História Raise Love - Capítulo 32


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Categorias Pearl Jam
Personagens Eddie Vedder, Jeff Ament, Matt Cameron, Mike McCready, Personagens Originais, Stone Gossard
Tags Grunge, Musica, Pearl Jam
Visualizações 26
Palavras 1.446
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha só quem voltou!!!
Estava doente por isso o sumiço, mas agora estou de volta!

Capítulo 32 - 32


Fanfic / Fanfiction Raise Love - Capítulo 32 - 32

Os bastidores na ultima semana de turnê estava ainda mais caótico, as famílias da banda haviam chegado durante a semana, e mesmo que Hanna adorasse o café da manhã animado no hotel e os jantares com todos juntos pós-show, para ela ter todo mundo junto significava mais pessoas para a logística tomar conta.

Mas ela tinha que confessar que todo mundo ajudava, e Laura e Eddie davam um show de fofura. Ela se derretia com os dois tocando violão ou vendo o namorado escutar a menina contar os casos dela, todo compenetrado a derretiam e era o que mais a atrapalhava de seguir o cronograma de trabalho.

E ainda tinha Ray e Vivi sendo observados de perto por Stone. Agora o namoro dos dois não era mais segredo e com a chegada de Anna ele suavizou as tarefas só pedindo o que era realmente obrigação do rapaz, que por sua vez se mantinha firme perto do sogro, provavelmente querendo causar uma boa impressão.

Era a última parada antes de casa, o último show. Hanna sentia falta de Jorge e da sua cama, ela nunca imaginou que esse dia chegaria, o dia que ela sentiria falta da rotina de casa, de ir para o escritório todo dia. Os dias na estrada foram ótimos, nenhum grande problema, a equipe trabalhou muito bem, o público sempre incrível, a banda cada noite surpreendendo mas ela sonhava em voltar para casa.

Acordada de madrugada, enrolada no lençol branco enquanto Eddie dormia ao seu lado, ela pensava em Seattle e na saudade de Janis e Kevin, dos passeios com Jorge, a insônia era agravada ainda mais pelo ronco de Eddie que parecia irritar cada vez mais a ruiva.

-Eddie – ela o sacode – vira para o outro lado – ela tenta faze-lo mexer, mas o máximo que consegue é o namorado puxa-la para mais perto a prendendo contra o seu corpo.

Nos últimos dias ela andava irritada e evitando dormir com Eddie para não descontar nele o mau humor, mas depois de algumas noites longe, ela estava com saudades e os olhos pidões e o sorriso que a desmanchava foram o suficiente para convencê-la a dormir com ele. E se arrependimento matasse, ela estava seca naquele momento.

Hanna se desvencilha dos braços dele e levanta no que achava ser o mais calmo possível, mas foi só seus pés tocarem o chão para ele acordar.

-Aonde você vai? – ele fala sem abrir os olhos.

-Ao banheiro – ela responde sem olhar para ele. Espera alguns minutos até ouvir a respiração pesada, vulgo ronco, e veste a roupa espalhada pelo chão. Ela precisava dormir para o último show e iria para o seu quarto.

Assim que abre a porta do quarto ao lado, agradece aos céus por Jessie não estar ali. Com certeza ela e os filhos jovens que visitavam, estavam curtindo a noite. Hanna sem demora se joga na cama, sentindo o corpo relaxar, e sem demora dorme.

 

-Bom dia amor – ela fala para Eddie assim que entra a sala de café reservada para a banda. O homem a analisa e não responde, continuando se servindo – o que foi?

-Nada – ele fala observando os pães do buffet como se eles fossem os pães mais lindos do universo.

-Claro, nada – ela retruca já sentindo o mau humor voltar e servindo uma xicara de café preto e forte. Ele a observa de canto de olho, mas não fala nada, ela apenas bebe o café e vira em direção a porta. Respira fundo quando vê a ruiva sair da sala, sem falar com mais ninguém.

Algo estava errado, e por mais chateado que estava por ter acordado sozinho sem nenhuma explicação, ele precisava saber o que estava acontecendo com a namorada e seu comportamento estranho nos últimos dias.

Após tomar o café, ele separa alguns itens para ela e pede para embalar na cozinha do hotel, com certeza Hanna não estava mais por ali e havia seguido para o local do último show, sem comer direito e ele não podia permitir. Se ela não se cuidava, ele o faria.

 

Hanna parecia fugir de Eddie, assim que ele chegava perto ela se afastava. Pareciam gato e rato pelos bastidores. Era o último show, a energia de todo mundo parecia estar ao máximo, todos elétricos, falando alto, animados, menos a ruiva. As olheiras marcadas, o cabelo preso em um nó bagunçado, pálida, o que para muito poderia passar como cansaço, para Eddie era algo mais.

Ele a pega pela mão, e mesmo sobre protestos, a prende dentro de uma das salas reservadas para a banda.

-Eddie, eu tenho muita coisa para fazer – ela reclama brava enquanto ele se aproxima tirando o tablet e rádio das mãos dela e a sentando no sofá do canto da sala – eu não tenho tempo agora Eddie – ele continua a se movimentar sem dar ouvidos a ela, colocando uma mesinha de apoio na frente dela e abrindo uma sacola que estava apoiada na cadeira de canto – você está me ouvido? – ele abre a sacola tirando uma vasilha pequena com pedaços de bolo e uma pequena garrafa térmica com chocolate quente – o que é isso?

-Come Hanna – ele fala cruzando os braços, com a voz firme, a encarando.

-Eu não estou com fome.

-E eu não estou perguntando, come.

-Eddie, não seja bobo.

-Você não vai sair daqui, enquanto não comer – o tom bravo na voz dele faz com que ela não discuta mais e comece a comer – ótimo, agora você vai me dizer o que está acontecendo – ele continua.

-Um show, o último da sua turnê, caso você não tenha percebido – ela responde debochada.

-Hanna, é sério, o que foi amor? – Eddie muda o tom para um mais calmo – você está irritada e sem comer ou  dormir, estou preocupado com você.

-Não é nada, só estou com saudades de casa – ela fala suspirando e Eddie senta ao seu lado – e cansada, não consigo dormir bem, e mau humorada o tempo todo, mesmo que não queira – fala sentindo a garganta apertar e os olhos ficarem úmidos.

-Ei calma, é o último show, estaremos em casa amanhã.

-Será que eu perdi o jeito? – ela pergunta com medo e ele sorri para ela.

-Não seja boba, você é a produtora mais competente que já tivemos, coordenou tudo sozinha sem nenhuma falha. Você só está com saudades de casa.

-Só quero dormir na minha cama – ela fala se aconchegando no abraço dele, repousando a cabeça no ombro do namorado.

-Eu sei – ele fala beijando a testa dela – mas você vai me prometer fazer um check up quando voltarmos, você pode estar precisando de alguma vitamina ou algo assim.

-Tá bem, papai – ela fala brincando, já se sentindo melhor.

-E vai me prometer não fugir do meu quarto durante a noite também, que ideia foi essa?

-Você ronca como um porco em algumas noites.

-HEY! Que calúnia – ele fala meio ofendido mas se divertindo em vê-la mais calma.

-Só trabalho com verdades Eddie Vedder – ela fala o beijando em seguida e se desmanchando em como o corpo dos dois pareciam se encaixar em qualquer situação – agora vamos, que o show ainda tem que continuar.

-Ok – ele fala selando a boca dos dois.

-Obrigada amor, mesmo – ela sorri para ele que devolve a beijando mais uma vez antes de solta-la para a loucura fora da sala.

 

 

-Um brinde a primeira parte da nossa turnê e a equipe incrível que tornou tudo possível – Jeff fala alto levantando a garrafa de cerveja junto com o restante da sala que comemora após o show.

Entre filhos, esposas e equipe todos estavam animados em passar um tempo em casa até os próximos shows que seriam na América do Sul. Hanna agora mais relaxada com o fim do trabalho, não via a hora de embarcar na manhã seguinte e chegar a Seattle. Eddie a observava de perto, mesmo sabendo que ela estava cansada, sentia que poderia ter algo além disso para justificar o estado esgotado dela.

Porém uma cena fez todo mundo segurar a respiração, mesmo que disfarçadamente. Stone se aproximou de Ray com duas cervejas nas mãos, o rapaz assim que viu o sogro se aproximar, afastou da namorada e acertou a postura, pronto para alguma bronca.

-Parabéns pelo trabalho Ray – Stone fala sério – você é talentoso, e está pronto para as dificuldades dessa vida – ele completa encostando, em um brinde, a sua garrafa a que estava nas mãos do mais novo – e Sexta Feira jantar na minha casa, acho que temos alguns assuntos pendentes.

Do mesmo jeito que se aproximou, ele saiu de perto dos jovens deixando um Ray entre o pânico de precisar se aprovado pelo sogro e a euforia de ter sido elogiado.


Notas Finais


Hanna está doente ou Eddie está sendo doido apaixonado loucamente preocupado?
E Stone finalmente aceitou que a Vivi não é mais um neném..,, depois de torturar o Ray loucamente, claro!
Prometo não demorar muito para voltar.
Até logo...


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