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História Querido lótus - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


As vezes eu estou igual ao Fiuk, não sendo escolhido nem para uma negação.

Bem, esse capítulo não está 100% do jeito que eu queria, mais ele contém as informações principais e a minha dignidade pois não sei como vou escrever o próximo capítulo, céus pai!

Esse capítulo eu revisei mais do que a minha vida, deve está mais certo que ela então por favor se tiver algum erro me avise rapidamente.

Bem, irei deixa algumas explicações no final caso alguém fique perdido e boa leitura🥺💞

Capítulo 2 - Capítulo dois; querido aniversariante.



Senku junto de Chrome entraram na pequena sala branca saindo da claridade dos flash das câmeras e do tumulto que estava na outra sala com os repórteres e jornalistas do mundo todo. Tinha finalmente anunciado o seu remédio que bloqueava quase oitenta por cento do cio de um ômega e bem, o que estava óbvio aconteceu. A mídia veio para cima de si e da sua equipe inteira, porém, não pensou que seria daquele jeito com algumas pessoas sendo machucadas para tentar entrar na sala e ter uma pergunta respondida por si ou pelo amigo beta, a sociedade era bem desesperada quando o assunto era ômegas e seus cios, estava sofrendo bastante hater na internet – mais exato, dos alfas – por causa do remédio, afinal, sem cio, sem estrupo e com isso os alfas não conseguia se deitar com algum algum ômega sem ser em baladas ou casas noturnas, essas que eram proibidas para todos os ômegas sem terem a autorização dos pais e do governo de cada região.


Ele tinha fodido todos os alfas e suas vidas sexuais, sentia orgulho disso.


A porta foi aberta por Ruri, com uma caixa que continha três cafés e com um cupcake médio. A ômega sorria fofa deixando a caixa em cima da mesa entregando um copo de café para cada um antes de se pronunciar;


— Foram cinco anos de pesquisa, parabéns pelo sucesso Senku, Chrome. – falou, bebendo o café, deixando um bigodinho por causa do chantilly.


— Obrigado Ruri e está com bigode. – avisou, vendo a ômega cora limpando rápido o chantilly.


Chrome que estava até então quieto, olhava discretamente para a ômega tentando não corar ou fica encarando demais, apesar de todos saberem da sua paixão pela loira gostaria que a ômega não soubesse, diferente de todos, não saberia como encarar novamente a loira caso a mesma descobrisse sua paixão de anos.


Senku por outro lado, depois que avisou a ômega ficou prestando atenção na mini TV que tinha na sala, aparentemente estava falando de uma nova estréia de um homem alfa nas lutas nacionais, aparentemente o seu nome era Shishio ou algo do típico, recentemente tinha se recuperando de uma lesão na coluna vertebral o que achou incrível, seu sistema tinha que ser um monstro para conseguir se recuperar de uma lesão, principalmente na coluna, qualquer coisinha que acontecesse naquela região poderia levar a morte de qualquer pessoa ou com várias sequelas em piores casos. 


Terminou de tomar o café e pegou o celular vendo que tinha algumas mensagens do seu pai perguntando se estava tudo bem e se já tinha terminado a sua entrevista. Respondeu com um "ok" e se levantou do sofá indo em direção a saída se despedindo do casal de amigos que estava ali e seguiu para o estacionamento acompanhado por uns dos seguranças presentes ali, já que a mídia ainda estava no local.


Entrou no carro, tirando o jaleco, jogando para a parte de trás e deu partida no carro. Ficou o caminho todo em silêncio, tento só o som baixo do rádio do carro e do ar condicionado que estava ligando por causa do frio que ainda tinha em fevereiro. Entrou na garagem do prédio assim que a passagem foi liberada, estacionou o veículo e saiu, pegando seus pertences antes de trancar o carro e foi para o elevador que tinha ali. Apertou para o terceiro andar, o andar em que morava que assim que chegou foi em direção do apartamento que estava trancado por causa do horário, ligou as luzes deixando seus pertences no sofá e subiu para o segundo andar indo em direção a porta branca com vários adesivos 3D com as letras de madeira presas na porta com o nome Ren


Entrou dentro do quarto, vendo duas crianças dormindo abraçadas, o que não deixou de sorrir. Deixou um beijo na testa de cada uma junto de um "boa noite" e foi para a cozinha onde tinha um bilhete da babá dizendo que já tinha passado do seu horário e que tinha trancado a porta por segurança. Suspirou cansado, pegando um copo enchendo de água enquanto pensava no bilhete da babá.


De fato não era a primeira vez que isso ocorria, era quase comum ter uma bilhete na geladeira falando sobre o horário junto de um sermão falando que devia chegar mais cedo por causa das crianças, mais não podia simplesmente deixa seu projeto para trás, foram quase cinco anos de pesquisa com alguns meses adicionais por causa do seu afastamento obrigatório depois de ter o seu filhote, então não seria elas que iriam atrasar mais seu projeto e não sabia o motivo da babá fica fazendo isso, dava um bom salário para ela cuida das crianças e da casa, então por que reclamava tanto?


Jogou o bilhete na lixeira e foi para o banheiro se banhar antes de ir se deitar, faltava pouco para lançar seu remédio no mercado, precisava pensar num bom discurso para convencer o ministério da saúde do Japão, junto da ONU para então ter o seu principal objetivo ser concluído.


[...]


Era nove da manhã do dia seguinte, Senku examinava uma bactéria que tinha sido descoberto recentemente pela equipe de pesquisa da ONU em umas das geleiras do Alaska que tinha sido derretida por completo mostrando uma bactéria muito próxima da própria peste bubônica, apesar de ser mais fraca que a bactéria Yersinia pestis, bem, segundo os italianos, não tinha feito ainda os testes para ver a reação da bactéria.


Chrome junto do Kaseki entraram na sala de pesquisa com um carrinho com grande quantidade de gaiolas de ratos, tendo todas elas cheias do animal. O beta puxava o carrinho animado, já fazia um tempo que pegaram algo para testar em ratos e bem, entre todas as coisas que trabalhava naquele lugar testa bactéria e vírus em ratos para ver a reação deles era a sua parte preferida.


— Senku chegou os ratos que pedimos, posso colocar eles? – perguntou sem esconder sua animação. 


— Senhor Kaseki, poderia dar uma olhada  aqui, acredito que por ser alfa vai ter uma visão melhor que a minha e uma conclusão melhor. – pediu, tirando o olhar do microscópio ignorando o que o beta tinha falado. Sua cabeça estava muito além daquela sala de pesquisa. 


— Minha visão não é das boas faz um muito Senku. – falou, se sentando onde o ômega estava olhando para a bactéria que estava na placas de petri, chamando o beta com as mãos para o ajudar. 


Foi em direção da mesa que tinha ali, se sentando vendo os artigos e formação sobre a bactéria e alguns papéis do seu próprio remédio, precisa terminar eles e encaminhar logo para o ministério da saúde antes de mandar para a ONU. Senku estava tão concentrado nos papéis a sua volta, assim como os outros dois homens que não perceberam a entrada da mulher de cabelos castanhos com a feição irritado, só foram nota quando o amigo do ômega entrou desesperado por não ter conseguido para sua noiva, Yuzuriha, está que parou de frente para a mesa que o ômega de pontas verdes estava que a olhou sem expressão nenhuma emoção.


— Sabe que dia é hoje? – falou no tom normal a ômega, mas, deixando óbvio sua raiva.


— Hoje é dia dezessete de fevereiro, uma quarta-feira para ser exato. – falou com não fosse nada, voltando a sua atenção para os papéis que estavam na sua mão.


Yuzuriha respirou, contou até dez na mente de forma lenta esperando se uma brincadeira de mal gosto, apesar de saber que no fundo não era, a pessoa a sua frente era seu amigo a anos sabia que não era uma brincadeira, mais tinha um pouco de esperança, afinal era o dia mais importante para seu filhote não tinha como Senku esquecer. Olhou novamente para o amigo, este que estava ignorando sua presença enquanto escrevia no notebook.


O ômega sentiu uma forte ardência na bochecha, levantou a cabeça vendo Taiju segura os braços da ômega com delicadeza mais ainda usando um pouco de força para conter a mulher que tinha lágrimas nos olhos deixando bem o cheiro doce amostra bem forte, mais forte que normalmente. Não tinha um bom olfato depois de um acidente que tinha acontecido no laboratório então não tinha dez bilhões de certeza, mais se a sua teoria estiver certo sua amiga estava grávida, o que não conteve conter um sorriso discreto, estava feliz pelos amigos apesar da sua bochecha está doendo e talvez avermelhada pela pressão que a mão de  Yuzuhara fez contra sua pele e por ser inverno ainda. 


Chrome que via tudo, se aproximou do ômega vendo se estava tudo bem com o ômega que ainda estava quieto e com um sorriso de leve no canto, já não bastasse seu amigo ser um psicopata e nanico e agora masoquista. Desde quando Senku tinha virado masoquista?


— Senku…?


— Eu estou bem, só curioso do motivo de eu ter apanhado. – falou sincero, olhando para a ômega que estava um pouco mais calma, mas, com as bochechas avermelhadas pelo nervosismo. 


— Você realmente esqueceu do aniversário do seu filho, Senku? – Senku colocou a mão envolta do pescoço tentando não ligar muito, ele tinha esquecido novamente do aniversário de Ren, entendeu o motivo do tapa. – Você realmente esqueceu? Que tipo de pai esqueceria do aniversário do próprio filho. 


— Minha vida é corrida, é normal esquecer  essas coisas. Vou comprar um presente para ele em compensação. – afirmou, voltando a olhar para o aparelho eletrônico. 


— Senku, ele é um ômega que está fazendo quatro anos! E umas das fases que ele mais precisa de você, sabe como a figura de um ômega é importante para o desenvolvimento dele. – declarou.  


Senku estava pronto para protestar quando sentiu a mão de Kaseki confirmando com a ômega assim como Chrome que afirmou que eles dariam conta do serviço. Suspirou com a derrota pedindo para Taiju levar suas anotações até a sua sala e para falar com a babá que estaria de folga enquanto pegava a chave do carro para ir em direção à creche em que seu filhote ficava na parte da manhã. E falta pouco para dar o horário que tanto ele junto da sua afilhada saíam de suas devidas escolas. 


O caminho para a creche era quase cinco minutos de carro, já que decidiu colocar Ren em um lugar próximo caso acontecesse algo, e para ajudar também a escola em que sua afilhada, Suika, ficava duas quadras acima, então não tinha com o que se preocupar. 


Parou o carro na rua de trás que era o caminho para a escola de Suika. Vestiu seu casaco  e trancou o carro, caminhou até a entrada da creche que estava cheio de pais com seus devidos filhos que gritavam ou choravam o que incomodou de início apesar de não liga muito e começou a ignorando enquanto entrava no local atrás do seu filho, o que era complicado com a quantidade de pessoas e crianças, coisas que nunca se deu bem, queria entender como foi ter a coisa que nunca se esforçou para se da bem, era até irônico. Ele, uma pessoa que detestava qualquer celular de uma criança tinha uma, nascida de si, que não tinha nada de suas características físicas além da boca e a cor dos seus olhos, era um pouco frustrante até. 


Depois de muito procurar, achou sua criança  numa sala vazia brincando com uns dos brinquedos do local. Por algum motivo se sentiu triste e preocupado, torcia que não fosse nada que estava pensando ou algo mais grave. 


Entrou na sala e olhou em volta antes de  deixar um pouco das suas feromonas amostras  –coisa que quase nunca fazia– para anunciar sua chegada. Seu filhote que estava sentado se levantou correndo com dificuldades até Senku, que começou a chorar quando abraçou as pernas do ômega de pontas verdes. 


— P-papa! – falou choroso, apertando mais a perna do ômega, era a primeira vez que via Senku desde o Natal, o que fez o de pontas verdes se sentir um pouco culpado. 


— Shh, não chora, já estou aqui. – falou tentando acalmar o ômega de cabelos castanhos, pegando o mesmo no colo com cuidado e a mochila do mesmo com o outro braço. – Se você parar de chorar, nós podemos pegar a Suika e ir ao shopping para comemorar seu aniversário. 


Mesmo com lágrimas no rosto, confirmou com a cabeça abraçando o pescoço do mais velho, deixando a cabeça próxima para poder sentir o cheiro único é dócil que Senku tinha apesar de estar fraco por ter escondido suas feromonas. Caminharam até o carro, ignorando o olhar dos demais pais que estavam ali e foi dirigindo até a escola de Suika, assim que teve a certeza que tinha prendido bem Ren na cadeirinha. 


Ao contrário de Ren, Suika estava em frente do portão conversando com uma amiga que pela estrutura quase invisível era uma alfa, o que deixou bem enciumado pela aproximação que a alfa tinha com a sua menina, buzinou para chamar atenção da loira que assim que o viu saiu correndo em direção ao carro sem ao menos dar tchau para a amiga.


— Senku! – exclamou surpresa, colocando a mochila no chão do carro, fechando a porta. 


— Bem, como eu terminei a parte complicada do meu projeto, eu decidi passar a tarde com vocês e como é aniversário do seu irmão, por que não né? – explicou desinteressado, olhando para a rua. 


— Vai passar o dia com nós também no aniversário da Suika? – perguntou animada, com um brilho no olhar o que deixou Senku com uma corda no pescoço. Confirmou com a cabeça vendo a mesma comemorar. 


[...]


Quando chegaram no shopping, Senku conferiu se a perna mecânica que seu filhote usava estava tudo em ordem –como Kaseki lhe ensinou– e se as duas crianças estavam bem protegidas do frio antes de entrarem. Trancou o carro com as mochilas dentro pegando só a carteira e entraram com Ren segurando sua mão e Suika do seu outro lado arrumando os óculos que estavam um pouco tortos. 


Passaram na primeira loja de brinquedos que Ren viu, pegando algum brinquedo de um personagem desconhecido por si e um pouco caro para seu limite do cartão. Não estava afim de ir no caixa eletrônico, já que não gostava de andar com dinheiro, porém, não tinha jeito, era isso ou ouvir Ren chorar por causa do brinquedo e bem, não estava com cabeça para ouvir sua criança chorar, fazendo ir no caixa tira o dinheiro e comprar o brinquedo. Depois foram numa loja de jogos para comprar genshin impact que Suika estava pedindo para comprar desde que entrou na loja e bem, aproveitou também para comprar Phoenix Wright para ver como era já que  Chrome disse que era ótimo.


Passaram a tarde toda no shopping, levando Ren em quase todas as lojas de brinquedos e  algumas de roupas já que as roupas do ômega castanhos estavam ficando apertadas por serem de uma criança de dois anos – apesar de não ter crescido nada em questão a altura. 


Era quase seis da tarde, Senku estava terminando de pagar o estacionamento. Estava tudo pronto para irem embora, faltava só chamar Suika e Ren que estavam numa cafeteria próximo da sua visão. Com o estacionamento pago, foi andando até as crianças que deveriam estar sentadas na mesa em que mandou ficar. Assim que chegou no local, se sentou de qualquer jeito na cadeira que tinha ao lado de Ren, que estava todo sujo da cobertura do bolo, assim como Suika, que estava bem menos que o ômega de cabelos castanhos. Esperou suas crianças terminarem o doce antes de leva ao banheiro para limpar, já que tinha quinze minutos de tolerância do estacionamento após o pagamento. Ficou nesse tempo jogando Zelda no Nintendo Switch, uma coisa que não fazia a muito tempo, sempre de olho nas duas crianças e também em volta.


Vendo que ambas as crianças tinham terminado, foi ao caixa pagar a conta e foram em direção ao banheiro com as duas crianças segurando sua mão que cantava alguma música infantil que era do conhecimento de Ren que pulava animado enquanto cantava do jeito errado. Apesar de nunca dizer – e nunca diria–, ver Ren pulando e sorrindo junto de Suika aquecia seu coração de um jeito que jamais iria pode tentar explica, apesar da loira não ser sua filha de sangue como Ren, carregava o seu nome assim como o mesmo amor que tinha pelo menor, se sentia péssimo por não ser o pai que eles mereciam, apesar de ter seus motivos para ser assim.


Deixou Suika em frente ao banheiro femenino e foi em direção ao masculino com Ren, que agarrou mais a sua mão enquanto se escondia atrás da sua perna ao entrar no banheiro. Ao contrário de si que nunca ligou para as pessoas a sua volta, sempre percebeu o grande medo e incômodo que o seu filhote tinha quando ficava envolta das pessoas, isso o lembrava que tinha que ir atrás de um psicólogo para ter certeza que isso não passava de uma personalidade do seu filhote. Pegou o ômega de cabelos castanhos no colo e lavou o rosto da criança que resmungava pela água fria que caía um pouco para dentro da camisa, colocou o mesmo no chão novamente que correu em direção a saída com Senku logo atrás de si, que correu apressado em direção de Ren ao ver que caiu ao tropeçar em alguém e começa a chora.


— Me desculpa, eu não vi, tem algo que eu possa fazer? – a voz grossa perguntou se aproximando de Senku que tentava acalmar menor, pela presença o ômega soube que se tratava de um alfa.


— Não se preocupe, isso são coisas que acontecem e meu filho sempre foi chorão então, não se preocupe. – respondeu olhando finalmente para o alfa, foi quando tudo ao seu redor parou.


Aquele alfa, era ele. 


Seu formato de rosto, os cabelos castanhos preso num coque, o formato do olho era igual ao de Ren, até a expressão em seu rosto era igual, seu filho era quase uma cópia perfeita do homem à sua frente, se não fosse pelos olhos avermelhados que Ren tinha herdado de si. O alfa a sua era a pessoa que secretamente deve procurando os seis primeiros meses de vida de Ren, só precisava do exame de DNA, mas, tinha dez bilhões de certeza que a pessoa a sua frente era o outro pai do seu filhote. 





Notas Finais


Deus pai, escrevi muita coisa e meu recorde.

Bem, só uma explicação básica aqui o Ren tem uma perna mecânica ou seja, ele não tem umas das pernas e eu não sei qual vai ser a perna, mais no momento e isso. Assim como o Senku não tem totalmente o ofato, isso eu irei explicar mais para frente assim como a gravidez dele.

E isso até o próximo capítulo junto das minhas lágrimas por causa da personalidade difícil que o senku tem 😭😭


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