História R. O. S. A. S. - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kris Wu, Sehun, Suho
Tags Baekyeol, Chanbaek, Comedia Leve, Flores, Lostgrl, Pobrexrico
Visualizações 826
Palavras 3.160
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura <3

Capítulo 3 - (S)obre todas diferenças entre dois similares.


 

A rosa vermelha se tornou comum para Chanyeol, nem sempre Baekhyun levava uma flor, mas com os dias passando, transformando-se em semanas, ficava cada vez mais óbvia a paixão crescente de um pelo outro.

O Park andava ansioso, de um lado para o outro de seu apartamento, esperando Baekhyun chegar para lhe dar um beijinho de boa noite, percebeu que conseguia conviver bem com eles. Depois de um tempo, como um bom desocupado, começou a caminhar até a floricultura a qual o menor trabalhava, para acompanhá-lo até em casa no final do expediente.

Baekhyun achava adorável aquela forma do grandão dizer que se importava consigo, e ficava feliz por ter alguém ao seu lado, por descobrir mais sobre o significado de paixão.

Nunca havia se apaixonado, até teve uns casos, mas talvez por estar sempre tão ocupado, não conseguia fazer nenhum deles durar, algumas vezes sequer tinha vontade de fazer querer dar certo. Contudo, Chanyeol era diferente.

Algo no maior deixava Baekhyun extremamente feliz, lhe trazia uma calmaria mesmo com o coração acelerado.

Eles iam se conhecendo cada vez mais, os beijos de boa noite se tornaram de bom dia e boa tarde também, já que o Park sempre esperava Baekhyun para almoçar com ele. Os dois andavam de mãos dadas para todo lado, e os amigos de Chanyeol até tentaram zoar, falando que estava saindo com “menino estranho de cabelo rosa”. Talvez aquela tenha sido a primeira vez que percebeu não ter amigos de verdade.

Foi um baque, realmente.

Quando temos a falsa ilusão de amizade, é difícil desconstruir isso e entender que ser amigo é muito mais que sair junto para beber ou falar mal de algum professor. Ser amigo é não deixar o outro jogado no meio do corredor do próprio apartamento, de tão bêbado que estava, é se voluntariar para ajudar na mudança, é se compadecer de um problema ao invés de rir dele, como todas aquelas pessoas fizeram.

Baekhyun foi mais amigo quando sequer se conheciam do aqueles ao redor de Chanyeol, muitos ali apenas estavam interessados no dinheiro de sua família. Parte de si começou a refletir mais, a entender mais sobre a realidade do mundo devido ao Byun. Chanyeol estava amadurecendo.

Claro, bem devagar, com passos de tartaruga na verdade.

— Chan! — o rosado chamou, um tanto chateado abrindo a porta do apartamento ao lado do seu, havia mandado umas três mensagem ao maior e não foi respondido.

— Hm? Chegou? — ele gritou da sala, estava jogando, que novidade.

— Você me pediu para passar aqui depois do trabalho. — respondeu, resolvendo ignorar a pergunta óbvia do maior. — Disse que ia fazer o jantar, eu ‘tô morto.

— Calma, rapidinho, Bae… Eu tô quase… FILHO DA PUTA! Ah, quase passando de fase.

O Byun suspirou, seguindo até a cozinha e abriu a geladeira. Havia um leite, aparentemente estragado, alguns iogurtes, água, manteiga e… só isso. Nenhum suco, nenhum refrigerante, nenhuma comida.

Balançou a cabeça, uma das perguntas que fez ao maior foi exatamente aquela, se precisava levar algo.

Virou para o fogão e o viu intacto, sem sequer uma panela; a pia, por outro lado, tinha todos os talheres, copos e pratos da casa.

Como Chanyeol havia feito o jantar?

Deu mais uma olhada e... não, não poderia ser.

Seguiu até a bolsa de plastico, vendo duas quentinhas do restaurante perto do prédio no qual moram e suspirou. É claro.

Pegou suas coisas e foi para casa, deixando a mochila no sofá e seguindo até o banheiro para poder se lavar e relaxar um pouco. Não se surpreendeu ao ver o Park sentado na sua sala, com dois pratos e as quentinhas abertas, estava apenas de toalha e por isso corou, correndo para colocar uma blusa larga e um short de dormir.

Ainda não haviam chegado na fase do… sexo. Então sentia-se um pouco constrangido com o próprio corpo, por mais que Chanyeol adorasse sussurrar em seu ouvido o quanto é lindo, só para ver o rosto de Baekhyun ganhar aquela tonalidade fofa, parecida com seus fios.

— Desculpe, pensei que chegaria mais tarde, eu estava quase terminando aquela fase do demônio.

— Eu não estou chateado por estar jogando, Chan… —  Baekhyun foi até a cozinha, pegando a rosa vermelha daquele dia e entregando ao maior, sem olhá-lo.

— Mas está chateado? — ele quis saber, inseguro.

— Eu estou cansado.

— A gente quase não se vê durante a semana, por isso te pedi para passar lá em casa. — disse com um bico nos lábios.

— É só que… Você realmente tem que esperar alguém ir na sua casa para lavar a louça? Poxa, você me chamou para jantar e nem tinha um prato decente lá, na verdade, você nem respondeu minhas mensagens para saber o que iríamos comer. Precisa de um pouco mais de responsabilidade, Chan.

Aquilo pegou o maior desprevenido, sabia que era verdade, que tinha mais de vinte anos e agia como um adolescente de doze, mas de alguma forma aquelas palavras fizeram com que se lembrasse de sua mãe lhe expulsando de casa, para seu “próprio bem”, pois “precisava criar responsabilidade”.

E isso o magoou.

— Eu nunca fiz nada disso. — ele falou na defensiva.

— Imagino que não, mas olha para mim, eu também não precisava me preocupar em cozinhar ou arrumar a casa quando morava com meus pais, apesar de sempre ajudar no que sabia, só que quando vim para a cidade grande eu precisei aprender tudo, e sozinho. Não sei como, mas deu certo, não é? É só tentar.

— Eu sou assim Baek, não vejo motivos para fazer algo se posso pagar alguém para fazer.

O rosado suspirou, pegando seu prato e comendo em silêncio, claro, sabia que o outro era um mauricinho mimado, mas algumas coisas eram demais. Contudo, logo esqueceu disso, vendo o Park fazer aquele biquinho fofinho e mostrar que também tinha pedido um pedaço de sua torta preferida.

E o fato dele lembrar qual era sua torta preferida, amoleceu o Byun todinho.

Eles terminaram a noite com muitos beijinhos, conversas sussurradas enquanto estavam jogados no sofá e a sensação de que algo completamente mágico estava começando.

 

(...)

 

Acontece que com as semanas se passando, e a convivência cada vez maior, algumas coisas não poderiam ser deixadas de lado com carinhas bonitinhas, ou apagadas com beijos e cafunés.

Baekhyun estava prestes a se formar, não faltava muito e isso significava cada vez mais desespero, mesmo com as férias de verão se aproximando. Pois o semestre seguinte seria o último do Byun na faculdade. Então ele passava todos as horas possíveis e impossíveis estudando, pesquisando para sua bolsa ou trabalhando na floricultura.

Enquanto Chanyeol não tinha muito o que fazer —  na verdade até tinha, mas preferia não fazê-lo — ficava em casa, jogando e sentindo falta do seu baixinho. Algumas vezes, devido a geladeira vazia que era abastecida uma vez por semana apenas, o Park passava na casa ao lado, resultando em Baekhyun bufando e deixando sua chave reserva com o maior para alguma emergência.

Porém, ele descobriu que aquela não era a melhor das ideias quando percebeu que depois de sujar toda a louça na própria casa, Chanyeol havia feito uma pilha de bagunça na sua pia.

Era demais chegar exausto, com dor no corpo, cheio de coisa da faculdade para fazer antes de dormir e ainda ter que encarar uma cozinha completamente revirada.

O garoto estava jogado no sofá, cochilando, e mesmo que fosse muito fofinha sua cara de sono, cabelos bagunçados e olhos inchados, Baekhyun simplesmente não poderia suportar todos os pacotes de salgadinhos — os quais comprava com muito esforço para comer nos finais de semana — jogados na sala.

Era muito abuso.

— Chanyeol! — chamou irritado.

O garoto abriu os olhos lentamente, a mente ainda nublada de sono. Ele estava irritado também, mas por um motivo bem mais egoísta, é claro. Com o final do semestre, sequer conseguiam se ver de noite, já que Baekhyun chegava exausto e ia dormir.

O Park havia deixado uma mensagem para o Byun, pedindo para conversarem, porque, poxa!, precisava de mais tempo com ele! Tinha direitos também, e o Byun não poderia entrar em sua vida assim, fazer seu coração se apaixonar e depois deixá-lo de lado.

Não era justo.

— Bae…

— Você comeu todos os meus salgadinhos? — a voz do rosado era incrédula, fazendo logo o maior despertar em alerta.

— Sim?

— Por quê?

— Eu estava cansado de te esperar, fiquei com fome. — disse como se fosse uma acusação o que não ajudou em nada, pois o Byun ficou ainda mais indignado.

— Sei que você não sabe o que é isso, mas eu estava trabalhando e, poxa, eu queria muito poder ter algo para comer quando chegasse em casa.

O Park sentiu uma pontada no coração com a voz chateada do menor, mas continuou com seu orgulho.

— E eu queria que você tivesse mais tempo para mim, mas pelo jeito ninguém tem o que quer.

Baekhyun poderia rir daquele jeitinho mimado, que em um primeiro momento foi tão adorável, porém se ficasse passando a mão na cabeça de Chanyeol chegaria um momento no qual as coisas ficariam insuportável, e não queria isso.

Por isso resistiu ao jeitinho manhoso do outro, e até entendia que ele queria um pouco de carinho. Céus, sua vontade era mandar tudo para o raio que o parta, se aconchegar naqueles braços quentinhos do seu grandão e dormir.

Mas não foi isso que fez.

— Eu teria mais tempo para você se não precisasse me preocupar em passar no mercado para poder ter o que comer, ou se não tivesse que arrumar toda minha cozinha, porque diferente de você que tem alguém para limpar a bagunça que faz, eu preciso fazer tudo sozinho.—  ele suspirou e encarou o outro intensamente. — Chanyeol, eu estou sozinho e você não me ajuda nem um pouco bagunçando minha casa assim.

O Park se levantou, um tanto indignado com aquilo.

— Mas você não tem tempo para mim bem antes disso tudo.

— Sim, Chanyeol, mas o que eu quero dizer é que ao invés de me ajudar, você deixa tudo ainda mais desarrumado, poxa, eu estou tão cansado, eu só queria poder dormir um pouco porém ainda preciso terminar um relatório para amanhã, o que significa que terei menos de 4 horas de sono mais uma vez. E amanhã é sexta-feira, eu poderia chegar mais cedo, ficar com você, descansar um pouco e planejar algo para fazer no sábado contigo, mas você nem pensou em mim! Veio aqui me cobrar um tempo que eu não tenho quando poderia me ajudar a ter tempo para nós dois. Amanhã ao invés de qualquer outra coisa eu vou ter que passar no mercado, arrumar essa cozinha e todo o apartamento.

Baekhyun não disse nada disso com raiva, seu tom de voz era o mesmo de um pai ensinando um filho, manso, e o Park se sentiu envergonhado pela primeira vez, percebendo que nem namorava o Byun ainda, mas estava ali, como o garotinho mimado e carente que era, exigindo um pouco de atenção.

Se sentiu um incômodo, e de todas as vezes que passou por essa situação — com seus pais ou amigos — aquela foi a que doeu mais, porque de alguma forma, Baekhyun era especial.

— Eu vou… bem, vou deixar você em paz para estudar, então.

Chanyeol sentia-se decepcionado consigo mesmo, nunca se importou de ser um desocupado para os seus parentes, colegas, professores ou quem quer que fosse, contudo, ser alguém inútil aos olhos do rosado era completamente diferente. Todo o esforço que ele fazia para estar ali, realizando seu sonho, fazia parecer que toda a vida de Chanyeol foi um completo vazio, o que não deixa de ser verdade, de certa forma.

Não tinha algo que lhe motivasse.

Os ombros estavam um pouco encurvados, os fios desgrenhados caindo sobre o rosto, ele parecia bem triste e isso destruiu o coração — já molenga —  de Baekhyun.

— Chan?

O garoto se virou, um tanto esperançoso, não queria brigar com o menor. O rosado pegou a flor vermelha que havia deixado sobre a mesa quando chegou e entregou ao Park, ficando na ponta dos pés para lhe dar um beijinho rápido de boa noite.

— Amanhã conversamos melhor, eu preciso estudar.

Chanyeol assentiu, mas acabou sorrindo, sentindo-se bem mais tranquilo e desafiando a si mesmo a tentar ser melhor, não por Baekhyun — mesmo ele sendo sua inspiração —, mas para que pudesse ter certeza que era muito mais do que um garotinho dependente.

 

(...)

 

Dizer que foi uma surpresa Baekhyun encontrar Chanyeol esperando-o do lado de fora da floricultura quando fechou a loja, era uma mentira, até porque o garoto havia lhe enchido de mensagens perguntando a hora que iria sair.

O Byun sentiu-se um pouco triste por ter sido tão duro com o seu grandão, sabia do jeitinho mimado dele, e tinha prometido a si mesmo ser paciente para ajudá-lo a mudar aos poucos, a abrir seus olhos.

Então não resistiu aquele sorriso grande do Park, puxando-o para um abraço empolgado e beijando-o cheio de entusiasmo, mesmo que Junmyeon e Sehun estivessem bem ali. Os amigos riram do rosto corado de Baekhyun e já acolhiam Chanyeol no grupo.

— Vá almoçar domingo lá em casa. — o Kim convidou, fazendo o moreno sentir-se um tanto constrangido com aquela sensação de acolhimento que não era tão comum para si.

Só depois, quando estavam andando de mãos dadas para casa que o Byun percebeu as sacolas na mão de Chanyeol e levantou uma sobrancelha.

— O que é isso? Comprou o jantar?

— Não, são seus salgadinhos e algumas coisas que estavam faltando lá em casa, acredita que eu tomei leite estragado? Nem tinha percebido.

Oh, você fez compras? — quis saber o rosado, um tanto abismado, mas sorrindo para o maior, feliz por ele ter lhe ouvido.

— Sim e pedi uma pizza.

— É claro que pediu. — Baekhyun riu, pedir para Chanyeol cozinhar era demais para alguém que queimava a panela quando colocava a água do miojo para ferver.

Ainda assim, ao entrar no próprio apartamento viu que toda a sujeira em sua pia havia sumido, o chão estava um tanto molhado e tudo fora do lugar, pois Chanyeol não sabia guardar os pratos, mas estava claro que ele havia lavado sua louça.

Era quase um milagre.

Baekhyun ficou boquiaberto com aquilo, arrancando uma risada feliz do Park, que gostou de surpreender seu pequeno.

— Eu pensei no que disse ontem, sabe. — começou o moreno, sentindo os olhos do menor em si — Está certo, eu não tenho o direito de entrar aqui e bagunçar tudo, me desculpe.

— Tudo bem, Yeol, eu não espero que você mude de uma hora para outra, mas me entenda, eu não quero que isso que temos acabe, sabe? Só que nos próximos meses eu vou estar atolado de coisas para fazer. Quero te dar toda atenção do mundo, mas nem sempre vou conseguir.

Foi direto, pois não poderia prometer um tempo que não tinha, por outro lado não queria perder o outro, naquelas últimas semanas os dois haviam feito mais do que trocar alguns beijos. Eles se conheceram, se entenderam, sentiram aquela euforia característica de um sentimento bom que crescia cada vez mais. Chanyeol o avaliou por alguns bons minutos, pensando sobre o que precisava, e definitivamente não era se afastar do menor. Então sorriu pequeno.

— Pelo menos temos as férias para aproveitar antes dessa loucura, né?

Baekhyun sentiu-se aliviado por saber que o maior não iria pular fora do barco e riu baixinho, aproximando-se dele para envolver sua cintura, enterrou o rosto no pescoço de Chanyeol inalando aquele cheirinho do maior que já o deixava completamente derretido.

— Sim, o semestre está acabando.

— Podemos fazer várias coisas… Eu posso pegar a chave da casa de praia dos meus pais, ou podemos viajar, ou…

— Calma, calma, calma… Quanta coisa. Apesar de tudo eu só tenho 4 semanas de férias na floricultura.

— Ah, é…Seu trabalho. — Chanyeol fez um biquinho chateado.

— E uma semana dessas eu estarei ocupado.

— Com o quê?

— Meus pais, eu sempre vou para casa nas férias, passar uma semana com eles.

— Eu vou conhecer seus pais? — o Park quis saber nervoso, fazendo Baekhyun rir, pois o maior havia deduzido, de uma forma um tanto presunçosa, que o Byun iria chamá-lo para ir consigo. Bem, ele ia, mas saber que Chanyeol sequer considerava ficar sem ele, fez Baekhyun sorrir todo bobo.

Estava perdidamente apaixonado, afinal.

E Chanyeol também.

— Você quer conhecê-los?

— E-eu quero… Mas precisamos de algo antes.

— O quê?

— Bem… — Chanyeol ficou ainda mais nervoso, deixando Baekhyun um tanto preocupado, eles ainda estavam abraçados, mas o Park afastou-se um pouco para poder encarar o menor e deslizou os dedos sobre os fios rosados, descendo até a bochecha cheinha e sorrindo complemente rendido. — Eu não posso chegar lá sem me apresentar corretamente, então para poder conhecer seus pais, primeiro você precisa aceitar namorar comigo.

Aquilo pegou Baekhyun completamente desprevenido.

Já havia pensando em ter um compromisso com o maior, em formas de puxar o assunto com Chanyeol, de rondar se ele queria algo sério antes de pedi-lo, mas o Park foi mais rápido, fazendo o pedido de forma tão bonitinha que não resistiu. Baekhyun sorriu tão grande que ficou com medo de sua boca rasgar.

Os olhos cintilavam a felicidade em seu ser, então se jogou nos braços de Chanyeol, beijando-o de uma forma diferente de todas as outras.

Era intenso, as línguas se entrelaçaram com um desejo absurdo, o maior levantou o Byun, que enrolou as pernas em sua cintura e agarrou os fios — sempre bagunçados — do maior, puxando-o ainda mais para si. Foi um beijo cheio daquele sentimentos que os dominava por completo.

Paixão.

Estavam perdidos na intensa sensação de pertencerem a alguém, mergulhados no desejo genuíno, no coração acelerado, nos dedos trêmulos, na respiração ofegante, no sorriso sincero, nos olhos cheios de felicidade.

Estavam se afogando um no outro.

— É claro que eu quero. — sussurrou rente aos lábios inchados, selando-o diversas vezes.

Chanyeol tinha um sorriso tão grande quanto o de Baekhyun, sentindo-se feliz de uma forma única, como jamais aconteceu em sua vida. E pela primeira vez, não se sentiu tão sozinho, pois tinha encontrado alguém para amar e para lhe inspirar a tentar ser uma pessoa melhor.

— Mas, Chan? — Baekhyun falou, ainda agarrado em seu namorado.

— Hm? — quis saber, distribuindo beijinhos no pescoço alvo e adorando a forma como o menor suspirou.

— Você sabe que meus pais moram no interior, né?

— Tipo, no mato e tudo?

— Sim, com plantações e tudo.

Chanyeol encarou o menor, que parecia um pouco preocupado, pois o Park estava acostumado com a cidade grande, tecnologias e a ter o que quisesse na mão.

— Eu posso aguentar.

— Sério?

— Você vai ficar comigo o tempo todo, né?

— Claro.

— Então eu consigo.

Aquilo arrancou um sorriso enorme do menor, que tratou de dar mais um beijos no moreno, mesmo que parte de si ainda estivesse preocupada com a forma a qual o outro iria reagir ao perceber que, geralmente, não havia sinal de celular no meio do mato, muito menos conseguiria jogar seus preciosos jogos.



 


Notas Finais


GEEEEEEEENTE EU AMO ESCREVER ESSA FICCC AAAAAAAA
Fico feliz que tenham gostado, desculpem os erros, não está betado!
obggg por todo carinho ;-;-;

E aí, o que estão achando???

Beijoos <3


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