História Rainha Victoria - Capítulo 8


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Categorias 30 Seconds to Mars
Personagens Personagens Originais, Shannon Leto
Tags 30stm, Leto, Rainha, Romance, Shannimal, Shannon, Victória
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Palavras 3.169
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


♔ 911 é o número da polícia no EUA. Ele também é usado como sinônimo de emergência.
♔ A música que o Shannon canta no final se chama Wings, do Hurts (amo eles de paixão ❤️)

Capítulo 8 - VII. Four Seasons, Suíte East, 911.


Não sei por quanto tempo fiquei desacordada, mas quando consegui abrir os olhos constatei que estava na mesma posição de quando apaguei. O quarto começava a ficar escuro e eu não conseguia me mover - eu estava entorpecida.

Quando finalmente consegui focar meus olhos, o medo de Andreas voltar me dominou. Lentamente, comecei a tentar me mover, rastejando pelo chão em busca do meu celular. Meu corpo estava pesado e não me obedecia - demorei cerca de uma hora para conseguir chegar à sala. Derrubei minha bolsa no chão espalhando todo o seu conteúdo e felizmente, o celular caiu perto de mim. Mesmo agonizando, minha consciência me lembrou de não pedir ajuda à Jéssica, ela não merecia ver esse cenário de terror. Levei meia hora para conseguir digitar uma mensagem curta pro Shannon, para logo depois começar a sentir uma série de tremores e apagar novamente. 

"Four Seasons, Suíte East, 911"

Quando acordei novamente, Shannon estava deitado ao meu lado. Ele me encarava segurando minha mão esquerda e assim que me viu abrir os olhos, pareceu soltar todo o ar que segurava nos pulmões. 

- Graças a Deus, você tá viva!

Eu queria dizer algo, queria alerta-lo de que Andreas poderia aparecer a qualquer momento, mas eu não conseguia me mover. Meu corpo não obedecia meus movimentos, tudo que eu conseguia fazer era piscar os olhos. Em algum momento depois, paramédicos entraram no quarto. Eles me examinaram para descobrir a gravidade do meu estado e administraram alguns remédios via intravenosa. Tudo passava em câmera lenta pelos meus olhos. Fui colocada na maca pelos paramédicos, que me levaram para a ambulância estacionada no primeiro subsolo. Shannon me acompanhou durante todo o trajeto, levando consigo minha bolsa e meu celular. Dentro da ambulância tudo o que eu conseguia ver eram fios e tubos conectados a mim e seus olhos, que nunca me deixavam. Durante o trajeto, por duas vezes, tudo ficou escuro. Em cada vez que voltei a abrir os olhos, Shannon parecia mais desesperado. 

Ao descer da ambulância na entrada do hospital, por algum motivo, Shannon cobriu meu rosto com algo. Após andarmos um pouco, ele foi impedido de me acompanhar. Logo eu estava em uma sala com muitas luzes brancas que machucavam meus olhos. Conseguia escutar o barulho das minhas roupas sendo rasgadas e vozes apressadas. Pessoas se movimentavam de forma rápida ao meu redor e antes que eu pudesse perceber mais alguma coisa, me perdi na escuridão novamente. 

Minha mãe era tão linda e doce. Fico feliz que antes de partir ela tenha encontrado Augusto. Quando éramos apenas nós duas, eu sentia que ela não era totalmente feliz. Não que alguma vez ela tenha demonstrado isso, mas eu sempre soube que ela sentia falta de algo. 

Quando Augusto entrou em nossas vidas, um brilho novo nasceu em seu olhar - brilho este que me transmitia uma felicidade imensa por ver que ela finalmente se sentia completa. Eu nunca fui muito próxima a ele, mas o respeitava e admirava pela forma como ele tratava minha mãe. Sempre tão cavalheiro e gentil. Não me lembro de um único dia em que ele tenha a destratado ou a magoado. Pelo menos não de propósito. 

Teve esse caso isolado, em que ele se esqueceu do aniversário de namoro deles e minha mãe só faltou chorar por ter feito a comida preferida dele para o jantar e ele não apareceu na hora pois estava assistindo uma partida de futebol com os amigos. Felizmente ele logo percebeu seu furo e comprou um buque de flores tão grande que ela quase não teve vasos suficientes para colocar todas as rosas. Ela falou sobre isso para todas as pessoas que ela conhecia durante a semana inteira.

"- Cecília, nós já somos casados, não há necessidade em continuar comemorando nosso aniversário de namoro!" era o que ele dizia, mas mesmo assim, todos os anos a surpreendia com algum presente.

Mãe, como eu cheguei a esse ponto? Podia jurar que havia encontrado meu Augusto, mas as coisas saíram do meu controle sem que eu notasse. As vezes me acho ingênua demais para o mundo em que vivo, mas jamais vou abandonar os valores que você me ensinou. Me sinto tão perdida as vezes que tudo o que eu queria era poder deitar no seu colo e ter a certeza de que cedo ou tarde tudo vai ficar bem. Sinto tanto a sua falta que as vezes chego a sufocar.

Prometa não se esquecer de mim, pois eu jamais me esquecerei de você.

Eu te amo. 

- ...eu sei disso Emma, sei que é seu trabalho, mas não adianta, dinheiro não é o problema e você sabe! ... Eu não vou sair de L.A.! ... Então para de ficar repassando essas coisas pra mim e faça o que eu te pedi!

Shannon falava ao celular observando a parede atrás de mim. Seus olhos não carregavam o mesmo brilho de sempre e ele parecia aborrecido com a pessoa do outro lado da linha. Ao perceber que eu o olhava, ele encerrou a ligação no meio de uma frase sem ao menos se despedir da pessoa com quem falava. 

- Graças a Deus, você acordou! - disse ele enquanto apertava um botão na cabeceira da cama. - Como você está se sentindo? Você precisa de alguma coisa? Eu preciso ligar pra Jéssica!

- Senhor Leto, o senhor precisa se acalmar! A senhora King precisa de algum tempo pra se situar, a deixe respirar! - disse o médico ao entrar no quarto. - Olá Victoria! Você pode me dizer onde você está?

- Em um hospital. - respondi após algum tempo. Minha voz não passava de um sussurro. 

- Ótimo. Eu sou o seu médico, Doutor Frey. Você se lembra de como veio parar aqui?

- Sim. - infelizmente, minha consciência acrescentou. 

- Bom. Quando você chegou aqui, sua condição era bastante critica. Você teve uma parada cardíaca e uma cardiorrespiratória durante o trajeto e quando chegou foi direto para a sala de cirurgia devido a uma hemorragia interna severa na região do abdômen. Após a cirurgia você entrou em estado de coma e permaneceu desacordada durante quarenta e cinco dias. De acordo com os seus exames, seu corpo está quase cem porcento recuperado, mas agora que está acordada nós vamos realizar uma nova bateria de exames para ter certeza que está tudo bem e vamos tratar da sua mente também, tudo bem?

Apenas acenei com a cabeça em resposta, ainda chocada por descobrir que fiquei quarenta e cinco dias inconsciente. 

- Senhor Leto, sei que a fila de pessoas para falar com a Senhora King deve ser grande, mas por enquanto vamos evitar qualquer tipo de agitação. 

- Tudo bem!

- E eu sei que o Senhor está animado, mas a Senhora King precisa descansar, portanto vou pedir que o Senhor me acompanhe. 

- Mas...

- Mas nada Senhor Leto, vamos!

- Logo eu volto! – Shannon conseguiu dizer antes de ser empurrado pra fora do quarto pelo Doutor Frey, que balançava a cabeça para os lados em negação. 

Poucos segundos depois, o Doutor Frey voltou a abrir a porta e colocar apenas a cabeça pra dentro. 

- Uma enfermeira virá daqui a pouco para trazer algo para você comer e colher um pouco de sangue. 

Acenei com a cabeça antes dele fechar a porta novamente. Mesmo tendo ficado quarenta e cinco dias "dormindo", eu me sentia extremamente cansada e as coisas ainda eram um pouco confusas. Me permiti ser vencida pelo sono e dormi um pouco, mas logo despertei ao sentir que havia outra pessoa no quarto comigo. Lentamente abri os olhos e vi que a pessoa que estava no quarto era a enfermeira que o Doutor Frey disse que viria. 

Ela tinha cabelos cor de chocolate e enormes olhos verdes que no momento estavam arregalados me observando. Ficamos nessa situação por quase dez minutos, até que ela resolveu se pronunciar. 

- Oh meu Deus, eu devo estar parecendo uma maníaca, me desculpe! É só que eu sou uma grande fã da senhora e é surreal estar no mesmo cômodo que a senhora!

Fã? Minha? Por qual raio de motivo? Se ela me dissesse que é fã do Shannon eu entenderia, mas minha? Nunca fiz absolutamente nada pra justificar alguém ser meu fã. Eu literalmente apenas existo. Bom, já fiz alguns trabalhos de caridade, mas duvido que nos dias de hoje isso leve alguém a ser fã de uma pessoa. 

- Não conte ao Doutor Frey sobre o meu ataque, por favor! Isso pode custar meu emprego e... Oh, quem sou eu pra pedir algo pra senhora! - exclamou surpresa tampando a boca com as mãos. - Burra, burra, burra, isso que você é Liv! - murmurou para si. 

- Está tudo bem! - me apressei em dizer antes que a garota tivesse um ataque. 

- Hm... Certo. Me desculpe Senhora King! Sua comida está aqui! - disse apontando para três copos com tampa e canudo numa mesinha atras dela. - Só preciso colher um pouco de sangue e depois a senhora pode comer!

Minha cara de decepção deve ter sido bem ruim, porque ela logo se explicou. 

- Eu sei que a senhora provavelmente queria comida "de verdade", mas como passou um tempo considerável sem ingerir nenhum tipo de comida sólida, a senhora precisa começar pelos líquidos. Nós temos dois copos de caldo de galinha e um de vitamina de aveia com morango, banana e mel. E devo avisar a senhora para não criar nenhum tipo de esperança, isso está realmente líquido!

Após colher meu sangue, ela gentilmente levantou um pouco minha cama e aproximou uma espécie de mesinha para que eu não precisasse segurar o copo. Lentamente fui levantando minha mão para alcançar o canudo e colocá-lo na boca.
Tomando sopa de canudinho. A que ponto chegamos hein Victoria!

Ela então começou a checar algo nos aparelhos e anotar o que via em uma prancheta. Mesmo focada no que estava fazendo, ela me olhava de canto de olho, como se estivesse registrando todos os meus movimentos. Após um tempo, comecei a me incomodar com a situação e resolvi ligar a televisão, mas o controle não estava visível em lugar algum. Ela então percebeu o que eu procurava com os olhos. 

- O Senhor Leto proibiu que a tv fosse ligada no quarto da senhora. O controle está guardado na gaveta. 

Fiz cara de ponto de interrogação e ela continuou a explicar. 

- Quase todos os programas não param de falar na senhora. Não passa um dia sem que eles dediquem no mínimo quinze minutos do tempo deles para acompanhar o caso da senhora. Ninguém tem ideia do que aconteceu, mas já que o Senhor King não veio visita-la e o Senhor Leto não saiu do lado da senhora nenhum dia sequer, existem muitas teorias por ai e eles não querem perder nenhum detalhe.

Fiz um gesto de cabeça para que ela continuasse falando e logo ela estava sentada na cama me contando tudo o que eu aparentemente havia perdido. 

- A senhora teve uma parada cardíaca e uma cardiorrespiratória quando estava a caminho do hospital. O estado da senhora era realmente crítico. Pelo fato do hospital sempre receber pessoas famosas, sempre tem um ou outro paparazzi na entrada. A ambulância em que a senhora estava veio pela avenida principal e para estacionar na entrada de acesso restrito, ela teria que contornar metade do hospital. Como a condição da senhora era realmente critica, tanto os paramédicos como o Senhor Leto optaram por parar na entrada que estava mais próxima. O Senhor Leto cobriu o rosto da senhora com a jaqueta de um dos paramédicos, mas logo descobriram que era a senhora por causa da bolsa que o Senhor Leto segurava - a Balmain vermelha que foi feita exclusivamente para a Senhora. Todos estão se perguntando o que aconteceu e porque a senhora deu entrada no hospital acompanhada do Senhor Leto e não do Senhor King. Tudo fica ainda mais estranho porque horas antes de ser visto no hospital com a senhora, o Senhor Leto estava no tapete vermelho de um evento quando viu algo em seu celular e saiu correndo, deixando uma repórter falando sozinha em uma transmissão ao vivo. As teorias são muitas, mas a principal é sobre uma possível tentativa de suicídio, já que o Senhor Leto estava com a camisa branca de botões coberta de sangue quando chegou aqui. A justificativa que eles encontraram para o Senhor King não ter aparecido aqui ainda é que ele teria ficado muito abalado e caído em depressão devido ao estado crítico da senhora. Fora o Doutor Frey, nenhum de nós sabe o que aconteceu. O Senhor Leto fechou o andar apenas para a senhora e todos tivemos que assinar contratos de sigilo. Existem seguranças em todas as portas conferindo credenciais minuciosamente. O mundo la fora está uma loucura, existem milhares de pessoas fazendo vigília em frente ao hospital rezando pela senhora - elas estão lá desde que souberam que a senhora estava aqui. As únicas pessoas que vieram visitar a senhora foram o Senhor Leto, que só deixa o hospital por curtos períodos de tempo, a Senhorita Souza e o advogado da senhora, o Senhor Trope. 

No fim do seu monólogo, eu já havia terminado toda a minha "comida". Após receber tantas informações de uma só vez, eu estava sem reação. Lógico que eles iriam defender o Andreas! Eles jamais imaginariam nada de ruim vindo dele.
Antes que eu pudesse pensar em algo para dizer, um furacão loiro rompeu pela porta. 

- Porra, Victoria!

Sim, após quarenta e cinco dias em coma essa foi a primeira coisa que minha querida amiga me disse. 

- Onde caralhos você estava com a cabeça pra não me contar o que aquele canalha do Andreas estava fazendo com você? Você tem noção do quão desesperada eu fiquei quando o Leto me ligou dizendo que você estava no hospital em estado crítico? Que porra você fumou pra decidir que voltar para aquela casa era uma boa ideia depois do que aconteceu na primeira vez? Você tem bosta na cabeça? Ele te agrediu! Não me importa o estado em que ele estava, ele te agrediu, porra! Você poderia estar morta agora por causa daquele infeliz! Por algum acaso eu faço figuração na sua vida? Porque sinceramente, você foi uma anta por não ter me contado o que estava acontecendo e não ter pedido ajuda! Caralho, você me assustou, eu pensei que fosse te perder, irmã! Eu te amo tanto!

O monólogo de Jéssica foi uma montanha russa de emoções. Ela começou espumando de raiva e terminou chorando e me abraçando. 

- Me desculpe! - eu disse com o fio de voz que minha garganta conseguia deixar sair. 

- Você não tem que pedir desculpa por nada, só não faz mais isso, tudo bem? - disse enxugando as próprias lágrimas. 

Concordei com um aceno de cabeça e logo meu rosto ganhou uma expressão mista de medo e curiosidade. Jéssica me entendeu no mesmo segundo.

- Ele foi proibido judicialmente de se aproximar de você. Como o Leto sabia que o Andreas já havia agredido você antes, ele ligou os pontos logo. Assim que eu cheguei aqui ele me contou tudo e eu liguei para o Senhor Trope, que logo entrou em contato com o Four Seasons. Eles cederam as filmagens das câmeras de segurança sem a necessidade de um mandato por conta da gravidade do seu estado e para não prejudicar a imagem deles. Tudo está sobre segredo de justiça e ninguém faz ideia do que está acontecendo. Como o Andreas foi identificado nas gravações, ele não pôde responder por você enquanto estava desacordada e como está especificado nos contratos, caso ele não possa fazer isso quem responde por você sou eu e bem... Eu tomei algumas decisões por você. 

Arqueei as sobrancelhas para que ela continuasse.

- O Senhor Trope está montando um caso e logo nós iremos enfrentar Andreas nos tribunais. Nós iremos entrar com o pedido de divórcio e acusa-lo de infidelidade, lesão corporal dolosa grave e tentativa de homicídio. E eu só fiz o pedido para que tudo permanecesse em segredo de justiça pra preservar sua imagem, porque minha vontade era expor pro mundo inteiro o que aquele infeliz fez! E antes que você diga qualquer coisa, após a avaliação do psicólogo você volta a tomar suas decisões médicas e legais sozinha, mas por favor, não de para trás com isso! Andreas deixou de ser um príncipe encantado, ele tentou te matar Vic! Eu sei que é difícil passar por cima do amor que você construiu por ele, mas é da sua vida que nós estamos falando aqui! Aquele homem tentou te matar e nada vai mudar isso!

Suas últimas palavras ecoaram na minha cabeça como uma bala ricocheteando. Eu estava acordada há menos de vinte e quatro horas e já queria desesperadamente voltar para o coma. 
Permaneci olhando pra Jéssica sem saber o que pensar ou dizer, me sentindo tonta e enjoada. 

- Oh meu Deus! - a loira disse dando um pulo e levando as mãos a boca quando percebeu que a enfermeira ainda estava no quarto.

- Eu assinei o contrato de sigilo Senhorita Souza, não se preocupe.

Jéssica respirou aliviada e eu continuei na mesma posição até a enfermeira deixar o quarto e o Doutor Frey entrar. 

- Senhorita Souza, o que eu falei sobre visitas?

- Me desculpe Doutor! Eu estava morrendo de saudades da minha amiga e não consegui esperar mais!

- Não faz nem vinte e quatro horas que a Senhora King está acordada ainda, ela precisa de descanso! - disse ele cansado de repetir a mesma coisa. 

- Olá! - disse Shannon entrando no quarto. 

- Não! Não, não, não e não! A Senhora King precisa de descanso, já pra fora vocês dois!

- Acho justo eu ter algum tempo com a Vic também já que a Jéssica estava aqui! - protestou Shannon quando estava prestes a ser arrastado para fora do quarto junto de Jéssica. 

- Argh. Dez minutos Senhor Leto, dez minutos! E a Senhorita vem comigo! - disse empurrando Jéssica porta a fora. 

- Hey, como você está? – Shannon perguntou ao se aproximar da cama. 

- Eu... Não sei. 

- Vai ficar tudo bem no final, eu prometo. - disse se sentando ao meu lado na cama. - Você deve estar cansada, porque não dorme um pouco? 

Concordei com a cabeça e ele começou a fazer carinho nos meus cabelos de forma delicada, cantando baixinho. 

"When we stood on the skyline
There was no turning back
And you said not to stare at the ground

There's a hole in my parachute 
As big as your heart
And the gravity's pulling me down"

"Quando nos deparamos com a linha do horizonte
Não tinha mais volta
E você disse para não olhar pra o chão

Há um buraco no meu paraquedas
Tão grande quanto seu coração
E a gravidade está me puxando para baixo.”


Notas Finais


Dúvidas, sugestões, reclamações??

O que vocês acham que vai acontecer daqui pra frente? Será que o Andreas vai sumir assim tão fácil?

E sobre tudo estar por de baixo dos panos, acham que a Victoria devia expor o Andreas e contar pro mundo quem ele realmente é?

Me contem o que estão achando!!


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