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História Ragnarok: A Ressurreição dos Guerreiros Deuses - Capítulo 5


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Capítulo 5 - O Segredo dos Einherjar


Fanfic / Fanfiction Ragnarok: A Ressurreição dos Guerreiros Deuses - Capítulo 5 - O Segredo dos Einherjar

Escondidos e apavorados em suas casas, todos temiam a presença de Durval, ainda mais por saberem que se tratava de um tirano revivido por forças ocultas, sendo algo repudiado e estritamente proibido em Asgard. Disposta a cooperar com seu tio, Hilda se aproxima do homem, ainda acompanhada por Lyfia, que estava preocupada com as consequências daquilo.

— Senhorita, isso não é necessário... — Lyfia tenta convencer Hilda, seguindo logo atrás da princesa — Seu tio não terá misericórdia por serem da mesma família, ele parece ser alguém maligno.

— Eu fui destinada a proteger o povo de Asgard, Lyfia. — a sacerdotisa diz, baixando a cabeça por um momento e depois olhando para Durval, que a esperava com um sorriso perverso — Como representante de Odin, não posso deixar que ele faça mal a essas pessoas.

— Mas, princesa Hilda... — Lyfia esboça preocupação no olhar, entretanto, entende que aquela não era uma decisão de sua autoria.

Quando as duas entram em consenso, é apenas Hilda que permanece andando até Durval. Em um ponto mais afastado, Lyfia consegue vê-la frente a frente com o ex-governante de Asgard, que era quase duas vezes maior que sua sobrinha.

— Você cresceu muito, querida sobrinha. — Durval fala com certo escárnio, mantendo seu sorriso maldoso no rosto — Chegou até a ser minha sucessora, e diferente de mim, recebeu a graça de Odin. Mas agora, olhe só para você...

Ele olha para a princesa mais atentamente, nivelando seu olhar de cima para baixo. Não havia nada de errado com a aparência de Hilda, considerando que já havia melhorado diante das enfermidades, mas apesar disso, ele volta a encará-la como se a desprezasse.

— Agora não passa de uma infante que perdeu o trono para Andreas. — ele desvia o rosto para o lado e cerra os punhos, como se aquele assunto fosse estressante — Assim como eu, você teve seus homens derrotados por cavaleiros, no entanto, eu dei minha vida para tentar vencê-los e conquistar o mundo.

— Eu sinto muito que ainda pense dessa forma, tio. — parecendo ignorar todos os insultos, ela abaixa a cabeça por um instante e fecha os olhos, lamentando que a mentalidade de Durval não tenha mudado — Suponho que pense assim por nunca ter entrado em contato com Odin, mas entendo como se sente.

— Você é mesmo ingênua, Hilda. — ele torna a olhar para sua sobrinha, ainda desprezando-a por não ter cumprido com suas expectativas — Não consegue mesmo entender, certo? Mas isso não interessa, eu farei aquilo que me foi confiado e tirarei sua vida!

Ele abre os braços e eleva seu cosmo, como se estivesse prestes a lançar um ataque, que acima de tudo, dependia daquela posição em especial. Antes que o realizasse, Hilda consegue interrompê-lo a tempo.

— Espere! — ela brada, mostrando imponência em um momento singular — Eu aceito que me aplique qualquer castigo, mas terão duas condições.

Desfazendo sua canalização, Durval recompõe sua postura e respira fundo, respondendo em seguida:

— Está bem, posso ouvir seus pedidos antes de realizar minha missão. Farei isso em nome de nossos antepassados, e não por você.

— Primeiro, quero que deixe todas as pessoas desse vilarejo em paz. Assim que me levar, não deve machucar nenhum deles.

— Tudo bem, parece justo. — ele olha ao redor, vendo alguns moradores espiando pelas janelas, que imediatamente passam a fechá-las e se escondem completamente em suas casas — Em compensação, vou acabar com todos os guerreiros deuses que forem leais a você.

— Muito bem, agora quero que me explique tudo. Se eu irei mesmo morrer, você pode ao menos me dizer quem te trouxe de volta? — ela se aproxima ainda mais de Durval, como se já tivesse aceitado seu destino.

— Você é mesmo tola, tsc... — Durval fica com ainda mais raiva, irritado por Hilda ser tão desinformada — Foi Odin, ele me trouxe de volta para acabar com você e fazer com que Andreas domine o mundo, assim como eu queria que fosse feito.

— Isso não é verdade! — ela protesta, mas parecia ser em vão.

— Se o próprio representante dele na terra fez isso, que outro poderia ter sido? Atena e Hades estão guerreando, não teriam tempo para se preocupar com Asgard.

— Espere, então quer dizer que foi Andreas?!

— Está bem, agora você sabe de tudo. Deve cumprir com sua promessa se quiser que eu cumpra com a minha, Hilda de Polaris.

Perplexa com aquilo que acaba de saber, Hilda não tem outra escolha além de cumprir com o combinado. Respirando fundo, ela abaixa a cabeça e espera que Durval tire sua vida. Por sua vez, o enviado de Andreas abre os braços e prepara sua técnica mais uma vez, elevando seu cosmo para que consiga realizá-la com perfeição. Aos olhos daqueles que presenciavam a terrível cena, o corpo de Durval parecia ficar ainda maior que o normal, criando uma sombra que se amplia cada! vez mais ao seu redor.

Escudo de Odin!

Ao pronunciar sua técnica suprema, o homem faz com que uma ventania surja em suas proximidades, orientando seu rumo para que consiga sugar o corpo de Hilda para dentro da sombra. Lyfia decide abdicar de assistir a cena, sem suportar ver sua querida princesa sendo morta. Sem pestenejar, a princesa aceita ser submetida ao ataque, mas pouco antes de ser abduzida por tamanho poder, um som de cordas sendo dedilhadas toma conta do ambiente, superando até mesmo o som dos ventos que empurravam o corpo de Hilda contra Durval. De cima de uma das casas, Mime se revela quando prolonga a melodia, continuando a tocar sua pequena lira enquanto trajava a sagrada robe de Benetnasch. 

— Você se provou digna de minha lealdade, Hilda de Polaris. — ele diz, mas ainda continua em sua posição estratégica — Escute bem, Durval! Eu serei seu oponente a partir de agora!

Embora tentasse ignorar o guerreiro deus para concretizar sua missão, Durval percebe que sua técnica havia falhado. Sem que percebesse, cordas de grande durabilidade imobilizavam seus braços ao segurar seus pulsos, impedindo-o de realizar sua técnica com êxito. 

— Obrigada, Mime... — Hilda agradece e cai de joelhos, mas é amparada por Lyfia — Eu queria ajudá-lo, mas estou muito fraca.

— Tudo bem, Vossa Majestade, vamos. — Lyfia diz e apoia o braço de Hilda em seu ombro, correndo para longe.

— Como pode?! Não deixarei que escapem! — Durval fica ainda mais furioso, ameaçando atacá-las.

Assim que pretendia fazê-lo, Mime desce de seu posto e fica frente a frente com Durval. Dentro de uma distância segura, ele consegue tocar seu instrumento e dar cobertura para que Lyfia levasse Hilda em segurança, impedindo que seu oponente as ataque.

— Sabe, Durval... — Mime passa a encará-lo diretamente, ainda movendo os dedos pelas cordas — Nunca pensei que esse dia poderia chegar, mas de certa forma, é especial para mim.

— O que está dizendo, seu maldito?! — Durval retruca com ódio.

Depois de elevar seu cosmo por uma segunda vez, Durval consegue se soltar das cordas esticadas de Mime, que somem após terem sido arrebentadas. Consegue convocar a robe de Heimdall com êxito, que passa a cobrir todo seu corpo. Ele cerra seus punhos e se prepara para lutar, mas antes que partisse para cima, é vítima de alucinações, vendo inúmeros clones de Mime pelos arredores da vila. Por ora, ele decide ficar em posição e escutar seu mais novo inimigo.

— Você não sabe o motivo, eu já imaginava... — ele fecha os olhos por um instante, parecendo calmo — Afinal, não passa pela cabeça de um tirano que guerras fazem com que pessoas inocentes morram. Pessoas como os meus pais.

— Então seus pais morreram na guerra interna? — Durval solta uma risadinha, como se estivesse debochando da perda de Mime — É, era de se esperar. Os fracos morrem e os fortes prevalecem, é assim que funciona!

O homem fecha novamente seus punhos, projetando uma cosmo-energia avermelhada ao redor deles. Sem temer Mime, ele parte para cima de seus clones e vai socando um por um a uma incrível velocidade, que certamente seria superior à de qualquer guerreiro deus. Todos os hologramas desaparecem, e aquele que parecia ser Mime acaba ficando frente a frente com Durval, que se prontifica para golpeá-lo.

— Morrerá assim como seus pais por ousar me desafiar! 

Assim que termina de ameaçar o guerreiro deus, Durval trata de golpeá-lo, mas para seu azar, aquilo também se tratava de um holograma, que desaparece logo após do ataque. Mime havia aproveitado dos inúmeros clones para usar sua técnica passiva de ocultação, que também é acobertada pela melodia produzida por sua lira. Os habitantes assistem ao confronto com olhos esperançosos, olhos que acreditavam na vitória de Mime, que até então, parecia dominar o combate. Sem saber onde seu oponente está, Durval respira fundo e volta a se expressar de forma perversa, rindo um pouco antes de abordá-lo novamente:

— Hahaha! É mesmo muito esperto, garoto. Mime, não é?

— Sou Mime, o guerreiro deus de Benetnasch. Guarde meu nome antes de morrer, Durval. — mesmo respondendo o sujeito, a voz de Mime parece não entregar sua localização, como se cada hora viesse de um lugar diferente.

— Muito bem. Vou lhe dar um único aviso: se não aparecer para lutar frente a frente comigo, eu vou exterminar o povo desse vilarejo e destruir todas as casas que aqui estão. — ele torna a sorrir, com a maldade predominando em seu olhar — Se não me engano, esse foi o lugar onde houve aquela guerra, então suponho que seus pais eram daqui.

Vendo que sua tática havia sido em vão, Mime toma a decisão que qualquer outro guerreiro deus tomaria — com exceção de Alberich, é claro — e aparece diante de Durval, disposto a lutar pelas vidas daquelas pessoas. Além disso, estava determinado a proteger o lugar em que viveram seus pais, sendo também uma questão que afetava diretamente seus sentimentos.

— Você é a pior pessoa que já conheci, não sei como chegaram a acreditar que era mesmo o representante de Odin. — Mime diz enquanto planeja algo para enfrentá-lo, ainda tocando sua lira.

— Não se preocupe, serei generoso e farei com que torne a encontrar seus pais assim que morrer!

Assim que termina de falar, Durval parte para cima de Mime e acerta seu rosto com um soco, onde mesmo tentando desviar, o guerreiro deus é atingido de raspão. Como esperado, um combate direto era mesmo favorável para o ex-representante de Odin, que torna a golpeá-lo, agora no estômago. Mime salta para trás, e mostrando certo empenho, consegue prender o pulso de Durval com suas cordas esticadas, estraçalhando o bracelete de sua robe. Apesar de ter um dos punhos inutilizados, Durval avança novamente contra Mime, socando-o diretamente no rosto e arrancando sua tiara, além de derrubá-lo violentamente sobre o chão e fazer com que largue a harpa por um momento, deixando que o instrumento caia próximo de seu corpo.

— Pagará caro por ter relado em minha robe divina, seu desgraçado! 

Em seguida, ele parte às pressas na direção da lira de Mime, visando destruir o instrumento de uma vez. Quando está prestes a pisoteá-la, o guerreiro deus se joga sobre seu precioso artefato, recebendo o pisão nas costas ao invés de vê-la ser completamente despedaçada. Enquanto a protege com o corpo, Mime é alvejado por vários pontapés de Durval, que tenta fazê-lo desistir de uma vez por todas através de sua força bruta, chegando até a danificar a parte traseira da robe de Benetnasch.

— Vamos, saia de cima dessa maldita lira e se renda, ou eu irei matá-lo aqui mesmo!

— Eu nunca vou me render, argh! — Mime agoniza com os sucessivos chutes e pisões que recebe, mas protege o instrumento com todas as suas forças.

Ele sabia que seria impossível lutar contra Durval sem contar com sua lira, pois mesmo que elevasse seu cosmo, jamais chegaria a ter as capacidades físicas de seu adversário. Deveria achar alguma brecha para usar sua técnica, caso contrário, seria morto junto com todas aquelas pessoas de sua terra natal. Em um momento de fraqueza, Mime fecha os olhos e se prepara para perder a vida, quando passa a lembrar dos momentos vividos com Folken, seu pai adotivo que o treinou especialmente para ser um guerreiro deus. Ele se recorda de quando o matou por não entendê-lo, e também revive as lembranças reveladas pelo Golpe Fantasma de Ikki, que havia lhe mostrado toda a verdade. Será que Folken e o cavaleiro de Fênix ficariam felizes em vê-lo naquele estado?

— Você já era, não deveria ter me desafiado sendo fraco desse jeito! — Durval prorroga os insultos, descarregando seu ódio a cada golpe.

A parte traseira do tronco da robe de Benetnasch já estava completamente despedaçado, fazendo com que o peitoral de sua estrutura seja desfixado do corpo de Mime, que também contava com graves hematomas em suas costas, além de algumas costelas quebradas. Mesmo assim, o honrado guerreiro deus consegue elevar seu cosmo a ponto de afastar Durval, que em um recuo forçado, é devidamente jogado para trás, ainda de pé.

— Que tipo de poder é esse?! Como alguém consegue despertar um cosmo tão assustador nessa situação?! — Durval pergunta, parecendo perplexo.

Levantando-se aos poucos, Mime parece levar seu corpo ao extremo quando finalmente fica de pé, com a postura um pouco curvada, mas ainda com força o suficiente para segurar sua lira. Como se estivesse sendo guiado por seus instintos, ele toca o instrumento em um ritmo mais acelerado, iniciando uma melodia melancólica. De imediato, Durval é cercado por inúmeras cordas, e mesmo tentando esquivar-se, acaba sendo capturado por aquelea fios resistentes e letais. 

— Quando um guerreiro deus luta pelo bem, Durval... — ele faz uma breve pausa, ainda debilitado — É provável que consiga realizar milagres para defender o povo de Asgard.

— Como é?! Milagres? Ora, isso não existe! — Durval responde, indignado — Eu vou sair daqui e acabar com você!

Por mais que tentasse, Durval estava preso nas cordas de Mime e dessa vez não conseguiria arrebentá-las como fez outrora, pois agora contavam com uma maior quantidade de cosmo. O guerreiro deus prolonga a melodia, pronto para definir o combate enquanto consegue ver seu oponente se contorcendo diante da pressão imposta, que é responsável por danificar sua robe e fazê-lo sangrar por todo o corpo. 

— A luta acabou, Durval. — Mime diz, ainda se esforçando para manter a técnica — Assim que eu soltar a última nota, sua vida será ceifada e eu farei justiça por aqueles que morreram injustamente nas guerras travadas em seu nome. Meu Réquiem de Cordas acabará com você!

— Maldito... — o ex-governante reclama, também dando seu máximo para escapar — Eu não deixarei que me vença!

E então, é a vez de Durval elevar seu poderoso e destrutivo cosmo, emanando uma aura avermelhada ao seu redor. Em um momento de extrema fúria, o homem consegue confrontar a técnica de Mime, movendo seu braço aos poucos, mas fazendo-o ser ainda mais perfurado pelas cordas por conta disso. Por trás da imobilização, ele consegue esboçar mais um sorriso que expõe sua maldade e seu esforço em conseguir aquilo que desejava. Depois de tanto esforço, consegue abrir uma brecha no "casulo" de cordas feito por Mime, e apesar de ainda ter grande parte do corpo de Durval sobre seu domínio, o ruivo fica assustado com a força de seu oponente, que novamente consegue superá-lo.

— Eu lhe disse, esse é o seu fim! — Durval proclama, como se já estivesse prevendo uma inevitável vitória desde o início.

Com um soco no ar, ele conjura uma enorme rajada cósmica que parte na direção de Mime. Indefeso, o guerreiro deus é brutalmente atingido na região toráxica pelo ataque, que estava desprotegida por não contar mais com a parte da robe adequada. Ele cai de costas na grama coberta pela neve, derrotado. Conseguindo sair das cordas de seu oponente, Durval ri como um verdadeiro vilão.

— Hahahahahaha! Eu sempre soube que conseguiria vencê-lo!

De repente, Siegfried surge no cenário carregando Frey em seu ombro. Ele corre na direção de Mime, que estava sem consciência, e deixa Frey deitado ao seu lado para verificar o estado de seu companheiro de longa data.

— Maldição... Mime, acorde! — ele segura os ombros de seu parceiro, mas é em vão.

— Levante-se para me enfrentar, Siegfried! Andreas ficará feliz quando souber que eu venci dois guerreiros deuses! — Durval diz, convencido de seu potencial.

Fazendo aquilo que lhe foi pedido, Siegfried se põe de pé e olha para Durval, mas não consegue conter uma risada breve e discreta.

— Qual é a graça?! Acha que não posso vencê-lo nesse estado!

— Tenho certeza que não. — Siegfried ergue o olhar em direção ao rosto de Durval, encarando-o com seriedade, dessa vez — Eu não lutaria contra um homem que está prestes a morrer.

— Como?

— Sugiro que dê uma olhada no corte em seu pescoço, Durval. — depois disso, Siegfried vira as costas e caminha até seus companheiros de batalha.

— Ahn? Mas... — ele verifica o próprio pescoço ao colocar a mão sobre a ferida, e então, surpreende-se com a abundância da perfuração na área.

Agindo de forma impetuosa mais uma vez, Mime conseguiu cortar o pescoço de seu oponente com a corda que ali estava, concentrando seu cosmo de uma vez em um único ponto para levar a melhor antes que fosse atingido por sua rajada cósmica. Enquanto Mime termina desmaiado, sangrando, sem o peitoral de sua robe e com alguns ossos quebrados, Durval acaba caindo sobre aquela neve sem vida, lamentando por ter falhado em realizar suas ambições por uma segunda vez. Diante das adversidades, Mime conseguiu vencer um oponente mais poderoso sem sacrificar sua honra, salvando o povo de seu vilarejo e ao mesmo tempo conseguindo conter o causador da ameaça, embora isso tenha lhe custado caro.

Vagando agora com dois corpos sobre seus ombros, Siegfried consegue deixá-los na tenda médica, onde os curandeiros estavam dispostos a servi-lo e também aos demais guerreiros deuses, reconhecendo o esforço que faziam para proteger todo aquele povo, que também passa a venerá-los. Ele se dá conta da ausência de Hilda conforme retira-se, mas antes que pudesse pensar sobre, depara-se com alguém familiar do lado de fora.

— Quanto tempo, irmão. — Sigmund surge diante de seu irmão mais novo, segurando sua espada Gram por cima do ombro e contando com a proteção da robe de Grani.

— Sigmund, eu não posso acreditar... — Siegfried pisca os olhos algumas vezes, confuso. Não sabia se ficava contente por revê-lo como guerreiro deus, ou triste por saber que servia a Andreas.

— Escute, eu queria parar para que a gente pudesse conversar, mas não tenho tempo. — ele abaixa a cabeça por um momento, e depois encara Siegfried diretamente — Diga-me onde está Hilda de Polaris, e eu a matarei para que você fique livre desse feitiço terrível que revive os mortos.



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