História Rainhas do Oceano - Capítulo 6


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Categorias A Pequena Sereia, Descendentes
Tags Descendants, Descendentes, Melody, Princesa Melody, Uma
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Palavras 2.731
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Ecchi, Ficção, LGBT, Magia, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, meus lindos!
Eu sei que vocês provavelmente estão com raiva de mim pela demora, eu lhes dou razão. A faculdade tomou o controle do meu tempo, por favor me desculpem.
Eu realmente espero que vocês gostem desse novo capítulo. Eu tentei ( não sei se fui bem sucedida) incluir mais personagens das histórias originais, como as fadas e citar a Jane Potter.
Pretendo incluir futuramente mais do passado da família de Atlantis e de Uma ( com inspirações do livro dela, escrita pela Serena Valentino)
Apreciem a história e espero que comentem, feedback é muito importante e deixa os escritores felizes. ^^

Capítulo 6 - Volta a Rotina


Quando as meninas voltaram para o navio, os amigos – Tulia, Ali, Lily, Lonnie e Zerphyr – estavam extremamente preocupados. Por sorte, eles não tinham alarmado os pais de nenhum. Por azar, Fury tinha mandado diversas mensagens para filha de Mulan sobre o que acontecia. Ela ainda falou sobre Uma, mas só contou da parte que ela apareceu. 

Quando pediram explicação, Melody tratou de esconder a maior parte da conversa e as amigas que a tinham seguido não discordaram. A princesa do mar disse somente que ofereceu levar Uma ao médico. Afinal, todos sabiam o que aconteceu com a última híbrida que se transformou em um ser marinho.  

Tulia e Ali ainda expressaram muita preocupação, mas Melody conseguiu dispensá-los. Jay chamou Lonnie de volta para a pista de dança e todos voltaram a festa. A filha de Tiana a chamou para dançar também, mas ela fingiu dor de cabeça. Sem se despedir de seus pais, já preocupada que o marinheiro tivesse alertado Eric sobre seu feito, ela saiu do cotilhão. Sunny, antes que ela passasse pela entrada, pegou sua mão e lhe entregou a pulseira de Uma.  

— Eu perguntei sobre o que tinha na bolsa e eles me mostraram. Eu disse que você perdeu isso semana passada, a Fada Madrinha nem discutiu em me devolver. – Sunny disse com um sorriso.  

A princesa respondeu com um sorriso emocionado e agradeceu. Ela prometeu explicar tudo para ela e Fury no dia seguinte. Em seu trajeto de volta, só conseguia pensar em Uma. 

Melody teve uma má noite de sono, para dizer o mínimo. Demorou para dormir e depois sonhou com Uma. Suas amigas chegaram bem mais tarde, Sunny tinha uma habilidade natural para não ser flagrada no meio da noite; mas parecia que até a sombra de Tulia fazia barulho.  

O pior foi acordar cedo e não conseguir suprir mais a noite mal dormida. Resolveu levantar, olhou para a janela e viu o tempo nublado e chuva. Esse dia seria difícil.  

Era um domingo após um baile, a escola estava deserta como era de se esperar. Ela foi para o refeitório ter seu café da manhã. Ficou surpresa por ver Fada Madrinha também acordada em sua mesa.  

Pegou seu dejejum vegetariano e perguntou se ela poderia sentar com a diretora. Fada Madrinha, sempre com um sorriso atencioso, permitiu. Elas conversaram cordialidades e perguntaram o porquê da outra ter acordado tão cedo. Quando Melody se deu por satisfeita da boa educação, resolveu introduzir um assunto que a atormentava desde a noite anterior. 

— Fada Madrinha, é verdade que Ben vai chamar mais crianças da Ilha para estudar em Auradon? 

— Sim, Evie fará uma lista ainda hoje para o Conselho. É provavelmente que eles virão ainda nessas férias.  

A filha da sereia hesitou por um instante.  

— Uma estará na lista?  

A fada parou no meio de sua torta de abóbora e olhou para Melody. Depois do choque inicial, a mulher ponderou por um momento.  

— Eu realmente não sei, Melody. Evie pode até colocar Uma na lista, apesar da inimizade. Mas a decisão será do Conselho do Rei. Eles que irão avaliar se os jovens trazem algum risco para o Rei ou para o reino. 

Isso era desencorajador. Ao invés de responder, ela somente tomou outro gole de seu suco. A chuva parecia ficar mais agressiva. 

— Você parece triste. 

— Acho que ela merece mais. 

— Ela enlouqueceu ontem à noite. — a mulher bufou — Além de ser muito mal-educada.  

— Ela foi criada em um mundo deturpado. Não foi culpa dela. 

A Fada Madrinha avaliou a garota afrente dela. 

— Você sempre apoiou Ben com a ideia de trazer os filhos dos vilões para Auradon, não foi? 

Ela acenou com a cabeça, mas era mais que isso. Ela quem incentivou essa ideia em Ben desde quando saía com ele e Audrey. 

— Todos merecem uma segunda chance. Sendo sincera, muitos nem tiveram a primeira. 

A diretora sorriu em resposta.  Antes que pudesse dizer algo, um trovão sobressaltou as duas. 

— Nossa, vai cair uma tempestade. Disseram que faria sol nessa semana. 

Melody olhou a vista pelas largas janelas de vidro da sala de jantar, a chuva veio sem sentido. Ela sabia que, mesmo que a escola ficasse perto da costa, isso não era obra do seu avô. Também seu poder e força ficaram limitados sem o tridente; sorte que seu povo o amava e respeitava. 

Será que poderia ser ela quem causava isso? Houve uma única vez que Melody mudou o tempo de acordo com seu temperamento. Essa tormenta parecia refletir seu estado de espírito, entretanto aquilo foi só uma ocorrência de anos antes na Terra do Nunca. Essa tempestade deveria ser uma infeliz coincidência para deprimi-la ainda mais. 

O celular da fada tocou em seu casaco que prontamente atendeu. Melody não conseguia ouvir a conversa e nem pretendia; porém a diretora a olhou preocupada. Depois de uma conversa breve, a mulher desligou e disse: 

— Era sua mãe.  

Outro som de trovão sacudiu o refeitório. A garota sabia que estava encrencada. Resolveu esperar a diretora continuar: 

— Seus pais querem conversar contigo. Chegam em uma hora. 

Melody engoliu em seco. 

— Eles disseram o motivo? — ela sabia qual era, só quis demonstrar inocência.  

— Não, ela só disse que estava preocupada com algo que aconteceu ontem. Sabe do que eles estão falando?  

— Tenho uma ideia. 

A fada não pediu mais explicações, ambas terminaram o desjejum em silêncio.  Não que Melody realmente conseguia comer direito. 

Ainda que ela temesse a repreensão dos pais, ela está mais preocupada com Uma. A princesa não sabia como funcionavam as coisas na Ilha, o povo de lá seria receptivo com uma garota que saiu da barreira e voltou sem nada? 

Depois que ela terminou, resolveu ficar no pátio coberto. Ela pretendia estudar biologia até os pais chegarem, porém ela pegou a pulseira de Uma da bolsa e o tempo passou enquanto olhava o acessório. 

Sua mente foi inflada com lembranças das duas garotas mais novas, que conversavam, riam e trocavam confidências sem realmente se preocupar com quem eram socialmente. Depois ela tentou processar tudo que ocorreu na noite anterior; muito foi esclarecido de fato, mas havia muito que ainda precisava de resposta. Como o futuro de Uma e o que a princesa poderia fazer para ajudar.  

Em seguida, sua mente resolveu torturá-la e a induziu imaginar o que teria sido se Melody não tivesse julgado a pirata tão rápido. Se ela tivesse corrido para as rochas na mesma manhã que tinha derrotado Morgana e discutido com Uma, ela teria a resposta que precisava para a inocência de Uma. Melody poderia ter feito outras pessoas de Auradon conhecerem a pirata, como o Ben. Uma poderia ter sido escolhida com Mal, Jay, Carlos e Evie para vir a Auradon. Pelos deuses do Olimpo, Melody poderia ter feito justiça às crianças da Ilha bem mais cedo. 

A sereia estava enjoada. Isso só completava seus pensamentos da madrugada. Melody sentia a verdadeira vilã da história de Uma, quem deveria ser punida. E o pior, ela não sabia o que iria fazer dali para frente. 

Um barulho mais alto que a tempestade lhe chamou a atenção, vinha da entrada do castelo. Achou incrível seus pais terem vindo tão rápido com a tempestade. Quando chegou lá por uma entrada lateral, viu que não eram eles; mas sim Audrey, Chad e as três boas fadas.  

Melody teve a intenção de sair antes de ser reparada, mas Fauna a avistou e a saudou. Como pede a boa educação, ela se aproximou e trocou cumprimentos.  

Flora já foi vice-diretora da escola antes de se aposentar, assim como Fauna já tinha sido professora de zoologia - ela foi substituída por Jane Potter. Primavera ainda era a orientadora pedagógica. 

Foi uma conversa cordial, nem Chad ou Audrey se aproximaram. Contudo a sereia reparou na filha da bela adormecida olhá-la de cima abaixo; o que não era muito, já que ela ficava sempre sentada a cadeira de rodas. Audrey desviou o olhar quando Melody interceptou sua mirada.  

A fada madrinha chegou no vestíbulo e as quatro fadas conversaram em conjunto. Como a "princesa do desastre" não fazia questão de falar com Chad ou Audrey, resolveu sair. A filha de Aurora agarrou o pescoço do namorado para provar que também a ignoraria.  

No momento que ela chegou no batente da porta, houve novamente barulho na entrada. Seus pais chegaram e Melody virou-se com um sorriso amarelo e inocente. Seu pai mantinha uma expressão séria e sua mãe parecia preocupada, ainda que tinha um olha gentil. 

  

––– 

  

Uma acordou de maneira preguiçosa, com nem um pouco daquele entusiasmo da manhã anterior. Ela tinha estado com tantos planos e esperanças, mas nesse momento era uma falta de perspectiva avassaladora. 

Ela ainda estava na cama com o olhar pro teto. O relógio de madeira sofrido pela maresia dizia que ela já estava nisso há meia hora. Nem o fedor da fritura da cozinha conseguiu tirá-la de seu desânimo. 

Uma olhou para a mesinha ao lado da cama, a pulseira de Melody ainda estava lá. Ela tinha lá na noite anterior a espera que o acessório lhe desse alguma resposta. No entanto as perguntas se atropelavam.  

Por que ela não jogou aquilo no mar? Isso significava que ela perdoou Melody? Ela queria que as duas voltassem a ser amigas? 

Ela ouviu uma batida na porta. Ela realmente não estava com vontade de se recompor ou se mostrar confiante. Se fosse sua mãe criando uma confusão para fazê-la trabalhar, ela não se importava. Mas também, Ursula não bateria na porta. 

Uma permitiu que entrasse e viu Harry com uma bandeja com comida. Ela não tentou forçar o sorriso. 

— Trouxe café para minha capitã – ele disse com seu natural tom galante. 

Uma pegou o pão impressionantemente fresco e comeu as uvas. 

— Eu não vou falar sobre ontem.  

— Eu nem pretendia – ele colocou a mão no peito – A capitã é minha heroína por não me deixar sozinha aqui. 

A cecaelia revirou os olhos.  

— Eu fracassei. 

— Não – ele a interrompeu – Você disse que não falaria nada. 

Uma o fitou séria, mas voltou a comer. Harry deu a volta na cama e foi abrir a janela. Ele era o único de sua tripulação de permissão de entrar no seu quarto. 

Chovia forte e trovejava. O clima era naturalmente péssimo dentro da barreira, mas pela janela dava para ver que a costa de Auradon estava da mesma forma.  

Seu amigo fez o caminho de volta enquanto dedilhava metodicamente os móbiles de concha.  Ela notou quando ele avistou a pulseira na mesa.  

Ele foi e pegou o artefato e verificou na palma. 

— Eu lembro quando você fez isso. Sempre me perguntei para quem você deu o par dela.  

O rosto da cecaelia aqueceu, mas continuou a comer para disfarçar o constrangimento.  

— Eu vou ficar dando pulseira pra alguém, Harry? Eu fiz duas para ver qual ficava melhor.  

— A que você estava na mão ontem de manhã era melhor.  

Harry deixou a pulseira de volta no criado-mudo e Uma ficou muito confusa. Ele viu a pulseira ontem, provavelmente quando os dois se encontraram na prisão do reizinho. Ele viu que a desse dia e a do dia anterior eram diferentes e mesmo assim disse que Uma deu o par para alguém. Será que ele a viu com Melody? O que isso significava para ela? 

O pirata saiu do quarto com uma piscadela e a capitã bufou para si mesma.  

Ela pegou a pulseira preguiçosamente. Melody definitivamente cuidou do seu adorno melhor do que Uma tinha o feito com o dela. A corrente tinha sido polida e a parte detrás da concha roxa ainda era branca e reluzia. A sua tinha as juntas das correntes enegrecidas e as conchas já estavam amareladas. Uma não deveria ter esse sentimento de vergonha; ela não valorizou o objeto, porque tinha sido traída.  

Seu coração apertava com os sentimentos da noite anterior. Ela foi humilhada, ficou com raiva, em dúvida, sedenta de sangue e conformada com a derrota. Foi tudo demais e isso tudo antes de encontrar a maldita manipuladora de emoções.  

Na verdade, ela não sabia como se sentia depois da conversa. Era uma sensação agridoce; ela não se sentia feliz obviamente, mas também não estava triste ou com raiva.  Uma acreditava em Melody no fim das contas? Como ela tiraria a prova? 

Uma olhou para a pulseira novamente. Efetivamente, ela tinha como saber. 

Ela fez sua rotina matinal, encontrou sua jaqueta e guardou, como no dia anterior, o adereço no bolso.  

Desceu as escadas e viu o restaurante no seu ar natural:  deprimente e com cheiro de peixe. Nem se comparava ao palácio de Ben onde ela tinha se preparado para o baile.  

Seus piratas pareciam receosos ao vê-la, talvez tivessem com medo que ela surtasse. Menos Gil, ele estava muito preocupado com a comida.  

Ela conseguia ouvir sua mãe resmungando na cozinha. Uma respirou fundo para aguentar a repreensão por ontem.  

A cozinha era bem pequena se comparasse ao salão com as mesas, era também bem pequena para o espaço que sua mãe ocupava. Os enormes tentáculos da bruxa do mar se encontravam em todo o cômodo, tirando escamas de peixes, fritando sardinhas, tentando fazer a pequena televisão pegar algum sinal... 

Uma fingiu ir verificar o estoque de peixes. 

— Para onde foi ontem, imprestável? — sua mãe começou, pelo jeito ela não sabia o que tinha ocorrido no Cotilhão.  

— Saí, mamãe.  — Uma respondeu firme e descontraída enquanto analisava o frigorífico que assustadoramente funcionava naquele fim de mundo. 

— Sua inútil. Eu deixo você viver aqui, ter seu próprio quarto e você some quando preciso de você? 

— Eu tenho meus próprios negócios, mãe. Aliás, não deve ter sido tão difícil lidar com o restaurante vazio.  — antes que sua mãe rebatesse ou a batesse, ela continuou — Estamos com falta de peixe e camarão. Vou ver se tia Morgana tem algo mais interessante que sardinha.  

— Há — Ursula riu com ironia — Outra imprestável, não sei como aquela fracassada consegue colocar a cara na rua.  

"Todos somos fracassados aqui, mãe", Uma achou melhor manter isso para si mesma enquanto ela saía sem se despedir.  

Ela chamou Gil e seguiu para o "mercadão" da Ilha onde a tia trabalhava.  

No caminho mal pavimentado e com cheiro de podridão, os olhares sobre a pirata variavam. As pessoas a observavam com ar jocoso, uns com raiva, porém houve um pequeno grupo que a olharam com respeito. Não ceder aos mocinhos — Como Evie, Jay, Mal e Carlos tinham feito — deveria ser algo a se apreciar. A pirata mantinha o passo confiante e o rosto ameaçador para qualquer engraçadinho que tentasse tirar sarro dela. 

O caminho até a venda da sua tia era longo de uma forma agoniante nesse dia. Ela poderia esgueirar-se entre os becos ou corta caminhos por entre os prédios; mas ela não queria se esconder.  

Gil andava um pouco mais atrás na posição de guarda-costas, como de costume. Contudo quando ele se aproximou de sua capitã, ela sabia que ele iria dizer algo que a faria querer espancá-lo: 

— Você chegou a provar chocolate?  

Até que não era tão absurdo assim. 

— Não, só comi algo que o Ben chamou de croissant e um...— ela tentou lembrar do nome — cupcake de maçã. Depois tive que me arrumar para o baile.  

— Qual era o gosto? Pela televisão parece que tudo tem um gosto melhor. 

Na verdade, aquilo a machucou um pouco. Gil era inocente, não sedento de sangue como a maioria dos adultos dalí eram. Ele se daria bem em Auradon e talvez Uma seja o motivo para ele nunca ir para lá.  

Será que Ben iria realmente fazer a diferença? Ele estava bem e confortável de volta à costa, por que ele se importaria? Talvez Uma só colocou confiança na pessoa errada. 

Novamente. 

Sua linha de pensamento foi interrompida quando chegou ao mercadão. Era um caos de barracas, lonas, criaturas e mercadorias que os vilões conseguiam produzir ou caçar naquele lugar miserável. No meio do turbilhão, Uma identificou o cheiro de peixe morto em meio a todo os diferentes tipos de fedor.  

Quando a barraca da sua tia se mostrou, Uma a viu arrumando a pilha de peixes sobre o gelo. A híbrida sentiu mais uma vez desgosto ao ver o rosto das criaturas mortas, ela lembra de ouvir as vozes do peixe do outro lado da barreira.  

— Uma! — Pelo menos um parente seu sentia tinha uma emoção positiva ao vê-la. 

— Oi, tia.  

Ela conseguiria tirar a prova que ela precisava.  


Notas Finais


Então? Gostaram? Detestaram?
Por favor, comentem e muito obrigado por terem lido.
Até o próximo capítulo.
Abraços ^^


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