História R U Mine? - Capítulo 7


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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Meredy, Ultear Milkovich
Tags Jerza
Visualizações 37
Palavras 1.993
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então gente trago mais um capitulo para vocês.
Eu vou tentar trazer os capítulos semanalmente, mas sem dia certo.
Boa leitura

Capítulo 7 - Conversas


O percorrer da vida passa muito rápido para todos e durante esse período nós crescemos, temos uma formação acadêmica, trabalhamos e depois desfrutamos de tudo que lutamos. Mas ao decorrer disso também cometemos muitos erros e acertos, mentimos e desmentimos torcendo para que ninguém perceba. Esse era o problema da jovem ruivinha, ela sabia que a mãe vinha tentando faze-la esquecer do que ocorreu a 4 anos atrás dizendo que tudo aquilo foi um pesadelo, mas se foi um pesadelo por que elas mudaram de cidade? Por que não tocam mais no assunto?

Ela sentia que a mãe estava mentindo sobre algo, mas quando perguntava sobre o assunto ela sempre desconversava e ainda tinha Canna fazendo insinuações sobre sua mãe estar saindo com um cara. Essas coisas faziam até a ruivinha achar que o que sua mãe escondia era um romance e isso a aliviava e trazia felicidade para si, pois sua mãe merecia ser feliz, ela já tinha lutado tanto pelas duas fez o papel de mãe e de pai para Arya.

Outro assunto que Erza não gostava de falar muito com Arya era sobre o seu pai. Sempre dizendo que elas não precisavam dele e que estavam melhor sem ele, antes isso deixaria a ruivinha confusa pois tinhas boas lembranças do seu pai consigo brincando, mas um dia seu pai não voltou para casa e ela só viu sua mãe chorando escondida em seu quarto. Com o tempo foi que ela percebeu que ausência de seu pai e a recusa de sua mãe em falar sobre ele deve ter sido porque ele a magoou muito e só queria que a ruiva mais velha confiasse nela para conversar sobre esse assunto.

Mesmo que esse desejo não fosse realizado Arya ainda tinha Canna que era amiga de sua mãe e acima de tudo sua amiga também, então quando Erza não conversava consigo sob esses assuntos delicados, ela corria até Canna para tentar conversar e a morena sempre tentava lhe ajudar e era isso que a mulher estava fazendo naquela noite, Arya tinha lhe pedido ajuda para entender seus sentimentos sobre um garoto na escola, a ruivinha não buscou conversar isso com sua mãe pois sabe como ela era protetora consigo e iria querer de imediato conhecer o garoto.

Aquela noite era para ter sido uma memorável noite sobre a conversa do primeiro amor de Arya, mas ao invés disso se tornou memorável por ter aparecido aquela criatura estranha em sua casa e ter tentando ataca-las.

Agora elas estavam ali nos braços de sua mãe que tentava ampara-las enquanto um homem de cabelo azulado inspecionava sua casa. Se sua as coisas em sua cabeça não estivessem tão confusas ela perguntaria quem era aquele estranho, mas agora ela só conseguia ser grata por ele ter aparentemente ter espantado aquela coisa da sua casa.

—Vocês estão bem? Se machucaram? — Erza perguntava checando os braços e o rosto das duas para ver se achava alguma ferida.

—Estamos, aquela coisa não chegou a encostar na gente— Arya queria ter dito isso a sua mãe, mas sua voz não saia. Então foi Canna que se pronunciou mesmo em choque também.

—Minha filha você está bem? — Erza notou que sua filha ainda estava em choque, então colocou as suas mãos sob as maças do rosto da mais nova tentando tira-la daquele transe que estava e após um tempo conseguiu que Arya chorasse se jogando em seus braços.

—Mãe, o que era aquilo? — Erza conseguiu entender com um pouco de dificuldade o que sua filha disse por causa dos soluços da mesma.

—Eu não sei querida, mas eu estou aqui para te proteger.

Erza não queria que as coisas chegassem a esse ponto, ela não queria que chegasse a afetar a sua filha, mas já tinha recebido a notícia que não podia vencer essa batalha e agora a sua filha sofre um ataque. Ela só podia oferecer seus braços para sua filha chorar e enquanto ela mesma se fingia de forte para Arya, pois sua vontade era de desabar ali mesmo junto com ela.

Após percorrer os perímetros da casa em busca de qualquer vestígio estranho Jellal retornava para a sala onde estava as mulheres em prantos, ele queria dizer algo positivo para elas principalmente para Erza, mas dizer o que? Ele não podia prometer nada a ela e depois não poder cumprir com sua palavra. Principalmente agora que um tal de deus-cego estrava nesse problema.

Essas foram as únicas palavras do bilhete “cortesia do deus-cego”, não já bastava ele estar perdido em que fazer em relação a Lilith ainda chega mais um para aumentar a confusão. Isso fazia Jellal se sentir impotente e ao fitar Erza segurando o choro para ser forte só piorava o jeito que ele se sentia.

—Mãe, quem é esse homem? — Questionou Arya logo assim que conseguiu cessar seu choro

—É só um amigo, querida— Erza deu Graças a Deus por Canna estar em choque, pois se não ficaria fazendo insinuações.

—Oi, sou Jellal Fernandes e você deve ser Arya, certo? —O azulado se aproximou estendendo a mão para a ruivinha.

—Sim— Foi a única coisa que a ruiva menor disse, ela ainda estava confusa com tudo que tinha acontecido naquela noite e ela não tinha engolido essa história de amigos. Jellal sentindo que a jovem estava insegura em relação a si decidiu se afastar, mas logo foi parado por causas das palavras dela—Obrigada por ter salvado a gente daquela coisa.

—Eu não fiz nada além do meu trabalho— Disse o rapaz sorrindo de lado e dando uma piscadela para a menina enquanto fingia tirar um chapéu que não existia de sua cabeça e se encurvava um pouco, fazendo assim Arya sorrir pela primeira vez depois do incidente.

—Canna você gostaria de passar a noite aqui? Você não parece muito bem para voltar para casa— Ofereceu Erza ao observar que sua amiga ainda estava em estado de choque recolhida em um canto. Canna até queria responder, mas ela ainda sentia sua boca seca e seu maxilar travado, então ela só conseguiu balançar a cabeça em um sinal afirmativo para a pergunta.

—Então eu vou ajeitar um canto para ela, Jellal você poderia ficar aqui fazendo companhia a Arya por enquanto? — Quando obteve um sinal positivo do rapaz, Erza se retirou com Canna para ajeitar um local para dormir em seu quarto, afinal a casa não era muito grande e nem tinham muitos cômodos.

Já na sala o ambiente era um pouco incomodo, pois Arya queria fazer perguntas aquele homem, perguntas que ela sabe que a mãe não a responderia e nem deixaria ela perguntar para alguém se estivesse presente, assim ela torcia para que Jellal respondesse.

Enquanto Jellal observava os portas retratos que tinha na mesinha de centro da sala, da primeira vez que esteve aqui foi rápido então não reparou em muitas coisas. Mas agora ele poderia analisar as coisas com calma e era isso que estava fazendo, assim reparando que nas três fotos que tinham ali eram quase semelhantes, sempre Mãe e filha juntas no desenvolver da ruiva menor, mas em nenhuma dessas fotos tinham uma presença masculina presente e isso fazia o azulado se questionar onde estaria o pai dessa menina.

—Minha mãe sempre gostou de tirar fotos do meu crescimento—A ruiva se aproximou pegando o retrato de quando era bebê que o rapaz tanto olhava— Isso aqui não chega nem perto das coleções de fotos que minha mãe tem, se ela pudesse ela enchia a sala com minha cara só não faz isso porque não tem espaço e também porque algumas fotos somem do nada, tipo sem querer elas são queimadas.

Jellal não pode deixar de rir com o que acabara de saber, Arya falava aquilo como se fosse natural, queimar uma foto sempre que a mãe esteja distraída. O rapaz então passou a imaginar Arya em um canto escondida com um isqueiro queimando as fotos enquanto espiava para ver se a mãe não vinha. Depois de ter essa imagem na cabeça o azulado não conseguiu segurar o riso, que logo foi acompanhando por Arya.

—Ah mais qual é? Não fique rindo de mim assim, você também faria o mesmo se sua mãe fizesse isso com você—Após dizer isso Arya se sentiu profundamente arrependida, pois o riso do azulado morreu logo após do que foi dito. Acontece que Jellal perdeu a mãe muito cedo, ele nem tinha um ano de vida quando ela foi morta— Me desculpe se eu disse algo que não devia, não foi minha intenção.

—Você não disse nada de errado, só foi uma lembrança— Jellal tentou consolar a menina passando a mão na cabeça dela e afagando os cabelos rubros.

—Eu posso te fazer uma pergunta? — O olhar hesitante de Arya dizia que ela queria entrar em terreno perigoso, o que fez o azulado suspirar e sinalizar com a cabeça em um sinal de sim. — O que era aquela coisa e porque fugiu quando te viu? Pois claramente você não a feriu.

—Eu não sei o que era aquilo, mas deve ter fugido porque meu charme deve ter o afugentado— Brincou o mais velho tentando amenizar o clima e mudar o rumo do assunto, mas só obteve uma feição de incredulidade e uma sobrancelha arqueada.

—Boa tentativa, mas essa foi péssima— Disse a ruiva dando tapinhas no ombro do rapaz.

—Pelo menos eu tentei—Deu de ombros em um sinal que não se importava muito.

—Olha...uma vez aconteceu algo parecido com essa noite na minha antiga cidade, mas naquela vez foi uma mulher muito estranha que tentou se aproximar de mim. Depois disso minha mãe mudou de cidade e vive dizendo que aquela mulher só foi um pesadelo que eu tive, mas se foi um pesadelo por que ela fica tão nervosa quando pergunto sobre isso? Por que mudamos de cidade após...

—Arya! Não está na sua hora de ir deitar? Anda agora! — Erza chegou na sala cortando o que sua filha iria perguntar o azulado e não dando chance para filha rebater.

—Você sabe que deveria contar a verdade a ela, certo— Murmurou o rapaz enquanto observava a mulher em sua frente suspirar de alivio.

—Contar o que? Que existe demônios e que um deles quer ela eu sei lá para que? — A frustração era nítida na voz de Erza, ela finalmente estava mostrando o que tentou esconder a noite inteira— Eu nem sei como resolver esse problema, não posso contar para ela e estragar ainda mais a sua vida.

—Se você não contar ela mesma vai atrás de respostas, Erza. Isso sim iria estragar a vida dela ou melhor, colocaria ainda mais em riscos. Pois se você não fala, ela vai procurar quem faça isso e vai ser sem você saber!

—Eu realmente não quero falar desse assunto agora, o dia já foi estressante e eu só quero agora poder dormir em paz!

—Ótimo, faça como você quiser. — Disse Jellal recolhendo sua jaqueta e andando até a porta sobre o olhar atento de Erza e foi isso que o fez para em frente a porta— Sabe...eu acho melhor eu dormir aqui, eu ainda estou em choque pelo o que aconteceu...

Erza estava incrédula com a audácia daquele homem, ele estava zombando da pergunta que ela tinha feito a sua amiga mais cedo e isso foi o bastante para irritar a ruiva que andou com passos largos até o mesmo e o empurrou com certa força para fora de sua casa.

—Nossa Erza, assim você me magoa. Além de esconder nosso lance ainda me coloca para fora de sua casa— Exclamou o azulado fazendo um falso drama antes da mulher bater à porta em sua cara.

Jellal só pode rir pensando o quanto aquela ruiva era difícil e devia ser por isso que o cativava tanto, quem sabe no futuro ele conseguia ter ela para si isso claro se conseguisse sobreviver aos dois demônios e sabe-se lá quanto fosse aparecer para querer a menina.


Notas Finais


Então gente, me perdoem pelos erros de português.
Comentem o que acharam do capitulo e ate a próxima


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