História Querido Nii, Amada Imouto - Capítulo 2


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Categorias No Game No Life
Personagens Jibril, Kurami Zell, Shiro, Sora, Stephanie Dola, Tet
Tags No Game No Life, Shiro, Sora, Soraxshiro, Soshi
Visualizações 369
Palavras 1.311
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yoo Mina-san voltei e com um capítulo para vocês, me desculpem se eu demorei demais pois minha vida anda meio corrida ok, mas consegui postar isso que importa.
Boa Leitura
Obs:Nenhuma das fotos são minhas sou um desastre para desenhar, crédito aos seus respectivos autores.
Beijinhos:*

Capítulo 2 - Mocinha


Fanfic / Fanfiction Querido Nii, Amada Imouto - Capítulo 2 - Mocinha

Cai da cama ao acordar com um grito de Shiro e ainda desnorteado procurei de onde vinha sua voz. A mesma não estava ao meu lado na cama real e como ainda estava grogue de sono, não conseguia pensar com clareza no que estava acontecendo.

Mas minhas buscas com o olhar foram sanadas ao ver a pequena figura de cabelos claros com a porta do banheiro entre aberta.

Levantei do chão e corri em sua direção a fim de ver o que havia acontecido, mas me surpreendi ao ve-la batendo a porta na minha cara.

- Shiro o que foi? - perguntei preocupado e meio confuso, afinal ela primeiro grita desesperada e depois simplesmente não permite que eu entre no cômodo em que se encontra.

- Nii, eu to sangrando - Minha imouto respondeu e isso foi o suficiente para aumentar minha preocupação.

- O que está sangrando? A cabeça, o braço? Me deixa entrar ai - respondi relativamente desesperado e com a voz mais elevada.

- Por favor chama a Steph ou a Kurami - ouvi sua voz chorosa e baixa do outro lado da porta.

Eu não estava entendendo, nós dois sempre fomos grudados e de repente ela não quer a minha presença?Qual o problema em me deixar entrar?

 Mas mesmo com essas dúvidas martelando em minha mente, resolvi acatar seu pedido.

Fui até o outro lado do quarto e acionei o sistema de comunicação que havíamos instalado no castelo, chamando as meninas para que viessem aqui.

Não demorou nem cinco minutos e as duas Imanitys já haviam chego junto com as outras duas garotas. Elas passaram por mim e Shiro as deixou entrar e quando eu ia adentrar o comodo também, novamente bateram a porta na minha cara me deixando do lado de fora.

Bufei irritado por não poder participar, mas torcendo para que estivesse tudo bem com minha irmã.

A verdade é que eu sempre fui filho único e me esforçava ao máximo para que as pessoas a minha volta gostassem de mim, mas no fundo eu sempre me senti sozinho.

Até conhecer aquela garota, que parecia tão pequena e frágil mas que com uma frase a respeito de meu nome, provou que era mais interessante que todos os adultos que eu conhecia.

A partir desse dia, passamos a viver como irmãos e até hoje nós somos inseparáveis.

O passar dos anos ao lado daquela garotinha tão delicada, mas com um cérebro superdotado, foi o que me trouxe a felicidade e por isso hoje eu sei que a cima de tudo Shiro é tudo o que eu tenho e eu sou tudo o que ela tem.

Acredito que era por esse motivo, que ali sentado na cama enquanto esperava as meninas saírem de dentro do banheiro, eu me encontrava tão aflito, passando as mãos constantemente pelo cabelo afim de aliviar a tensão que sentia por não saber o que estava acontecendo com minha irmãzinha.

Soltei o ar que nem sabia que estava segurando ao ver a porta do comodo se abrir e as quatro jovens que havia chamado anteriormente saindo de lá.

Levantei da cama e as questionei de forma impaciente. Eu precisava de respostas.

Mas em momento algum havia passado pela minha cabeça que diriam aquilo para mim. Minha cara quase foi ao chão e eu sentei de volta na cama com o espanto de ouvir tais palavras: SHIRO VIROU MOCINHA.

Eu abria minha boca mas não conseguia formular uma única frase, tanto é que quando as garotas falaram que caso tivéssemos mais algum problema bastava chama-las, eu somente assenti com um aceno de cabeça.

Meu cérebro não conseguia assimilar que a garotinha que conheci com menos de um metro de altura, estava se tornando uma mulher, e eu ficava me perguntando como não vi o tempo passar.

Voltei o meu olhar para a dona de meus pensamentos ao vê-la saindo lentamente pela porta do banheiro.

Ela se aproximou de mim de forma hesitante e com a cabeça baixa, o que me fez sentir mal por ver que ela estava com vergonha de mim.

Mas antes que eu pudesse iniciar um assunto qualquer, ouvi sua voz ressoando pelo quarto.

- Nii, gomenasai - pediu com uma reverência.

Não pude deixar de sorrir de canto ao ver o quão boba era minha irmãzinha. Eu não estava bravo com ela.

- Lie Shiro, eu que devo te pedir desculpas - falei a encarando e ela levantou a cabeça surpresa.

- Demo - ela tentou me contrariar, mas eu a interrompi.

- Eu não devia ter pedido para entrar, mas é que da forma que você falou eu pensei que estivesse machucada e fiquei preocupado - falei calmo e a vi corar, provavelmente pela minha confusão com o sangue.

Resolvi mudar de assunto, me levantando e estendendo a mão em sua direção.

- Vamos descer e tomar café?

Mas ela negou balançando a cabeça e disse que queria ficar no quarto exatamente onde estava. E apesar de estranhar um pouco seu comportamento, não tive como insistir afinal realmente devia ser desconfortável para ela, principalmente por ser a primeira vez.

 Assenti concordando e voltei a cama, onde ela já estava sentada.

Nem conseguimos jogar direito durante a tarde, porque a Shiro teve cólica praticamente o tempo todo, e apesar das meninas terem me dito que era completamente normal, não conseguia deixar de me sentir mal ao ouvi gemer e chorar de dor, enquanto eu não podia fazer nada.

Larguei o celular em que jogava ao vê-la acordar. As meninas haviam preparado um remédio para amenizar a dor e ela acabou dormindo até escurecer.

- Melhorou a dor?

Ela me respondeu com um aceno e se levantou pegando minha mão.

- Nii, eu quero tomar banho 

- Tudo bem - disse me levantando e a seguindo até o banheiro.

Como nós não nos separávamos, íamos juntos ao banheiro, mas um ficava de costas enquanto o outro tomava banho no box e se trocava. Nunca nos víamos nus, porque na minha opinião isso não seria certo.

Sentei de costas para o chuveiro e voltei a jogar no celular enquanto ouvia o barulho da água correndo.

Notei que minha imouto estava demorando muito quando terminei a quinta partida.

- Shiro, tá tudo bem ai? - perguntei mais não obtive resposta. Virei e vi seu vulto sentado no chão do banheiro, através do box opaco.

Suspirei e fiz aquilo que devia fazer.

Fechei os olhos e entrei no box me agachando ao seu lado.

- Eu não quero ser mocinha, quero voltar a ser criança - ela comentou com o voz embargada pelo choro.

- Não precisa ficar assim, pode parecer ruim, mas é normal todas as meninas têm - dei uma de psicólogo.

- Mas eu não quero - ela retrucou chorosa.

- Mas pense comigo, não seria justo só eu envelhecer enquanto você fica jovem.

- Nii, você ta falando igual um velho.

- Claro que não! Eu ainda sou muito jovem - Que insulto a minha pessoa, eu, velho, até parece.

- Tem razão Nii, você não é velho, mas já tem 19 anos e ainda é virgem.

- Oe Shiro, não precisa jogar isso na minha cara - respondi ainda de olhos fechados, mas um pouco corado.

Era constrangedor minha irmãzinha ficar me dizendo isso. Na verdade não é  que eu não deseje deixar de ser virgem, mas eu não quero que ela me veja fazendo esse tipo de coisa.

Ouvi-a rir baixinho da minha vergonha e por mais que eu me sentisse desconfortável naquela situação, pelo menos ela havia deixado de chorar.

Mas quando tudo vai bem, sempre acontece alguma coisa para estragar...

Ouvi o barulho da porta sendo aberta seguida de um grito feminino.

- SORA, SEU PERVERTIDO

Nem tive tempo de raciocinar, quando vi já estava sendo espancado pelas garotas.

Resultado final: Fiquei cheio de hematomas pelo corpo e ganhei um lindo olho roxo.

E elas só não jogaram meu pobre corpinho pela janela (sintam o amor pela minha pessoa), porque minha imouto veio me defender. Bem que ela podia ter feito isso antes neh? Teria evitado meus milhares de machucados.

Nota mental: Nunca faça algo digno de apanhar das meninas. Elas são uns verdadeiros monstros.




















 












 












































Notas Finais


É isso mina-san, resolvi começar a fic dessa forma porque acho muito estranho quando os personagens se apaixonam do nada, por isso eu criei condições favoráveis para juntar os dois.
Ja ne.


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