História RAIO DE SOL (Lauren G!P) - Capítulo 29


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Categorias Camila Cabello
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui, Personagens Originais
Tags Camila, Camren, Lauren, Laureng!p
Visualizações 260
Palavras 3.114
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


2/2

Capítulo 29 - Lauren


Fanfic / Fanfiction RAIO DE SOL (Lauren G!P) - Capítulo 29 - Lauren

    — Você atirou na perna? — O delegado perguntou e eu confirmei com um aceno.
    Sem qualquer chance dele desmentir minha palavra.
    Meu pai ao meu lado, com um olhar duro, atestando ainda mais a minha versão. Contamos o que acontecera e todo o mal-entendido, sabendo quem fizera aquilo e que claramente fora uma emboscada.
    Os Jauregui's nunca tinham dado problema. Uma família poderosa na pequena cidade e não faríamos isso agora. Nossa palavra e honra sendo o legado mais valioso que tínhamos.
    Não que estivéssemos errados de qualquer forma.
    Eu só sabia que não a deixaria passar por isso, nem que eu tivesse que mentir até que todos acreditassem.
    Meu pai pareceu desconfiar, apenas pelo olhar.
    — Certo. Posso falar com ela? — O delegado perguntou e olhou para Camila, sentada na caminhonete, com metade do corpo para fora e um olhar perdido.
    Nem ferrando ele falaria com ela.
    Estava abalada e eu não deixaria que ninguém a deixasse ainda pior.
    — Camila tá um pouco abalada, poderia deixar isso pra amanhã?
    Ele me olhou receoso, mas sabia que ir contra poderia acarretar em coisas muito piores depois. Um abalo desses deixava cicatrizes. Camila atirara em um homem, quão mal ela devia estar?
    Eu nunca tinha de fato usado a arma, mas sabia que estava preparada para isso, ela em contrapartida, não. Era uma mulher, não alguém criada desde sempre com as piores possibilidades do mundo. Meu pai fizera questão de me deixar pronta para tudo e eu o entendia, assim como entendia o desespero dela.
    — Claro, claro. Eu passo na Raio de sol.
    Agradeci com um aceno, vendo o homem sendo levado na ambulância, sem que Camila nem ao menos se virasse para olhar.
    Meu medo era que isso a tivesse abalado tanto a ponto de nunca mais voltar.
    — Foi ela, não foi? — Meu pai perguntou e para ele eu não precisava mentir.
    Balancei a cabeça, confirmando.
    — O que aconteceu?
    — Sofremos a emboscada e para ele não vê-la, eu desci, sem a arma. Camila atirou quando eu estava prestes a levar uma bala na cabeça.
    — Ela é forte. Eu não vou deixar que nada aconteça as duas. O homem vai sobreviver e eu vou garantir que ele conte que quem atirou foi você, pra se defender. Se Camila entrasse na equação, complicaria tudo. E Padilha mal sabe o que o espera, ninguém ameaça a vida de um Jauregui. Diacho, ninguém. — Ele murmurou, sem transparecer nada.
    Meu pai não era dado a sentimentos, mas eu sabia que ele estava aliviado por estarmos bem e por saber que eu com ela, significava longe de problemas e mais tempo na fazenda.
    — É. Tomara que dê tudo certo, porque não vou deixar nada cair sobre ela.
    — Deviam se casar depois dessa.
    Eu o olhei achando engraçado essa sua mania de querer me casar. Era ainda pior do que a minha mãe, sorte que essa opção não me soava ruim. A única com a qual eu dividiria minha vida era com ela, nenhuma outra.
    — Eu sei. E vou.
    Ele sorriu, assim como eu, ouvindo algo que ele deve ter imaginado que nunca ouviria.
    — Bom, porque eu já estava cansado de ficar insistindo.
    Não comentei mais nada, seguindo até onde Camila estava, sentindo seu medo ecoando em mim. Ela não teria mais medo, nem do escuro, porque eu não sairia do seu lado, nunca mais.
    — Como está?
    Ela se virou para mim e apertou ainda mais minha jaqueta em torno de si.
    — Bem?
    Parecia mais uma pergunta do que uma resposta.
    — Eu sei que agora você está em choque, mas eu não vou deixar que isso aconteça nunca mais. E eu tô falando sério. Nunca mais.
    — Eu sei.
    Ela confirmou e encostou a cabeça no banco, sem querer conversar mais.
    Dei a volta na caminhonete e sentei no banco do motorista, vendo-a fechar a porta em estado de pavor. Olhei para fora, me culpando por ter deixado as coisas chegarem a esse ponto, virando e partindo para a Raio de sol, querendo impedir que as lembranças do que acontecera a afligissem.
    Eu me mudaria para a fazenda de volta, não me importava.
    Não havia meios dela fazer aquele caminho novamente.
    Mesmo que eu gostasse da casa, eu gostava muito mais dela e do seu jeito alegre.
    — Quer passar na sua casa? — perguntei, indecisa.
    — Não. Me leva pra raio de sol. Amanhã eu converso com os meus pais.
    — Certeza?
    Eles ficariam bravos por saberem de tudo somente um dia depois, mas pela forma que ela estava, era até melhor. Ou entrariam em desespero e piorariam tudo.
    — Sim.
    Dirigi calma até a fazenda, olhando de tempo em tempo, notando-a encarando a paisagem pela janela, sem falar nada, presa na sua bolha.
    Odiava que aquilo tivesse acontecido com ela e me odiava mais ainda por ter sido minha culpa.
    — Vamos resolver tudo, Mila.
    — Eu sei. — Ela respondeu baixo e eu jurava que meu coração parecia bater fraco pela sua dor.
    Uma dor que me acertava em cheio.
    Assim que parei na fazenda, fui até seu lado e abri a porta, pegando-a no colo. Camila não ficou brava por isso, muito pelo contrário, se aconchegou no meu corpo e deixou que ele fosse a proteção que ela precisava.
    Ao invés de caminhar até a casa, fui na direção inversa, passando pela casa dos funcionários, os vários galpões, tudo em um silêncio mortal. Já era tarde da noite e todos deviam estar sonhando, eu a faria sonhar também.
    Passamos pelo último celeiro, direto para as baias.
    Fantasma parecia já estar me esperando assim que o vi, eufórico pelo passeio noturno. Camila no meu colo, levantou a cabeça e olhou em volta, sorrindo fraco, notando qual era a minha intenção.
    — Vamos dar uma volta. — Falei baixo.
    Eu precisava fazer o que ansiava desde o começo da noite... E não importava que
o lugar não seria o que eu queria, o importante era pedir.
    E que ela aceitasse.
    Ara, teria que aceitar.
    Uma lembrança ruim sendo nublada por uma boa.
    — Não quero cavalgar.
    — É só pra te deixar melhor.
    Selei o garanhão, pronto para correr na escuridão e a levantei pela cintura, subindo logo depois.
    Meus braços rodearam seu corpo e aquela parecia ser a coisa mais certa na minha vida. Uma coisa pela qual eu sempre procurara. Algo que eu sempre desejara.
    — Posso escrever isso...
    Eu sorri. Ela fazer brincadeiras bestas ou comentários inteligentes era sinal de que estava melhorando.
    — Fique à vontade. Se quiser escrever cada maldita coisa que fizermos daqui pra frente, também fique à vontade.
    Eu a deixaria inspirada para o resto da vida e teria orgulho em dizer que tinha sido
a culpada pelos seus livros quentes. Queria que as pessoas soubessem que eu a deixava louca e queria mais ainda que soubessem o quanto a fazia feliz.
    Era uma promessa.
    Feita para mim mesmo.
    E eu a cumpriria.
    — Segredos. Serão nossos segredos.
    Sorri sozinha. Verdadeiramente feliz em muito tempo. Incapaz de me afastar dela ou não ouvir sua voz doce e sensual.
    — Serão sim.
    O cavalo foi ainda mais rápido, o vento frio chicoteando nosso rosto, a sensação de poder enfrentar qualquer coisa no mundo, tomando meu coração.
    Éramos novamente crianças, adolescentes, aproveitando a companhia uma da outra, fingindo não notar o que o destino aprontava. Fingindo não ter problemas. Fingindo não ter hora para voltar para casa.
    — Eu amo esse lugar. — Ela disse, assim que Fantasma parou, em frente à árvore que costumávamos brincar e deitar para desvendar as nuvens e seus formatos.
    Era como se as lembranças me puxassem e eu me visse novamente ao seu lado, ouvindo seu sorriso sincero, observando sua bota rosa com desenhos de bolinhas, balançando, casualmente, enquanto as nuvens passavam acima da nossa cabeça, com o céu azulzinho como cenário.
    “— Aquela parece o quê, Laur?
    Olhei para a nuvem, tentando identificar.
    — Um cavalo?
    — Cavalo? Onde tá vendo as patas? Eu só vejo um golfinho.
    — Já viu um golfinho pra saber como é um?
    — Ara, que eu vi na tv!
    — Então sua experiência com golfinhos é mesmo muita pra poder distinguir uma nuvem com seu formato.
    Eu olhei para o seu rosto e dei risada com a raiva que ela ostentava. Estava tão acostumada a irritá-la, que a achava simplesmente linda assim, e não tinha medo do que aconteceria. Porque nós brigávamos e depois eu atirava pedrinhas na sua janela e ficava tudo bem.
    Nós estávamos bem na maioria do tempo.
    — E aquela outra?
    — Aquela parece um balão.
    — Tem razão, parece.
    — Camila Cabello concordando comigo? Isso realmente não acontece sempre.
    — Mas, a nuvem parece um balão mesmo.  Você acertou.
   Os nossos cavalos relincharam, um ao lado do outro, tranquilos enquanto descansávamos e dávamos um descanso para eles também.
    — Acho que tô com fome, Mila. Nem comi depois que cheguei da escola.
    — Então, vamos que minha mãe já deve tá fazendo comida. — Ela comentou, já se levantando.
    Olhei enquanto ela caminhava apressada na direção da Libélula e sorri sozinha. A comida da Dona Sinu nem parecia tão importante quanto ficar com a Mila a maior quantidade de tempo que eu pudesse.
    Não que eu fosse dizer isso.
    — Quem chegar por último vai ser a mulher do padre!
    — Diacho que eu não sou 100% mulher!
    — Pior ainda! Se eu fosse você não perderia a corrida! Mulher de padre vira mula sem cabeça!
    Ela desembestou a correr na frente e eu nem tinha montado no cavalo ainda. Filha da mãe!
    Nunca me apressei tanto, vendo-a logo à frente, com uma mão na rédea e outra no chapéu. O verde à nossa frente e as cercas que faziam divisa com a estrada, uma paisagem que eu nunca mais esqueceria. “
    Eu nunca esquecera nada daquilo.
    Talvez ela também não.
    Puxei o canivete suíço que eu sempre carregava e andei até a árvore, iluminada pela luz prateada da lua. Uma imagem inesquecível.
    Risquei um coração em torno dos nomes que tínhamos escrito há muito tempo atrás. Tanto tempo que as marcas eram só uma das muitas cicatrizes na árvore. Uma brincadeira de criança, totalmente inocente.
    Laur e Camila.
    Nas letras irregulares da nossa infância.
    Senti a sua respiração pesada atrás de mim, querendo gravar aquele som, para me lembrar sempre que quisesse.
    Suas mãos contornaram meu corpo e não tentei conter o sentimento que me dominava. Ela era a origem deles e eu não via nada mais puro do que isso.
    — Vamos marcar nossos nomes para eles estarem sempre lado a lado, Laur.
    Ela disse. Um arrepio percorreu meu corpo. Eu lembrava dessa frase.
    Uma promessa de amizade eterna.
    Nomes que ficariam gravados independente de para onde as nossas vidas seguissem.
    — Temos outra chance, Mila.
    — Pra que?
    — Fazer nosso sol brilhar.
    — Como um raio de sol.
    — Como um raio de sol, toquinho. Como um raio de sol...
    Me virei e olhei nos seus olhos, tentando passar que eu seria capaz de fazer qualquer coisa por ela. Diacho que eu seria capaz de carregar o mundo nas costas só para ver seu sorriso.
    — Não conseguiria vê-la morta, Laur, eu não conseguiria.
    — Eu sei, Mila.
    Se eu estivesse no seu lugar não pensaria duas vezes. Ela era a pessoa mais importante na minha vida e ninguém seria capaz de estragar isso que tínhamos.
    Eu não deixaria.
    — Aqui, nesse lugar, passamos momentos maravilhosos... — Ela concordou com um sorriso. — E eu queria continuar passando todos eles com você. Exatos doze anos foram o suficiente e não aceito mais nenhum segundo sem estar ao seu lado. Diacho que me irrita sempre e às vezes eu tenho vontade de te jogar nas costas e não deixar ninguém chegar perto. Me deixa fora de mim, Camila, mas é uma loucura tão gostosa que eu acho que traz mais adrenalina na minha vida do que um peão sente prestes a montar em touro bravo.
    — Me comparou a um touro bravo?
    Como ela podia entender tudo tão errado? Eu nem dissera nada parecido, pelo amor de Deus.
    — Não. Não comparei. Eu só quis dizer que é a mulher que faz da minha vida um inferno, que me contraria sempre, que bate de frente quando eu falo uma coisa estúpida e que me coloca no meu devido lugar.
    — Isso não é bom.
    — Claro que é. Porque eu não desejo nada além disso. Uma mulher que me desafia, que me faz perder a linha. Eu desejo você, Camila, e isso não vai mudar. Não precisamos entender, não precisamos explicar, é só algo que eu sinto e esse algo é maior do que qualquer outra coisa, me sufoca e me faz perder o ar.
    — Adoro te desafiar.
    Sorri. Eu sabia disso.
    Suas mãos agora no meu peito, causando um efeito devastador.
    — Não importa o medo bobo que você tenha, eu estarei lá pra te abraçar quando
o pânico te dominar e o escuro não vai mais existir, porque a nossa felicidade vai fazer um caminho de luz onde possa continuar. Casa comigo, Mila? — ajoelhei e tirei a caixinha do bolso. Um anel que eu tinha comprado antes mesmo de ir para a capital. — Seremos Lauren e Camila Jauregui e não vejo como o futuro poderia ser melhor do que isso.
    — Laur, você sempre foi o meu caminho de luz e eu já a aceitei quando voltei. — Ela disse e o amor que já era grande, aumentou de tamanho.
    Me levantei e coloquei a aliança no seu dedo.
    Dessa vez não sendo por um motivo idiota, sem qualquer relação com boquete maravilhoso, não que o dela não fosse o melhor, mas agora, eu estava noiva porque não me conseguia mais ver a vida sem ela.
    Sexo sendo apenas um encontro de amor.
    E eu não me importava que estava sendo melosa demais. Não me importava, porque tudo era verdade. Cada maldita palavra tinha saído do fundo do meu coração, um lugar comandado completamente por ela, por seu sorriso, sua voz e seu jeito diferente de sedução.
    Da forma mais errada que poderia acontecer, encontramos nosso certo.
    — Quero continuar sendo, Mila.
    — Esse anel não é o da Mônica, né?
    — Ara, que assim me ofende!
    Ela gargalhou e eu acabei gargalhando também. Camila nunca facilitava as coisas para o meu lado.
    — Percebeu hoje que eu seria capaz de tudo pra te ter.
    Fiz uma careta.
    Não queria que nada daquilo tivesse acontecido. Nós provaríamos nossos pontos em uma noite quente e cheia de peças rasgadas. Com a lua como testemunha do meu pedido bem ensaiado.
    E acabara sendo no improviso.
    E dera certo. Graças a Deus, dera certo.
    — Amanhã a gente resolve isso, não precisa relembrar agora.
    — Vai fazer parte de mim pra sempre, mas foi o certo. No momento eu só não pensei em mais nada, a única coisa que me dominava era o medo. Medo de ficar sem você. Não consigo mais Laur, não consigo mais me afastar.
    A abracei.
    — Então, não vamos nem tentar. — levantei seu rosto, uma mão de cada lado, olhando no fundo dos seus olhos, sentindo finalmente o que era ser livre ao mesmo tempo em que estava completamente presa.
    Presa em um amor avassalador.
    Encrenca pura.
    Encerrei o curto espaço que nos separava e desci minha boca na sua, selvagem, implorando por tudo que ela pudesse me dar. Seu corpo, seu desejo e seu coração.
    — Eu amo você, Mila.
    — Sério que falou tanto só pra finalmente admitir isso?
    Eu gargalhei.
    Típico.
    Nada com a gente era previsível.
    — Também te amo, cowgirl.
    E foi a primeira vez que estávamos tirando a roupa ali, deixando para trás as lembranças de criança, criando novas muito mais quentes e sedentas. Minha língua em uma dança frenética com a sua, despertando a fera que amava se enfiar nela, preencher todos os seus sentidos, satisfazer todas as suas vontades.
    Sexo era bom.
    Ser bruta ainda melhor.
    Mas sexo com amor, selvagem, suado, era capaz de fazer bambear as pernas e sentir a pressão consumindo a vontade.
    — Sei que é carinhosa quando quer, Laur. Mas agora eu preciso da má, da Laur bruta.
    — Sua bruta.
    Ela sorriu e eu sabia que tinha dito o certo.
Abri o botão da minha calça, rapidamente, ansiando por sentir seu calor.
    Não tirei o chapéu dessa vez, empurrei a sua calcinha para o lado e me enfiei até
o talo nela. Sentindo a sua falta de ar momentânea com a sensação.
    Suas pernas me abraçando em um aperto delicioso.
    — Ah, merda! Puta que pariu, Laur!
    Tirei e a senti se retesar. A saia erguida até a cintura, me dando uma visão privilegiada dela e tornando tudo ainda mais delicioso, maluco, sujo, proibido.
    Tinha algo em fazer sexo rápido e duro com roupas, algo que eu não conseguia explicar. Era como se forçar ao limite, com o desejo passando a linha da sanidade.
    — Você é uma safada, Mila. — Eu sussurrei no seu ouvido e ela me apertou ainda mais.
    Me fazendo ir mais fundo.
    E quanto mais ela se entregava, mais tudo em mim gritava que eu já era dela.
    — Sua safada, Laur Jauregui. — Ela respondeu e eu perdi o foco.
    As investidas se descontrolando, apressadas, querendo transformar nossos corpos em uma junção inseparável.
    — Gostou do que ouviu, peoa? — Ela falou no meu ouvido e mordeu meu ombro, me levando a loucura.
    Eu sentia suas coxas se apertando em torno da minha cintura e podia jurar que ela já estava tremendo com o orgasmo a varrendo.
    A prensei ainda mais no tronco, socando e a fazendo ofegar, sentindo as nossas roupas bagunçadas fazendo um barulho louco de sexo. Um barulho louco de paixão.
    Minha mão desceu em cheio na sua bunda e ela gritou de prazer.
    — AH, PUTA QUE PARIU! — Ela gritou e eu puxei uma mecha do seu cabelo com força. Sentindo ela me apertar, o orgasmo a fazendo gemer palavras desconexas, meu membro causando espasmos nela e arrastando tudo por um tempo maior com as investidas ritmadas e profundas.
    Sabia que ela estava usando o sexo para tentar esquecer o que acontecera. Mas se essa era a única forma de ajudá-la, eu seria o que ela precisava.
    — Ninguém mais vai entrar em você, potranca.
    — Só você.
    — Só eu.
    — Isso Laur, ai meu Deus, consigo sentir de novo.
    O clímax a deixando sem palavras de novo, enquanto o desejo insano em mim, estava para se libertar.
    — Vem comigo, então. — Levei um dedo até o seu clitóris, ansiando para que ela me apertasse mais uma vez.
    Seu corpo tremeu, eu segurei seu peso, prestes a ceder, sentindo o gozo a picos que eu nunca atingira antes.
    — Ah, porcaria!
    Eu gozei forte e minhas pernas falharam, incapazes de aguentar algo tão potente quanto nós duas juntas.
    Uma verdadeira explosão de paixão.
    E um desejo tão cru que me deixava sem saber como reagir.
    Eu só a queria, para o restante da minha vida.

 


Notas Finais


Agora não venham me pedir para postar tão cedo


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