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História Querido Professor - Capítulo 3


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Notas do Autor


Oiee! Mais um capítulo dessa história que estou morrendo de amores <3

Capítulo 3 - Sorte ou Azar?


Fanfic / Fanfiction Querido Professor - Capítulo 3 - Sorte ou Azar?

Não acreditei que aquilo estava acontecendo, estávamos em meio a um corredor, o mesmo me pressionando contra a parede e me dizendo coisas absurdas como se nos conhecêssemos a anos. Mesmo sentindo atração pelo o mesmo eu não podia, nós não podíamos, éramos aluna e professor.  

   — Sai da minha frente seu maluco! — Empurrei seu peito afastando o mesmo de mim. Céus que corpo, deve ser mais perfeito ainda sem roupa. Ergui minha cabeça jogando minhas madeixas e saindo do local me recompondo.

   — A senhorita ainda tem aula comigo, volte para a classe imediatamente. — O mesmo diz firme mas sinto seu tom de deboche.

   — Vou pra casa, fazer as porras inteiras que tenho que entregar para o “senhor” na quarta-feira. — Disse em um tom de deboche andando para a saída.

Escutei sua risada baixa, a mesma era tão sensual, ele conseguia ser “sexy” até dando uma risada comum. Não estava me importando se ele iria me castigar mais ou não, ele não podia me usar daquela forma e então decidi ir para casa, realmente eu iria fazer tudo aquilo em um dia. Eu quero e vou fazer impecável, ele vai se arrepender. Bufei andando para o carro, ao chegar entrei e dei partida no mesmo e dirigi para casa. Não pude evitar meus pensamentos pesados, os mesmos relacionados ao senhor Vargas, ele era perfeito, sonho de qualquer mulher, seu corpo rente ao meu, seu peitoral era tão forte, tão desejável, seus olhos intensos cheios de desejos olhando minhas pernas na sala de aula. Ele deve trepar muito bem. Meus pensamentos impuros continuam me perturbando, estava com medo de me perder pois estava dirigindo, balancei a cabeça em negação respirando fundo e voltando a focar na estrada. Não pode ser! Não acredito!. Meu pneu havia furado e o carro andando mais devagar e pendente sobre a roda esquerda.

A estrada era vazia, se passava um carro ou dois eram muitos, eu andava pela a mesma rota todo santo dia então sabia que não iria passar alguém, estava ferrada.

Abri o porta-malas colocando sinalizador e me escorei pegando meu celular olhando o mesmo se tinha algum sinal, havia um tracinho que ia voltava mas mesmo assim mandei para Francesca pedindo a ela mandar um mecânico no determinado local.

 

[...]

 

Iria dar vinte para o meio-dia em meu relógio, estava sentada dentro do carro me perguntando se Francesca havia visto  a mensagem e se ela teria pedido ajuda. Já fiz de um todo para dar um jeito e ir para casa, mas acontece que se eu fosse dessa forma com o carro “torto” para casa o mesmo iria estourar o pneu e o prejuízo seria completamente maior, só precisava de alguém para trocar. Escutei um barulho de carro vindo em minha direção, rezava para ser a ajuda que Francesca poderia estar mandando e me negava a pensar em coisas negativas como, ser um assalto. Eu conheço esse bendito carro..Puta merda!. Era o senhor Vargas, ele estacionou o carro em minha traseira, não pude negar que minhas pernas amoleceram só de ver o mesmo naquele carro. Ele desceu usando um óculos de sol preto, ajeitando sua camisa todo sedutor e vindo em minha direção.

   — Dizem que tudo o que você faz, volta para você.. — Ele soltou seu sorriso sedutor parando em minha frente e erguendo seus óculos deixando seus olhos perfeitos à vista.

  — Só pode ser brincadeira! Cadê?..Tem alguma câmera aqui né? — Procuro ironicamente olhando para os lados e cruzando os braços. — O que o “senhor” pensa que está fazendo?.

  — Para a nossa sorte, não tem. — O mesmo pisca sorrindo. — Então, qual o problema?. Ele tá de sacanagem com a minha cara!.

  — Ah nada, eu simplesmente decidi parar aqui e fazer ponto, talvez alguém queira! Estou me vendendo e não satisfeita, furei meus pneus!— Disse brava e bufando cruzando meus braços.

Leonard ria de minha cara, seu sorriso era definitivamente encantador e eu não podia de parar de admirá-lo mesmo brava ele me deixava com calor. Revirei os olhos e tirei minha jaqueta guardando dentro do carro, ficando com minha regata lisa. Ao me virar para guardar, senti um leve olhar do mesmo em minha bunda me fazendo corar.

  — Posso ajudar você? — Ele sorriu passando a mão em suas madeixas e desabotoando sua camisa. Dentro do carro? me ajudaria e muito. 

  — O q-que pensa que está fazendo? — Arregalei meus olhos olhando sua camisa aberta, seu corpo era perfeito, seus traços que guiavam seu quadril até embaixo.

  — Nós vamos transar. — Ele ergueu a sobrancelha sorrindo.

Fiquei tensa ao ouvir ele falar esse tipo de linguajar com uma aluna, mordia meu lábio apenas esperando ele dizer que era uma brincadeira, ou não. Ninguém nunca tocou na palavra “sexo” comigo, apenas nas escolas e ponto, meus pais sempre foram muito protetores e me tratavam como inocente até viajar em busca do meu sonho mas tudo o que não sabia era que iria me sentir atraída pelo meu professor de literatura.

  — O que? — Balancei a cabeça em negação respirando fundo me acalmando.

  — Não dizia a pouco que você estava se vendendo? — Ele solta uma risada baixa tirando a camisa, pondo em cima do meu carro e indo para o porta-malas. — Eu não vou sujar minha camisa né senhorita?. Posso abrir?.

Eu que quero abrir pra você.

Afirmei com a cabeça sem palavras, me escorei no carro olhando seu corpo muito bem definido, seus ombros perfeitos e seu quadril mais ainda, novamente aperto minhas pernas e desvio o olhar do mesmo. Esse corpinho sobre mim seria perfeito, só seria mesmo. Queria surtar com o mesmo por ser tão descarado, mas não poderia pois era como um jogo, “quem estava sendo mais”.

  — Como soube? — Murmurei olhando para baixo.

  — Que estava aqui? Ouvi sua amiga pedindo ajuda a um senhor e então eu disse a ela que resolveria. Me agradeça pois era o faxineiro da faculdade. — Ele sorri pegando o pneu do porta-malas e pondo em seu ombro. 

Vou matar a Francesca, ela pediu ajuda para o faxineiro? tadinho, o mesmo trabalha a muitos anos naquela faculdade, mal consegue mover uma mesa para limpar.

  — Te agradecer? Pelo o que? Por ferrar minha vida me chamando na direção ou pelo fato de me “punir” com as tarefas até quarta? — Balancei a cabeça e segui olhando o mesmo descaradamente.

 O mesmo solta um sorriso de canto percebendo meu olhar fixo em seu quadril e ergue sua sobrancelha, ele troca meu pneu se sujando um pouco de graxa. 

  — Prontinho. — Ele limpa suas mãos batendo uma na outra, guarda o pneu furado e fecha meu porta-malas vindo até mim. — Você que começou com essa “briga”, bom, posso te punir de outro jeito se quiser.. — Ele sorriu galanteador pegando em minha cintura sob minha blusa e apertando leve de jeito.

Senti meu corpo pegar fogo quando o mesmo toca meu corpo sob minha blusa,ele era homem ousado, me fazendo enlouquecer cada vez mais.

  — Não, obrigada.. Já é o bastante enfiar minha cara nos livros em um dia. — Resmunguei para disfarçar minha vontade de sentar no mesmo.

  — Você mente muito mal sabia? Acha que não vi? Você olhando meu corpo na sala de aula? depois descaradamente na sala do diretor e agora.. Seus olhos desceram para o meu quadril e eu garanto a você que sei o que pensava. — Ele solta uma risada baixa mordendo o lábio. — Está louca pra pegar no meu pau senhorita Castillo

Como ele podia ser tão descarado? Essas palavras pesadas me fazendo delirar, seu corpo rente ao meu, tão próximo que sentia seu “amiguinho” encostado em minha coxa me fazendo arrepiar cada vez mais. Ele estava certo, eu queria, queria pegar naquele instante e por minha boca mas não sabia pois minha virgindade “apitava”.

  — Está completamente errado! Você é meu professor e o cara que bateu no meu carro e ainda por cima tô sendo castigada por seus dramas. — Resmunguei revirando os olhos.

   — Estou é? Aqui eu não sou seu professor e se está tão magoada eu perdôo você e deixo me entregar na sexta mas só se admitir que foi você que bateu no meu carro. — Ele me ergue do chão de jeito me deitando em cima do capô do carro e ficando sobre mim.

Quando o mesmo me agarrou soltei um leve gritinho, olhei em seus olhos e respirei fundo, estávamos cara a cara, minha respiração acelerou de repente pois o mesmo havia me pegado de surpresa.

 


Notas Finais


O que acharam? Só tenho que confessar que eu já shippo muito hihi <3 Quem não queria ter um León não é mesmo??.
Beijos!! Até logo <3


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