufou.

N: Eu corro perigo de quê? De quem? E como sabe disso? .

Hacker: Muitas perguntas, não? Por hora, ficará apenas com a minha linda presença. Quando eu quiser, te darei mais informações. Bye, bye, senhor “N”. Prazer, “A”.

*Alteração de nome “Hacker” para “A”*

* “A” Offline*

-Maldição! .

Socando a mesa com toda rigidez, xingou alto com essa nova. “N”, aquele que ninguém nunca viu e respeita ter que se submeter a esperar a bondade de um simples Hacker? Bem, de “simples” ele não tem nada, pensou Nathaniel.

Coçando o rosto, não lhe restou muito que fazer, a não ser, estudar tudo que conseguiu desse Hacker, aliás, de “A”.

-“A”? Hm... . Emma, envie agora um arquivo catalogado da pasta: Pessoal.

-Sim, senhor.

Respondendo de sua sala, sua voz saía em perfeita audição pela caixa de som.

Brilhando o arquivo na mesma tela, ficou por cima de outros já abertos.

-Hm... Chegaria você tão longe assim? .

Olhando bem para foto, com um jeito curioso no olhar, Nath perguntou, quase sorrindo de pura emoção.

-Vamos ver o quanto você consegue brincar comigo, melhor dizendo, o quanto você consegue jogar comigo... Armin.

 

Concluindo algumas horas, Ellie chegou possuindo algumas sacolas.

-Cheguei.

-Ah, tudo bem? .

Entrando, logo Nathaniel se levantou e foi até a mesma, prontamente. Num ato de cavalheirismo, tomou para si as sacolas, não pareciam pesadas, mas Ellie queria descanso.

-Obrigado, amor.

Trocando um beijo rápido, a ruiva desabou na poltrona recém usada, Nath sorriu confirmando que ela gostava mesmo do seu “trono”.

-Tudo bem por aqui? .

-Ah, sim. Tive algumas surpresas.

-É? Quais.

-Ah, deixa, tenho algo mais importante para te mostrar.

Ficando ao seu lado, deu um simples clique no teclado, fazendo assim, iluminar a imensa tela com uma fixa.

-Hã? .

Nessa fixa, possuía todas as informações relevantes, sobretudo uma foto. Tal documento era valioso, e seu titulado era conhecido.

-Você o conhece, certo? .

Escorado no seu balcão, Nath cruzou os braços, fitando-a sério.

-... Sim, era um dos superiores de Eduard. Eu já fui a sua casa, ele nos convidou uma ou duas vezes para um jantar de negócios.

-Ótimo.

Nath anotou em seu tablet.

-Mas... Não vai me dizer o que está acontecendo? Por que está me mostrando isso? Marco tem algum envolvimento no caso de Eduard? .

Nath ergueu a sobrancelha olhando-a em resposta, estava óbvio que sim.

-... Oh... Em outros tempos eu ficaria em negação, mas... Depois de tudo que presenciei aqui... Não duvido de mais nada.

-Não se preocupe, amor. É apenas uma suspeita.

Agora foi Ellie que o olhou atravessado.

-Você sabe que para você não é apenas uma suspeita, se a fixa dele está em sua mesa, é claro que você tem mais intenções! .

-Você aprende rápido.

Nath sorriu orgulhoso.

-Não sorria! Ele é um colega de empresa, Nathaniel! Não quero ter mais uma decepção! .

-Desculpe, Ellie. Mas todos são suspeitos, que isso fique bem claro. Não irei esquecê-lo unicamente porque vivia mais próximo de vocês, o contrário, ele tem ainda mais chances de culpa.

Ellie abaixou o rosto, aborrecida. Não queria mais traições, contudo... Isso parece ser comum agora.

-Não fique assim, por favor.

-Não, tudo bem. Um dia terei que aprender. Vou trocar de roupa, meus pés estão me matando.

-Ah... Sim... .

Sendo ríspida, tratou-se de partir sem grande cerimônia. Nathaniel suspirou e pôde voltar para sua poltrona.

 

Em seu quarto, sentada em sua cama, a ruiva passara as mãos nos fios, pensativa. Um pressentimento ruim a cobria, só queria saber o significado e da onde vinha.

De noite, estando ambos dormindo, a madrugada se tratava de se rechear de surpresas. Abraçando-a por trás, Nath dormia tranquilamente, mas Ellie não. Algo apertava seu peito, e não era seu loiro. O mesmo pressentimento ruim voltara inflando seu coração.

Abrindo os olhos, lágrimas saíam sem explicação, até ouvir passos rápidos se aproximarem, vindos do corredor.

*Toc!* Toc!*

-Senhor Nathaniel! Senhor Nathaniel! .

-Huh... Huuunh... .

Entregue no sono, o mesmo apenas gemeu em resposta. Ellie, já total em desperto, levantou-se. Nessa noite, não foi necessário se despir por completo, arrumando seu roupão, ajeitou sua franja e abriu.

-O que houve, Emma? .

-Oh, Ellie... Érr... .

-O que foi? Está pálida.

Sem jeito e com pressa em dar a notícia, Emma preferiu cortar logo pela raiz.

-Nasceu, senhora. O filho de Charlotte nasceu.

Arregalando os olhos, ficou paralisada, encarando-a.

-Senhora? .

-... Ah... Nathaniel... .

Ainda atônita, chamou-o.

-... Huh... Eu... .

Em dois tons mais baixo que o comum, respondeu sentando-se ou tentando.

-Que foi? .

Bocejando e coçando os olhos, foi até elas, sentindo o recente frio do piso.

-Senhor, precisa despertar.

Pondo as mãos nas bochechas dele, apertou seu rosto em prol de acordar.

-Tô... Destar... Do... Diga... .

-Seu filho nasceu.

-... HÃ? .

Sendo um balde de água fria, olhou-a não crendo.

-Como? Já? .

-Sim, ele nasceu prematuro, precisa ir se juntar aos médicos, eles te informarão melhor.

-Ah... Sim, sim. Estou indo.

Não fechando a porta, correu para se vestir, só precisava mesmo de uma calça, o resto já tinha. Ainda mergulhada em pensamentos, Ellie respirou fundo descobrindo o motivo para seu peito ter se comprimido tanto.

-Você está bem, Ellie? .

Emma perguntou percebendo.

-Ah... Eu... Eu achava que ficaria pior, mas... Até que estou tranquila... Agora.

Olhando nos olhos, disse pausadamente, pondo ordem dentro de si.

-Pronto, Emma. Podemos ir. Virá comigo, amor? .

-... .

-Ellie.

-Não, vão os dois, depois vou.

Esticando os lábios, preocupado, beijou-a rapidamente na testa, e partiram. Voltando, sentou na cama, sem nada a dizer, nem para seu próprio ser. De toda forma, já estava se preparando para isso, não haveria como fugir, aceitar era tudo que poderia fazer.

Pondo a unha do polegar nos dentes, fechou os olhos entrando num universo controlado unicamente por ela. Em meios seus confusos e desequilibrados pensamentos, um fio de luz a fez perceber:

-... Eu sou forte o suficiente, eu posso com isso.

Sorrindo, soltou o ar, um pouco mais aliviada. Prometeu que não se abalaria, e não irá! .

 

De manhã, nem Nath, nem Emma haviam voltado. Sem o que fazer, seguiu para cozinha com esperança de Ciranda estar. Bingo.

-Opa. Bom dia, Ellie.

-Oi, Cih. Como está? .

Desanimada, sentou à mesa.

-Ah... Estou indo e você? .

-... Estou indo... .

Sem nada a contribuir, a cozinheira, que secava um prato nesse exato momento, se calou. Ellie olhou-a recheada de pensamentos, mas zerada de palavras.

-... Bem... Eles ainda não me deram nenhuma notícia, mas imagino que tudo está bem por lá.

-Por quê? .

-Ah... Notícia ruim chega rápido.

Com um fraco sorriso, disse. Ellie concordou balançando a cabeça, pondo fé nisso.

-... Ellie, como você está? .

-Ah... Ah! Não se preocupe, estou melhor do que pensei, acho que... De tanto eu rebater isso... Acho que alto me preparei.

-Isso é bom, Ellie.

-Sim, creio que sim.

-Eu... Eu acho que esse bebezinho será uma benção, essa casa precisa mesmo de uma criança correndo com nariz escorrendo e batendo a cabeça em todas as quinas existentes.

Ellie sorriu largamente.

-Sim... Isso o deixará feliz.

-Nathaniel? .

-Sim... Nathaniel é bem protetor, fora que está acostumado a cuidar dos outros.

-Hm... Isso me lembra uma coisa, eu devia avisar senhora Ambre.

-Ah! Sim, é verdade! .

-Hu, hu, ela ficará louca.

Ciranda sorriu indo telefonar.

 

Depois de alguns minutos, Ambre estava à mesa, papeando juntamente.

-Só espero que o bebezinho venha com saúde, querendo ou não, é meu sobrinho. 

Ellisabete lhe entregou um sorriso gentil. Puxando uma cadeira para si, Ciranda dedicou à atenção na ruiva, e sentou.

-Você deve estar mais aliviada, não é? .

-Hã? .

Sem entender, olhou-a com uma sobrancelha arqueada.

-Bem... Você agora tem um ser para criar e chamar de seu.

-... .

Arrepiada, não queria pensar dessa forma, não era seu, era de Charlotte.

-Ah, não diga isso.

Retrucando, olhou para o nada, tristemente.

-Isso é verdade, Ellie. Charlotte irá presa! Você e meu irmão irão cuidar do neném.

Tão animada em concordância com Cih, Ambre tocou-a, levemente, querendo chamar sua atenção.

Piscando a pensar de olho em Ambre, o que elas disseram poderia fazer sentido para ambas, mas para ela em questão, era algo bem indiferente.

-Pensa bem, Ellie. Isso matará todas as suas angústias.

-Q-quê? .

-Ciranda tem razão! Você não pode ter filhos, e agora a vida lhe deu um. Você não vai deixar Nathaniel “sozinho” nisso, certo? .

-Eu... Eu...

-Apenas pense! Essa “tragédia” unirá vocês dois ainda mais, e, além disso... Todas nós sabemos que você não conseguirá não se aproximar.

-Por que diz isso? .

-Ah, fala sério! Seu maior sonho é ter um filho, e agora você tem, não é seu de sangue, mas pode ser de coração.

Corando enchendo os olhos, seus lábios tremiam só de pensar nessa possibilidade. Será que a vida tratou de dar um ponto final? Trazer para si esse pequeno ser.

*Triiim! Triiim! *

-Ui! Deve ser eles! .

Num pulo, Ciranda correu para atender.

-Alô? Ciranda falando... Ah! Emma! É a Emma! .

Ficando de pé as duas, Ellie e Ambre se aproximaram, animadas.

-Diga, diga, diga! Ahãm... Sim... OH! Menino? É MENINO! AAAAA! .

-AAAAA! .

Ambre compartilhou um pouco mais de sua animação, e pulou gritando também, Ellie um tanto assustada, sentiu seu coração disparar.

-Mas por que demoraram tanto, Emma? Estávamos aqui angustiadas! Senhora Ambre também se encontra.

-E meu irmão?! Como está o bebê?! Dá-me aqui, Ciranda! .

-Ei.

Tomando o aparelho, quase arrebentou o fio do telefone.

-Oh! Sim, sim.

-Fale, senhora Ambre! .

-Ah, tá! Nath tá bem, a broaca também! .

-E o bebezinho? Ficará internado? .

-Espera. Emma, meu sobrinho ficará internado? ... Hm... Okay.

-E aí? .

Ciranda dava pulinhos, suando. Ellie sorria com a cena, até parecia o último capítulo da novela.

-Ele terá que ficar, mas Nathaniel o trará para cá, aqui ele receberá toda assistência.

-Oh... .

-Quer falar com Nath, Ellie? .

Apontando o aparelho, Ellie ficou sem ação.

-Eu... Okay, quero.

-Emma, passe pro meu irmão, Ellie vai estar na linha agora... Okay, tchau. Toma.

-Obrigada... Nath? .

Tremendo um pouco, o simples ato se segurar o telefone parecia ser uma missão impossível, contudo tudo se acalmou com a doce e emocionada voz que emanou da outra linha:

-... E-eu sou pai, Ellie.


Notas Finais


Lá, lá, lá, quem aí apostou suas fichas no Armin? Ninguém né kkk tsé, tsé!
Enfim, não sei que conseguirei publicar outro Cap nessa msm senama, sei que estou defendo, mas pago quando puder, se eu conseguir, bem, senão... Gomem <3
*Desculpem os erros
*Cometem para Tia Lisa


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...