História Quero matar meu (adorável) chefe! - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bang Yongguk, Bangtan Boys, Hoseok, Janji, Jikook, Jimin, Jimin!bottom, Jungkook, Jungkook!top, Kai, Kihyun, Kookmin, Lisa, Namjoon, Taehyung, Yaoi, Yoongi, Yoonseok
Visualizações 940
Palavras 2.743
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente. Eu não pretendia atualizar essa fic primeiro, mas aconteceu um problema com meu notebook e eu acabei perdendo grande parte do capítulo da minha outra fic (Pra quê esconder se eu quero você), aí acabei me estressando e resolvi escrever o capítulo dessa. Então se você me acompanha na outra, me perdoe pela demora, mas prometo que vou me esforçar e tentar atualizar até domingo. Agora falando um pouco desse capítulo, vocês vão ver que hoje as coisas já vão começar a evoluir um pouco. Boa leitura! E obrigada mais uma vez a cada um de vocês, a minha fic já está em 80 favoritos com menos de duas semanas, só queria dizer que tô muito feliz, obrigada por me fazerem feliz, amo vocês nenês. Beijos!

Capítulo 4 - Elevador


Fanfic / Fanfiction Quero matar meu (adorável) chefe! - Capítulo 4 - Elevador

Jeon Jungkook foi o caminho todo até seu apartamento, que dividia com o mais novo, pensando naquele breve porém intenso momento de tensão proveniente de uma simples aproximação, seguida de um contato visual. Chegou a cogitar a possibilidade que seu irmão havia descrito, e se questionou se de fato poderia estar aos beijos com o Park naquele instante, se não fosse a sua interrupção.

Jeon sabia que as vezes mostrava seu lado intimidador (e que talvez fosse isso que tivesse feito despertar a atenção de Jimin para si), o que era na maioria do tempo se fosse parar para fazer uma autoanálise. Sabia que tal postura era devido ao cargo que assumia; mas também não significava que ele em seu interior não gostasse realmente de ser intimidador. O jovem presidente gostava dos olhares que despertava, quer fosse em mulheres, quer fosse em homens. Ainda que fosse homossexual, o que Jeon gostava de fato era de chamar a atenção por onde passasse.

Toda a atenção que já recebia das pessoas antes mesmo de virar presidente, apenas aumentou de tamanho quando passou a ter seu nome e seu rosto falado e visto em diversas mídias, nacionais e internacionais; o que também acabou despertando olhares de pessoas que não lhe queriam pelo caminho, apenas por competição e interesses, se tratando unicamente de um jogo movido e alimentado por aquilo que faz o mundo girar: dinheiro.

Além de bonito, novo e bem sucedido, Jeon sabia que sua empresa era uma forte concorrente no mercado tecnológico nacional e internacional. Os resultados obtidos apenas nos meses em que já passou a comandá-la, mostraram que ao contrário do que pensava, o desempenho se manteve estável, apresentando uma curva de crescimento positiva, indicando que não demoraria para que estivesse em um ótimo desempenho novamente.

Isso despertou ainda mais os olhares de seus competidores, principalmente daquele que comandava a sua maior concorrente; mas isso era completamente normal, afinal todos naquele meio estavam atrás das mesmas coisas: dinheiro, reconhecimento da mídia e cada vez mais consumidores de seus produtos para alimentar suas contas bancárias.

Mesmo com toda a competição existente no ramo empresarial, Jeon sabia que seu nome ainda era o mais falado e mais visto, sabendo portanto que seus resultados eram muito mais do que apenas falado por seus concorrentes, eles eram altamente discutidos e minunciosamente analisados, para tentar bolar estratégias que os levassem a obter os mesmos resultados que a sua empresa (Beyond Technology), ou ainda mais, superá-los e tirá-los da jogada, assumindo seu lugar no cenário do mercado tecnológico.

Ele não ligava muito para isso, focava apenas em continuar a fazer o que tinha que fazer, que era dar conta daquilo tudo e fazer os resultados crescerem, sem deixar que dados saíssem dali e assim sua tecnologia permanecesse em segredo, evitando sua obsolescência e substituição. Devido a esse sigilo de informações, todos os funcionários contratados passavam por uma entrevista muito rígida e tinham que submeter uma série de informações pessoais, afim de evitar contratar pessoas que pudessem ter alguma espécie de ligação com as empresas concorrentes, evitando assim o vazamento de informações e garantindo sua permanência no posto que até então permanece com sucesso.

Mas no momento, a única atenção que desejava de fato era a de Jimin. Ansiava por ter aqueles pequenos olhinhos vidrados outra vez nos seus; desejava sentir sua respiração descompassada ao estar perto de si e queria mais que tudo poder provar o sabor daqueles lábios carnudos e avermelhados que o menor possuía.

Imaginou diversas vezes a cena que poderia surgir a partir daquele momento que tiveram mais cedo. Projetou vários beijos em seus pensamentos; e por um momento ao imaginar uma das cenas, fechou os olhos e se deixou levar por seus devaneios; e enquanto tentava adentrar ainda mais fundo naquela imagem formada em sua cabeça, chegou a soltar um forte arfar, como se pudesse sentir sua imaginação se torna realidade.

Suspirou fundo e triste quando ouviu seu irmão bater na porta de seu quarto, interrompendo aquela erótica cena que tristemente estava formada apenas em sua cabeça. Quis ignorar o mais novo e continuar a pensar em Jimin, mas o outro insistia em continuar batendo em sua porta. Não vendo outra alternativa senão abrir, se levantou e foi ver o que Yoongi queria:

-Mais que coisa chata! Pra quê bater tantas vezes? Eu ouvi da primeira.

-Ouviu mas se fingiu de surdo né, já que não levantou.

-Tá! O que você quer?

-Eu vou dar uma saída e não sei que horas eu volto.

-Você vai no seu carro?

-Vou.

-Não vá beber demais. Não quero que sofra um acidente.

-Eu não vou, prometo!

-Tenha cuidado. Qualquer coisa me liga que vou te buscar, se sentir que não está bem pra dirigir.

-Já disse que você se preocupa demais. Relaxa que eu sei me virar. Annyeong hyung.

-Só digo porque me preocupo. Não quero mais perder ninguém.

-Ne! Ne! Eu sei hyung. Também te amo se é isso que você quer que eu diga. Agora deixa eu ir, que tô atrasado.

-Tá, vai logo.

Jeon podia ser muito ocupado, e também podia não dedicar muito de seu tempo ao irmão, mas era inegável a preocupação que o mais velho sentia pelo outro. Jungkook mesmo tendo incontáveis coisas para fazer em seu dia, arranjava alguns minutinhos para falar com o irmão durante o expediente; e quando chegava em casa, sempre jantavam juntos, afim de terem pelo menos um pouco de interação naquela tão complicada rotina que ambos possuíam.

Não era apenas Jungkook que tinha dias difíceis, Yoongi também possuía os seus. Mesmo sendo rico, poderia ficar apenas em casa vivendo às custas dos ganhos da empresa, mas gostava de estudar e queria mostrar para o irmão que também iria ter seu próprio reconhecimento por seus esforços. Entretanto, já havia uns dias em que ele tinha um pouco mais de dificuldade para enfrentar e sabia que tinha que lidar com esses dias mais complicados sozinho, pois jamais poderia deixar que o irmão descobrisse o motivo que os tornavam tão dificultosos assim.

Ele sabia que estava em uma enrascada e que sair dela não seria algo fácil, ainda mais tendo que esconder e fazer o máximo para que seu hyung em hipótese alguma descobrisse, para não magoá-lo e não ser uma decepção, um fardo; não desejava vê-lo preocupado consigo, ainda mais do que já era, afinal sabia que o irmão já tinha problemas demais para se preocupar e não seria justo jogar ainda mais coisas sobre suas costas.

Pensava que estava sob controle, ainda que alguns desses dias sentisse que eram um pouco piores de lidar do que outros, mas acreditava que ainda estava controlado, e que poderia continuar com aquilo sem envolver o irmão, mesmo sabendo que a qualquer momento poderia ser pego e forçado a se explicar. Mas ele sabia disfarçar bem e acreditava que assim que quisesse poderia parar. Mal sabia que seu problema havia apenas começado.

Ainda que seu corpo estivesse começando apresentar sinais de mudança, fingiu que estava tudo bem; e mentindo mais uma vez para o irmão, saiu de casa.

Jungkook era cuidadoso e preocupado com o irmão até certo ponto, até porque o outro já não era mais tão novo assim. Acreditava que ele já sabia se virar, então mantinha apenas aquela típica preocupação de irmão mais velho, talvez só um pouco mais chato e preocupado que os demais. Também não queria que o mais novo pensasse que agora ele estava querendo dar uma de pai só pelo fato de terem ficado órfãos; e realmente não queria, por isso deixava que o mais novo tomasse as próprias escolhas na vida.

Jungkook tornou a ficar sozinho em casa, e com todo o cansaço do longo dia cheio de emoções, dormiu rapidamente, sem perceber a hora que o irmão havia chego ou se havia retornado.

Ele levantou cedo como de costume, depois de enrolar um pouco na cama deixando a preguiça sair de seu corpo e foi se arrumar.

Vestiu o terno preto acompanhado de uma gravata azul royal; arrumou os fios castanhos de seu cabelo e passou seu forte perfume.

Passou na cozinha e preparou uma vitamina, apenas para não sair de estômago vazio.

E antes de sair de casa deu uma passada no quarto do mais novo, apenas para ver seu estado, mas não o encontrou, presumiu que ele já tinha ido para a faculdade; então apenas guardou na memória que deveria ligar para o outro mais tarde, quando tivesse um tempo.

Saiu de casa e foi para o trabalho, podendo apreciar um dia em que o trânsito estava até que tranquilo, o possibilitando chegar um pouco mais cedo.

Como sempre fazia pelas manhãs, sentou-se e analisou a papelada já posta sobre sua mesa. Mas diante de todos aqueles papéis só conseguia pensar em Jimin. Queria o chamar, ainda que sem argumento algum que justificasse solicitar sua presença, apenas para poder apreciar cada detalhe daquele rosto que parecia não se cansar de esbanjar perfeição.

Não desejava apenas vê-lo; queria muito mais que isso.

Queria despertar os impulsos nervosos do menor; queria vê-lo ficar apreensivo e inquieto em sua presença; também desejava ver outra vez seu rosto corar de vergonha por simplesmente não saber o que fazer. Porém maior que cada um desses seus desejos, havia apenas um que queria de fato realizar mais que todos os outros: tomar os lábios fartos de Jimin para si, em um beijo intenso, profundo e lento, para sentir as mais incríveis sensações que imaginava ser possíveis de sentir ao provar daquela boca e assim ter cada uma de suas terminações nervosas atingidas pelo prazer de sentir os lábios do outro nos seus.

Precisava encontrar um jeito de se aproximar mais de Jimin, mas não tinha a menor ideia de como faria isso, pois ainda não possuía um pingo de intimidade nem para lhe fazer um convite informal. Até que percebeu que poderia fazer o queria utilizando da “formalidade” que seu cargo o permitia usar.

Inventou uma reunião qualquer convocando os diretores de algumas funções da empresa, marcando a reunião em um restaurante chique onde falariam dos assuntos da empresa, mas depois poderiam desfrutar de um banquete pago única e exclusivamente pelo chefe. Mas é claro que nem de longe sua intenção era tratar de assuntos chatos com o Park, ainda que soubesse que precisaria fazer isso, afinal seria uma “reunião” e deveria seguir o que mandava o figurino.

Depois que todos fossem embora, tentaria segurar Jimin um pouco mais e quem sabe assim poder se aproximar de uma maneira mais fácil do menor.

Já com o plano todo esquematizado, ligou para a sala do diretor executivo que não demorou em lhe atender:

-Park Jimin, venha até minha sala por favor!

Por mais que Jimin já estivesse acostumado a ser chamado infinitas vezes até a sala do chefe, jamais poderia se dizer acostumado com o fato de estar na sua presença. Não podia negar que agora seu nervosismo era um pouco diferente e mais intenso. É claro que antes ficava nervoso, porém em um grau de intensidade bem menor do que agora; na realidade achava um saco ter que olhar na cara do chefe, mal suportava estar na presença do outro; sem contar que ficava tão aborrecido com as ordens que recebia do mesmo e que em sua maioria eram idiotas; o que o fez por vezes brincar de fantasiar mortes bizarras para o tão chato porém absurdamente lindo e gostoso chefe.

É claro que ele também ainda não havia esquecido o que tinha se passado no dia anterior durante o término de seu expediente. Toda aquela tensão ainda estava pulsando em sua mente, e só de imaginar ter que fingir que nada daquilo tinha acontecido, já o deixava nervoso mais uma vez.

Jimin nunca foi bom em ocultar seus sentimentos e não era agora que seria diferente; mas se esforçava para tentar demonstrar o mínimo possível, mesmo tendo assumido a coragem para se deixar transparecer no dia anterior, onde deixou de lado os pensamentos racionais que lhe diziam que aquilo era totalmente errado e deu ouvidos ao coração, que batia descompassadamente e lhe dizia para ver no que aquilo resultaria.

Ele agora tentava apenas não dar muita importância àquilo tudo, pois havia ainda em seus pensamentos a possibilidade daquilo não passar de uma fantasia insana criada por seu cérebro.

Saiu de sua sala e caminhou até o elevador para ir à sala do presidente.

Enquanto estava no elevador, se olhou no espelho, buscando ver se estava bonito, arrumado devidamente e se estava com olheiras, por conta da noite ruim que tivera por simplesmente não conseguir pregar os olhos, graças ao fato de ter os pensamentos dominados pelo chefe, que agora já não considerava mais insuportável, muito pelo contrário.

Ainda arrumava os fios levemente desalinhados sobre a testa quando o elevador parou no andar em que deveria ficar, mas estava tão concentrado que não percebeu quando parou.

Quando a porta se abriu, quase teve um treco, porque agora havia mais uma pessoa o observando através do espelho, entretanto do lado de fora e em pé, encostado com as costas na parede de frente ao elevador, com as mãos enfiadas nos bolsos da calça social e um pequeno sorriso preso no canto direito da boca.

Assim que Jimin percebeu Jungkook o observando do lado de fora quis fechar a porta quase que instantaneamente, na tentativa de esconder mais uma grande vergonha que acabara de passar na frente do chefe. Entretanto Jungkook foi mais rápido e antes que a porta se fechasse entrou no elevador junto de Jimin.

Sua cabeça logo começou o acusar: “Puta merda! O que será que ele vai achar que eu estava fazendo?” “Vai bem achar que estava me arrumando pra ele!” “De novo Jimin? De novo?”.

Jungkook percebeu a vergonha presente no rosto do outro mais uma vez, só que dessa vez pegou leve na intimidação, e apenas tentou dialogar normalmente com o Park, afim de deixa-lo menos nervoso consigo:

-Você já estava indo até minha sala?

-Sim! Na verdade não. Quero dizer, sim e não. – ele precisava arranjar uma mentira para não deixar o óbvio tão óbvio assim, mas estava tão nervoso que se atrapalhou nas palavras novamente, igual como fizera da última vez – É que eu primeiro precisava ir no departamento de logística e depois iria até sua sala, mas estava distraído e nem percebi que não havia apertado o botão para ir até o departamento, então quando vi que estava no andar errado quis descer.

-Eu estava exatamente lhe esperando Jimin Ssi. Mas antes preciso que me acompanhe.

Jeon tentou não intimidar tanto o menor, mesmo sendo quase impossível, ainda mais sozinhos ali dentro, obrigados a ficarem em um espaço tão pequeno juntos.

Jimin mal conseguia olhar para frente estando tão próximo novamente do presidente. Somente ao inalar tão próximo assim seu cheiro, já se sentia balançado.

Jungkook se aproximou de Jimin e levou a mão em direção ao rosto do menor, que permaneceu completamente estático no canto que estava apoiado. Levantou o olhar até o chefe e viu sua mão direita ir até seu rosto.

Quando a mão do  o tocou, inevitavelmente fechou os olhos, intensificando a gostosa sensação que era sentir o toque macio de seus dedos em sua pele, mas logo os abriu quando Jungkook disse:

-Tirei! – Jimin olhou confuso para o chefe que estava se segurando para não fazer o que realmente queria com o menor, ali mesmo, dentro daquele elevador – O cílio que estava em sua bochecha Jimin Ssi.

Jimin apenas abaixou a cabeça em sinal de reverência e agradecimento, esboçando um pequeno sorriso nos lábios. Porém em sua mente o que se passava era algo completamente diferente da tranquilidade que ele aparentemente demonstrava diante do superior.

Achou por um momento que o chefe tentaria algo. Apesar de ter sido um simples toque, Jimin pôde sentir um nervosismo novo e um tanto quanto excitante habitar seu corpo. Queria saber o que mais aqueles dedos poderiam o fazer sentir. Guardou todos aqueles pensamentos e seguiu com o chefe para lhe dar a ajuda que pedira.

Saíram elevador quando o mesmo chegou na garagem do prédio. Viu o chefe caminhando em direção ao carro e pensou que o mesmo desejasse que ele levasse algum objeto até sua sala.

Suas hipóteses se desfizeram quando o mesmo o mandou entrar no carro.

Ele não sabia o que o chefe queria de si, mas não esperava a hora de descobrir.  


Notas Finais


O que esperar desse jantar? Eu também ainda não sei, mas espero que tenham gostado do capítulo. Beijos meus amores e obrigada de novo, vocês são incríveis.


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