História Rain drop - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Carro, Chuva, Jikook, Pwp
Visualizações 195
Palavras 3.173
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, LGBT, Lírica, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shounen, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Trouxe pra vcs uma Pwp de um dos meus maiores ships.


Espero muito que gostem <33

Capítulo 1 - Capítulo I


Fanfic / Fanfiction Rain drop - Capítulo 1 - Capítulo I

   Gotas de água da chuva escorriam pelo vidro do carro e junto com elas o limpador de para-brisa ia de um lado para o outro incessantemente tentando melhorar a visibilidade do motorista. Uma fila de carros se estendia por quilômetros a frente deles e o tédio foi chegando até que passou a reinar dentro do veículo.

– Que merda! – xingou buzinando em seguida. – Andem logo porra!

– Amor... – tentou chamá-lo.

– Tem espaço aí na frente! Vai logo!! – ligou a seta esquerda avisando que queria entrar.

– Amor... – mais uma tentativa falha.

– Cacete! Esse idiota não vai me deixar entrar.

– JUNGGUK! – gritou conseguindo a atenção do maior. – Eles não tem culpa. Está tudo parado por causa da chuva, entendeu? Tenha paciência, por favor. – cruzou os braços e franziu o cenho encostando a cabeça na janela logo em seguida.

O moreno respirou fundo e coçou a cabeça. Ele estava certo, pois de nada adiantaria ficar buzinando e xingando. Esfregou as mãos no rosto e se virou para ele forçando um sorriso.

– Jiminie... – passou a mão na bochecha gordinha do menor. – Me perdoa. Eu só... Eu só quero chegar em casa logo pra poder ficar pertinho de você e descansar. Hoje foi um dia longo.

– Você já está pertinho de mim seu idiota. – continuou com o semblante fechado. – E eu também estou cansado. Acha que só o seu dia foi longo? O meu parecia não acabar nunca e ter você gritando na minha orelha só piora tudo.

Ele respirou fundo mais uma vez. Sabia que o havia irritado e exigiria certo trabalho e paciência para fazê-lo ficar bem novamente.

– Eu sei meu amor, me perdoa. Seu dia deve ter sido caótico, por isso quero ficar pertinho de você, para te mimar. Está frio hoje e eu queria ficar enroladinho no cobertor com você, tomando chocolate quente e vendo algum filminho tipo sessão da tarde. O que acha? É uma boa ideia?

– Não.

– E por que não?

– Não estou a fim de fazer isso.

– E o que você quer fazer amor? – sabia que estava pisando em ovos e teria que ser o mais gentil possível. – Quer que eu compre seu chocolate favorito? Ou aquela sapatilha de dança?

– Não.

– Aigo! Assim não dá Jimin. Fique de bico então. Estou tentando me desculpar, só que você não facilita.

– Tá bom. - fechou mais a cara e não voltou a olhar pra ele.

Jeon Jungguk se arrependeu na mesma hora. Que merda havia feito? Não podia tratar seu namorado daquela forma, independentemente de estar bravo ou não.

A fila de carros andou um pouco até que chegaram na raiz do problema. Um caminhão de tomates tombara no meio da estrada cobrindo duas faixas fazendo com que todos os veículos diminuíssem a velocidade para passarem e se encaixassem de novo. Fora isso, então, que gerou o engarrafamento.

– Olha só. Alguém vai perder muito dinheiro com essa baixa de tomates. – tentou puxar conversa, contudo de nada adiantou.

Com o carro andando normalmente o moreno se lembrou que por ali ficava o parque preferido de Jimin, onde eles iam para ver o céu estrelado. Julgou que seria interessante ficar um pouco lá, mesmo com a chuva. Desculpar-se-ia com namorado de uma maneira diferente.

O ruivo reconheceu o local e deixou escapar um sorriso. Tinham muitas lembranças boas naquela área verde. Porém, ao se lembrar que estava bravo com Jeon ele logo fechou a cara.

Jungguk reparou nas mudanças de expressões tão repentinas e quis questioná-lo a respeito delas:

– Jiminie? Está tudo bem? Quer falar alguma coisa? – mudou a marcha e avançou um pouco com o carro. – Farei o que você quiser para me perdoar.

– Tá tudo bem, eu só me lembrei de algumas coisas.

– Hm. – deu seta para a direita e virou com tudo o volante. Por pouco não passa da entrada.

– Onde está indo!? – seu corpo havia sido arremessado para o lado. – Aí!

– Para o nosso lugar. Sei o quão especial ele é para você.

– Ah. – não esperava ouvir aquilo. Às vezes ele conseguia ser bem fofo, mas nem por isso esqueceria a grosseria dele.

Estacionou perto de um desfiladeiro onde poderiam, caso a chuva cessasse, ver a linda lua e suas companheiras brilhosas.

Jungguk soltou seu sinto de segurança e desligou o carro. Passou seu braço esquerdo por detrás da cabeça de Jimin e puxou seu rosto fazendo-o olhar no fundo de suas orbes castanhas.

– Eu te amo, sabia disso?

– Sim.

– Você me perdoa?

– Ainda não.

– Nem se eu te der um beijinho? – selou seus lábios nos dele.

– Não.

– E se eu te beijar aqui? – desceu arrastando a boca pelo maxilar até chegar em seu pescoço.

O ruivo jogou a cabeça para trás expondo mais aquela região. Seu poml de Adão subia e descia cada vez que engolia em seco. Deixou Jungguk o marcar a vontade, pois logo teria sua vingança.

– E agora? Estou perdoado?

– Afaste o banco e feche os olhos. – lançou-lhe um olhar jamais visto por ninguém.

Uma mistura de desejo, vingança e sadismo eram emitidos através das límpidas janelas castanhas escuras. Um arrepio percorreu a coluna do maior e não sabia se tinha medo, curiosidade para descobrir o que aquilo significava ou se tinha os dois ao mesmo tempo.

– Certo... – fez o que lhe fora ordenado com certa desconfiança.

– Agora tire a camiseta.

Ah! Então era isso que ele estava querendo? Finalmente entendeu que seu marvilhoso homem queria dar uma pimbada no carro. Sorriu libidinoso com a ideia.

– Jiminie, seu safado. Já entendi o que voc-.

– Calado. Só anda logo com isso.

– Como quiser. – o sorriso só ia crescendo em seu rosto. Porra! Mesmo tendo feito cagada eles iriam transar. E no carro!

Foi abrindo os botões da camisa vermelha xadrez que usava. Tudo sem pressa alguma.

– Aqui está. – entregou para ele.

O Park pegou a camisa e saiu do carro. Deu a volta nele apenas para poder entrar nos bancos traseiros, mais especificamente, no banco atrás do de Jungguk.

A chuva não estava tão intensa, mas estava forte o suficiente para molhá-lo por inteiro. Só esperava não ficar gripado.

– Me dê seus braços.

– Por quê?

– Pare de perguntar. – ele o fez meio relutante e Jimin os amarrou atrás do banco. – Pronto. Pode abrir os olhos. – dito isso saiu do carro e voltou para seu lugar.

– Por que me prendeu? Não íamos apenas fazer sexo?

– Você acha mesmo que ia se safar tão facilmente? Jeon Jungguk é tão ingênuo. Vamos transar sim meu amor, só que hoje você será dominado e – aproximou-se bem da orelha dele e falou com a voz mais grave que tinha. – eu irei me vingar por você ter sido rude comigo. – lambeu o lóbulo e em seguida mordeu.

Jeon não estava cabendo dentro de suas calças. Seu ruivo estava tão sexy com a blusa branca ensopada e completamente transparente, mostrando seus lindos mamilos, e a calça jeans super colada dando uma bela visão de suas coxas grossas, sem falar naquela voz rouca e provocante e a ideia de conhecer a faceta dominadora dele.

– Vossa beldade não vai tirar essa roupitcha?

– Não senhor. – respondeu passando as mãos pelo peitoral definido até chegarem no cós das calças jeans escuras.

– O que? Acho que não entendi direito.

– É isso mesmo que você escutou. Você não vai poder desfrutar da visão privilegiada do meu corpo. – desafivelou o cinto e desabotoou o único botão de cobre. – Além disso, – sorriu muito próximo da boca dele. As respirações já não mais podiam ser distintas. – não vai ter dedinhos atrevidos nem mãos inquietas apalpando meu doce corpo. – desceu o zíper e baixou tanto a calça quanto a boxer vermelha até metade das coxas leitosas.

– Mas isso não é jus- – fora calado com um tapa no rosto.

– Não é justo? Não é justo eu ter tido um dia de merda e escutar meu namorado gritando no trânsito. Isso não é justo! – passou a mão no local do tapa e deu um beijinho ali. – Você só vai poder falar quando eu autorizar, entendeu?

– Sim senhor.

– Ótimo.

Dito isso avançou nos lábios róseos. Não queria saber de beijos lentos nem calmos. Gostava de ser agressivo, de morder o inferior do moreno e o ver sangrando um pouco. Gostava de ter as línguas brigando para ver quem teria o controle do ósculo, de ver quem cederia primeiro. Gostava de se separar apenas quando o oxigênio se encontrasse escasso em seus pulmões.

– Junggukie se excita com tão pouco. – pegou na base de seu pênis e tentou pôr a respiração em um ritmo controlado e estável. – Não tem nem graça...

– Queria ver você no meu lugar. – também respirava desreguladamente. – Não é fácil se segurar quando se tem um Deus grego em sua frente. – viu as bochechas do ruivo ganharem uma coloração avermelhada. – Tire a blusa para mim amor.

– Não. – deu-lhe outro tapa. – Te disse que só poderia falar quando eu autorizasse.

O mais novo apenas acentiu. Estava achando uma graça seu Hyung dando ordens para si. Nunca o fizera até o presente momento.

Jimin iniciou movimentos vagarosos. Sua mão ia para cima e para baixo demorando o máximo possível. Gemidos roucos e manhosos escapavam dos lábios de seu companheiro. Abaixou-se até a altura do quadril dele e subitamente, sem prévio aviso, engoliu quase todo o falo inchado e pulsante.

Sua língua envolvia o membro latejante o fazendo delirar enquanto sua mão gordinha segurava firmemente a base e acompanhava as idas e vindas.

O moreno já estava vendo estrelas. Queria que seu amado fosse mais rápido para poder desfrutar melhor daquela cavidade quentinha e úmida. Adoraria gozar ali, naquela boquinha avermelhada e carnuda por dois motivos: primeiro, gostava de ver sua porra escorrendo pelos cantos da boca e como ele ficava lambuzado com isso; e segundo, depois da primeira gozada conseguia durar mais tempo durante o sexo anal e, assim, dar mais prazer ao ruivinho.

Sabendo que naquela ocasião não adiantaria nada pedir para que fosse mais rápido, tentou desprender as mãos para levar aos fios macios, mas não conseguiu. Não importava a força que fizesse, o nó estava muito bem dado. Então teve a brilhante ideia de foder a boquinha gostosa que o chupava.

Quando começou a estocar, com cuidado é claro, sentiu as duas mãozinhas se espalmarem por suas coxas e o afastar para longe de sua ereção necessitada.

– Está louco? – perguntou esfregando as costas da mão direita no canto de seus lábios. – Quem te deixou foder minha boquinha?

– Aigo! Jiminie eu estava quase lá! – jogou a cabeça para trás, frustado.

– Eu sei disso, mas eu queria aproveitar mais. Francamente, não sabe apreciar um bom boquete.

Escorou-se na janela, desceu as próprias calças e passou a se masturbar. Sua mão exercia a pressão certa no falo rígido e possuía o ritmo perfeito. Ele estava desfrutando de cada toque e sensação que seu corpo lhe fornecia. Fechou seus olhos e jogou a cabeça para trás.

– Pare de salivar seu babão. Eu já vou aí sentar em você. Só preciso – gemeu. – sentir meu toque um pouco.

Mesmo sem ver ele tinha acertado. O mais novo estava salivando com o que seus olhos estavam vendo. Seu namorado todo bagunçado, com o corpo quente e corado, tocando-se sem se preocupar com nada era a perdição para si.

– Você tem lubrificante no carro? – perguntou sem parar de se masturbar.

– No porta-luvas deve ter. Você está tão lindo assim. Todo bagunçado.

– Obrigado. – abriu os olhos e em seguida o porta-luvas achando um frasco novinho de lubrificante. – Seu safado, por que tem isso no carro?

– Sempre tive esperança de que você iria topar fazer no carro.

Ele riu sem graça. Seu namorado era mesmo um tarado. Não que fosse muito diferente dele.

Retirou o lacre e despejou uma boa quantidade em sua mão. Espalhou bem pelo corpo peniano, retirando de vez o prepúcio e liberando a glande rosada. Com o pouco que sobrou espalhou em sua entrada deixando-a bem preparada.

– Vou sentar agora, tudo bem?

– Mais do que bem.

O mais baixo passou uma perna de cada lado do colo dele resultando em rostos colados. Segurou o pênis lubrificado para que pudesse encaixá-lo em sua entrada piscante. Desceu devagar engolindo por completo a extensão dura o que rendeu gemidos de ambas as pregas vocais.

– Jiminie, n-não tenha pressa. Se acostume pri- – foi pausando conforme ele ia se ajeitando e, por consequência, estimulado seu pau. – meiro, está bem? – como sempre estava preocupado com o conforto de seu pequeno.

– Seu safado, agora você não quer ter pressa? Mas está tudo bem Gukie-ah, – respirou fundo. – eu já me acostumei com seu pauzão. – riu soprado.

Apoiou ambas as mãos nos ombros fortes de seu namorado e deslanchou à cavalgar. Seu ritmo era controlado, nem muito rápido nem muito moroso fato que deixava tudo muito gostoso. Segurou a cabeça do moreno com as duas mãos e lhe roçou os lábios. Dessa vez quem aprofundou o ósculo fora o menino Jeon. Era um beijo ardentemente no qual as tramelas travavam uma deliciosa e instensa batalha em busca do controle absoluto.

As coisas não podiam estar melhores. Jimin não parava de quicar. Sua bunda descia e subia sem impedimentos e suas bocas não desgrudavam por nada nesse mundo.

Na verdade só uma coisa incomodava Jungguk: não poder tocá-lo nem ajudá-lo com as ações. Sua única alternativa era investir com o quadril forçando-o pra cima, enquanto Jimin descia, e para baixo, enquanto ele subia. Assim o contato entre eles era maior e mais intenso, porém ainda não era o suficiente.

O Park passou a mordiscar seu lóbulo e deixou escapar, propositalmente, um gemido arrastado em seu ouvido levando Jungguk a outros mundos.

– Acerta aí de novo Junggukie~.

Ele tentou mais uma vez, contudo, falhou. Era difícil estocá-lo com as mãos presas atrás do banco. Sua precisão ficou prejudicada por conta das amarras.

– Jiminie...

– O que?

– Você po- pode me soltar? Assim vou poder te fuder mais gostoso e- – foi calado com outro tapa, só que desta vez fora no peito.

– Você está de castigo, esqueceu? Só vou te soltar quando achar pertinente.

A cada tapa que recebia sentia seu corpo ferver. Talvez fosse masoquista no final das contas, mas isso não importava agora. Só queria aproveitar cada segundo daquele novo lado do namorado.

O ruivo acabou por se aproximar demais da boca atrevida de Jeon. Levou uma mordida na clavícula e em seguida um chupão dolorido que deixaria um belo roxo por vários dias. Porém uma coisa era certa: amava receber carícias lá! Era tão sensível e se tornava tão fácil de se controlar.

– Gukie-ah, estou ficando cansando...

– Então me solta que eu te ajudo com isso. – não parou com os mordiscos.

– Tudo bem. Só, ah~, pare de me morder.

Mal parara com as blandícias e o ruivo já desmontara de cima de si, pulando para o banco traseiro de onde soltou as mãos do maior. Este por sua vez esfregou os pulsos doloridos pela posição a longo prazo e disse:

– Fique aí mesmo. Quero você de quatro para mim. – mandou retirando de vez seu jeans colado.

Cansado de dar ordens e querendo apenas chegar em seu ápice, o pequeno Park decidiu obedecer. Ajeitou-se da maneira como pôde e empinou a bunda bem para cima.

O moreno pulou para o banco de trás e deu um tapa estalado em cada uma das nádegas do branquelo a sua frente, espalmando as mãos e apertando-as em seguida. Seus longos dedos deixaram marcas vermelhas por toda a carne gordinha.

– Puta bundão gostoso! Olha só pra isso.

– Junggukie... Anda logo.

Sem prévio aviso ele se enfio por inteiro dentro da cavidade exposta para si. Sentia cada prega fazendo força para expulsá-lo o que lhe causava mais prazer, pois a pressão exercida em seu membro era intensa e maravilhosa. Aproveitou a posição para masturbar seu namorado, a final de contas o pau do ruivo estava tão duro quanto o seu e necessitava de atenção também.

– Mete bem fundo.

– Assim? – perguntou indo o mais fundo que podia e, sem querer, acertando o pontinho mágico de prazer.

– Aaaahn~ aí mesmo!

Agora que nada o estava impedindo de se mexer livremente o moreno podia acertar aquele local várias e várias vezes. Os olhinhos castanhos já estavam se enchendo de lágrimas tamanho era o prazer que sentia.

O carro estava quente. Muito quente. A chuva lá fora havia parado havia algum tempo e agora as gotas de água que escorriam pelo lado de dentro do vidro da janela eram provenientes do suor deles. O calor emanado pelos corpos era tão alto que fez com que as partículas de água se condensassem dentro do carro e escorressem pela janela.

Em uma estocada mais forte o mais velho espalmou sua mão no vidro buscando apoio e deixando a marca de sua mão. Quem passasse por ali saberia exatamente o que estava passando dentro daquela lataria azul marinho.

– Jiminie eu vou- – não conseguiu terminar a frase.

Gozou no interior apertado, mas não parou de se movimentar para prolongar o prazer. Jogou sua cabeça para trás. Os olhos fechado e os fios negros grudados na testa o deixaram incrivelmente sexy.

Retirou-se de dentro do namorado e o fez se sentar perto de si. Iria chupá-lo até que pudesse ter seu orgasmo e se desmanchasse. Nunca fora egoísta a ponto de gozar e não ajudar seu companheiro a fazer o mesmo.

– Amor, feche os olhos.

– Aigo! Por que isso agora?

– Confie em mim. – pediu alisando as coxas leitosas.

Logo que o menor os fechou, Jungguk abocanhou o membro mediano e o chupou com vontade. Como já estava bem estimulado não demorou muito para Jimin se desmanchar e gemer bem alto seu nome.

Acomodaram-se no banco traseiro, Jeon encostado na porta e Jimin deitado por cima de si. O menor estava desenhando com os dedos figuras incompreensíveis no peito do moreno. Estavam cansados e confortáveis demais para pensarem em voltar para casa.

– Junggukie?

– Diga. - seus olhos se encontravam fechados e a mão direita fazia um cafuné gostoso nas madeixas sedosas cor de fogo.

– Me desculpa por ter batido em você... Eu estava muito magoado e queria assumir o controle pelo menos uma vez...

– Não precisa se desculpar meu anjo. Eu amei conhecer seu lado dominador e sou eu quem te deve desculpas. Me descontrolei no trânsito, perdão.

– Tudo bem. Na verdade isso não me incomodou muito. Estava chateado com o trabalho.

– Quer me contar?

– Em casa. Agora só quero ficar abraçadinho com você. Eu te amo muito.

– Eu também te amo muito. – selou o topo de sua cabeça. – Só me faz um favor?

– Claro.

– Tire essa blusa molhada. Vai ficar doente com ela.

– Mas eu não tenho nenhuma outra.

– Pode usar a minha. Eu não fico doente com facilidade, não se preocupe.

– Okay...

– Obrigado.

– Vamos para casa?

– Espera mais cinco minutinhos... – fechou novamente os olhos e fingiu estar dormindo.

– Junggukie? Junggukiiiie? – balançou-o mas não obteve resposta. – Gukie-ah tem gente se aproximando!

– O que?? – cobriu seu namorado como pôde e logo escutou ele gargalhando. – Aigo! Você me assustou. – disse ao perceber que não havia ninguém.

– Desculpa. – não conseguia parar de rir. – Va- vamos logo. Kkkkk Quero tomar um banho e ir dormir. – beijou seus lábios. – Te amo.

– Te amo mais.


Notas Finais


Comentem o que acharam <33


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