História R O B O T - VKook - Capítulo 13


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Ficção Cientifica, Jeon Jungkook, Jung Hoseok, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Min Yoongi, Park Jimin, Robô, Robot, Robótica, Romance, Taekook, Vkook
Visualizações 30
Palavras 1.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Lemon, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Depois de longos meses ... enfim, vos trago o tão esperado "próximo capítulo". Acho que está bem sem graça, mas no final eu berrei.

(Não betado)

Capítulo 13 - Chapter XIII - Obsession?


O B S E S S I O N?

"Paixão é uma obsessão positiva. Obsessão é uma paixão negativa."

— Paul Carvel

Park, por sua vez, não entendera o porque, da "grosseria"? Mas relevara, não sabia os motivos que o Kim continha, para que o tratasse assim, mas respeitaria, mesmo não estando nem um pouco de acordo. Enfim, se levantara do sofá normalmente, não — drmonstrando que — estava afetado por aquilo, aquele "procura", fora desnecessário e muito grosseiro, afinal era o mais velho ali, não que se respeitassem tanto, mas pelo menos esperava um pedido de desculpas depois, ou talvez, fosse melhor não esperar, pois pelo pouco tempo que que conhecera o Kim, sabia de seu orgulho para com certas palavras, então relevaria. Seguiu-se para o segundo andar, a procura dos quartos.

Já Tae, se mantinha sentado, com uma leve cara de desgosto, que se sentia atraído pelo acastanhado, não poderia negar sequer vez, mas também não tinha o direito de o obrigar à ficar com sigo, ou de controlar sua vida social ou sexual, Jeon era livre. No momento, sim. Mas Kim estara disposto a mudar aquilo, não era obsessivo, ou achava que não era. Mas, enfim, faria até o impossível para ter o Jeon apenas para si.

( … )

Pegara o corpo do acastanhado ao colo, enquanto a cabeça do mesmo pendia para trás, desconfortável com aquela visão, Kim ajeitou-o em seu ombro com um cuidado até então, desconhecido por si próprio, e se dirigiu ao andar de cima. Subiu as escadas de mármore com uma facilidade extraordinária, afinal força era o que não lhe faltara, e ao sair do último degrau se direcionou à última porta do corredor, esta que antes deixara entre-aberta. Não tinha a mínima paciência em ter de fechar portas ou janelas, e não é agora que o faria.

Após caminhar o grande corredor de tom creme, recheado de quadros com molduras lustrosas e algumas pequenas e estreitas estantes com um vaso florido diferente, mas não deixando de combinar perfeitamente com o ambiente bem iluminado pelas luminárias, adentrou o cômodo, fechando, enfim, a porta atrás de si com o pé direito.

Caminhou normalmente até a cama, e deitou o corpo mole cuidadosamente sobre o acolchoado macio, o cobrindo com o edredom aquecido. Ajeitou o travesseiro sob a cabeça do mais novo, e se ajoelhou frente à seu rosto sereno. As sobrancelhas franzidas, indicavam que o mesmo sonhara, então o Kim sorriu.

Jeon podia — até então — exalar um ar adulto, sexy, maduro demais e talvez até superior, mas apenas os mais íntimos sabiam o quanto criança o mesmo era. Seu lado tímido, inseguro, imaturo, brincalhão e ingênuo não era transparecido com tanta facilidade, Jeon não era tão transparente. Mesmo que estivesse com problemas, se importara com o alheio e oferecia ajuda. Gostava de ver a felicidade dos outros acima da sua, como se ele próprio fosse a segunda opção. E isso era encantador. Tão amoroso.

Kim estendeu sua palma direita, e passou à acariciar levemente a tez alheia. Macia, era sua pele. Os lábios avermelhados entre-abertos, as bochechas em tom escarlate. Estaria ele tendo sonhos impróprios? Pensou, e riu nasalado segundos após.

Afastara os fios de cabelo de sua testa, úmida por uma leve camada de suor e beijou ali, um selar simples, talvez apaixonado. Kim não sabia ao certo, mas a partir do momento em que vira o garoto, se sentira absurdamente atraído, e não se importava, não fugia de seus sentimentos, mesmo que talvez muito precipitados e ainda confusos.

— Você é tão, 'fodidamente lindo, perfeito, um pecado Kookie … — Sussurrou rente ao rosto, em que tocara os narizes em um ato de carinho. Sorriu — Eu deveria te denunciar, para que fosse preso, afinal que feio roubar meu coração tão rápido assim.

Tocou o polegar sobre os lábios, agora, tão mais convidativos que antes e os acariciou com uma vontade imensa em tocá-los, pareciam tão macios. E por um impulso, Kim juntou as bocas em um selinho casto, mas que lhe fez nublar em pensamentos, sua mente ficou turva e não prestou atenção em mais nada, à não ser naquela boca que tanto cobiçada por si, que agora provara, mesmo que pouco. Já era o suficiente.

— Você vai ser meu, só meu — Suspirou afastando-se minimamente, ao que subiu na cama, deitando-se e entrelaçando o braço na cintura bem moldada do acastanhado que dormia tranquilamente. Beijou-lhe a nuca, e viu-o se arrepiar — Eu vou te conquistar, da minha maneira impulsiva e … 'tarada? Mas vou. Boa noite, meu Kookie.

( … )

A claridade tocou-lhe os olhos, o incomodando brevemente. Jeon se remexeu sobre a cama e sentiu-se preso. Com certa dificuldade, conseguiu semi-cerrar os olhos e olhou ao seu redor, não estava na sala como esperava estar. Após alguns longos segundos sua visão se normalizou o deixando até certo ponto tranquilo, mas assim que olhou à sua esquerda e o viu, se alertou e em um impulso o empurrou, saindo de seu aperto caindo ao chão em seguida.

— Aish … — Resmungou dolorosamente, ao que batera com a cabeça no chão, frio. Se praquejou mentalmente por ser tão burro e sair do conforto e aquecido edredom que estara antes.

Após passar levemente a palma esquerda atrás de sua cabeça, num ato — bastante — falho em — tentar — amenizar a dor, se sentiu ser vigiado e elevou seu olhar, acima da cama, dando de cara com o Kim lhe olhando atentamente demais e com um resquício de preocupação, sem hesitar em manter o breve contato visual que manteram por alguns segundos segundos, mas logo Jeon desfez. Mas que o acastanhado jurou durar séculos, em sua perspectiva.

— O que foi? — Jeon perguntou, com um tom a beira da raiva, não sabia exatamente o porque, mas apenas o fato de ter dormido na mesma cama que o outro lhe estressara bastante. Kim, não se mexeu em momento algum, apenas insistiu e manteve aquele bendito contato contato, que infelizmente Jeon estara gostando. Enraiveceu — O que?! Perdeu o 'cu na minha 'cara?!


Notas Finais


Estava demorando para ter uma pergunta/afirmação/resposta dessas né? Enfim, a fic voltou! E não pretendo mais parar!

Até o próximo!


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