História Rabbit - Capítulo 12


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga
Tags Comedia, Híbrido, Romance
Visualizações 573
Palavras 1.519
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Festa, Ficção, Fluffy, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey! Capítulo novo :)

Sabe, nem acredito que chegamos em 100 favoritos, muito obrigada por favoritarem! Eu fico muito feliz com isso, tipo, sério mesmo, ter pessoas que te apoiam mesmo não te conhecendo e que comenta e lê algo tão simples que eu crio, vocês me surpreendem a cada dia, obrigada. ❤💕

Boa leitura coelhinhos! :3

Capítulo 12 - Capítulo 12


Fanfic / Fanfiction Rabbit - Capítulo 12 - Capítulo 12

Estava tudo muito bem, May estava aprendendo tudo que eu queria que ela aprendesse. As aulas com um professor particular começariam em breve, na empresa ela não se esforça muito, mas tudo que eu peço ela faz muito bem, na maioria das vezes claro, Jimin nunca mais apareceu lá depois daquele dia, apenas mandou um de seus gerentes para vir e ficar enformado de quando vamos fazer uma nova reunião e quando faríamos a sessão de fotos para capa da revista, pois o produto será lançado amanhã, com a ajuda da empresa do Jimin conseguimos novos servidores, e junto disso também ganharíamos novos clientes, e bastante lucro, May ganhou roupas novas, produtos de beleza e cosméticos da nossa empresa, junto de outras muitas coisas que uma garota precisava... O mais incrível que notei foi que ela amadureceu muito pouco, ou aquele é o jeito dela mesmo, não que seja como uma verdadeira criança, ela sabe se cuidar muito melhor agora, não só graças a mim, ela fez outras amizades na empresa, tanto mulheres como homens, que ensinavam várias coisas para ela, vez ou outra eu acordava no meio da noite com ela assaltando a geladeira, ou comendo sorvete, coisa que não falta aqui em casa; sorvete. Algumas horas ela se transforma em coelha; coisa que eu ainda achava incrivelmente fora da realidade! Mas tentava me acostumar com uma felpuda pulando no sofá. Comprei também um celular e um computador para que ela ficasse cada vez mais bem informada e tecnológica, até parece que eu mudei ela falando assim, mas não, como eu disse; ela amadureceu MUITO POUCO.

- Senhor! - A garota me chamou a atenção ao eu dar uma lambida no sorvete de morango dela, sorri bobo por ter conseguido finalmente chamar a atenção dela que não desgrudava do celular novo.
- Nem eu sou tão viciado assim em celular! Você mal está tomando o sorvete! - Eu disse.
- Mas estamos de folga e eu preciso aprender a usar direito! - Ela disse. Eu queria trazer ela para conhecer novos lugares de Seul, o clima estava nem frio, e nem calorento, por isso optei por hoje.
- Comprar isso para você foi um erro! - Eu disse e ela virou o rosto fitando o meu, fez cara de rendimento e guardou o celular no bolso do macacão azul claro, seguidamente tomando o sorvete que já estava derretendo.
- Bom mesmo que já guardou. - Eu disse pegando a mão dela a puxando para entrar no shopping, estava planejando de ver um filme com ela, ou algo do tipo já que temos muitas opções hoje. Ela jogou a casquinha que sobrava fora e me acompanhou.
- Onde estamos indo? - Ela perguntou curiosa, o shopping era grande claro e moderno, o que conseguiu atrair total atenção dela, fiquei até mais feliz que ela tenha largado esse celular e também ter segurado minha mão fortemente como eu segurava a dela.
- Esse é um dos shoppings de Seul, aqui compramos coisas e também outras opções como comer, interagir, andar a toa, se divertir, e assistir um filme que é o que faremos hoje. - Eu disse, já tinha ensinado ela sobre o que são filmes, vídeos...
- O que vamos assistir? - Ela perguntou animada, me contagiei junto.
- O que tiver de melhor nos cartazes. - Eu disse guiando ela para a ala de cinema. Chegando lá foi meio difícil deixar que ela entre já que a mesma não tinha documento algum para comprovar sua idade, mas eu dei um jeito de subornar o atendente com dinheiro, coisa que fazia diariamente, então foi comum aquele ato meu.
Compramos pipoca e ela pegou alguns doces junto de refrigerante de melão que virou o preferido dela.

No percurso para ir para a sala de filme do cinema ela estranhou o escuro segurando firme minha mão, era um filme qualquer que eu nem decorei o nome, eu estava me importando mais em como ela estava achando tudo aquilo, que era extremamente novo para ela, fomos subir as escadas para pegar um lugar mais alto, e como estava escuro de mais, ela tropicou nos degraus da escadinha arrancando uma gargalhada minha que fez com que todos que estavam ali que no caso eram poucos, prestassem atenção na gente, ajudei ela subir ainda contendo os risos.
Subimos para as poltronas do meio, as quais eu sempre sentava quando vinha no cinema, depois de um tempo, outras pessoas chegaram, e começou a passar as propagandas.
- Odeio propagandas. - Eu disse.
- O que são propagandas? - Ela perguntou.
- São essas coisas chatas que passam antes do filme começar! - Exclamei irritado.
- Pensei que já era o filme. - Ela disse mudando meu humor.
- Você é tão boba que consegue me deixar bobo também. - Eu disse observando seus olhos escuros enquanto o filme não começava.
- Acho que isso é bom, né? - Ela perguntou.
- Muito. - Eu disse apertando seu nariz, coisa que já tinha virado costume, apertar o nariz dela assim, e depois ver o quanto ela se irritava corada.
O filme começou e nós dois também começamos a prestar atenção, era um filme que contava a história de um homem que conseguia conversar com a cachorra da garota que ele gostava, e então a cachorra ajudava ele com sua dona, era uma espécie de fluffy, com aventura, ela estava gostando, já eu não muito.
Até chegar á parte do beijo do casal. - Olha! Lembrei-me de nós dois aquele dia. - Ela disse apontando para a tela e me constrangendo, estávamos em publico.
- Ei! Não fale isso aqui! - Eu disse abaixando a mão dela.
- Desculpa. - Ela disse se encolhendo na poltrona.
As coisas foram esquentando no filme e a coelha começou a estranhar.
- Por que estão tirando as roupas? - Ela perguntou me cutucando.
- Porque eles gostam assim. - Eu respondi.
- Mas o senhor não disse que é feio ficar pelada? - Ela perguntou.
- Nesse caso é diferente. - Eu disse.
- Uau! Ela tem peitos maiores que os meus! - May exclamou, espero que ninguém tenha ouvido.
- Enlouqueceu? Tem pessoas aqui que podem ouvir você falando essas asneiras. - Eu disse.
- Não me importo se vão ouvir ou não, isso é comum não? Todo mundo tem? Menos vocês que são homens. - Ela disse, eu já tinha conversado com ela sobre os nomes das partes de seu corpo, apenas o  básico mesmo. Estava esperando a hora certa de falar sobre sexo e outros, e essa com certeza não era a hora certa.
- Nossa! Ele tem aquela mesma mangueira que você tem no meio das pernas! Só que menor. - Ela disse. Nessa hora eu engasguei com a pipoca, não sabia se ria ou se chorava.
- Parou agora! Não quero que você fale mais sobre essas coisas aqui! Em casa eu te conto o que está ocorrendo no filme. - Eu disse. O filme não era pornográfico, então poucas partes disso passaram, mas foi o bastante para inundar a cabeça dela de curiosidade, não sei como eu explicaria isso para ela.
Depois que o filme acabou fomos embora do cinema indo para um restaurante qualquer do shopping, passamos tanto tempo no escuro do cinema que é até difícil acostumar agora com a luminosidade do dia, compramos algumas coxinhas, e refrigerante, os doces e a pipoca do cinema não eram o bastante para ela, depois de comer fomos para ala de jogos, na maquina de pegar ursinhos ela me deixou louco, porque era difícil e eu não conseguia, e ela choramingava querendo a minha vitória.
- Consegui! - Eu disse e ela pulou de felicidade pegando o urso e me abraçando, nunca a vi tão feliz assim antes, a abracei de volta sorrindo junto dela pela nossa vitória em pegar o ursinho depois de tantas tentativas.
- Eu sabia que você ia conseguir! - Ela disse segurando o urso, fomos para outros jogos, ela também jogava alguns como o de pilotar o carro de mentirinha, o carrossel e outros que eu não sabia o nome.
- Tá na hora de ir embora... Vamos! - Eu disse puxando seu pulso. Vejo também que ela ganhou vários brindes, como chaveiros, ursinhos pequenos e caneta de  lasers que brilhava.
- Sério? - Ela perguntou com a expressão que mudou rapidamente para  triste.
- Sim, já está escurecendo, temos que nos arrumar para o jantar da empresa. - Eu disse.
Hoje, a empresa do Jimin e a minha iam dar um jantar juntos comemorando o lançamento do produto que seria amanhã, minha folga e a dela logo acabariam depois desse jantar, pois vários problemas nascem depois que lançamos um produto novo, varias críticas e teremos que trabalhar mais duro para conseguir resistir a todas as entrevistas, no caso eu, que correspondo tudo isso e também sou uma das imagens principais da empresa.

Só espero que o Jimin fique longe dela, já que eu provavelmente vou estar muito ocupado respondendo todos aqueles bajuladores e empresários que me param toda hora.


Notas Finais


Foi issuh!
Até outra oportunidade :3

~Luuh ❤🐇🌸


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...