História Querida Eu Mesma - Capítulo 2


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Categorias Once Upon a Time
Tags Swanqueen
Visualizações 44
Palavras 1.323
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Cá estou eu novamente...❤️ cheiro.

Capítulo 2 - Capítulo 2


Leveza, era isso que sentia. Naquela tarde fresca, Regina acabara por cochilar em seu lugar preferido: A casa na árvore. Quando pequena, depois de muito insistir para sua mãe, acabou por construí-la no imenso jardim do colégio Mills. Estava encrencada, mas nada tirava a sensação de paz que aquela tarde lhe proporcionou, nada e nem ninguém.

É desperça de seu glorioso momento ao deparar-se com nada menos que Zelena, do lado de fora batendo insistentemente na pequena porta de madeira.

— Já estou indo Zelena, espera!

Regina odiava perder momentos como este, levantou batendo as mãos na perna, havia muita poeira no seu esconderijo secreto.

— Sis! Que demora, c'ê tava cagando?

Regina nem ao menos ligava para as provocações da irmã, sempre foi assim, quando pequenas a ruiva até mesmo soltava o famoso "pum" na pobre Regina, que por sua vez gritava por Cora. Zelena sempre arteira.

— Não sua idiota! Se eu não estivesse morrendo de saudades desse demônio que eu chamo de irmã, até iria xingar...

Regina amava Zelena mais que tudo, eram uma pela outra, como sempre.

— Vem cá aborrecente - Zelena se joga em cima de Regina, fazendo-as caírem e tropeçarem com Regina bufando no chão, mas logo as duas riem sem parar.

— Socorro Zelena! Você parece um hipopótamo obeso, saí de cima da minha perna.

— Cala boca! Eu sempre soube que você esconde chocolate no tênis que papai te deu, a obesa aqui é você, além de estranha né.

— Vai me insultar agora?

Regina a encara indignada, ainda que segurando o riso.

— Espera aí mocinha, o que a senhora está fazendo nesse horário que não está na sala de aula? Mamãe vai ficar brava hein, hoje o chicote come...

Zelena ameaça sair do esconderijo mas Regina arremessa uma almofada na sua cabeça.

— Regina! É brincadeira, logo eu pedir pra você estudar? Terminei o ensino médio às custas da Sarah, aquele anjo que me passava  cola, até parece que não me conhece, mas sério, porque está aqui? Você nunca falta aula... Quer conversar?

Regina a olha por longos minutos e um pequeno sorriso se faz em seu rosto, ali estava sua irmã, que sempre a tratava com tanto cuidado. Ela queria se abrir, mas não conseguia. Algo a incentivava a dizer sim, mas sua boca dizia o contrário.

— Não Lena, está tudo bem. Eu apenas perdi a noção do tempo.

Mentiu.

— E você? o que faz aqui?

Zelena sabia que ela estava mentindo, mas não iria insistir. Regina sempre foi muito fechada, queria que isso mudasse, mas nem sempre conseguimos ajudar... tentou por diversas vezes, mas Regina era difícil.

— Pensa que me engana, hum..., bem, eu vim visitar minha irmã feia e... - Plug! Outra almofada arremessada, a pontaria de Regina era invejável. — Vou ficar com o olho roxo desse jeito sua bruta, aí!

— Fala logo Queen of Drama - Regina começa uma dancinha com os braços, zombando de Zelena.

— Como eu ia dizendo braços de parkinson, vim visitar a Rubi. Tu tá muito encalhada Regina, quando vou conhecer uma pretendente?

— Encalhada seu rabo, eu não quero namorar esqueceu?

" Eu não namoro esqueceu " - Zelena zomba.

— Vai se FUDER - enfatiza o palavrão.

— Okay, RUBI AMOR! - grita da janela.

— Tu é louca Zelena? Fica quieta, vão escutar.

Zelena ri feito louca da cara de Regina, lembra-se da sua época do colegial quando fugia das aulas para ficar chapada pelo jardim.

— Ô Regina Sapatão, quer ir sábado comigo em uma festa do pessoal antigo da turma? Sei que você não gosta muito, mas pelo menos para conhecer gente nova. Vai Regina por favor, por favorzinho, convida alguém pra ir com você...

— Tá louca Zelena? Eu preciso estudar no sábado... fora que não sei se a Rose ou o Killian vão poder ir, melhor não.

Zelena levanta revoltada.

— Eu te convido pra sair comigo mil vezes, você nunca pode! Até parece que sou um mostro. - inicia-se sua saga "Zelena artista" e a ruiva chora.

— Lena, me desculpa. Okay, eu aceito. Mas promete voltarmos cedo? Eu realmente preciso estudar, semana que vem tem prova e já não fui pra aula hoje.

— GRAÇAS A DEUSA DAS SAPATÃO! É AGORA QUE VOCÊ LIMPA ESSAS TEIAS. - Beija a bochecha da irmã e vai em busca de sua namorada.

***

                       PV. EMMA

Já sentiram a sensação de flutuar enquanto olhava pro céu? A imensidão do azul, com a combinação de algumas gotas de rosa formavam um lindo "Azulosa" como dizia meu irmão. Engraçado, sempre gostei de pintar, mas ao olhar para algo como o céu, era muito mais apaixonante, e nessa tarde quente a única coisa que poderia fazer era pintar. Desde os seis anos eu pinto, minha mãe sempre me apoiou em relação a pintura, dizia "Emma, se te faz feliz pintar, eu serei o teu pincel filha, mesmo que seus outros pincéis quebrarem eu estarei aqui, pronta para admirar e fazer parte da sua próxima pintura" , eu sempre me apoiava a esse pensamento. Minha mãe morreu quando eu completei treze anos, hoje com dezessete ainda sinto como se fosse ontem, como se os dias de sua partida se repetissem várias e várias vezes. Meu pai não gosta que eu pinte, bem, ele sempre sonhou com um filho homem, e seus pensamentos são totalmente contrários aos meus, ele é machista e egocêntrico.

Saio de meus pensamentos quando vejo Mary se aproximar, ela me diz algo mas pelo barulho dos alunos saindo da aula de álgebra me perco.

— Emma! Acorda marmota.

— Mary, há quanto tempo estou aqui? Perdi a noção.

Rio fraco enquanto guardo os pincéis sem deixar de pensar em minha mãe, uma lágrima pinga, limpo rapidamente.

— Você está bem Emma? - Mary me abraça forte.

— Obrigada. - sussurro em seu ouvido, abraçando-a de volta.

Fim de tarde se aproximando, minha aula preferida chega ao fim. Artes. Como eu amo pintar...

— Vamos entrar Marmotinha? O sinal já bateu.

— Até nesses momentos você me ofende que abuso. - Olho-a ironicamente.

— Vamos!

Ela me puxa pra dentro do refeitório, mas antes me diz uma proposta nada atraente aos meus ouvidos.

— Emma Swan, levanta esse astral, eu sei que é difícil pra você minha amiga... mas olha, como eu sou uma pessoa extraordinária vou te levar em uma festa sensacional! Topa? Sábado, eu acho que acaba cedo. Não vem com a desculpa "Tenho que dormir, pintar, blá blá blá".

— Você sabe Mary... não é isso.

Levanto pra jogar a latinha fora, mas acabo tropeçando em algo ou alguém.

— Que cassete! Olha por onde anda.

Nada menos que Regina Mills, fútil e mal educada como sempre.

— Se VOCÊ, olhasse para onde anda talvez eu não teria tropeçado. - Encaro aquela figura baixinha e prepotente que todos nós conhecíamos.

— Quem você pensa que é pra falar assim comigo? Não passa de uma caloura, que perde tempo pintando no mato.

Emma fuzila o olhar e Mary interrompe aquela tão conhecida rivalidade.

— Emma deixa pra lá... vamos.

Emma solta-se do braço de Mary e finalmente saí.

— Eu não aguento essa merda de escola! - Regina chuta a lixeira.

Nem percebe os olhares curiosos para si, saí correndo em direção ao quarto em busca de Rose.

— Aquela petulante... Anda por aí feito idiota e eu levo culpa! 

Bate a porta do quarto fortemente, assustando Rose que lia "Como arranjar um namorado em 10 dias".

— O que foi dessa vez? Espera! Emma Swan, acertei?

— EXATAMENTE! - grita.

***

Depois do alvoroço, Emma e Mary decidem por assistir uma de suas séries favoritas "Grace and Frankye" diziam que na velhice, iriam ser como Frankye e Grace.

— Decidiu? Aceita ir na festa? - Mary insiste. — Emma vai ter show ao vivo de Anavitoria! Eu sei que você ama.

Os olhos de Emma brilharam, mas mesmo assim não gostava tanto de festas mas iria pela empolgação da amiga.

— Tudo bem! Eu vou. Mas vamos embora cedo.

— Te amo! - Mary dá gritinhos saindo do quarto logo em seguida.

"Amizade é acima de tudo, encarar aventuras" - pensou Emma



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