História Rainy and sunny days - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Hentai, Historia Original, Lésbica, Lesbicas, Lgbt, Romance, Shoijo, Suspense, Yuri
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


E ai meu povo, tô sumida né

Então nessa cap eu vo da uma leve resumida no passado da Alisson, porque eu tô pensando em adicionar mais coisa a longo prazo e taus.

Desde já vou pedindo desculpa pelos erros ortográficos, eu fasso meu máximo juro serio mesmo.

Boa leitura povo

Capítulo 7 - Festa neon com a Alisson


Fanfic / Fanfiction Rainy and sunny days - Capítulo 7 - Festa neon com a Alisson



 Pov: Narrador

- OU!! gay 1 e gay no armário - Lilith chamou atenção dos gêmeos, que a olharam revirando os olhos.

- Tá só pra entender, gay no armário? Sério Lilith?! - Kilian chega perto da menina, colocando o braço em volta do ombro da mesma.

- Acha que eu não vi você encarando as pernas dos guris na cantina - Kilian fica com as bochechas coradas ao ouvir a afirmação da menina.

- Eu não tava olhando para perna de ninguém - disse firme.

- Ata - Lilith revira os olhos, tirando o braço do menino do seu ombro.


Lilith usava uma calça jeans preta, rasgada nos joelhos e coturnos também da cor preta e uma camisa branca.

- Kilian - chamou o menino num tom que só ele ouvisse.

- Oi? - o menino olhava pra menina ao seu lado.

- Eu vou ali falar com uma pessoa, se alguém perguntar, fala que eu fui pegar uma bebida, beleza? - a menina falou assim que chegaram na festa.


O local da festa estava incrível, várias luzes coloridas estavam espalhadas pelo lugar, penduradas nas árvores, outras em estacas de madeira. Algumas pessoas tinham tintas e maquiagens neon no rosto, a blusa que Lilith usava e as partes brancas da jaqueta de Alisson, se destacavam em meio ao escuro.

- Como assim falar com uma pessoa? E porque o pessoal lá trás não pode saber ? - Kilian olha pra trás e vê seu irmão e as duas meninas numa conversa,  que por sinal não parecia muito animada.

- Não é ninguém em especial, só fala isso ok! - a menina nem deu tempo de resposta ao mais alto, e já saiu andando festa adentro.


Alisson saiu correndo até onde Kilian estava, olhando para Lilith sumindo da sua visão na multidão.

- Onde ela ta indo ? - a menina parecia decepcionada ou ver a outra ir “embora”.

- Pegar uma bebida - o mais alto olha pra menina e dá um sorriso de lado, como se adivinhasse o'que a menina estivesse pensando.

- Acredita em mim você não gosta dela - Alisson olha pra ele, e rapidamente cora.

- Não gosto, já a Madison eu acho que gosta, porque deduziu que eu gostasse? - a menina fala dando de ombros.

- Depois eu te explico melhor, agora, olha pra lá - Kion fala a última frase apontando para um canto, onde duas meninas, gêmeas para ser específico, estavam. Ambas tinham a mesma roupa, mais com cores diferentes, uma usava uma regata colada, da cor branca e um shortinho azul escuro, com tênis pretos, a menina da regata branca tinha cabelos rosas, com as pontas levemente roxas, a outra gêmea usava uma regata preta e um shortinho azul claro, com tênis brancos, seus cabelos eram roxos, com as pontas levemente rosas.

- Tá vendo a com cabelo roxo? - falou no ouvido da menina ao seu lado.

- Sim, porque ? - a menina diz olhando pra menina

- Ela tá super dando em cima de você - Alisson desviou o olhar de Kilian e olhou para garota, que deu um sorriso para menor.

- Cadê a Lily ? - Madison aparece do além, fazendo o corpo de Alisson gelar.


Pov: Alisson

Droga, droga, oque eu falo? a menina era linda, linda mesmo, mais eu não tava pronta, não ainda.

- Disse que foi pegar uma bebida.



[ 5 meses atrás: Boston]

Pov: Alisson


Eu estava no carro com meu pai olhando pela janela aquele bairro residencial bem diferente do que o'que eu morava antes.

- Está animada com a casa nova ? - meu pai perguntou, desviando o olhar da estrada e me dando um sorriso de leve.

- O tio Rodrigo morreu como ? - meu pai pareceu sem reação a pergunta, respirando fundo e voltando a atenção a estrada.

- Ele teve um infarto durante uma briga com a Rebecca - Rebecca era minha prima ela já tinha 30 anos. E digamos que ela e o tio Rodrigo não se davam tão bem ( ela literalmente mato ele).

- Porque eles brigaram ? - meu pai respirou fundo novamente, logo depois estacionando na frente da casa onde meu tio morava.

- Escuta querida, depois a gente fala disso ok? - concordo com a cabeça e saio do carro.


 A casa não parecia tão grande por fora, ela tinha um ar bem minimalista, mas eu sabia que por dentro ela era bem maior do que parecia.


Eu era bem apegada ao meu tio e meu pai também, eles eram bem ligados, mesmo depois de toda família rejeitar meu pai, pelo fato dele ter decidido ir para um condado de lobos e abandonar a empresa que a família tanto prezava, e preza .


 Apertamos a campainha da porta lateral da casa, e a porta logo foi aberta pela minha tia Marta, que fechou a cara assim que viu meu pai, só sorrindo pra mim logo depois.

- Alisson minha querida quanto tempo, você já tem oque 17 ? - sério 17, eu não chego nem perto disso, 2 anos pra ser mais exata.

- 15 - falei baixo, ficando corada com a pergunta da minha tia.

- Oh claro, mas como eu ia saber não é mesmo ? Seu pai não fala comigo desde que você tinha 5 anos - claro e desde então você desaprendeu a contar.

minha tia lançou um olhar de desdém para meu pai, que revirou os olhos de imediato.

- Também é um prazer te ver maninha - meu pai entra com as malas, fazendo minha tia abrir caminho.

- Eu levo querida - falou meu pai pegando minha mochila.


Meu tio Rodrigo era o mais velho dos 5 irmãos que meu avô tinha, era o dono da maior parte das ações das empresas Hernandez, o legado da minha família a 4 gerações, ele dividiu essas ações entre meu pai e a sua recém esposa Patrícia.


Fui em direção a varanda do andar de cima, era o lugar favorito do meu tio na casa, ele tinha pensamentos estranhos sobre o lugar, tipo umas teorias malucas, mais eu sempre dava boas risadas delas.

Saio dos meus pensamentos quando vejo alguém na grade da varanda, era Patrícia, a mulher e agora viúva do meu tio. Não tive quase nenhum contato com ela, já que ela e se casou com meu tio a pouco mais de um ano, período esse que eu e meu pai estávamos chorando a morte da minha mãe, e não falamos com ninguém da família, agora mal saímos de um luto e entramos em outros.

- Pode vir aqui querida, eu não mordo - a mulher deu um sorriso sem graça e se virou olhando para mim. Seu olhar parecia triste, bom era de se imaginar, considerando que seu marido acabou de morrer.

- Oi - Falei baixo me aproximando da mais alta.

- Ele adorava esse lugar não é? - Patrícia era linda, uma das mulheres mais lindas que já vi, tinha grandes cabelos castanhos e olhos de cor chocolate, era bem mais alta que eu, e mesmo triste conseguia ser maravilhosa.  Ver alguém tão linda assim triste devia ser crime.

- Sim, Ele dizia que olhar para essas casas suburbanas e essas pessoas genéricas fazia.

- Ele pensar o quão loucas elas eram quando estavam sozinhas - Patrícia termina minha frase, fazendo nós duas darmos uma risada fraca em seguida.

- Vou sentir falta dele - Fala olhando para rua, assim como ele fazia.

- É  confuso pra mim, é como se ele não estivesse ido, como se amanhã eu fosse acordar e ouvir uma piada de como o governo americano está falido, ou algo do gênero - Patrícia respira fundo e pega um cigarro, que eu nem reparei que estava do seu lado, acendendo o mesmo com um isqueiro que pegou no bolso.

- Sinto o mesmo - Patrícia estava prestes a dizer mais alguma coisa, quando a porta é  aberta pela minha tia Marta, que se espanta ao ver nós duas juntas.

- Ali queria, dessa para comer alguma coisa, deve estar com fome - a mulher da um sorriso forçado, não parecendo ter gostado de me ver conversando com Patrícia, que nem faz questão de olhá-la.


Só faço que sim com a cabeça, dou uma última olhada para Patrícia, que me dá um sorriso de lado dando mais uma tragada no seu cigarro.


Ao chegar na cozinha escuto a porta da frente ser aberta, e logo ouço passos de saltos, vindo na minha direção.

- Olha se não é a filha do desertor da família - Rebecca Hernandez, babaca de merda, só de ter o mesmo sobrenome que essa, essa, idiota!! já me tirava do sério.

- Olha como fala com a minha filha Rebecca - meu pai aparece atrás da mesma, fazendo com que a ela tome um susto.

- O pacote está completo não ?! O desertor, a irmã rejeitada e a esposa interesseira. Ah não podemos esquecer da sobrinha dos sonhos, à filha que meu pai nunca teve - Rebecca praticamente cuspiu as palavras, assim que viu minha tia acompanhada de Patrícia, descendo as escadas.

- Não meta Alisson nisso Rebecca, a menina não tem culpa de nada - Patrícia diz  ficando cara a cara com minha prima.

- Oh, claro que não, a única que se fode e sempre se fudeu nessa casa sempre fui eu, não o irmão idiota que não deu sinal de vida por um ano e seis meses, não a porra da esposa interesseira que só se casou com um velho babão, por dinheiro - como ela ousa falar do meu tio assim, quem ela pensa que é  pra desonrar a memória dele nessa maneira.

- NÃO OUSE FALAR DELE ASSIM - minha tia Marta se pronuncia, ficando do lado de Patrícia.

- Quem é você para me dar ordens, sua hipócrita do cacete, você passou Boa parte da sua vida de merda falando mal do meu pai, pra agora querer defender ele DEPOIS DE MORTO - a mulher fica vermelha de raiva, e empurra Patrícia para ficar mais perto de minha prima, que parecia estar tão exaltada quanto minha tia.

- Bom ele não estaria morto se não fosse por sua causa, não é mesmo menina mimada, o papai não quis te deixar mais dinheiro na porra do testamento, então você faz um chilique E MATA ELE - as palavras de minha tia parecem afetar muito Rebecca, que não diz mais nada e sai batendo o pé, fazendo um barulho alto ao bater a porta da saída.


Depois do “incidente” com minha prima ninguém ousou falar mais nada, meu pai foi arrumar umas caixas, e eu arrumar o meu quarto.


As horas passavam lentas, ainda tinha algumas caixas para arrumar, mais estava sem a mínima vontade, então resolvi dar uma volta pela casa, que era imensa por sinal. Escuto um choro de bebê enquanto ando pelos corredores infinitos da casa, sabia exatamente quem era, lucca o meu primo, eu nunca tinha o visto de fato, mais meu tio sempre mandava fotos dele por mensagens e etc.


Sigo o som do choro que leva até um quarto ao lado do quarto do meu tio, que agora era só da Patrícia, vejo por uma fresta na porta Patricia indo pegar o menino. Como essa mulher podia ser linda assim até amamentando, não fazia sentido, logo trato de balançar a cabeça e afastar esse tipo de pensamento, e logo estou indo falar com ela e conhecer meu priminho.

- Oi, atrapalho? - falo entrando no quarto, vendo a mulher a minha frente ajeitar a roupa, que usava, pegando o filho no colo.

- Não, não , o pequeno aqui tinha que conhecer a priminha logo, não é  filho ?! - Fala a última frase olhando para o menino.


Lucca era lindo, tinha cabelos cacheados e loiros, que nem os de um anjinho, tinha os olhos tão lindos quantos os da mãe, fato que me fez dar um sorriso involuntário.

- Que foi ? - perguntou a mais velha vendo meu sorriso.

- Nada, ele tá com fome? - a mais alta faz que não com a cabeça, levando o menino para o trocador.

- Está com a fralda suja, você pode me ajudar? - Faço que sim com a cabeça e vou ajudar a mais velha, como me foi pedido.


Depois de trocarmos o pequeno Lucca, ficamos um tempo brincando com ele, até o mesmo apresentar sinal de sono e Patrícia colocá-lo para dormir.

- Dormindo que nem uma pedra. Fica um pouco comigo na varanda do quarto dele? Não precisa se não quiser? - a mulher oferece abrindo a porta de vidro que dava para pequena sacada.

- Sim, quer dizer claro que fico - digo olhando para baixo indo para a varanda, sentando em um sofazinho que tinha no local.


A brisa era gelada e o sol já se punha, Patrícia senta ao meu lado olhando para o horizonte, não consigo deixar de mais uma vez reparar o quão linda a mulher ao meu lado era. Já estava perdida em seus traços, quando  do nada a mulher olha pra mim, me pegando no flagra, rapidamente desviou o olhar corando violentamente.

- Você fica vermelha com facilidade, não é ? - não digo nada apenas fico olhando para minhas mãos.

- Já disse pra você que não mordo, pode falar comigo Ali, posso te chamar de Ali? - olho para a mulher, mordendo o lábio inferior para conter o nervosismo.

- Po,po,pode - a mulher da um sorriso de lado e volta a olhar para o pôr do sol, faço o mesmo dando um sorriso ao ver aquela cena.

- Acho que vamos ser grandes amigas Ali.


( 2 meses depois )




Nesses dois meses que fiquei na casa do titio (agora minha porque ele deixou para mim)  ou me apeguei muito ao lugar, mesmo meu pai não tendo mais tanto tempo pra mim já que ele teve que assumir a parte do meu tio na empresa. Eu passava a maior parte do tempo com o Lucca e consequentemente com a Patrícia, a cada dia que passava eu me encantava mais com a mulher.

- Pequena vem cá - chamou Paty pelo apelido carinhoso que frequentemente as pessoas me dão

- Diz Paty - vou até o quarto dela e paraliso na porta.


Paty estava apenas de sutiã e calcinha, ambos pretos, ela estava na frente do espelho olhando pro mesmo.

Juro por Deus essa mulher quer me matar do coração, não é possível, olhei minha amiga de cima abaixo sem nem disfarçar, meu cérebro não raciocinava direito, era como se eu tivesse dado uma lagada das boas.

- Seja sincera pequena, eu tô gorda não tô? Não que isso seja um problema, mais sei lá - falou se olhando de frente para o espelho.

- Você tá me sacaneando, né?! Você tá perfeita - tento me controlar para não dar bandeira a minha amiga.

-Você  é uma fofa - a mulher entra no closet, me fazendo respirar fundo.

- Ah! teu pai vai passar a noite fora, por causa de um negócio em outra cidade, Ele sai daqui a pouco e vai vir aqui pra te dar tchau, antes de ir - Paty sai do closet colocando um suéter branco, logo depois sentando na cama, para por suas meias.

- Ele já passou, e já me deu tchau - digo sentando ao seu lado na cama.

- Você tá bem com isso ? - dou de ombros e começo a olhar para baixo cabisbaixo. Não gostava de ficar longe do meu pai, mas sabia que era preciso, então só dou um suspiro de frustração.

- Ei, eu tô aqui pra você , vai ficar tudo bem, ok? - faço que sim com a cabeça, ainda olhando para baixo.

- Vem cá, sua fofa - Paty me abraça e não consigo evitar de sorrir com o contato, olho para ela que me dá um beijo na bochecha, quase no canto da boca, que me faz suspirar involuntariamente.


Eu e Paty passamos o dia todo vendo desenho e comendo com a pequeno Lucca que parecia mais agitado que nunca.

Logo a noite chega, Paty estava botando o pequeno para dormir, depois de um banho quente, olho pela janela e vejo o céu mais escuro que nunca, indicando uma provável chuva, respiro fundo e resolvi ir fazer um leite quente para dormir. De leite tomado resolvo ir dormir, já que se passavam das dez da noite, deito na minha cama e escuto a chuva caindo, tento não me desesperar, tentativa totalmente em vão, assim que escuto o primeiro trovão.


Levanto da minha cama devagar dando pulinhos de susto a cada som de trovão escutado, vou direto pro quarto da Paty parando na porta da mesma, entrando em um dilema de entrar ou não entrar. Escuto um forte barulho de trovão e abro de supetão a porta do quarto da mais velha, entrando no mesmo sem demora.

- Alisson, pelo amor de Jesus Cristinho, que susto - a mulher a minha frente tinha a mão no peito e parecia respirar fundo.

- Desculpa - eu olhava para baixo e fazia movimentos estranhos com as mãos, num claro sinal de nervosismo.

- Ei, Você tá bem? - Paty chega mais perto de mim colocando a mão em meu ombro, logo em seguida levanta meu rosto, para me olhar nos olhos, vendo os mesmo levemente marejados.

- Quer dormir aqui essa noite? - pergunta com a voz calma e baixa, fato que me deixou bem mais calma.

- Se não for incômodo - minha amiga olha pra mim e dá um sorriso.

- De jeito nenhum, aliás adorei o pijama de patinhos, por mais que prefira o de macacos - a mulher diz se referindo ao meu pijama, que consistia em um short e uma blusa, ambos brancos, com estampas de patinhos.

- Eu gosto dos seus pijamas que não parecem os do meu pai - digo apontando para o pijama dela, que era basicamente uma regata branca e uma calça xadrez vermelha.

- Se não gosta do meu pijama, então xispa do meu quarto mocinha - olho para ela como se o'que ela tivera dito fosse verdade.

- É brincadeira pequena, vem vamos deitar, eu tô exausta de não fazer nada o dia todo - fala nos fazendo rir em seguida.


Nós deitamos na cama e nos aconchegados no cobertor já que a noite era fria.


Patrícia apaga o abajur do seu lado da cama e eu repito a ação do meu lado da cama.   Virei do lado oposto ao de Paty na cama ficando de costas para ela.

A tempestade estava feia e os barulhos ficavam cada vez pior, me tremia não conseguindo evitar de ficar com medo, e para melhorar meu pai não estava em casa, fato que só piorava a situação.

- Alisson - chama Paty num sussurro me fazendo virar para mesma.


Não falamos nada só  ficamos nos olhando, um barulho alto de trovão é ouvido me fazendo dar um gritinho involuntário.

- Vem cá, vem - ela diz abrindo os braços, fico meio receosa em ir ou não ir, mais me aconchego rápido assim que outro estalo é ouvido por mim.


Ficamos assim por um tempo senti os braços de Patrícia envoltos na minha cintura me fazendo suspirar. Fungo o cheiro amadeirado de seu pescoço sem nem mesmo reparar, e a vejo se arrepiar, fato que me causa estranheza.

- Vo,Vo, Você tá bem? - nós afastamos um pouco, só para poder falar olhando uma para outra .

- Você é tão linda quando está com medo - a mais velha me aperta mas contra seu corpo, me fazendo corar e ter a respiração pesada.


Me perdi na imensidão  chocolate dos olhos de Patrícia, uma de suas mãos vai em direção ao meu rosto, fecho os olho com o carinho que a mulher fazia em meu rosto, abro os olhos e a vejo com a respiração pesada e a boca entre aberta. Nossos rostos estavam grudados ao ponto de sentirmos a respiração uma da outra, olhei para baixo desviando o olhar, Patrícia levanta meu rosto com uma mão em meu queixo.

- Oque você tá fazendo? - Patrícia não responde, a mulher simplesmente cola nossas bocas. Era um simples tocar de bocas, mais só esse simples contato já me fez delirar. Começamos com um selinho simples, que logo virou um beijo intenso e apaixonado, me perdia na boca dá aquela mulher, Patrícia me pediu passagem para língua, que logo foi cedida. Senti as mãos da mais velha adentraram dentro da minha camisa, aquele contato me fez suspirar em sua boca, o beijo é quebrado com pequenos selinhos, assim que o ar se fez falta.

- Uau - falou Patrícia, que ainda tinha os olhos fechados e um sorriso lindo estava no seu rosto, fato que fez me fez sorrir também.

- Esse foi meu primeiro beijo Paty - fiquei com vergonha da afirmação é feliz ao mesmo tempo.

- De nada então - fiz uma cara de dúvida, não entendendo o por que do “de nada” da mulher.

- Pelo que? - ela dá um sorriso sapeca, chega bem perto de mim e diz no meu ouvido. 

- Pelo melhor primeiro beijo do mundo.


( agora: la casa de los lobos)


Pov: narrador 

Alisson, Alisson, se tai menina - a menina sai dos seus pensamentos por Kilian que estalava os dedos na frente do rosto da pequena.

- Ah, sim, desculpa kily - a mais baixa balança a cabeça e dá um sorriso para o amigo, que revira os olhos.

- Então vamo ? - Alisson olha para o menino com uma interrogação no rosto.

- Vamo onde ? - pergunta para o mais alto que revira os olhos, de novo.

- Falar com elas - o menino aponta para as gêmeas, que agora nos olhavam e riam.

- Ok - a menor respira fundo e vai andando com o menino ao seu lado.


Ao chegar lá nenhum dos dois sabia oque falar, então só fizeram sons para chamar a atenção das gêmeas a sua frente.

- Oi prazer, Maya - a de blusa preta fala estendendo a mão para Alisson.

- Alisson, é um prazer..













Notas Finais


Eu espero que tenham gostado, eu acho que essa cap fico meio fraca mais sla.


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