História Quem muito atiça... - Capítulo 11


Escrita por: e weirdoll

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Doyoung, Jaehyun, Johnny, Taeil, Taeyong, Ten
Tags Candytoys, Doil, Jaehyun, Jaeyong, Nct, Taeyong
Visualizações 300
Palavras 2.185
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, amorzinhos! Nossa, faz um tempo que não falo com vocês q

Estamos aqui (não nos joguem a chinela) com uma atualização fresquinha! Primeiro de tudo nós queríamos agradecer aos que nos deram força e incentivo para continuar com a fanfic mesmo com tantos contratempos, sério, muito obrigada. É uma boa saber que continuarão conosco.

Enfim, enfim~ sei que vocês nem querem ler isso daqui djdjsj

Tenham uma boa leitura!

Capítulo 11 - As coisas não se resumem ao colégio


 

 

 

 

Taeil afundou as mãos nos bolsos da calça enquanto esperava ansioso. Havia marcado de encontrar com Dongyoung perto da estação de metrô para darem uma volta, era fim de semana e nada melhor do que se divertir um pouco. Até porque não adiantaria nada estudar tanto e não tirar um tempo para descansar, ficar aficionado com algo nunca era bom.

E Dongyoung não ficava atrás, tão ansioso que nem a respiração estava em sua normalidade. Aquele tipo de passeio era raro, pois o mais velho vivia estudando e não era todos os dias que seus pais lhe liberavam para sair.

Sem contar que o frio na barriga sempre estava ali quando se tratava de do mais velho.

Um sorriso suave surgiu nos lábios de Taeil quando viu o outro se aproximar, ao que fez o mesmo.

— Oi. — Tocou os cabelos bonitos, bagunçando um pouco os fios. — Tem um lugar ali que vende milk-shake, o que acha?

— Oi, hyung. — Fechou um dos olhos com o carinho. Queria cumprimentá-lo com um beijo como sempre fazia no colégio, mas ali fora só podiam ser bons amigos. — Eu gosto de milk-shake. — Sorriu.

— Então escolhi o lugar certo. — Sorriu de volta, o puxando gentilmente por um dos pulsos.

A região sempre ficava um pouco mais cheio do que o normal por ser no centro, mas em nada seu plano era continuar ali. Queria ficar confortável com o mais novo, como faziam no colégio, só que sem toda a pressão de ficarem se contendo a horários.

Entrou na fila e fez os pedidos, pagando logo depois. Não demoraria muito, apesar da quantidade de pessoas ali.

— Você fica ainda mais bonito sem o uniforme. — Comentou baixo, rindo das bochechas rosadas. — Apesar de gravatas combinarem contigo.

— Acha mesmo, hyung?

Olhou para as próprias roupas, sentindo-se um pouco mais confiante devido ao elogio. Demorou quase uma hora para decidir qual roupa usaria no passeio porque queria ficar bonito para encontrá-lo e aquilo soava de longe uma baboseira.

Gostava tanto de Taeil.

No entanto, a relação que tinham não era clara. Gostavam de ficar juntos, também tinham os beijos e as confissões. E nunca mais tinha visto o mais velho se envolver com mais ninguém.

— Tenho certeza. — Concordou em um sorriso.

Dongyoung era um garoto bonito e fofo, as expressões que lhe mostrava quando estavam sozinhos e a maneira como parecia abaixar a guarda era o que o tornavam especial. Porque não o imaginava sendo assim com os outros, mesmo com o garoto com quem sempre o via junto.

Estaria exagerando demais?

Assim que pegaram os milk-shakes achou melhor saírem de toda aquela confusão e multidão de pessoas, afinal sempre se davam melhor sozinhos, além de ser confortável.

— Taeil hyung. — Tocou-o a mão com a que estava livre, olhando ao redor antes de selar os lábios dele. Precisava se certificar se a rua ainda estava sem movimento. — Eu ainda posso fazer isso, não é?

— Hm? — Surpreendeu-se com o selar, sorrindo bobo. — Pode sim, Dong-ah. — Encurtou a distância mais uma vez, o beijando devagar. A boca dele tinha gosto de chocolate. — E eu posso ainda posso fazer isso?

— Pode sim... — Meneou a cabeça positivamente, as bochechas ardendo de vergonha pela resposta do outro.

Pelo visto Taeil não tinha medo que o vissem beijando um garoto no meio da rua e aquilo era de longe muito invejável. Sorriu abobado ao constatar isso.

O tempo estava bom para passear, algumas pessoas podiam ser vistas correndo e outras levando seus cachorros para esticar as pernas. Dongyoung andava ao lado de seu hyung aproveitando o milk-shake enquanto o observava se soslaio.

Taeil não conseguiu segurar um riso baixo ao ver o rubor no rosto alheio, ao que apertou de leve o enlace dos dedos. Gostava de ficar perto dele, ainda mais longe do colégio, onde tinham que constantemente ficar de olho no relógio no fundo do laboratório de química.

— Hm. — Chamou-o, sentindo aqueles olhos curiosos lhe seguindo. O dia estava bem agradável e morno. — Moro a duas quadras daqui. — Indicou enquanto segurava o copo, agora vazio, de milk-shake. — Podemos ir lá se quiser ou ficar na praça que tem por perto.

Dongyoung piscou várias vezes, dando real atenção ao que o mais velho falava. Estava tão focado em observá-lo que mais pareceu que ele estava apenas mexendo a boca, como se estivesse assistindo TV e por acidente colocou no mudo. Nunca tinha ido à casa do mais velho. Agora, com o vestibular chegando, os finais de semana eram exclusivos para estudo e não queria atrapalhá-lo.

Sem contar que os pais dele sempre estavam ali, certo?

— O que o hyung preferir. — Gostaria de conhecer o cantinho do outro, mas o dia também estava bonito e não seria de todo ruim ficar na tal praça.

— Quero te deixar confortável. — Disse com sinceridade. Jogou o copo vazio em uma lixeira e acariciou os cabelos alheios, gostava de como o mais novo parecia mais solto ali. — Meus pais não estão em casa de qualquer forma, então não precisa ficar tenso. — Desceu o carinho para a bochecha alheia, apertando de leve.

Talvez estivesse indo rápido demais e levá-lo em casa fosse um passo muito grande, mas realmente queria mostrar um pouco mais de si para ele e nada melhor que seu quarto. Seu refúgio, como gostava de chamar.

Era literalmente trazer Dongyoung para o mais íntimo de si.

— Podemos ir para a sua casa. — Murmurou, fechando os olhos com o carinho. Taeil parecia querer levá-lo para lá para ficar mais à vontade ou simplesmente para descansar. Encontrou o rosto alheio esbanjando serenidade ao abrir os olhos, permitindo-se sorrir com a proximidade. — Eu ia me comportar caso eles estivessem lá.

Tinha a curiosidade de saber de quem o Moon teria herdado aqueles traços harmoniosos nos quais se sentia tão atraído. E, bem, conseguia dizer que eram amigos mesmo que não tivesse passado no teste do clube de teatro da escola.

— Você já se comporta normalmente, Dong. — Sorriu suave, o trazendo para mais perto enquanto andavam.

Dongyoung tinha algo no olhar que lhe fazia querer saber mais e, também, deixá-lo entrar como se nunca tivessem existido barreira nenhuma. As coisas com ele iam de maneira natural, desde a primeira conversa até o primeiro beijo, as trocas de olhares silenciosas.

O caminho era curto e encontrou alguns vizinhos no trajeto, cumprimentando com um sorriso ou aceno leve de cabeça.

Meneou com a cabeça, concordando com a fala alheia. Também cumprimentou as pessoas no caminho com pequenas reverências e desejando um bom dia baixo. Não entendia o porquê de mudar tanto quanto estava perto de Taeil. Quando Jaehyun conversava consigo conseguia até dar bons conselhos e falar normalmente, mas quando era com o mais velho... As coisas ficavam mais lentas e tudo era motivo de vergonha.

— Não repare na bagunça, tá? Meus irmãos não têm muito senso de arrumação. — Abriu a porta, deixando espaço para que o outro fizesse o mesmo e tirou os sapatos.

Dongyoung deixou os sapatos ao lado dos do outro e o seguiu pela casa, não se importando com a bagunça como lhe foi pedido.

— É... Aconchegante. — falou com hesitação.

Achava que devia dizer algo, aquele silêncio era estranho.

— Parece uma creche, eu sei. — Riu baixo, negando com a cabeça. Desviou de alguma brinquedos até se aproximar do mais novo, o tocando na cintura.

Havia tentado arrumar um pouco mais a casa no dia anterior, mas não importava o que fizesse, os mais novos sempre acabavam bagunçando mais do que tudo. Então acabou desistindo e deixas as coisas daquela forma mesmo, depois ia limpar de novo.

— Não precisa ficar nervoso, Dodo. — Sorriu suave de maneira a ajudá-lo a relaxar. — Já ficamos sozinhos várias vezes, então... Fique tranquilo. — Em um movimento sutil selou os lábios alheios, segurando a mão bonita. Queria poder passar mais tempo com ele, que as aulas extras não ocupassem horas demais no seu dia. — Quer subir? Meu quarto é mais organizado, eu juro.

— Q-Quero sim.

 

 

 

 

 

Youngho subiu as mãos para a cintura estreita do outro ao passo que cobria os lábios bonitos com os seus próprios. Não fazia ideia de que horas eram e, na realidade, pouco estava se importando. Naquele momento a única coisa que tinha em mente era sair daquele sofá e tirar todas aquelas roupas do caminho, estavam atrapalhando demais.

— Ten...

— H-Hm? — Sibilou, puxando os fios da nuca alheia. — Você quer falar ou beijar mesmo?

Deixou um sorriso de canto aparecer, estavam tendo aquele tipo de relação por tempo o suficiente para saber onde iam terminar. E se fosse na sua cama, no tapete ou talvez no chuveiro estava tudo bem.

Ten sabia o que estava fazendo e, também, o que queria.

— Beijar... De preferência. — Desce uma das mãos para a coxa coberta. Conhecia o corpo do mais novo e, de certa forma, tinha uma queda por aquelas pernas em específico. — Hmm, olha só.

Desceu a outra mão para o cós alheio em um movimento quase curioso, brincando um pouco com o zíper antes de iniciar movimentos lentos. Apesar de querer fazer mais do que tudo, brincar um pouco acabava sendo divertido. Quando estavam juntos as coisas sempre esquentavam demais, eram como fogo e pólvora.

Se os pais do mais novo estivessem em casa... É, seria um problema.

— O que está aprontando? — Desceu os olhos até as mãos do outro. — Não tem nada aí que você ainda não tenha visto. — Disse baixo, mordendo o lábio inferior.

— Te tocando. — Estava sendo óbvio, mas se ele estava perguntando não tinha muito o que dizer. — Exatamente. E quero ver de novo.

Desabotoou a calça sem pressa e desceu o zíper, infiltrando a mão ali para o tocar diretamente, estimulando ainda por cima da cueca. Ainda estavam se divertindo e não era do tipo que gostava de correr com as coisas, só quando eram situações extremas, como no colégio.

— Hyung...

Escondeu o rosto contra a curvatura do pescoço do maior entre um suspiro, a respiração se descompassando. Era fraco com aquelas mãos tão habilidosas de Youngho, a voz rouca dizendo coisas em seus ouvidos, o calor do corpo largo.

Estavam pegando fogo sem nem terem feito nada direito.

— Hm? — Mordiscou a orelha alheia em uma provocação. — Raramente me chama assim.

— Chamo quando estamos lá fora. — Era difícil falar quando o tinha com mãos em lugares. Sentiu os músculos tensos conforme os estímulos se intensificavam. — N-Não é necessário quando estamos a sós...

— Não é? Hmm... — Acariciou a nuca do menor em um movimento lento, contrário ao que fazia com a mão. — E então? O que quer que eu faça?

— Já somos bem próximos para essas formalidades. — Tinham pulados umas boas etapas para não precisarem daquilo. Rodeou os braços em torno do pescoço do outro, se aproximando mais. — Você pode fazer o que quiser...

— O que eu quiser?

— O que o hyung quiser.

Ah... Ten era tentador demais.

— Interessante. — Puxou-o para o colo, afastando a mão da pélvis alheia. — No momento, quero a sua calça no chão.

— Então por que ela ainda não está lá? — Ergueu uma das sobrancelhas.

— Boa pergunta.

 

 

 

 

 

 

— Está bem?

Selou a bochecha rosada ao deixar uma carícia nas costas nuas do outro. Tinham feito umas boas vezes e talvez tivesse exagerado um pouco, Ten costumava ficar com uma expressão bem cansada depois de tudo.

— Estou sim. — Afastou a franja alheia dos olhos. — E você?

— Uhum — Deixou um suspiro escapar. — Pensei que seus quadris estivessem doendo.

— Nem estão... — Sorriu suave, sem mostrar os dentes. — Hyung. — Tocou o queixo, beijando o rosto bonito.

— Ten é tão romântico nesses momentos.

— Gosto de ficar assim. — Aconchegou-se ao maior. Queria aproveitar um pouco mais daquele calor, do momento que estavam tendo. — Você acha mesmo? — Roubou um selar rapidamente.

Seus pais não chegariam tão cedo, era quase rotina já, então as horas que podiam ficar sozinhos eram prazerosas. Não negava quando esquentavam mesmo nos intervalos no colégio, mas era diferente de não ter que se preocupar com horários ou se alguém iria aparecer ou não.

Era só Youngho e si.

— Acho sim. — Franziu o cenho ao ver o celular vibrar. — Só um segundo. — Esticou o braço, checando o aparelho.

Ou quase isso.

Ten se afastou um pouco em uma tentativa de dar espaço ao outro, mas se manteve o olhando de soslaio. Passou a mexer na coberta, fingindo total desinteresse por toda a situação.

— São seus pais? Está um pouco tarde...

— Está tudo bem, eles não se importam muito com isso. — Sorriu suave, atendendo a ligação. — Hm? Não, ainda não. Ainda falta um pouco pra... Depois resolvo isso. Depois.

— Acho que vou tomar um banho. — Levantou da cama, se espreguiçando.

— Eu já vou, esfrego suas costas também. — Disse entre um sorriso, cobrindo o celular. Seguiu o mais novo com os olhos até o banheiro, então voltando para o aparelho. — Não adianta tentar ver isso agora, nã-... Sei, quando eu chegar resolvo isso.

Encerrou a ligação deixando um suspiro cansado escapar, não queria ter que lidar com aquele tipo de coisa logo depois de um momento bom com Ten. Tinha avisado para que não lhe incomodassem quando não estivesse em casa, que havia hora para tudo, mas não parecia surtir efeito.

— Você vem ou não, Johnny?

— Agora mesmo.

 

 

 

 

 


Notas Finais


Como Beckinha disse tivemos muito contratempos nesse período, como provas, fim de semestre da faculdade... E é muito gratificante saber que continuam aqui conosco.

Agradeço por tudo.
Até breve.


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