História RadioTerror "O terror em sintonia certa" - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 1.272
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Luta, Magia, Mistério, Terror e Horror, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Frequência 2


Fanfic / Fanfiction RadioTerror "O terror em sintonia certa" - Capítulo 2 - Frequência 2

Ainda me lembro daquele momento, foi assustador, rápido e estranho mas enfim estou aqui hoje no centro psiquiátrico do Ohrlam Okes na cidade onde nasci e neste hoje pretendo contar a razão de eu ter tido a escolha de vir passar o fim dos meus dias.

Meu nome é Leonard Hipes e sou, ou era nesse caso, um produtor de filmes (não que você poderia conhecer algum trabalho meu) e escritor mas só de roteiros e assim. Meu trabalho era simples e modesto não tinha um salário dos deuses mas já era bom para viver do bom e o melhor. Num sábado após as filmagens de um que filme de terror serie B que eu vinha trabalhando ( a morte profunda) que era baseado numa lenda urbana famosa da internet que falava sobre um homem que tinha vendido sua alma para fazer a história de terror perfeita onde seu conto rendeu milhões ao seu bolso mas que após a morte do autor tentaram fazer um filme sobre o conto só que sempre que tentavam...os atores morriam sempre de forma estranha.

E só uma lenda eu sei e a nossa equipe tomava isso como uma brincadeira e aproveitamos o auge da lenda para fazer o filme e tudo estava a correr muito bem. O designer de figurino e co-produtor o meu colega Abe Rides me apresentou a sua versão do mostro do conto. Era horrivelmente assustador, perfeito e deixava todos os trabalhos anteriores dele no chão ele era bom mas não tanto.

-Incrivel- eu disse.

- Eu sei deu tanto trabalho- dizia Abe com orgulho.

Nós discutimos acerca dos detalhes do mostro e pelo que via era honesto ao original e até tinha algo a mais. Era um coiote vermelho, maior que o normal, olhos pretos profundo, pelos grossos, as patas eram cheias de cicatrizes e uma delas (a esquerda de trás) era esquelética, a criatura tinha um símbolo que representava o fogo e sofrimento e o detalhe mais assustador era a boca dele, as mandíbulas cujo o numero de dentes perdia na saliva do animal e sua língua áspera que pode ferir alguém só de lamber e no fundo da boca podia-se ver o clarão roxo do seu fogo interno representado no conto como aquele que persegue sua presa ate o fim da alma dela.

O conto dizia que o autor criou tal criatura para ser a vilã da sua história e os pesadelos eram relacionados a sua origem, ela só podia atacar alguém após ela se ferir pois o sangue atraia para a sua vitima, o conto falava que a fraqueza dessa criatura era sal e fogo, não soube. o sal irritava e o fogo queimava mas armas também era úteis nela. Abe tinha imprimido dois posters, pequeno e outro maior que tinha ficando na sala e esse era de tamanho real.

Bizarro aconteceu quando eu fui buscar o poster maior e pensando ser alguma brincadeira perguntei para ele aonde foi a criatura.

- Como assim? esta na minha mesa de trabalho.- disse Abe.

- Só tem um grande papel branco aqui- disse eu no sarcasmo.

-Deixa de palha.... o que fizeste??- disse Abe parecendo assustado e confuso- de onde tiraste esse papel- ele perguntou.

- Cheguei agora aqui e foste tu que imprimiste dois papeis Abe, queria me assustar não é? - disse eu igual a um detective desvendando um caso.

- Para de jogos Leo eu demorei o dia todo para fazer o poster, aonde o puseste?- disse Abe ficando um pouco  nervoso.

-Eu só...- disse eu.

A nossa discussão durou algum tempo até nos percebemos que ambos tinha-mos o nosso juridico de inocência porque eu estive escrevendo o dia todo e Abe passou o dia trabalhando na criatura e não tinha tempo para fazer 3 posters só para brincar comigo.

No dia seguinte telefonei a Abe e ele não atendeu, não era estranho da parte dele pois telefone para ele era algo vulgar e tinhas que ter muita sorte para ter a sua chamada atendida por ele e fui para os estúdio logo cedo.

Não tinha ninguém além dos guardas e fui buscar alguns papeis que tinha esquecido. Ao passar na sala do Abe encontro ele de costas para mim escrevendo no meu pc, só podia ser ele porque ele tinha as chaves e era-mos nós dois que tinha-mos esse vicio de trabalhar no fim de semana. 

Chegando perto notei que algo estava errado, ele estava cheio de tinta vermelha...

-Pelo menos toma um banho antes de usar o meu equipamento- disse eu num tom cómico.

Eu não tive resposta nenhuma, pensei cutucar ele, talvez estava ouvindo música. Ao tocar nele o meu coração para ou ver aquilo, não era o que tinha ali que me assustou mas sim o que faltava. Não tinha rosto nenhum só sangue e o interior da sua cabeça e o cérebro cortado. Assustei e num grito de pavor e nojo caio no chão, ele se levanta e em passos curto anda para mim. Levanto e corro para fora da minha sala e no momento certo fecho a porta e seguro com toda força que tinha para ele não sair.

Não era Abe era outra pessoa porque Abe era fraco fisicamente e aquele lançou-se na porta numa força que me lançou para o corredor e me ataca apertando as suas mãos no meu pescoço e o que penso é o horror na minha frente e desmaio.

Acordo ao som que parecia um cão roendo um osso deparo com o coiote do conto na minha frente comendo o corpo daquele que pensei ter sido o Abe, paralisado eu sinto uma pressão nos olhos daquele monstro, era real e estava ai, eu podia ver. O barulho de um guarda entrando para ver o que se passava fez o monstro sair do meu perto, era uma chance eu levantei e sai para o lado direito e fui para uma sala de equipamentos para me esconder. Aumentei a minha velocidade ao som dos gritos do guarda, podia avisa-lo mas não consegui estava sem voz e só pensava em fugir.

Dentro da sala percebo que os gritos pararam e que a criatura tinha percebido a minha fuga, o cheiro, era o cheiro bem fundo ele ainda podia usar ele para me encontrar e por isso sabia que na sala dos equipamentos ia encontrar algo uitl, tinta spray.

Pensava em me cobrir com ela mas a criatura entrou dentro da sala e na sua velocidade me agarrando pelo pé aonde senti seus dentes apertando meus ossos, usei o spray nela abrindo outra chance de fugir mas minha perna ferida tirava muito da minha velocidade e arrasto para de baixo de uma mesa enquanto a criatura se debruçava aos gritos por causa da tinta nos olhos.

Ela sai para fora da sala por alguma razão que não lembro, mas insisto ficar ai debaixo esperando outro ataque. Perdi a noção do tempo quando sai mancando da sala pensando que estava seguro. Encontro um policia que fala que foram chamados por causa de barulhos de gritos na zona e no dia seguinte recebo a noticia que os atores do filme foram mortos, os corpos mutilados de forma horrorosa.

Ainda sinto a sua pressão dentro de mim , no fundo da minha alma por isso vim nesse centro psiquiátrico para me confortar mas sei que ela virá me buscar pois agora que estou terminando de escrever sinto algo na minha porta batendo, esperando, parece que estes foram meus ultimos minutos aqui, sei que sou o próximo. Posso estar louco mas em breve não estarei vivo.

Perdoe os meus erros escri...................

#FIM DA FREQUÊNCIA


Notas Finais


hahhahaha


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