História Querido Diário - Capítulo 12


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Tags Drama, Lemon, Romance, Yaoi
Visualizações 2
Palavras 5.287
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá pessoas desculpe a demora! Estava com bloqueio. Mas estou de volta e é isso aí.
Espero que gostem e que esteja bom.
Boa leitura.
E perdem os erros..

Capítulo 12 - Capítulo 11. Apenas Uma Paixão: Desavenças e Incertezas


...

FLASHBACK

Lis: - De rien! Agora vou desligar! Tenho uma discussão para terminar!..

Oli: - Ok Bon- 

FIM DA LIGAÇÃO.

Lis terminava de desligar o telefone celular e logo o colocou no seu bolso. – Oliver ficará na casa de um amigo hoje.então acho que não poderão vê-lo hoje e até quando ficarão aqui? Porque assim, eu não tenho espaço nem para mim que dirá para os outros e afinal Oliver não está e mesmo que eu pegue o colchão reserva eu terei que tirara as coisas do lugar e -

Roger: - Lis!

Lis: - o que só estou perguntando. Não faz mal a ninguém perguntar... E me explicando claro...

Elizabeth: - Então filha já falou com o Oliver? Ele virá?

Roger: - Ele vai ficar na casa do Charles o namorado dele... - naquele momento o silencio se estabeleceu e Roger se deu conta do que havia falado mas logo começava ali uma grande discussão. – Eu não quis dizer isso pai!

Roy: - Não vem com desculpas! Agora eu quero saber quem andou educando meu neto para ser um desses... Eu não criei meu filho para ser assim provavelmente foi obra de sua filha Eliza – a cada palavra que  Mousier Roy dizia, a nossa Mademe Lis ficava mais irritada, era possível ver o vermelhidão em seu rosto que a suava – além disso, fica montando nas costas de meu filho; sua fabrica que era mais como um porão não estava te dando dinheiro suficiente! E para piorara meu neto agora é gay pensei que Amy era sua namorada, você deveria ter nos dado seu filho nós saberíamos cuidar dele melhor que você! Eh –

Lis: - Ah já chega! Agora você vai me ouvir velho rabugento! – Lis transpirava tanta adrenalina naquele momento que foi até o velho que já se levantara para enfrentar sua nora. E naquele instante Lis fechou seus punhos e os levou na direção do rosto do velho mas atingiu a parede  a marcando. – Não venha com conversinha, velho fraco! Não me diga como eu devo cuidar do meu filho; ele é o que ele é e se ele quer ser ele será; só para seu governo ele namorou sim Amy e muitas outras garotas assim como teve “ficantes” homens como o que não deve ser nomeado nesta casa. Isso se chama bissexualidade!! Ok!  E se você acha que monto em cima de seu filho eu monto com muito orgulho em lugares que eu não deva dizer porque não é da sua conta o que faço com a minha fame gerada vida! Além do mais eu tinha e ainda tenho condições de cuidar de mim mesma, da minha mãe e da minha família sozinha se eu quiser. Ah, e foi SEU FILHO que quis vir para a Inglaterra e DISSE PARA MIM NÃO PARA VOCÊ que ele mesmo me sustentaria e que EU NÃO PRECISARIA TRABALHAR. E mesmo assim EU TRABALHO administro MINHA EMPRESA DE MARCA REGISTRADA daqui! Então não me venha com discurso palpitando sobre o que faço de errado ou não!!!

Roy estava pasmo com a reação dela e viu que a mesma se afastava e mesmo depois de todas as palavras de Lis, ele a menosprezou mais uma vez. – Sabe Lis você disse tudo isso mas não conseguiu fazer nada de útil na sua vida. Pode até ser que você tenha seu “negócio” porém, pouco importa. E vejo que teve muita coragem de me enfrentar e mesmo assim recuou. Não teve a coragem de me acertar.

Lis: - O quê?

Roger: - Lis ele não quis dizer isso!

Charlotte: - É não Foi essa a intenção dele, vamos todos nós acalmar. Certo?

Eliza: - Filha tenha postura vamos respirar dar uma pausa! Ok....

Roger: - Isso meu pai só estava falando algumas verdades – porcaria acho que falei merda de novo!

Elizabeth e Charlotte: - Você é um puto de um isqueiro em!

Roger: - Mas -

Lis: - Então ficará do lado do seu pai?!

Roger: - Lis vamos ser sinceros não tem lado algum. E eu não quis dizer aquilo me perdoa e tenho certeza que me meu pai também não, n’est-ce pa, papa?

Roy: - Não! Eu quis dizer aquilo mesmo! – e foi aí o grande ápice. Lis pegou o vaso de flores em cima de da mesinha e atirou no canto da parede!

Crack! prac! prec! (quebrar/partir)
 

Lis: - E AÍ QUER QUE EU TE ACERTO MESMO OU NÃO?

Roger: - LIS!

Eliza: - Filha acalme os ânimos!

Charlotte (cochicho): - Acho melhor acalmar logo sua filha. Ela pode causar um desastre aqui. E não queremos isso!

  Eliza: - Tarde demais!! LIS! – Lis havia pegado a mesinha e arremessado no outro canto da casa e como se não fosse suficiente logo pegou a cadeira de madeira que estava ao seu lado e a arremessou contra a parede também  ... Os pequenos pedaços de vidro foram ao ar... Felizmente não houve ferimentos. E Lis ao perceber a façanha sorriu gloriosa e subiu ao seu quarto com nenhum remorso apenas pensando sobre seu futuro com seu marido e seu filho. Era somente nisso que pensava..

Charlotte: - Eu vou pegar a vassoura para varrer isso... Cuidado com os cacos... e as farpas ...

Eliza: - E eu verei como está minha filha...

Roger: - Posso ir também?

Eliza: - Ah eu não sei!

Roger: - Certo! – Ahh Lis por que você tinha que ser tão louca e amor da minha vida!

Roy: - Eu que quase morro e vão ver como ela está?

Roger e Eliza apenas subiram sem dar trela para o velho Roy.

Charlotte: - Sabe querido, isso é culpa sua você que a provocou. Não deveria ter dito aquelas coisas.

Roy: - Mas eu disse algo que não é verdade?

Charlotte: - Honestamente até que ponto quer se fazer de inocente? – Charlotte falava enquanto juntava os cacos – e também parece que nunca ouviu aquele ditado: não cutuque a onça com vara curta. – Roy apenas se calou.

... no quarto de Lis e Roger.

Eliza: - Filha, mas, e o Oliver?

Lis: - Ele é meu filho sabe se virar e o Roger está aqui não é.- Lis arrumava suas coisas dentro de uma mala.

Roger: - Mas, não quero que vá embora.

Lis: - Não quero falar com você! Só está abrindo sua bendita boca para falar merda. Não, esqueça de acordar Oli depois de amanhã já que não estarei aqui.

Roger: - Claro eu –

Lis: - Eu estava falando com minha mãe!

Eliza: - Filha!

Lis: - Hum quê? – estou cansada, não quero deixá-los mas se aquele velho estará aqui não perderá tempo de ficar se metendo no que faço dentro da minha casa! Mas será só por dois dias para bolar minha vingança contra aquele velho. Ele vai ver como eu vou montar no filho dele e como bissexualidade está aí para isso afinal... Eu sou também! ...-

Eliza: - Filha, em a senhorita está pensando? – ela provavelmente está imaginando como se vingar do Roy. Essa menina não tem jeito.

Lis: - Eu? Nada muito sério!

Roger: - Bom pelo menos ele não sabe que você também é! Julgaria mal novamente e Oliver escolheu ser o que é por decisão dele e a os altos e baixos da vida, certo?

Lis: É verdade.

Roger: - Falou comigo!

Lis: - Oui! E isso me lembra a época das nossas experiências... foi insano... Acho que faria de novo mas creio que estou velha para sexo a três de novo!

Eliza: - Lis! Quando foi isso e não disse para sua mãe!

Lis: - Ué não precisava e eu já não estava na idade de te dar satisfação tá!

Eliza: - Olha a boca menina e pare de se comportar feito uma adolescente rebelde!

Lis: Ok...

...

Roger: - Então para onde está indo?

Lis: - Para aquele apartamento ali. Não se preocupe te chamarei nas noites..

Roger: - Sério?

Lis: - Talvez... E não vou trair sua confiança Roger, só quero tirar esse tempinho para cuidar da minha saúde mental. Estou precisando. A verdade mesmo, precisa de um tempo para mim mesma. Estar totalmente devota a você me cansa...  Dá muito trabalho(risadas). Nós nos esbarramos por aí Roger Leroux.

Roger: - Idem minha Madame Lis Leroux...

Charlotte(cochicho): - Eles são tão apaixonados e ela só irá por dois dias...

Lis(cochicho):- Sim! Tão lindos.. Deveria repensar seu casamento (risadas)

Charlotte: - Lis! (risadas) 

...

Roy: - Ela vai te trair!

Roger: - Pai faz um favor para mim?

Roy: - Claro!

Roger: - Cala a porra da sua boca por favor. – Lis não faria isso. Até ela que é toda confiante acabou desconfiando de mim.

FIM DO FLASHBACK

...

Oliver acordava com as batidas e a voz de sua avó. Isso significava que já era à hora de ir para a faculdade. Levantava da cama e vestia se apressadamente para vê-lo. Desceu as escadas e viu sua avó preparando o café da manhã.

Eliza: - Venha logo se vai esfriar.

Oliver: - Calma vovó!.. Vamos visitar minha mãe?

Eliza:- Não necessidade sua mãe voltará hoje..

Oliver: - Isso é sacanagem né? Eu estava todo preocupado se ela iria voltar ou não1 E você disse que iríamos.

Eliza: - É mas, só disse naquele tom trágico para você ficar tranquilo e não se desesperar. E tem um cara te esperando lá fora disse que é seu amigo...

Oliver:- Mas, eu disse para ele não vir...

Eliza: - Seu namorado não é?

Oliver: - É vovó mas eu acho que não é oficial... No momento estou mesmo contente pela minha mãe voltar hoje.. Fiquei bem mais animado...

Eliza: - Ahh vai logo para de enrolar se não o rapaz ficará cansado lá fora esperando a princesa.

Oliver: - Affs..Não pode nem discursar brevem –

Eliza: - Cala boca Oliver. Parece sua mãe!

Oliver: - Como se você não parecesse com ela...

Eliza: - Tá bom vai logo menino!

Olivia descia as escadas para a caçada já avistando do outro lado da rua Charles o esperando; atravessou a rua e foi de encontro com seu amado.

Oliver: - Eu disse para não vir me buscar..

Charles: - Mas eu já estou aqui por que não aproveitar?

Oliver: - Verdade...Então vamos..- Oli entrou no carro e foram...

...

Charles: - Chegamos.

Oliver: - Eu estou vendo.

Charles: - Nossa. Que patada.

Oliver: - Não foi patada. É a verdade. Eu estou vendo. Mas desculpe a grosseria, eu acho. É mal humor do dia.

Charles: - Mas não estava assim antes... Por que a mudança repentina?

Oliver: -  Porque chegamos na faculdade. Então vamos...

Charles: - Espera! Vá primeiro. Eu já vou. Tenho que ir a diretoria agora.

Oliver: - Mas você só da aula a tarde: de quinta a sábado. E as vezes segunda.

Charles: - Como sabe disso?

Oliver: - Detetive Danni que me contou. Então o que pretende fazer de verdade?

Charles: - Ahh hum..- Charles olhou para baixo e Oliver seguiu seus olhos e viu seu membro ereto quase saltando da calça jeans que o mesmo vestia. – Então eu ia dar um jeitinho nisso...

Oliver: - Por favor, você tem a mim! – Nossa o que farei agora é perigoso, mas, eu adoro um perigo, ta se concentra Oliver. - Oliver se acomodou de tal forma no carro que ficou de joelhos na frente de Charles que por sua vez ajustou o banco para trás. Assim Oliver abriu seu zíper... (Parte sexy).

Eu já havia aberto o zíper de sua calça; tirei parcialmente a sua cueca e logo vi: seu membro pulsando. Por algum motivo começou a escorrer saliva da minha boca e logo dei inicio para lambê-lo... Para cima, para baixo, para os lados descendo até sua raiz (tirei o tecido que me atrapalhava de continuar), chupei suas “bolas”: colocava e retirava da minha boca. E subia novamente minha língua dessa vez comecei a massagear a cabeça de seu membro que ainda pulsava e sentia um liquido descendo; era seu pré gozo me dizendo que estava bom ou que precisava de mais daquilo. Neste meio tempo que eu o dava prazer podia se ouvir os baixos gemidos dentro do carro. Eu percebi que ele ficava atordoado com aquilo e eu também. Nossas respirações passaram a sincronizar: o ar que entrava e saía do meu nariz e o ar da boca dele que já apresentava fadiga de tanta aflição; ele já queria se derreter em minha boca, porém, por breve momento eu parei e me direcionando a ele seus olhos intensos como a noite me diziam “por que parou” então rapidamente tomei minhas mãos e passei a masturbá-lo ao mesmo tempo em que minha língua fazia o trabalho. E continuei fazendo isso simultaneamente – ( parte sexy interrompida)

Toc toc (batida no vidro do carro)

Oliver: - Cralho! Bem agora!

Charles: - Porra...Broxei

Oliver: - Hum não dá para ver muito bem, o vidro está embaçado, se arruma aí que eu vou sair aqui, já devo estar atrasado e –

Charles: - Espera. Deixo eu limpar isso..

Oliver: - Ué mas, você não – Charles o interrompeu novamente o beijando intensamente e após suas línguas descansarei da valsa ele levou seu polegar até a boca de Charles limpando o pouco do pré gozo que estava escorrendo do canto dos lábios de Oliver. – Isso foi surreal. Faz mais vezes. Então é melhor eu sair primeiro mesmo te vejo no almoço.

Charles: - Certo. – Oliver Leroux saia do carro e já se deprava com Danni, que o olhava de forma suspeita. Ele apenas ficou calado sobre aquilo e continuou a seguir para dentro da Universidade. Sua BFF curiosa, não parava de cutucá-lo e de acabar com sua paciência. Por fim a nossa insistente Danniella desistiu. Enfim o dia foi se passando e no intervalo de nossos queridos protagonistas seriam surpreendidos e o campos inteiros ficaria de boca aberta pelo que estava para acontecer (ou não). Oli e Danni estavam sentados numa mesa tendo sua refeição até que Charles se aproximou dos dois.

Charles: - Oi Oli..

Oliver: - Oi Charles.

Danniella: - Eu não me faço presente aqui não?

Charles: - Oi Danniella...

Danniella: - Credo para que tanta formalidade. Pode me chamar de Danni, mas por que está aqui garanhão do povo não, melhor, príncipe do Oliver ou algo assim..Estou sem criatividade hoje – preciso arranjar um apelido para ele e rápido. – mas então ... o que faz aqui? – Naquele instante Charles tirou um anel de seu bolso e se ajoelhou (no bom sentido claro) e:

Charles: - Quer namorar comigo Oliver Leroux? – Nesse exatato momento todos os alunos  que estavam no refeitório se deparam com aquela cena; alguns se chocava, outros se extasiavam, outros resmungavam, alguns diziam que sim e por fim esses mesmo ficaram de boca aberta (Eu disse)

Oliver: - Ah.... Você realmente disse que faria não é mesmo. – Charles apenas assentiu com a cabeça – Então tudo bem. Aceito. – Charles colocou o anel no dedo anelar de Oliver. Muitos que estavam por ali passaram aplaudir e o resto que é o resto não deram muito valor ao fim do acontecimento e foram se dispersando.

Danniella: - Nossa acabei de ser passada no ferro quente!

Oliver: - Eu também. Agora tenho um anel no dedo. Isso é uma baita experiência.

Danniella: - Isso é normal. Mas então vamos para a sala logo porque temos aula...Tchau Charles

Oliver: - Então eu vou com ela...- Oliver, antes de ir, agarrou as duas faces do rosto de Charles e depositou um leve beijo em sua bochecha; Charles ficou em espanto mas depois teve um breve alívio, pois, agora sabia que sua paixão estava sendo realmente correspondida. – Até mais...

Charles: - Até...

E foi se passando o fim daquela manhã calorosa cheia de doce no ar. As pessoas ainda comentavam sobre o fato que acontecera no refeitório. O que deixava Oliver um tanto constrangido. E foi se passando o tempo até que todos já estavam a sair, já tinha chegado o fim da aula.

Danniella: - Vamos logo Oli, seu príncipe deve estar esperando.

Oli: - Já vou. Estou arrumando minhas coisas. – Oliver descia as escadas da sala correndo e quase tropeçou sorte que Danni estava lá. Estavam com tanta pressa que num piscar de olhos jaziam para fora do campos e ambos os amigos avistaram Charles que esperava na calçada e seu carro brevemente atrás dele; do outro lado da rua.

Danni: - Seu namorado é um BadBoy! Um Caralho esse será o  apelido dele. Bom estou, indo até amanhã Oliver...

Oli: - Você e os apelidos. Tchau Danniella – os amigos se distanciavam e Oliver se aproximava de seu alvo. – Oi, então vamos...

Charles: - Claro só vamos atravessar o carro es –

...: Charles.. – Charles logo reconheceu a voz que o chamava. Era a voz da sua intensa figura paterna. Uma voz rude, severa maraga e grossa... Que sempre transbordava raiva quando não via o filho com que ele queria. Oliver observava o homem de cima a baixo. Um corpo parecido com o de Charles e bem estruturado também ombros largos e vestia um terno “breu” com parte da gravata a mostra de tom acinzentado e com um breve azul celeste. (peguem a referência)

Thomas: - O que está fazendo com este garoto Charles Dylan.

Oli: - Nossa! Quem é que te chama de Charles Dylan, assim do nada, em?

Charles: - Meu pai

Oli: - Eh? Ton pére... Je suis rouge. Jejee  ne sais paahhh - (Teu pai... Estou vermelho... Eu não sei ahhh - )

Charles: - Calma meu pequeno. É só meu pai. Vamos ignorá-lo. Está bem..

Oli: - Eu não acho certo ignorá-lo e ele é seu pai, deveria pelo menos falar com ele. E também ele está vindo até aqui e nós encarando com muita ferocidade. Ou só eu mesmo.

Thomas: - Quem é esse Charles e o que está fazendo? Já terminou seu trabalho? Suas responsabilidades? Você não tem contas a pagar e o mais o que fazer do que estar vadiando?

Charles: - Para seu governo ele tem nome se quiser saber pergunte diretamente. E mais não tenho te dar satisfação nenhuma. Além disso, minhas responsabilidades são apenas da minha conta.

Oli: - Ok. Tudo bem vamos acalmar os nervos. – Oliver passou a se dirigir ao senhor e estendeu a mão para ele – prazer sou Oliver Leroux... Namorado de seu filho... E –

Thomas: - Hmm...O senhor então é o moço que Clarissa comentou. Eu me chamo Thomas rapaz , você é francês certo?

Oli: - Ah sim sou sim... – Thomas direcionou seus olhos âmbar ao seu filho seguido de expressão de reprovação e pronunciou:

Thomas: - Honestamente achei que você tivesse um gosto mais rebuscado Charles. Um simples francesinho. Poderia ter sido um inglês. Talvez se fosse eu aprovaria isso que vocês chamam de “namoro”. Será só uma fase como qualquer outro relacionamento que teve Charles. Você nunca estará completo se não tiver com uma mulher. – aquele pai um pouco cruel dizia aquelas palavras se retirando e entrando em seu carro esporte deu a partida e foi embora. (Só foi)

Charles: - Ele é bem preconceituoso. Não liga para ele. Apenas vamos.. Quer ficar na minha casa ou eu te deixo na sua?

Oli: - Sobre o que ele disse..

Charles: - O quê?

Oli: - Que nosso relacionamento será só uma fase e que você não é feliz é verdade?

Charles: - Ele só estava sendo presunçoso.

Oli: - Eu não achei isso me pareceu que ele estava bem convicto do que estada dizendo.

Charles: - Oliver não vamos brigar por isso, apenas entre no carro. Está bem? – Oliver apenas assentiu e mudou completamente sua postura e expressão. Seus ombros caíram e seu rosto tornou-se vazio amargo. O galã de novela abriu a porta para seu pequeno tristonho. Charles já havia dado partida e já estavam chegando à casa de Oliver. Ambos não tinham dito uma palavra se quer o caminho inteiro até Oliver se expôs.

Oli: - Quer conhecer meus avós?

Charles: - O quê? Conhecer seus avós, assim do nada?

Oli: - É. Assim já digo para eles quem é o meu namorado e já falo sobre isso com minha mãe – eu espero que ela tenha chegado, toda aquela conversa/discussão fez-me esquecer do que havia acontecido na minha casa... Ser adolescente/adulto é uma merda. – Então quer ou não?

Charles: - Ah claro, mas, ainda está nervoso sobre antes? – Oliver apenas ignorou aquilo e saiu do carro. Fechando a porta, se encontrava já nas escadas para abrir a porta de sua casa. Charles o seguiu. retirando sua chave dentro de sua mochila a encaixou na porta. E abrindo-a se deparava com sua mãe dando uma xícara de chá para sua avó Charlotte.

Oli: - Mama! Vous êtes revenus!(Mãe/mamãe! Você/vós voltou)

Lis: - Oui mon fils! Je suis retorné(Sim meu filho. Eu retornei) – mãe e filho se abraçavam carinhosamente. Como se não houvesse mais ninguém ali. Infelizmente ou felizmente este momento fora interrompido por Charlotte que notou a presença de mais alguém ali: um desconhecido para ela, mas, não para Oliver. E rapidamente Lis deixava os braços de seu filho para recepcionar seu futuro genro (quem sabe não é mesmo) – Charles você por aqui? Venha entre. Oliver por que não me disse que tinha trago alguém importante?

Oli: - Eu me deixei levar pelo momento. Venha Charles – Charles se aproximava fechando a porta – Está aqui é a minha avó paterna Charlotte Carpenteir Leroux, vovó este aqui é meu namorado. Charles. – Charlotte media de cabo a rabo o parceiro de seu neto. O avaliava e simplesmente assentiu com a cabeça tomando o chá que Lis havia a entregado.

Charlotte: - Um belo rapaz ele Oliver. Parabéns pela escolha. Realmente a nossa família tem bom gosto. – esse jovem tem um grande carisma, espero que cuide bem do meu pequeno Oli – hm... Quantos anos têm Charles?

Charles: - Tenho vinte e cinco – Mantenha a postura Charles você já é um adulto formado, ela só perguntou a sua idade.

Lis: - Então Charles agora é namorado do meu filho, certo?

Charles: - Sim senh –

Lis: - Não, não! Não me chame de senhora. Não sou tão velha como minha sogra aqui.

Charlotte: - Ei, não sou velha.

Oli: - Certo o papo está bom e eu tenho que apresentá-lo para a outra parte da família, que alias, onde eles estão?

Lis: - Sua avó Eliza saiu com seu avô e seu pai. Aparentemente seu pai tirou folga hoje.  Talvez eles estejam chegan – Lis foi interrompida com o abrir mais uma vez da porta e o chegar daquelas que ela já havia falado.

Eliza: - Olha só meu neto voltou! Como foi na casa dele? Em? Fez coisas mundanas, foi interessante? Conte-me os detalhes.

Oli: - Vovó! – eu mereço isso, só pode. Absurdo. Eita agora vem a parte difícil: meu avô! – Ele está ali vó. – Elizabeth se direcionava ao belo e alto rapaz que estava ao lado de Charlotte acuado por causa de sua vergonha. – E oi Vovô, papa... – Enquanto os três se cumprimentavam com o os famosos beijos nos dois lados da face Eliza chamava o jovem tímido.

Eliza: Mas que belo rapaz... Oli querido, você tem um ótimo gosto! Bom, prazer meu jovem, eu me chamo Elizabeth Amelin Roussel, sou avó materna de Oliver.

Roy: - Então esse é o namorado, sinceramente eu nunca vou entender isso..

Charlotte: - Ah por favor deixe de enrolação e diz logo o que quer dizer ao rapaz.

Roy: - Não me apresse.

Roger: - Se não irá dizer eu tomo sua vez. E aí Charles, tudo bem? A última vez que vi você foi quando nós mudamos para cá.

Charles: - Ah tudo bem sim. E quero que saiba que farei de tudo para seu filho ser feliz – Roger passou o braço ao redor de Charles e sorriu para ele.

Roger: - Que assim seja.

Roy: - Quanto mel nessa história! Enfim garoto! – Roy se direcionou brutalmente para Charles – Se fizer meu neto sofrer alguma vez eu corto o que tu chama de pau entendeu? – Charles respondeu com a cabeça que sim. – Ótimo.

Lis: - Depois falam de mim – que surpresa em Roy, parece que está criando juízo nessa cabeça de vento. – Charles querido quer ficar para o jantar?

Charles: - Eu não sei se devo...

Eliza: - Tem alguém te esperando em casa?

Charles: - Não eu – Charles foi interrompido por Eliza o puxando para sentar no sofá e assim Charles Dylan Jones Smith além de conhecer a família de Oliver Leroux jantou com eles. Todos conversaram se distraíam rindo e Oliver ficou apenas a observar. Já era noite quando Lis lavava a louça quando Oliver chegou para ajudá-la; ele pegava o que estava lavado para secar.

Lis: -Tudo bem filho?

Oli: - Sim..Sou estou pensando em algo.

Lis: - Entendo. Para de pensar então e aproveite o momento que tem com ele. – Oliver continuou o que a secar o prato que na sua mãe estava - Vocês tiveram um desentendimento?

Oli: - É. Pode se dizer que sim.

Lis: - Sei. Bom melhor se resolverem logo, porque até  seu avô: velho rabugento ( como a Lis o apelidou assim sempre chamava o desta maneira), gostou dele. Ah e abriu uma confeitaria nova perto da praça principal. É muito gostosa, tem vários macarrons. Fui lá me derreter de chorar neles e a dona da loja que se chama Daiana; ela é muito legal, me consolou e me deu um vale macarrom de graça! Vamos lá juntos qualquer dia se quiser ir com Charles me avisa que te dou o vale tá bem?

Oli: - Eu sei. E que bom que estabilizou seus nervos mama. E vou adorar comer nessa nova confeitaria. Enfim, é melhor levá-lo até a porta...- tendo terminado o serviço Oliver chamava Charles que já se despedia da família Roessel Leroux. Abrindo a porta e descendo as escadas com Charles Oliver brevemente comentou – Quer me levar a uma confeitaria?

Charles: - Ah, eu adoraria.

Oli: - Então está bem. Vamos amanhã depois que terminar de dar aula. Até amanhã Charles – Oliver chegou mais próximo a ele e o beijou profundamente e Charles correspondeu seu intenso beijo dando passagem para que suas línguas dançassem dentro de suas bocas; enrolavam-se, tocavam-se e se abraçavam. Até que se separaram. – Estou indo. – Oliver ia as pressas entrar quando Charles o chamou.

Charles: - Oliver!

Oli: - Sim?

Charles: - Ainda está bravo comigo ou chateado com que aconteceu? – por um terço de minuto Oliver ficou em silencio até que respondeu.

Oli: - Não...Está tudo bem. – O que sabemos que era mentira. Pois, Oliver sendo extremamente sensível não esqueceria aquelas palavras tortuosas do pai de seu namorado. – Estou entrando então.

Charles: - Posso vir te buscar?   

Oli: - Pode sim...Até, dirija com cuidado. – Oliver entrando em sua casa, viu seus avós todos cansados e seus pais arrumando as coisas para eles descansarem. Oliver foi até seu quarto, pegou seu pijama, foi até o banheiro, tomou banho e finalmente pegando seu diário em sua gaveta pôs se a escrever.

 

Olá! Como vai meu querido diário. Hoje foi um dia extraordinariamente bom e um pingo de ruim. Acontece que agora eu e Charles somos oficialmente namorados (ele me pediu em namoro no refeitório; eu fiquei chocado e espantado mas dei-me o favor de assentir o pedido) e estar tão perto dele me faz querer dar-me a ele de todas as formas possíveis( Hoje quando chegamos na faculdade ele estava me dando uma desculpa muito boba para se masturbar foi aí que coloquei em prática minhas habilidades; foi muito bom só que a Danni fez o favor de interromper). Ele é tão atencioso. E mais seu senso de compreensão é incrível. Acho que ele é bom demais para mim.  Ah, além disso, minha mãe voltou para casa. Ela parece estar mais contente e ter se resolvido com meus pai já que estou ouvindo coisas, provavelmente deve ser algum tipo de vingança dela contra meu avô, Mas voltando ao foco que é como meu dia foi em partes arruinado; hoje após sair da universidade eu e Charles nos deparamos com o pai dele. Que de certo tem xenofobia e preconceito quanto a etnias e tals. Mas isso não me chateou de verdade, o que me fez ficar completamente sem chão foi ele dizer que meu relacionamento com Charles não passava de algo passageiro e que Charles só seria feliz com uma mulher. Isso pode ser verdade ou não. Eu entendo que ele esteja preocupado com o futuro do filho, pois na sociedade de hoje, mesmo sendo aberta de certa forma, ainda contém muitos que não se agradam e passam para a violência o que é uma Constancia entre as gerações passadas e de agora. Mas sinceramente eu estou totalmente devoto ao Charles agora. Eu não me dei por completo para ele ainda e mesmo assim sinto uma distancia dele; talvez ele seja assim ao cauteloso por causa do que vivenciou, mas ele não deposita sua confiança em mim... E no fim de tudo isso ele ainda me perguntou se aquilo tinha me afetado e eu neguei, o que é frustrante. Entretanto: ...

 

Ao chegar em casa, Charles estava cansado do dia cheio que teve e mesmo com toda a fadiga, tendo feito seus afazeres e tomado um belo banho quente foi até a sua escrivaninha e escorreu palavras cheias de emoção.

 

Há quanto tempo em. Só faz algumas horas ou quase um dia completo. Não tenho certeza. Só sei que estou contente e preocupado. Foi um dia longo e divertido. Bom, como eu havia prometido e dito ao Oliver que pediria ele em namoro de forma adequada e legítima após o evento dentro do meu carro que foi uma bela boquete que me deixo querendo mais; infelizmente nosso momento havia sido interrompido pela Danni. Eu tinha ido dar a minha aula e logo depois da segunda saí e vasculhei algumas lojas de alianças. E no fim achei. Uma belíssima bem prateada com pequenos detalhes a rodeando. Pedi para gravarem o nome e quando pedi ao Oliver em namoro ele nem se deu conta que tinha  o meu nome ali.Ele é tão desvairado. Mas a minha alegria tinha se esgotado quando meu pai apareceu hoje. Ele deve ter voltado dos negócios dele e veio para a Capital Londrina. Eu sinceramente não sei o que fazer, pois, por culpa dele Oliver ficou chateado e não sei se ainda está. Além disso, mesmo depois daquele momento me chamou para conhecer seus avós. Foi bem gratificante me convidar no “de repente”. Mas foi bem agradável. Todos eles são bem parecidos com ele e eles parecidos com Oliver. Foi muito bom. Porém, de todo jeito Oliver estava meio suspeito: mesmo depois de tudo perguntei a ele se estava tudo bem e ele disse que sim. E eu ainda fiquei na duvida. Parece que ele está com medo de algo ou eu não estou deixando claro algo; meu pai colocou na cabeça dele que Oliver só está de passagem na minha vida e não é isso, só que não sei como dizer o contrário para ele e talvez seja eu não sei  só sei que ele sente-se assim porque eu estou sendo cauteloso demais e ele repentinamente toma as iniciativas. Eu quero estar feliz com ele para o resto da minha vida, só não sei como eu conseguirei estar completamente devoto a ele... Mas: ...

Oliver/Charles

... Eu ainda tenho que tentar. Pois, mesmo tudo acabe, que tudo desmorone, mesmo que tudo isso possa ser de passageiro, darei a ele...

 Oliver

Minha paixão e confiança. Serei totalmente devoto.

Charles

O que eu puder! De toda forma tentarei me entregar.

 

“Até a próxima escrita”

 


Notas Finais


Até qualquer dia


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...