História Querido Immanuel... - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Literatura Feminina, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela

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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Um filosofo encantador - Encontros na praia, ao luar.


Fanfic / Fanfiction Querido Immanuel... - Capítulo 1 - Um filosofo encantador - Encontros na praia, ao luar.



1804, ano da morte de Immanuel Kant. E se eu lhe dissesse que podia encontrá-lo?
Acontecia todos os dias. Na verdade... Todas as noites, quando inventava desculpas pa-
ra sair de casa e vê-lo na praia, as 22:00. Observávamos as luzes dos bairros ao lon-
ge, além do quão visível era o brilho das estrelas de lá;


Com pouco mais de 1,52 de altura, olhos de um penetrante azul; Pele "de pêssego";
Lábios pequenos e bem esculpidos; Ele não gostava de desperdiçar fluidos por ter
efeito envelhecedor. Caminhava lentamente para não suar. Tinha um cheiro suave-
mente voluptuoso, desses que agradam e instigam. Seu nome era Immanuel Kant.
Claro que, em vários desses encontros nos falamos sobre suas obras de dificilima
compreensão, e ele "traduziu" todas para mim. Ele tinha a mania de transformar
tudo em filosofia critica, e o seu jeitinho metódico e pragmático me encantava muito.
Enquanto aprecio seus encantos, ele interrompe a conversa com um leve esboçar de
sorriso discreto, magnetizando-me com a lentidão do piscar de seus olhos; Vira-se
de costas para mim, recolhendo-se em meus braços, que instantaneamente, os en-
volvem por trás.


Kant sussurra:
"Gosta disso?"
*Sorriso audacioso*


Ao inalar do seu irresistível perfume, não resisto a cobrir de beijos e caricias seu pes-
coço, que ficava escondido nos trajes comportados e castos do século XVIII. Ele se
arrepia inteiro.


Mas, de repente, ouvimos o som de um navio e aquilo realmente nos assustou a ponto
de estragar o clima. Surpresa, viro-me para olhar.


Kant pergunta:
-"Já viajou num desses?"


Eu respondo:
-"Hm... Não, nunca. Mas até que gostaria"


Kant responde:
-"Ah, podemos ir juntos... Se você quiser".


Eu respondo, um tanto quanto impressionada:
-"Sério?"


Kant se aproxima, novamente, com seus movimentos
hipnóticos, para concentrar a minha atenção nele:
-"Claro que sim, amor. Mas, por agora..."


Ele desliza delicadamente seu dedo sobre meu rosto, da minha 
fronte até a minha boca; Não resisto ao impulso e acabo beija-lo. 
O toque de seus lábios era suave, lento, e ao mesmo tempo, ex-
tremamente intenso. Parecia estar eternizando no momento para
todo o sempre. Ele tem meu coração como nenhum outro homem, 
e a ele não pensei duas vezes em entregar-me.


 


Notas Finais


continua...


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