História Rain... (Malec) - Capítulo 9


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Categorias As Crônicas de Bane, As Peças Infernais, Os Artifícios Das Trevas (The Dark Artifices), Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Aline Penhallow, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Emma Carstaris, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), James "Jem" Carstairs, Jessamine Lovelace, Julian Blackthorn, Kieran, Magnus Bane, Mark Blackthorn, Maryse Lightwood, Max Lightwood, Personagens Originais, Ragnor Fell, Sebastian Verlac, Simon Lewis, Tessa Gray, Will Herondale
Tags Amor, Catnor, Emmaxjulian, Jimon, Kierark, Lemon, Liberdade, London, Malec, Paris, Tessxjessamine, Tokyo, Top!magnus, Truelove, Viagens, Viver, Willxjem
Visualizações 189
Palavras 2.834
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá vadias!

Eu sei que eu demorei, mas meio que empaquei pra escrever certas fics, e Rain foi uma delas. Mas agora está tudo bem, titia voltou.

Esse capítulo não tem nada de especial, digamos assim. Ele é mais calmo e particularmente não achei boa a escrita. But, anyway....

Enjoy It ❤💙

Capítulo 9 - Meant To Be


Fanfic / Fanfiction Rain... (Malec) - Capítulo 9 - Meant To Be



Acordei sentindo minha cabeça latejar. Uns dos efeitos colaterais de ter enchido a cara ontem. “Parabéns, Alexander!”


Suspirei e abri meus olhos, olhando em volta. A cama de Magnus estava completamente arrumada, sem nenhuma alteração se quer. “Ele já deve ter levantado e tomado café.” Pensei.


Me virei para o lado e segurei para não gritar. Magnus estava dormindo do meu lado, com as costas nuas e com arranhões.


-Ai.meu.deus. - sussurrei me sentando na cama. Olhei para o chão e vi nossas roupas jogadas ali. Imediatamente levantei a coberta para verificar se estava pelado, e me vi ainda de cueca. Suspirei aliviado. Olhei para Magnus e ele também estava de cueca.


Bela bunda


Balancei minha cabeça, dissipando aqueles pensamentos e forcei minha mente a lembrar o que aconteceu na noite passada.


Estávamos no pub, nós bebemos, jogamos Eu Nunca, nos beijamos… ok, até aí normal, já tínhamos nos beijado antes. Magnus disse que não poderíamos fazer aquilo ali e eu pedi pra ele me levar dali então. Nós fomos até uma roda gigante, então eu…


-Puta que pariu! - praticamente gritei dentro do quarto. Isso fez Magnus se remexer na cama.


-Hun… - ele resmungou tateando o meu lado na cama. - Alexander… - antes que ele pudesse abrir os olhos eu dei um salto da cama e me tranquei no banheiro. - Alexander? - ouvi ele me chamar.


Me afastei da porta e liguei o chuveiro. Não ouvi passos dele, então imagino que tenha deitado de volta. Suspirei aliviado e me joguei embaixo do chuveiro.


Eu estava envergonhado, não sabia como encarar Magnus, o que eu ia fazer? Eu fiz um oral nele dentro de uma roda gigante, por Deus, Alec! E se tivesse câmeras? Deus do céu, eu mal chego em Londres e vou ser famoso por fazer boquetes em lugares públicos… Céus! Se tivessem feito a pergunta do boquete em lugares inusitados, eu seria obrigado a beber agora. Jesus Cristo que vergonha.






***





-Bom dia. - saudei assim que cheguei na cozinha e encontrei todos tomando café.


-Bom dia, bela adormecida. - Ragnor murmurou mordendo sua torrada.


-Bom dia. - todos cumprimentaram, exceto Alexander.


Me dirigi a cadeira ao seu lado e me sentei, o dando um beijo no canto da boca.


-Bom dia, Alexander. - sussurrei em seu ouvido e o vi ficar arrepiado, ao mesmo tempo em que ficou corado. Ri internamente, sabia que Alec havia fugido de mim de manhã pelo que aconteceu ontem.


-Bom, meninas. - começou Cat. - como todos sabem, hoje é nosso último dia em Londres. - vi Simon e Jessamine murcharem desanimados. - Vamos pegar o avião hoje de noite com destino, a… - Ragnor bateu na mesa, enquanto Catarina fazia cara de suspense. - Áustria! - todos bateram palmas rindo, vendo Ragnor agradecer pela “apresentação” - Então, hoje nós vamos deixar o dia livre para escolherem o que querem fazer. - todos comemoraram. - Depois… - interrompeu nossa alegria - que irmos ao museu de história natural. - Alec e Simon comemoraram. - então, já arrumem as malas e as trocas de roupas que vão usar pra hoje, porque Ragnor e eu vamos já levar as malas pro avião com a Jess, depois vamos levar vocês ao museu. - completou se levantando.


Todos se levantaram juntos e foram arrumar as malas. Como eu e Alexander ainda não tínhamos terminado nosso café, nós ficamos.


Alec não me encarava, comia sua torrada em silêncio, enquanto eu bebia meu café olhando diretamente para ele.


-Vai me falar porque está me ignorando? - perguntei deixando a xícara sobre a mesa.


-Não estou te ignorando. - disse sem me encarar.


-Se não estivesse, responderia olhando nos meus olhos. - respondi sério, e ele suspirou.


-Por que… É que… Ontem eu… - ele se enrolava, ficando cada vez mais vermelho. Eu me segurava para não rir. Ele suspirou. - Não deveria ter feito aquilo ontem.


-Aquilo o que? - ok, talvez eu esteja sendo meio filho da puta. Mas só talvez.


-Você não lembra? - perguntou, parecendo aliviado.


-Ah, você está falando de você me chupar na roda gigante? - perguntei com uma sobrancelha arqueada, sorrindo de lado.


Alec engasgou com a própria saliva, e eu finalmente gargalhei.


-Você é adorável com vergonha, Alexander.


-Isso não tem graça, Magnus. - bufou irritado. Eu ri.


-Meu Deus, você é tão lindo. - falei o puxando pela mão, o colocando sentado em meu colo.


-Magnus. - me repreendeu, tentando se levantar, mas eu o segurei pela cintura. - Alguém pode descer aqui e nos ver, me solta. - cruzou os braços fazendo beiço.


Eu ri e neguei com a cabeça, depositando um selinho nos seus lábios.


-Não seja emburrado. - disse manhoso, mordendo seu beiço.


-Idiota. - disse bravo, porém tinha um sorrisinho ladino nos lábios.


Eu sorri e o puxei para um beijo lento. Abraçando sua cintura o senti entrelaçar meu pescoço com seus braços, rindo entre o beijo. Ele mordeu meus lábios e os puxou com vontade, me fazendo rir.


Alec levou suas mãos até as minhas em sua cintura e entrelaçou nossos dedos. Ele se afastou com um selinho e se levantou do meu colo, me puxando pelas mãos.


-Aonde vamos? - perguntei malicioso, ele revirou os olhos.


-Não seja pervertido, nós vamos arrumar as malas. - disse rindo, enquanto subíamos pela escada.




***




O caminho até o museu foi animado. Enquanto um homem dirigia a minivan, nós cantávamos animadamente Remember the Time - Michael Jackson. Magnus parecia bastante empolgado ao meu lado. Ele mexia os pés e os braços, como se quisesse dançar. Eu ria divertido e apenas cantava, batendo palmas assim como os outros.


Quando nós descemos da van, o pessoal ainda cantava e dançava, rindo muito. Eu estava me divertindo como a tempos não fazia.



Nós entramos no lugar e a primeira coisa que eu fiz foi ler o panfleto que haviam entregado.


-Alexander, preste atenção no passeio, não perca tempo com os panfletos. - disse Magnus, tirando-o de mim.


-Não. Magnus! - o repreendi me esticando para pegar o panfleto de sua mão, que ele fez o favor de erguer para cima. -Magnus. - disse com voz manhosa.


-Meu Deus, você é muito fofo. - falou e me roubou um beijo.


-Idiota. - resmunguei, mas estava sorrindo. - E me devolve isso aqui. - puxei o panfleto de suas mãos. Ele riu.


-Você fica prestando atenção nisso ai, dai perde o passeio. - repreendeu.


-Eu só vou ler as informações que tem aqui. São bem úteis, sabia? - perguntei desafiadoramente. Ele revirou os olhos.


-Certo, senhor certinho.


-Não me chame assim. - bati com o papel no braço dele. Nós rimos.


-Então, o que diz aí no papel senhor panfleteiro. - revirei os olhos antes de começar a ler.


-O Museu de História Natural é um dos três museus instalados em South Kensington, ao lado do Museu da Ciência e do Museu Victoria & Albert. Em termos de quantidade de visitantes por ano, supera estes dois museus e diversas outras atrações do Reino Unido: o Natural History Museum na verdade foi a quarta atração mais popular de todo o país, com quase 5 milhões de visitantes em 2016. O prédio em que está instalado, conhecido como Waterford Building, foi inaugurado em 1881 e é impressionante. Não deixe de reparar nas torres espirais e nos arcos da entrada, que foram inspirados nas colunas de basalto da gruta de Fingal na Escócia. Na grande ala central do museu, não olhe só para o enorme esqueleto de baleia exposto, olhe também para o teto.


-Esse trecho foi pra você, com certeza. - zombou Magnus. Eu revirei os olhos e no mesmo momento nós passamos pelo esqueleto de baleia e… Nossa! Era extremamente grande, além de ser bastante detalhista.


Maravilhado pelo esqueleto, eu fiz o que estava escrito e olhei para o teto.

As centenas de painéis exibiam pinturas delicadas de plantas e animais. Em toda decoração interna e externa do museu apareceram detalhes que me lembram a diversidade biológica do planeta.

Eu estava encantado.


Algumas crianças que estavam atrás de nós exclamaram um grande “Nossa!” Quando andamos mais adiante e vimos outros tipos de esqueletos. Haviam mamutes, baleias, entre muitos outros. Estávamos onde eles chamavam de “O Acervo”. Mais de 70 milhões de espécimes, de micro-organismos a esqueletos de dinossauros e outros.


Seguimos até as galerias dos dinossauros, onde tinha como destaque o T-Rex, que particularmente me deu medo.


Todos exclamaram surpresa e admiração, quando a réplica de uma enorme baleia azul, maior mamífero do planeta atualmente, estava flutuando no teto, juntamente com a de outros animais aquáticos. Foi surreal ver aquilo. Eu rapidamente peguei a câmera que Magnus estava na mão e tirei foto daquele espetáculo.



As galerias eram agrupadas por zonas: vermelha (o planeta e suas mudanças), verde (meio ambiente e evolução), azul (diversidade da vida) e laranja, onde se encontrava o Darwin Center, um anexo em forma de casulo que foi inaugurado em 2009 e que abriga laboratórios, salas de exibição e uma exposição de plantas e insetos da extensa coleção do museu. Eu havia pesquisado sobre aquele museu que nem um doido, e nem precisava do guia para saber aquelas coisas. Era simplesmente fascinante demais para não se interessar e estudar a história.


O Darwin Centre, era um tipo de canto especial. A área externa do museu era ocupada, durante o inverno, por um rinque de patinação no gelo muito bacana. Já no verão, os jardins eram transformados em um borboletário. Entretanto, as duas atrações eram pagas, e como já eram 17:30 e fechava às 17:50, não daria para ver, infelizmente.


Descemos a escada que ficava de frente para o esqueleto do dinossauro, para irmos embora, enquanto os outros conversavam animadamente sobre o que viram, alguns até, como Magnus, aproveitaram para tirar mais fotos do lugar.


-Meus caros, jovens. - disse Ragnor abraçando eu e Magnus pelos ombros. - Eu não esqueci que vocês tem que pagar a prenda, viu? Estou ainda pensando o que fazer com vocês. - falou diabolicamente e desceu as escadas apressadamente.


-Nós estamos ferrados. - falou Magnus me encarando.


-Eu tenho certeza que estamos. - rimos.


-Então, aonde quer ir? - Magnus perguntou depois que saímos do museu.


-Não sei… - fiz uma pausa - Onde você quer me levar? - perguntei o encarando.


Magnus apenas segurou minha mão e sorriu docemente, antes de começar a andar, deixando os outros para trás.




*






Depois que Magnus e Alec saíram de mãos dadas, cada um seguiu seu caminho para fazer alguma coisa. Eu segui sozinho pelas ruas, pensando.


Eu pensei em James. Nosso término foi algo rápido e sem sentimentos. Eu gostava dele. Mas não era a mesma coisa de antes. Não era a mesma coisa que no final da faculdade.


Nós começamos a namorar no finalzinho do meu estágio, e isso se estendeu por um longo tempo. Éramos o segundo casal que tinha o relacionamento mais longo do grupo depois de Emma e Julian que namoravam bem antes da faculdade.


Nosso começo de namoro não foi algo normal. Não era algo que ambos queriam, mas acabamos gostando um do outro, e isso se estendeu. Pelo menos até a uma semana atrás.


Me sentei em um banco próximo ao rio Tâmisa e suspirei de olhos fechados.


-Um homem bonito sozinho? Que lástima. - me assustei quando ouvi a voz de Kieran ao meu lado.


Abri meus olhos e olhei para ele, que tinha um sorrisinho tímido nos lábios.

Kieran era lindo. Eu sempre me encantei pelos olhos dele. Eram de cores diferentes, um castanho e outro azul. Seus cabelos castanhos claros um tanto longos, caíam sobre seus olhos, o deixando com um charme á mais.


-Um beijo por seus pensamentos? - perguntou sussurrando.


-Por que faz isso? - perguntei da mesma forma. Sabendo que ele entenderia sobre o que eu estava falando.


-Por que resiste? - rebateu baixo, se aproximando de mim.


-Você sabe o porquê.


-Não, não sei. - disse sério. - Você não tem mais nada com o James, porque não podemos tentar de novo? - perguntou baixo, com os olhos brilhando.


-Sabe que não vai dar certo. Não deu da primeira vez.


-Não deu certo, porque você não quis, muito menos seu pai, e sabe disso. - respondeu sem paciência, se levantando do banco e se afastando um pouco, ficando de costas para mim. - Você me deixou pelo James. - sussurrou magoado - Nem sequer lutou pela gente, Mark. Me deixou por uma coisa que você sabia que não daria certo,e mesmo assim… - se virou de frente pra mim - Eu estou aqui, na sua frente, te pedindo uma segunda chance, porque eu entendi os seus motivos de ter escolhido ele. - Me levantei e me aproximei dele - Mas agora não tem mais nada que nos separe, Mark. - sussurrou tocando meu rosto com ambas as mãos - Não tem mais que abrir mão da sua felicidade por conta de alguém.- aproximou nossos rostos, roçando nossos lábios levemente.


-Kieran…


-Podemos ser felizes de novo, Mark. - sussurrou rente aos meus lábios - E só você se permitir sentir. - disse lentamente e me beijou. Eu abracei sua cintura com delicadeza e correspondi a ele do mesmo modo. Calmo e delicado, Kieran colocou sua língua na minha boca, fazendo carinho em meu maxilar e meus cabelos, ele dava pequenas mordidas em meu lábio inferior e voltava a me beijar, cada vez com mais vontade.


Eu me senti aquecido por aquele breve momento. Eu amava Kieran. Sempre amei. E talvez ele tenha razão… Eu só precisava me permitir sentir novamente.







***






-O que você acha que o Ragnor vai pedir para fazermos? - perguntou Alec, enquanto andávamos pelas ruas de Londres.


-Conhecendo meu amigo a tempos como eu conheço. Vai ser algo pornográfico, provavelmente. - Alec arregalou os olhos, corando. Eu ri divertido. - Ou vai nos fazer passar vergonha em público. - Dei de ombros.


-E você está tranquilo com isso? - perguntou indignado. Eu dei de ombros.


-Já estou acostumado com as maluquices de Ragnor. - ri.


Ficamos mais um tempo em silêncio, admirando a noite estrelada de Londres.


-Tessa é bi? - perguntou Alec repentinamente.


-Por que? - estranhei a pergunta.


-Ela e Jessamine tem trocado olhares bem… Interessantes ultimamente. - disse naturalmente.


-Ela ficou com uma menina no colégio uma vez, mas depois não soube se ficou com mais ou não. - Alec assentiu com a cabeça.


-Acha que ela e a Jess podem ter alguma coisa?


-Não sei na verdade. Se Tessa fosse solteira, até imagino que sim.


-Mas é só ela terminar com o Will, ué. - Alec respondeu tão naturalmente, que eu até me espantei, parando de andar. - Que foi? Só falei a verdade. - deu de ombros - Além do mais, Will e James andam trocando olhares interessantes também. - sorriu malicioso.


-Com interessantes, você quis dizer… - me aproximei dele, abraçando sua cintura.


-Eu quis dizer… - dedilhou meus braços com seus dedos, me olhando provocativo - Interessantes, do tipo aqueles que você tira a roupa da pessoa mentalmente, só de olhar pra ela. - sorriu encarando meus olhos - Como você está fazendo comigo agora. - sorri ladino.


Aproximei meus lábios do de Alec e o beijei arduamente, não ligando para o fato de estarmos no meio da rua, e que Alec pode não gostar de demonstrações de afeto em público. Porém ele mostrou ao contrário, retribuindo meu beijo na mesma intensidade, movendo sua língua contra a minha.


Paramos o beijo quando meu celular começou a tocar.


-Alô. - Alec me encarava enquanto eu conversava com Cat no telefone. - Tudo bem, nós já vamos. - desliguei o celular e guardei no bolso da calça.


-Era Cat? - assenti. - O que ela queria?


-Já está quase na hora de irmos. - ouvi Alec suspirar.


-Vou sentir saudades de Londres. - disse melancólico.


-Eu que o diga. - sorri malicioso e puxei Alec para um outro beijo.


Começou a chover fraquinho, os pingos d’água não fazendo nem cócegas. Até que a chuva engrossou consideravelmente e Alec riu contra meus lábios, levantando a cabeça e deixando que a chuva molhasse seu rosto.


Eu sorri e o puxei para um beco, onde tinham algumas casas antigas com portas de madeira e uma escada mais ao fundo.


Alec sorriu e grudou nossos lábios rapidamente, me deixando sem ar. Eu agarrei sua cintura e o trouxe para mais perto do meu corpo, virando minha cabeça para o lado, tornando o beijo mais intenso.


Ouvi Alec gemer entre o beijo e abraçar meus ombros, colocando ainda mais nossos corpos.


Com a euforia do beijo, Alec e eu quase caímos, e isso nos fez gargalhar um contra a boca do outro, só para voltarmos a nos beijar mais interessante logo depois.


-Uou… - disse Alec assim que separamos nossos lábios, mantendo os corpos ainda colados. - O que foi isso? - perguntou rindo. Eu apenas balancei os ombros e voltei a beijá-lo. - O que vai ser agora? - perguntou depois de nos separamos. Eu sabia sobre o que ele estava falando. Nós.


-Não sei. - suspirei - Vamos ver no que isso vai dar. - Ele assentiu - Se está destinado a acontecer, acontecerá. - Alec riu pela situação da frase e mordeu meu lábio inferior, o puxando com satisfação.


Eu ri e puxei sua mão, para voltarmos para casa antes que Catarina nos matasse.


Nós corremos no meio da chuva, rindo que nem dois idiotas, às vezes parando para trocarmos alguns beijos.


Eu não estava nem aí por estar parecendo um bobo alegre. Eu estava feliz. Alec me deixava feliz.





Notas Finais


*suspiros*

A roda gigante vai sentir saudades deles. 🌚😂😂😂😂

Desculpem a demora mais uma vez, e o próximo destino... Áustria! 👏👏👏

Adíos vadias!


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