História Querido amigo - Capítulo 7


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Categorias Hunter x Hunter
Personagens Gon Freecss, Killua Zoldyck
Tags Gon, Gonkillu, Killua, Killugon
Visualizações 13
Palavras 1.925
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Chupões


— Bom dia. — Cumprimento Bisky e Ruivo.

— Bom dia... Algo não está certo. — Disse Bisky. — Você está diferente.

— Você tem razão Bisky. O que você fez? — Indagou Ruivo.

— Nada. — Respondo.

— Não... Você fez algo. Tá esquisito... Já sei o que é. Cadê seu mau-humor? Olha isso Ikalgo! Ele está sorrindo.

— É verdade. Cara, isso é assustador.

— Parem de palhaçada.

— Palhaçada? Desde quando você vem sorrindo para escola? — Questionou Ruivo.

— Não pergunta porque até tenho medo do motivo. — Brincou Bisky. — Vai saber o que ele fez.

— Parem com isso. Apenas acordei contente por vir a escola.

— Ninguém, absolutamente ninguém, fica contente para vir a escola a essa hora. — Falou Ruivo.

— De ontem para hoje, você mudou completamente. — Comentou Bisky.

— Acha mesmo? Está tão na cara?

— Ikalgo, bate nele. Ele está me assustando. Killua nunca sorriu de forma tímida antes.

— Bate você. Óbvio que esse não é o Branco. Será que foi abduzido?

— Muito engraçado. Vocês já podem parar.

— Fiquem quietos. A aula já vai começar. — Pronunciou o professor.

Será que estou tão diferente do normal? Não posso negar que realmente estou feliz, é incrível que apenas alguns beijos do Gon possa deixar-me assim. A cada segundo lembro-me de seus toques, e o sabor da sua boca. É como se estivesse sonhando, ainda não parece real. Eu quero mais. Desejo sentir sua pele na minha, suas mãos tracejando meu corpo, ouvir sua respiração ofegante. Preciso de mais. Mais, de tudo isso. Melhor... Preciso de tudo isso, e muito mais. Mal vejo a hora de encontrá-lo novamente. Parece que o tempo começou a ir mais devagar, apenas para atrasar nosso reencontro. É uma pena não estarmos na mesma sala. Bem... Se fossemos da mesma turma, provavelmente não estaria prestando atenção nas aulas. Por outro lado, quem disse que estou agora?
O intervalo demorou a chegar, foi quase uma eternidade. Quero vê-lo. Saio da sala correndo a sua procura. Espero que sua turma não tenha sido liberada mais cedo. Por favor Gon, esteja no colégio. Alguns metros depois, o encontro sentado em um banco.

— Ei! Gon.

— Killua, por que estava correndo?

— Bom... Eu queria conversar.

— Que tal se sentar primeiro?

— Está bem. — Sento.

— Pode dizer.

— Nem sei por onde começar.

— Não precisa ter pressa. Temos o intervalo inteiro para... — Mãos cobrem os olhos de Gon. O que ela está fazendo aqui?

— Adivinha quem é?

— Pela voz, só pode ser minha namorada.

— Para sua sorte acertou. Caso contrário, não te perdoaria nunca. — Ela beija a testa de Gon e senta ao seu lado. — Oh! Killua, não tinha te visto aí. — Qual é? Sei que não sou a pessoa mais sociável da Terra, mas também não sou invisível.

— Pois é, aqui estou eu.

— Como tem passado?

— Já tive dias melhores.

— Não seja rabugento Killua. — Repreende Gon.

— Mas é verdade. Há dias que estamos bem, e outros não.

— Isso é fato. — Diz a guria. — Algo está o incomodando, Killua?

— Tantas coisas.

— Espero que as resolva logo. Gon, esqueceu que prometeu que ficaria comigo e as garotas na hora do intervalo?

— Ah! Realmente esqueci.

— Percebi. Por isso vim te buscar. Vamos?

— Claro. Você pode ir à frente, Killua quer me contar algo.

— Você também pode ir, Gon.

— Tem certeza?

— Sim. Apenas ia perguntar se iria a minha casa hoje. Você vai?

— Vou si... Não, hoje não dá. Vamos sair, certo Retz?

— Ainda bem que lembrou. — Ri a sonsa agarrando o braço de Gon. — Sabe de uma coisa, nós três deveríamos sair juntos algum dia desses. O que acha, Killua?

— Irei pensar sobre isso. Ando ocupado. — Pegando seu namorado.

— Killua, se der tempo passo lá. — São as últimas palavras de Gon, antes de me abandonar.

Retz... Por que essa garota tinha que aparecer? O que tem de bom nela? Desde que veio para essa escola no ano passado, todos os garotos apenas têm olhos para ela. Gon e eu fomos os poucos que não demonstraram interesse nela. Bom... Ele era um dos poucos. O que tem ela? Cabelos loiros? A Bisky também tem, não é raridade. Simpatia? O Ruivo é mais simpático. Aquele olhos, que não sei dizer se são verdes ou azuis? Prefiro os meus, pois sei a cor. Não vejo qualidades nela.

— Esse é o rosto que estamos acostumados. — Comenta Ruivo.

— Cala a boca.

— Não é o mesmo rosto. É pior. — Falou Bisky.

— Bisky, me faz um favor. Vai pra pu... Esquece.

— Qual é o motivo dessa raiva toda? — Perguntou Bisky.

— Provavelmente, o Gon. — Respondeu Ruivo.

— Não. Quero dizer, também é. Droga! Tô tão perdido.

Quem o Gon acha que é para me tratar daquele jeito? Ele fingiu que eu não existia quando a guria apareceu. Idiota! Idiota! Idiota! "Se der tempo passo lá.", quem ele pensa que sou?... Quem eu penso que sou? O que estou querendo? Eu não sou nada. A namorada dele é a Retz. Por que estou irritado? Por que me sinto traído? Sou apenas alguém que está o enganando para se aproveitar. Gon infelizmente gosta dela, nunca terei uma chance real. Tenho que me conformar que serei somente um instrutor para Gon, mesmo não sabendo muitas coisas. Céus! No que me meti? O que vai ser de mim se ele descobrir que também sou virgem? Droga! E se ele quiser aprender sobre sexo? Se sou eu que o ensinará sobre sexo, como irei o instruir sem saber de nada? Killua, onde estava com a cabeça quando sugeriu aquilo?
As horas passam mais rápidas quando está confuso e com raiva, por sorte ou não, assim eu estava. Ao chegar em casa, ouço um barulho vindo da cozinha. O que é isso? Um bandido? Devo ligar para polícia?

— Quem tá aí? — Não há resposta. Hesito, porém resolvo verificar, e deparo-me com um gato. Que alívio. Como ele entrou aqui?

— Oi. — Dou um grito estridente, que assusta até mesmo o pobre bichano. — Que susto. — Falou Illumi.

— Que susto, digo eu. O que está fazendo em casa? Que gato é esse?

— Fui liberado mais cedo. Esta é a Coraline. — Illumi pega a gata de pelagem escura e olhos esverdeados nos braços. — Ela não é bonita?

— Sim, sim. Onde a pegou?

— É do Chrollo. Ele está pintando o apartamento, e não queria que a gata atrapalhasse.

— Que seja! Mas quero ela longe do meu quarto.

— Daqui a pouco estarei de saída. Quer que eu peça algo para seu jantar?

— Apenas deixe o dinheiro. Eu mesmo peço.

Fico horas deitado em minha cama, relembrando minhas mancadas. Eu deveria ligar para o Gon e desistir dessa ideia, seria melhor, é o mais sensato a se fazer. Mas, se eu fizer isso não poderei mais senti-lo. Por que tudo tem que ser tão complicado para mim? Eu só queria amar e ser amado pela pessoa que amo. É pedir demais? Eu só não quero me arrepender das minhas escolhas. E se possível, sair dessa história sem estar machucado. Ei! Você. Você mesmo. Está me escutando? Pode me ver? Sou eu, Killua. Já não acha que está na hora de olhar por mim, Universo? Sinto que algo pousa sobre minha barriga... Universo, isso foi rápido... Percebo que se trata de Coraline. Engraçadinho.

— Illumi! — Não há resposta. Provavelmente já saiu. — O que está esperando? Saia de cima de mim. — A gata parece entender o que digo, e obedece. — Ei Coraline, você deveria ensinar esse truque ao Chrollo. — Ela mia em resposta. Definitivamente ela me entende. — Bonita, educada, e muito carinhosa pelo que vejo. É eu aqui julgando que todos os gatos eram esnobes. — De fato, Coraline é encantadora. — Coraline não se mexa. Irei fotografá-la.

Pego minha câmera, e começo a fotografá-la. Céus! Como pode ser tão adorável? Acho até que capturei um sorriso. Mesmo não sabendo se gatos podem ou não sorrir.

— Você foi a minha melhor modelo, Coraline. Sem dúvidas, não há igual. O que está achando da minha casa? É muito diferente da sua? Está se divertindo? Sente falta daquele tarado? Não me olhe desse jeito, ele me molestou, é um tarado... Ei, Coraline? Pode me dar um conselho?... Há um cara de quem eu gosto, mas ele não sabe disso. E para piorar, o idiota ainda tem uma namorada. Devo desistir dele? Se sim, mie uma vez. Se não, mie duas. — A gata mia uma vez. — Coraline, você não sabe de nada. Ouviu isso? É a campainha. O Illumi deve ter peço algo para comermos. Vamos lá atender. — Pego Coraline nos braços e desço até a porta. Abro. — Você, aqui?

— Está tarde?

— Um pouco.

— Bom... Eu disse que vinha se sobrasse tempo. Posso entrar?

— O que você acha, Coraline? — A gata mia duas vezes. — Definitivamente, você não sabe de nada Coraline. Pode entrar, Gon.

— Ela estava aqui ontem?

— Não. Logo ela irá embora. — Solto Coraline. — Vamos subir. Não nos atrapalhe, ouviu? — A gata vira as costas para mim. Retiro o que disse. Ela é esnobe.

— Bom.. O que irei aprender hoje? — Perguntou Gon. Tiro minha camisa.

— Chupões. — Deito na cama. — Geralmente, você não deve começar a deixar chupões assim do nada, entendeu? Não é para dizer "Bom dia", e Bum, chupar o pescoço de alguém.

— E quando é a hora certa? — É... Killua. Quando é?

— Claro que depois de uma sessão de beijos... Aqueles beijos longos e excitantes.

— Entendi.

— Vamos começar a aula de hoje. Você deixará chupões pelo meu corpo, evitando o pescoço e os braços, entendeu?

— Tá... Mas como eu faço eles? — Eu também não sei. Nunca dei um chupão em alguém.

— Ah... Bom... Primeiro você tem que escolher o local... Já escolheu?

— Não, ainda nã...

— Vou ao banheiro. Por enquanto, você decide o lugar.

Como posso escolher logo "Chupões" como tema? Sendo que nem sei como faz um. Fui muito ingênuo de pensar que era apenas falar, e que ele iria fazer sem questionar. Pesquiso no celular, e leio o conteúdo o mais rápido possível. Tento fazer um em meu pulso, as três primeiras tentativas foram falhas, na quarta tive sucesso, eu acho. Coloco um curativo em cima da marca e saio.

— Já escolheu? — Pergunto.

— Sim. Aqui. — Ele toca no meu tórax. Alguns centímetros acima do mamilo direito. — Volto a deitar.

— Você precisa encostar sua boca no lugar determinado, não deixando espaço para o ar escapar. Depois disso é só sugar a pele. Comece.

Gon aproxima-se do meu corpo em silêncio. Ele posiciona sua boca no meu tórax e começa a sugá-lo.

— Gon... Está forte demais.

— Desculpa.

— É para ser prazeroso, não doloroso.

— Terei mais cuidado. — Ele faz novamente, só que bem mais fraco dessa vez.

— Assim não ficará marcado... Que saco! Parece que ficaremos a noite toda nisso.

— Eu vou conseguir. — Disse com um olhar determinado.

— Claro que vai. Mas, lembre-se, a pressa é inimiga da perfeição.

— Está bem. Farei sem pressa. — Assim espero.

Alguns fortes demais, outros incrivelmente fracos, resultaram nos chupões mais excitantes que já recebi.



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