História Querida May - Capítulo 1


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Categorias Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark
Visualizações 11
Palavras 645
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capitulo Unico


Capitulo único

May estava preocupada, fazia dias em que Peter não respondia suas mensagens. Seu coração apertava ao pensar na possibilidade de alguma coisa ter acontecido com sua viagem juntamente ao Stark.

Ah, Stark. Ela ainda queria saber o que era tão impressionante em um homem velho, metido a herói bilionário e arrogante. Desde muito tempo tentava convencer Peter de que Anthony Stark não era a melhor opção de herói. Recentemente apresentou até a possibilidade do tal Homem-Aranha ser seu ídolo. Porém, nada parecia comparável aos olhos do garoto.

Terminou de comer no restaurante tailandês apressadamente, era desconfortável homens a olhando, ou melhor, comendo-a com os olhos.

Quando chegou em casa, ficou surpresa ao ver uma pequena caixa em frente a porta. Pegou o objeto em suas mãos que coçavam em curiosidade, fechou a porta e tratou de despedaçar a caixa com urgência. Dentro dela tinha um Pen Drive.

Sentiu o coração apertar em angustia, alguma coisa estava errada.

Conectou o Pen Drive no computador achando estranho o recibo aleatório. Um arquivo marcava o nome Querida May.

Certo, algo realmente estava errado.

Clicou no arquivo e esperou abrir, sendo recebida por um vídeo de... Peter.

- Oi, May. – Começou a falar, estava em um avião, isso era obvio. – Se você recebeu esse vídeo, é por que o que eu mais temia aconteceu. – Mordeu os lábios, estava tentando não chorar. – Eu realmente espero que isso não seja preciso, mas se for, eu tenho que te avisar. Bom, parece que eu morri.

“Eu sei que você acha que eu estou apenas fazendo um estágio, mas na grande realidade eu estou em uma missão. Um cara maluco, intitulado de Thanos, resolveu atacar a terra, ou melhor, o Universo Inteiro. Nós estamos partindo para impedi-lo de fazer algumas coisas do mal.

Não ache que eu não mereço estar aqui, não é para me gabar, mas eu mereço. Esperei muito tempo, para isso e não vou largar por você, me desculpe. Eu sou, bem, o Homem-Aranha.”

May tinha lagrimas nos olhos, não entendia perfeitamente o que Peter queria dizer, mas saber que ele tinha morrido era insuportável. Continuou a ouvir as palavras do sobrinho.

“Eu fiz muita coisa legal nesses meses, sabia? Sr. Stark me deu uma armadura interessante, se assim posso dizer. Eu vou mostrar alguns vídeos para você.”

O vídeo mudou da imagem de Peter e passou para o Aranha. Sua voz estava fina de emoção.

- Eu não acredito! Foi surreal, eu estava no ar quando do nada o homem gavião me lançou na lagoa e eu cai em um “plof”, e então eu fiquei me debatendo na agua até que alguém surgiu do nada e Vruuuum eu fui carregado pelo Tony (ou melhor, pelo robô Tony).

A imagem trocou de novo, dando lugar para um Peter, também agitado, porém com machucados em várias partes do corpo.

- Eu consegui! Eu consegui! Eu não matei, não se preocupe, mas eu finalmente consegui prender aquele cara mal! Eu estava na festa com a Liz, mas tive que deixar minha única possível namorada pra correr atrás do pai dela! Eu acho que isso não é bom sinal. Ah, tanto faz! Eu corri pela garagem da escola como uma flecha até que fui lançado por um cara de pulso de ferro que, me machucou bastante, olha – Apontou para um roxo na lateral da face.

E assim o vídeo ficou durante cinco minutos, que pareciam não ser suficientes para tamanhas lagrimas. Depois o Peter do avião voltou. Ele já chorava.

- Eu te amo, tia May. Você e o Tio Ben foram os melhores pais que eu tive na vida. Viva feliz, e se você ver o tal do Thanos, mostre o dedo do meio por mim.

Ele beijou a câmera e a gravação tinha acabado.

May continuava a chorar, seu sobrinho havia morrido e ela não poderia traze-lo de volta.



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