História Radioactive - Capítulo 11


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Categorias Dylan O'Brien, Kaya Scodelario, Ki-Hong Lee, The Maze Runner, Thomas Sangster, Will Poulter
Personagens Alby, Ben, Brenda, Caçarola (Frypan), Chuck, Clint, Gally, George, Harriet, Jeff, Minho, Newt, Personagens Originais, Rachel, Sonya, Teresa, Winston, Zart
Visualizações 77
Palavras 3.148
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá de novo jujubas do meu coração demorei um pouquinho mas era apenas pra deixar vcs na vontade.
Posso dizer que eu não fiquei muito feliz com esse capítulo mas talvez vcs gostem.
Sem mais delongas fiquem com o capítulo.
Ps: nesse tem uma pequena referência a Game of Thrones.

Capítulo 11 - Ghost


Fanfic / Fanfiction Radioactive - Capítulo 11 - Ghost

Tive um sonho aonde parecia que eu tinha uns 13 anos e conversava calmamente com alguém que eu não conseguia ver, pois o sonho estava justamente embaçado no rosto dele, que estava segurando uma pequena pulseira, a pessoa colocou em meu pulso e me falou que todos os animais que eram os pingentes o lembravam muito a minha personalidade e comportamento.

- Obrigada – digo enquanto ainda olhava apaixonada para os pequenos pingentes.

- De nada baixinha, tenho medo do que Minho ira falar.

- Foi ele que me empurrou para você então ele não pode falar nada, já que fica saindo “escondido” com a Harriet.

- Mas ele e mais velho.

- Idai você também e mais velho, e estamos namorando. Tenho dó das meninas do grupo B que estão muito desapontadas por você estar comigo – digo dando uma risada.

- Você era do grupo B esqueceu? Não tem problema um ano de diferença. Tenho certeza que estão despontadas já que você era a mais nova e conseguiu tudo isso aqui – disse a pessoa que eu descobri ser Newt apontando para si mesmo.

- Não esqueci senhor Newton você sabe muito bem do porque eu fui banida daquele grupo, parece que alguém tem muito amor próprio não e mesmo?

- Eu sei, ainda acho que você foi muito precipitada em fazer aquilo.

- Eles queriam “banir” o Fantasma como a Ava falou eu apenas fiz eles nós banirem com honra – digo dando de ombros e sentando na poltrona que tinha no canto da salinha e Newt sentou no chão e ficou no meio das minhas pernas, fiz carinho no cabelo dele enquanto esperava uma resposta.

- Rabiscar as paredes da sala dela enquanto Sonya e Emma cuidavam das câmeras e deixar o Fantasma rasgar todo o carpete e ser banida com honra?

- Mais e claro eles nunca mais poderão usar aquela sala sem lembrar de mim e do meu lobinho – digo puxando seu cabelo cuidadosamente o fazendo olhar para mim e lhe dando um beijo – Pelo menos com isso eu dei uma chance de vocês se despedirem dele.

Ele apenas assentiu e fez carinho na minha perna como forma de conforto, por ser uma reles telespectadora não estava entendendo nada do que estava acontecendo, mas do nada outro sonho ou lembrança apareceu e era exatamente do jeito que Newt tinha comentado.

Eu estava com um cachorro que poderia ser um cavalo para crianças de tão grande, totalmente branco, entrei furtivamente em uma sala com um computador de última tecnologia, rapidamente destruí os computadores e tudo mais, na mesma hora que Fantasma mordia e estraçalhava o carpete, depois disso rabisquei as paredes com todos os xingamentos que conhecia que eram muitos no final, e quando finalmente terminado olhei minha obra de arte.

Não pude aprecia lá muito já que dois guardas entraram e quando se deram conta do que eu tinha feito me arrastaram para a sala do Janson ou como todos chamavam carinhosamente cara de rato enquanto Fantasma me seguia rosnando algumas vezes quando eles eram muito bruscos comigo.

- O que temos aqui? – perguntou ele quando os guardas entraram sem bater em sua sala.

- Essa pestinha e esse pulguento destruíram o cômodo da senhorita Ava – diz o guarda do meu lado direito.

- Muito obrigado agora deixem que eu cuide disso – disse dando um sorriso maldoso.

- Você não vai me machucar – digo com toda a confiança que tinha no meu ser.

- Ah não vai ser muito pior, primeiro vou matar esse pulguento na sua frente para você poder ver o sofrimento dele e depois eu acho que eu vou deixar alguns guardas se divertirem com você, não é uma menininha idiota que eles querem, mas deve dar para o gasto.

Não tive tempo de falar mais nada, pois a porta se abriu em um estrondo e uma mulher baixinha dos cabelos ruivos chamativos e uma cara de que iria matar alguém entrou.

- Você não vai fazer nada com ela – diz rispidamente entrando na minha frente e fazendo um gesto com a mão para que fugisse.

Corri com todas as forças que tinha chegando ao quarto que dividia com os meninos, os assustando corri a toda para os braços do meu irmão que mesmo sem saber a besteira que eu tinha feito me abraçou e limpou minhas lagrimas e esperou que eu estivesse mais calma para contar a historia. Sem demora contei o que tinha feito e os mandei se despedir de Fantasma sabia que todos ficariam arrasados, pois tinham cuidado dele desde filhote e o amavam, mas foi preciso.

Depois de muito choro a muljer de cabelos ruivos entrou no quarto com uma expressão não muito contente e logo mandou a sentença que tinha certeza que Ava e o Cara de Rato tinham me dado.

- Você está banida do grupo B por suas ações irresponsáveis e irá para o grupo A e com muita certeza controlarão alguém para te estuprar lá dentro já que eu não deixei os guardas fazerem isso, e por fim irão dar uma eutanásia no Fantasma não deixarei que ele sinta dor ou que você entre na sala que estiverem fazendo aquilo isso ira acontecer amanhã as 10 se prepare – diz ela inconsolável.

- Desculpa, não sabia que teria essas consequências – digo abraçando forte meu cachorro.

- Infelizmente teve pequena, temos que aceitar apenas – diz afagando de leve meus cabelos que pareciam muito maiores do que estavam no sonho anterior.

Ela me deixou com quase 25 meninos que estavam me abraçando e pedindo para eu ficar calma enquanto eu chorava igual uma criança abraçada com o Fantasma, Minho sabia que eles não poderiam fazer nada. Quando ia ver o que acontecia alguém me balançou de leve e me chamou resmunguei e virei de lado ainda sendo balançada.

Abri meus olhos preguiçosamente tentando entender o porquê daquele sonho quando me deparei com Newt me olhando preocupado, percebi que o sol ainda não tinha nascido e que era meio da madrugada.

- Lena o que aconteceu você ficou se debatendo e choramingando sobre um tal de Fantasma.

- Desculpa, foi um sonho estranho não precisa se preocupar. Tenta dormir de novo – digo o olhando.

- Não quer falar do sonho?

- Agora não algum dia eu falo – digo me aconchegando de novo nele e o sentindo relaxar.

Consegui dormir de novo sem sonhos e acordei de novo sendo chamada por ele quando o sol nascia.

- Helena deixa de ser preguiçosa e vai trabalhar, Caçarola vai dar seu fígado para comermos se não chegar lá em cinco minutos - O olhei irritada e levantei.

- Eu não sou preguiçosa, to indo trabalhar só queria deixar claro que o preguiçoso aqui e você que não esta fazendo nada – digo indo para a porta.

- Eu to machucadinho não posso trabalhar, não vou ganhar um beijinho de bom dia?

- Não – digo confiante mas não resisti a sua carinha de cachorro que caiu do caminhão e voltei.

Na teoria era para ser um beijo na bochecha sem nenhuma segunda intenção mais no ultimo segundo ele virou o rosto me fazendo dar um selinho não muito demorado nele. Enrubesci da cabeça aos pés com o estômago revirado e com a sensação de borboletas nele, iria brigar com ele mas vi o sorrisinho de lado tanto com uma desculpa velada tanto com um fiz isso de propósito e gostei do resultado.

- Não era você que iria esperam um pouco?

- Era, mas não pude deixar essa chance passar, agora vá trabalhar.

- Babaca – digo dando um tapa um pouco forte em seu ombro.

- Ai Lena eu to dodói não pode me bater – diz fazendo cara de choro.

- Posso é vou, enquanto você se aproveitar de menininhas inocentes eu vou te bater.

Sem mais delongas fui rapidamente até a cozinha e vi Caçarola me esperando de braços cruzados e uma carranca bem ameaçadora, cheguei de fininho entrando sem fazer o menor barulho, mas não deu muito certo já que ele me descobriu quando eu estava no batente da porta se existisse uma porta lá.

- Está atrasada mocinha – diz a cara ainda mais.

- Em minha defesa Newt não me deixou sair muito cedo com as palhaçadas dele – digo levantando as mãos em sinal de rendição.

- Aceito suas desculpas agora vá lavar a louça de ontem que eu deixei especialmente para você hoje.

- Isso e tortura, sabia – digo fazendo um drama.

Ele apenas me ignorou e foi começar a cortar cebolas e outras coisas para o ovo mexido que ele faria para comermos, apenas depois que eu percebi que ele tinha pedido para trazer leite e ovos ontem de noite para ele poder fazer o café da manhã sem ter que esperar ninguém ir lá buscar. Lavar a louça não foi muito difícil e logo eu já estava junto com ele preparando tudo. Quando menos percebi já estavam todos sentados esperando a comida então eu e Caçarola não enrolamos muito porque eu sei que de manhã se bobear eles podem morder sua perna de tão famintos que são.

Quando finalmente eu pude sentar e comer em paz Marcelo saiu da onde ele tava do lado do Gally e veio sentar do meu lado, continuei comendo ignorando essa mudança estava quase terminando quando ele começou a falar.

- Olha Helena desculpa minha atitude imatura que tive com você eu fui um babaca por ter falado aquelas coisas e você tinha todo o direito de ter me mordido eu só queria pedir desculpas e falar que tudo bem se você continuar não gostando de mim – diz se levantando e deixando seu prato na pia.

Ainda estava sem reação com o que tinha acabado de escutar quando Yuri se sentou do meu lado pegando meu prato e terminando de comer já que ele sabia que eu não queria mais, o lema dele era nunca deixar comida no prato, pois era desperdício e sempre quando via que eu não iria comer mais ele tomava da minha mão. Eu falei que eles eram mortos de fome de manhã.

- Surpreendente esse pedido de desculpas não e mesmo. O quê um pequeno puxão de orelha e uma ameaça de ficar mais um dia no amansador não fazem.

- Alby fez isso?

- Fez. Escutei ele tendo uma conversa civilizada com Marcelo e ele falou exatamente isso.

- Acho que Alby me odeia – digo tirando algumas folhas do cabelo dele aonde ele achou eu não tenho a mínima ideia.

- Talvez, mas como você e a queridinha daqui ele não pode pegar muito pesado.

- E porque eu sou a queridinha daqui?

- Tenho que listar?

- Tem.

- Além de ser irmã do Minho, bateu no Gally no primeiro dia, salvou o Samuel do Ferdinando, cuidou dele também, sabe cozinhar o que ajuda muito aqui, está cuidando do Newt e tem a cachorrinha mais fofa do mundo. Como não ser a queridinha?

- Batendo no Gally e Marcelo, irritando o Alby até ele pensar na possibilidade de me banir. Acho que esses são bons motivos para não ser a queridinha – digo já começando a lavar de novo a louça, parecia que dava cria essa bagaça não entendo.

- Isso são motivos ainda maiores para te amarmos sabia? Nunca ninguém teve coragem o suficiente para irritar o Alby, você e um exemplo. Agora eu tenho que ir senão Winston me mata é teremos Yuri pro almoço – diz bagunçando meu cabelo e saindo.

- Até mais demônio.

- Porque demônio?

- Você me chama de deusa que cuida do inferno e lá sempre tem um demônio então o escolhido e você.

- Esperta – diz indo correndo para o celeiro.

- Vocês dois são estranhos - diz Caçarola do meu lado também lavando os pratos.

Depois que terminamos de lavar tudo não tivemos que fazer mais nada então tivemos um longo tempo livre deitei minha cabeça na mesa e nem percebi quando ele sumiu. Cai no sono sem quer e acordei com ele falando que eu teria que fazer a lista do que faltava, e além disso colocar os ingredientes que ainda não tínhamos para ele fazer o estrogonofe.

Sem enrolar muito, mas inda com sono fiz a lista tentando entender porque todo mundo queria que eu fizesse uma lista pra eles decidi contar para ele o ocorrido de hoje de manhã já que ele seria o único mais imparcial do que Minho e Yuri.

- Caçarola eu tenho que te contar uma coisa – digo ainda meio hesitante.

- Fala.

- Eu dei meio que um selinho hoje de manhã no Newt – digo coçando a nuca enquanto sentava na frente dele.

- Meio? Acho que não tem como dar um meio selinho em alguém Helena.

- Foi sem querer era só para ser um beijo na bochecha não um selinho. Isso conta como se pegar?

- Acho que sim, mas se não quiser contar tudo bem.

- Ele disse que quer esperar mais faz umas coisas dessas ele tá me deixando bem confusa, e pra piorar tive um sonho que mostrava que a gente já namorava antes de vir para cá – conto tudo de uma vez.

- Me deixa analisar a situação. Você já namorava ele antes certo?

Concordo com a cabeça não sabendo aonde ele queria chegar.

- Você sabe que te deixar confusa é divertido porque você oscila entre brava, curiosa e depois finge que não tava confusa é que já sabia de tudo antes de contar.

- Como você sabe disso tudo?

- Como cozinheiro eu vejo tudo e sei de tudo nesse pouco tempo já vi tudo isso, você e fácil de se interpretar - diz dando de ombros.

- Então você quer dizer que ele só tá fazendo isso pra ver minhas “fases” de confusão?

- Exatamente.

- E a historia de querer esperar?

- Tenho certeza que ele vai fazer isso, mas não sem antes tirar uma casquinha e claro. Pode deixar que eu não vou contar mas mesmo assim semana que vem eu faço seu estrogonofe.

- Caçarola eu te amo sabia – digo o abraçando

- Sei sim agora me solta que temos um almoço a fazer.

De novo não foi muito complicado fazer o almoço fiquei encarregada de cortar os legumes enquanto ele mexia na carne que descobri ser de ovelha hoje, o fizemos cozido, pois assim ele ficaria mais mole para se comer. Fiquei adiantando as coisas para a janta e quando estava cortando uma cenoura quando vi uma coisa parecida com um lagarto com seis pernas se movimentando depressa o corpinho prateado encima da janelinha que a cozinha tinha que dava vista para umas árvores, fiquei intrigada com o que aquele bicho era e me desconcentrei cortando meu dedo no processo. Caçarola só me olhou e olhou o bicho que ainda estava na janela e me mandou de ir para a enfermaria.

Chegando lá Clint deu um suspiro pesado e foi pegar algumas bandagens enquanto Jeff ria e me mandava sentar, Newt apenas me olhou como se dizendo “como foi que você fez isso?” dei de ombros e prestei atenção no que fariam, Clint foi rápido em fazer a bandagem e logo me mandou de volta falando que não era nada e que eu deveria parar de choro quase xinguei ele mas percebi que não era necessário já que Jeff mandou ele parar de pegar no meu pé e que não era culpa minha ser tão desastrada assim.

Quando cheguei Caçarola perguntou sobre o machucado que era mínimo e me mandou sentar já que agora com o machucado eu era meio inútil, fiz o que ele mandou sem reclamar até porque além do dedo as costelas começaram a doer de novo eu sabia que não eram os pontos que tinham aberto de novo.

- Caçarola o que era aquilo?

- Era um besouro mecânico, Alby acha que é como os criadores nos observam.

- Não parece muito um besouro.

- Também acho, mas fazer o que é o nome não podemos trocar agora que todo mundo se acostumou.

Depois disso fui tomar banho e avaliei os pontos estavam um pouco inflamados, mas não era uma coisa muito preocupante mais teria que pedir um anti-inflamatório para não ficar pior.

Voltei exatamente na hora do almoço e posso dizer que o carne estava maravilhosa, queria que algum dia o Caçarola me ensinasse a fazer uma comida tão boa.

- Hela decidimos que hoje e você que vai levar o almoço pro Newt – diz Yuri me entregando um prato quando eu já tinha terminado de comer.

- Já tá ficando demais esse complô contra mim – digo brava.

- Vai logo e não me irrita.

- Só de raiva você vai ficar sem janta.

Entrei na enfermaria e deixei prato na cômoda e vi que ele estava dormindo então não quis incomodar e sai de fininho não antes de pagar o remédio pra mim. Avisei o Jeff quando estava indo e ele me mandou pegar um para dor também, pude finalmente tomar eles com um chá que Caçarola tinha me ensinando a fazer com hortelã e mandou procurar ela na relva daqui já que estava acabando.

Antes de ir chamei Atena que estava no Sangradouro roubando ovos das galinhas sem que o Winston percebesse e fui direto em direção à porta oeste aonde eu já tinha visto algumas. Não foi muito difícil encontrar as benditas folhinhas, mas travei as costas de tantas vezes que tive que abaixar para pegar. Atena não foi de grande ajuda já que antes de eu encontrar ela já tinha achado e estava comendo, essa cachorra iria ficar uma bola se eu não começasse a cuidar direito da alimentação dela resmunguei meio alto.

Quando ia pegar a ultima folinha que estava meio escondida de trás de algumas heras percebi que tinha uma pequena janela, curiosa para saber o que mostrava já que depois daquela parede só existia o labirinto. Fiquei na ponta dos pés e pude ver algumas luzes vermelhas no meio de um breu quase total pelas sobras das enormes parardes não liguei muito para elas, pois vi que tinha um vulto mais como uma sombra vindo na direcão da janela, no momento que coloquei meus olhos naquela coisa tive vontade de gritar não acreditava no que estava vendo e rezava para não ser o tão temido Verdugo.

Fiquei estática olhando aquela coisa que era uma mistura de animal com maquina, grande e bulbosa do tamanho de uma vaca, mas sem forma distinta apenas girava e agitava-se sobre o chão, só voltei a mim quando senti Atena mordendo minha calça na altura do tornozelo tentando me afastar da janela. Me agachei do lado dela e fiz um carinho rápido em suas orelhas logo voltando para a cozinha decidida a não contar a ninguém o que tinha visto provavelmente isso a deixaria com pesadelos mas não me importava.


Notas Finais


Pessualsinho desculpa não responder os comentários do capítulo passado mas eu não tenho ideia de como responder eu já reli umas 500 vezes e até agora fico sem palavras com a atenção e o carinho que vcs estão me dando, quase choro toda vez que vejo notificação de comentário.
Eu juro pra vcs que eu achava que essa história não passaria de 4 visualizações e meu amigo teve que insistir muito pra eu postar então eu agradeço do fundo do meu coraçãozinho.❤


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