História Rainha do Povo - Capítulo 16


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Categorias Orgulho e Paixão
Personagens Aurélio Cavalcante, Coronel Brandão, Julieta Sampaio Bittencourt "Rainha do Café", Mariana Benedito
Tags Amor, Orgulho, Paixão, Romance
Visualizações 78
Palavras 899
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!

Capítulo 16 - Calmaria


CALMARIA

Aurélio e Julieta retornaram aos aposentos reais depois do espetáculo fatídico que aconteceu na parte externa do castelo. O Rei tinha um pequeno corte no braço, mas não o impediu de tomar sua esposa nos braços e beijá-la com tanto desejo e fervor com se pudesse arrancar dela todas as lembranças daquela noite. O beijo foi longo e exigente. Aurélio saboreava os lábios de Julieta com muita paixão e nem notou que algumas lágrimas de alivio banhavam seu rosto.  

O Rei estava passando por um novo momento em sua vida, chorar diante de alguém e ainda por cima uma mulher. Ele nunca se permitiu ser visto tão vulnerável por pessoa alguma e agora estava ali, diante da pessoa que ele mais amava e que por um descuido poderia ter perdido.

O beijo foi sendo cessado à medida que o ar se fez necessário e Aurélio permaneceu abraçando Julieta, descansando sua cabeça em seu ombro.

- Acalme-se, Querido! Precisamos cuidar do seu ferimento. – disse Julieta com os lábios vermelhos e inchados pelo rompante de seu marido.

- Nunca senti tanto medo, Querida! Essa noite foi uma das mais apavorantes que já vivi. E olha que já passei por alguns apuros ao longo dessa vida – falou Aurélio.

- Eu sei, meu amor! – respondeu Julieta retribuindo o abraço. - Para mim também foi uma noite terrível, mas pretendo esquecê-la em breve. Estamos bem e nenhum mal de fato aconteceu. Venha, você precisa de cuidados agora. Já cuidou muito de mim nessa noite.

- Eu vou cuidar da minha rainha sempre – respondeu Aurélio erguendo o rosto de Julieta e beijando-a suavemente.

Julieta e Aurélio seguiram para o quarto de banho e a Rainha preparou a banheira com água morno para o Rei. Ajudou-o a retirar suas roupas e vendo-o nu, ela corou. Mesmo compartilhando de uma intensa intimidade e tendo o visto sem roupas inúmeras vezes, Julieta ainda ficava envergonhada diante do corpo grande, largo e musculoso do seu marido.

- Aconteceu alguma coisa, Querida? – perguntou Aurélio notando seu constrangimento.

Julieta percebendo que foi pega em flagrante, desviou o olhar e disse:

- Não, Querido! Estou bem e entre logo! Essa água deve está uma delícia. – respondeu a rainha fugindo do constrangimento.

- A senhora minha esposa não gostaria de me acompanhar nesse banho? Essa banheira me parece grande o suficiente para nós dois. Não? – falou o Rei respirando fundo enquanto entrava e estendia uma mão para ela entrar.

Julieta olhou para a banheira e para o seu belo marido que já se encontrava nela. Ela o encarou, notando sua ansiedade e mordeu o lábio inferior segurando-o parcialmente entre os dentes. Ela fez de propósito, pois sabia o quanto aquilo mexia com ele. Aurélio sentiu um turbilhão de sensações dentro si e aquilo foi o suficiente para despertar todos os seus sentidos. Ela o encarou e começou a retirar suas vestes sob os olhares atentos de seu amado e adentrou aproveitando o aconchego de seus braços.

Totalmente entregues e completamente perdidos um pelo outro, Aurélio a pressionava carinhosamente contra seu corpo com uma das mãos e percorria seus cabelos com a outra, prendendo-a a ele. Sua língua quente e áspera fazia o caminho pescoço e boca de Julieta deliciando-se com seu cheiro e gosto. A respiração irregular e intensa da Rainha se faziam presente acentuando todas aquelas sensações, o coração de ambos querendo sair da caixa torácica, sangue pulsando mais forte e mais quente nas artérias. Todo barulho tinha sido abafado e agora finalmente eram só eles e o amor que os unia, fazendo-os se derramar em um momento de feliz insanidade.

Aurélio sentiu o sorriso de Julieta em seu ouvido e virou-a para olhá-la de frente. Com os dedos afastou alguns fios molhados e ela fechou os olhos como se precisasse do seu toque como ele precisava do dela.

- Eu te amo de verdade, Julieta! – ele disse, aproximando novamente seus rostos.

- Você me ama? – perguntou ela sorrindo. Então me leve para o céu junto com você.

Disse isso acariciando o nariz com o dele. Sentindo seu hálito quente bem próximo ao seu. Uma chuva de emoções acontecia naquele momento, os banhando e os envolvendo.

- Eu também te amo... De verdade! – sussurrou Julieta.

Os lábios macios de Aurélio tocaram o nariz da Rainha e sua bochecha. As mãos voltaram para sua cintura e outra para o pescoço trazendo ela novamente para mais próximo, fazendo-a sentar em seu colo e penetrando-a com delicadeza. As batidas aceleradas de ambos os corações estavam entregues e eles pareciam apreciar aquele momento como se fosse o último para eles.

Quando finalmente os lábios aveludados se reencontraram, nada mais no mundo importava além deles. Além daquele toque macio, do embriagante perfume doce que exalava de seus corpos, das mãos de Aurélio auxiliando-a nos movimentos e forçando-a a aproximar-se ainda mais dele como se fosse possível até atingirem o ponto alto do prazer que apenas eles sabiam proporcionar um ao outro.

 Aurélio retirou-se lentamente dela e a deitou em seu peito acariciando suas costas. Beijou-lhe na testa e ela sorriu em satisfação.

- Como é incrível a sensação de ter em meus braços o amor da minha vida! – disse Aurélio.

Desfrutaram dessa calmaria em meio a beijos, carícias e juras de amor eterno. Quando a água começou a resfriar, Julieta arrepiou-se e Aurélio convidou-a para saírem e retornaram para os aposentos mais leves e dormiram profundamente. 


Notas Finais


Capítulo pequeno apenas para marcar o retorno!

Bj


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