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História Ran Before the Storm - Remus Lupin - Capítulo 41


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Capítulo 41 - Quarenta e Um


- Eu não acredito que esse bar tá do mesmo jeito até hoje! – A cabeleira ruiva de Romina dançava pelo vento à porta do bar três vassouras. Uma tempestade se aproximava.

- Você fala como se não viéssemos aqui há décadas. – Ava empurrou a porta para dar passagem as amigas.

- Bem, muita coisa aconteceu em um ano. – Romina deu de ombros. – Aqui poderia ter acontecido também.

As amigas se sentaram nos velhos bancos de madeira e pediram, dessa vez, whisky de fogo.

- Um bride! – Luna ergueu a pequena taça com o liquido flamejante.

- Ao casamento dos nossos pombinhos! – Ava se levantou. – Lily e Trasgo.

- Em algum momento você vai ter que chamá-lo pelo nome, já pensou nisso? – Lily cutucou Ava.

- Potter. – Ava disse com escarno. – Suportável apenas quando junto ao nome “Lilian”.

- Lilian Potter soa bem, não acham? Uh! – Romina fez uma careta ao sentir o liquido rasgando sua garganta nada acostumada com álcool.

- Sabe o que soa bem? – Ava perguntou já finalizando seu drink – Mais uma rodada, garçom!

- Existe um grupo de alcoólatras anônimos próximo a minha casa, se tiver algum interesse, Ava. – Luna sorriu marota para a mais alta.

- Não sou alcoólatra, Santiago. Não posso aproveitar um reencontro com minhas queridas amigas para celebrar? Meu ano foi uma merda. Aliás, como está na casa de seu tio?

Bem, o plano de viverem juntas teve de ser adiado pela inegável falta de orçamento das três. As boas notícias eram que Luna vivia com seu tio bruxo, Calfin, em uma grande casa na Escócia, próxima a divisa do Reino Unido.

Romina gastava todo seu tempo e economias com o curso de medibruxa e os treinamentos infindáveis que recebia nos hospitais locais. Sim, havia sido aprovada com louvor e até então, tivera um ótimo desempenho em seus estudos.

Luna estava estudando para tentar algo no ministério. Ainda sem muitas projeções profissionais, imaginava que entrando em algum cargo de relevância jurídica, poderia ajudar seu tio a ter a liberdade merecida.

Ava recebera uma herança generosa de seu falecido pai, que não havia modificado sua escritura, diferente de sua mãe. Ela agora vivia na casa de uma prima distante da família, cuja reputação havia sido manchada por um suposto casamento com uma curandeira brasileira.

Lilian estava tão atarefada com seus preparativos para um casamento e se dedicando em tempo integral à Ordem da Fênix, que não dera devido tempo aos estudos. Se tornara noiva de James há poucas semanas e o casamento já estava com data marcada.

- Está bem. Ele quase não fica lá, então tenho tempo e liberdade para fazer o que eu bem entender. Estou aprendendo a bordar. – ela deu de ombros, seu copo parecia intocado.

- Ele... confirmou presença. – Lilian pegou a mão de Luna. – James fez questão de escolher uma data fora do ciclo. Ele... estará lá. Tudo bem pra você?

- Ah, sim. – Luna deu de ombros. – Claro. Por que não?

- Hã... porque vocês não se veem desde que ele se mudou pra onde Merlin perdeu o chapéu? – Ava perguntou como se fosse obvio.

- Eu não... Nós trocamos várias cartas e... Nós estamos bem. - Luna descansou as costas no encosto da cadeira.

- Então... – Lily girava o liquido em seu copo. – É legal que estejam trocando cartas, né?

- Sim... como dois... estranhos.

- Ele está mesmo na casa dos lobisomens? – Ava perguntou.

- No abrigo. Sim. Não tem aonde ir. – Luna encarou novamente seu whisky e resolveu dar uma golada generosa. – Embora tenha oferecido um quarto na casa do Tio Calfin.

- Bem, já que será a primeira vez que se verão em um ano... tudo pode acontecer, não é? – Lily a olhava caridosa.

– Sim, será o casamento mais lindo de todo o mundo! – Luna se emocionou olhando para a amiga.

Lily sorriu, mas a tristeza em seu olhar denunciou seus sentimentos para as amigas.

- Petúnia disse que não vai. – ela olhou para cima para tentar conter as lagrimas. – Ela não vai. Minha irmã não vai ao meu casamento.

- Ei! É sua despedida de solteira. Nada de lagrimas por pessoas indesejáveis. Semana que vem você será uma Potter, terá tempo para sofrer e se arrepender de suas escolhas depois.

- Ava! – Romina tentou repreender a amiga, mas logo as quatro estavam gargalhando.

- Eu amo vocês. – Lily sorriu.

- Ei! E os strippers? – Ava perguntou, já devidamente alterada. Romina engasgou com sua bebida.

- Onde você aprendeu isso? – Lilian perguntou.

- Amanda é trouxa, esqueceram? Sou quase formada em conhecimentos do mundo trouxa, friends.

- Como vocês estão, aliás? Amei aquela foto que me mandou mês passado. – Romina apoiou o queixo nas mãos, pronta para ouvir um monólogo inteiro sobre as aventuras românticas de Ava.

- Ah, estamos bem. Nos encontrando escondidas em becos fedorentos porque comensais estão matando inocentes a cada esquina. Maravilhosamente bem, eu diria. Sabem o que ela me disse antes de vir pra cá? Que queria conhecer vocês e ela convidou todas vo... Cristal?

As outras três amigas viraram os rostos para a rua ao ver a antiga amiga de escola correndo afobada em direção ao bar.

- Você disse que ela disse que não poderia vir. – Luna indagou Lily.

- Sim, ela disse. – Lilian se esticava para ver através da janela.

Uma Cristal afobada entrara se debulhando em lagrimas passara pela porta do estabelecimento.

- Oi, Cris! Que bom que você... – Lilian se levantou para cumprimentar a amiga.

- Saiam daqui! – ela berrou. – Saiam agora daqui!

- Cristal? – Luna perguntou vendo a afobação da mulher. – Tá tudo bem?

- Vocês têm que sair daqui! Agora!

- M-mas por que, Cris? – Romina perguntou. – O que tá acontecendo?

- Por favor! – Cristal chorava e gesticulava. – Saiam daqui! – ela sacudiu Luna pelos ombros.

- Vamos lá pra fora. – Ava puxou Cristal pelo braço e todas se dirigiram a parte traseira do bar, onde poderiam ter sua discussão abafada pelas copas das grandes arvores dali. – Que palhaçada é essa?

Cristal mal conseguia formular uma frase. Tamanho era o desespero em seus olhos atentos aos arredores.

- Vocês têm que sair. – ela disse em meio a soluços. – P-pra longe. Ele-es vão matar v-vocês!

- Quem? – Luna perguntou endireitando a postura, mas tal pergunta apenas incitou uma nova crise de choro em Cristal.

- QUEM VAI NOS MATAR? – Ava perdera a cabeça e começou a sacudir o corpo gorducho da amiga. – Que brincadeira de mau gosto é essa?

Cristal chorava em altos soluços. Romina começara a olhar ao redor procurando qualquer sinal de que o que Cristal dissera era real.

- Me perdoem. – Cristal caiu sobre seus joelhos. – E-eu não pude. Não pude.

- Não pode o que, Cris? – Lily com toda sua calma e sabedoria se agachou para tentar dialogar com a amiga inconsolável.

- Não pude. Não pude. Me perdoem. Vão embora. Têm que sair.

- Vamos aparatar para minha casa. Vai ser seguro lá. – Luna tomou frente. – Seja lá do que for o perigo que corremos aqui.

Luna ergueu o braço para que as amigas se segurassem. Mas um feitiço a atingiu por trás a jogando contra a parede dos fundos do bar. Ela gemeu e passou a mão em sua lombar que agora latejava pelo impacto com um tijolo saltado.

- Traidora! – Uma voz grave berrou e lançou um feitiço imperdoável em Cristal. O flash de luz verde cegou Luna por alguns segundos até ela conseguir digerir o que acontecera.

Um eco surdo do grito desesperado de Cristal reverberou nos ouvidos de Luna. Ela procurou pelos olhos de Cris que a olhou imediatamente num pedido mudo de perdão.

E então, os milésimos de segundos se estenderam e Luna pode-se ver dentro da mente de Cristal, acompanhando seus últimos segundos de vida.

Viu se olhando no espelho, odiando cada centímetro de seu corpo, viu a si própria chorando no banheiro, se sentindo inferior ao grupo de amigas. Sentiu seu coração se partir por diversas vezes ao ver James. Viu sua família e sentiu a rejeição. Os olhares tortos, o julgamento, a exclusão. Viu o assédio sofrido por alguém cujo rosto estava embaçado. Viu Peter implorando sua atenção e ela o humilhando. Viu a marca negra sendo marcada em seu pulso ao mesmo tempo que sentia toda alegria de sua vida se esvair. Cristal mergulhou em um profundo e vazio berço de escuridão durante sua adolescência, e nenhuma de suas amigas estava ali para acolhê-la. Cristal perdeu sua fé, sua coragem, seu amor próprio e, pior, a si mesma.

Luna respirou fundo e piscou. Absorvendo inúmeras sensações e sentimentos novos e cruéis que lhe foram apunhalados para dentro do peito.

O corpo sem vida de Cristal pendeu para o lado e se afundou na lama que formava pela chuva fina que agora caia. Luna se olhou ao redor a tempo de ver todas as outras amigas caídas. Parecia ter perdido a audição depois do grito de Cristal. Lilian se moveu e engatinhou até ela que tentava esticar o braço para Ava, que estava esticada por debaixo do corpo de Romina.

Sentiram o grande aperto no umbigo e se viram na mansão de Calfin.

As quatro amigas despencaram no chão. Molhadas. Atordoadas. Apavoradas.

Ava não conseguia respirar, tamanha fora o baque de seu corpo no chão pelo feitiço lançado. Romina tinha sangue nas mãos e na barriga, mas tratou de fazer uma massagem cardíaca emergencial na amiga.

Luna sentia todos os membros do corpo tremendo. Sentiu sangue escorrer por suas costas, mas não ligou. Estava de joelhos, com as mãos espalmadas no tapete da sala refinada de seu tio. A mente ecoando o grito de Cris. O baque do seu corpo sem vida se chocando com o chão. O grito de “traidora”.

Traidora.

“Cuidado com suas joias, mi hija.” A voz de seu pai reverberou em sua mente.

Cristal.

- Lu? Luna, você tá bem? – Lilian tocou o ombro da amiga.

- Cristal. – ela sussurou

- Eu vou contactar a ordem. Você está bem?

- C-Criss-tal. – Luna levou a mão a boca e entrou em outra crise de pânico. A respiração ofegante, as mãos e o queixo tremendo. O olhar perdido e um grito seco saindo da garganta.

- Luna! – A voz autoritária de Romina surgiu a sua frente, a sacudindo pelos ombros e a puxando de volta à realidade. – Luna, eu preciso que você seja forte. Fique comigo, ok? A Ava precisa de nós. Fique comigo! Respira comigo. Um. Dois. Três. Ava precisa de nós.

Luna tentou puxar o ar e focar sua visão nos olhos cintilantes de Romina por cerca de oitenta segundos. Quando voltou a si, obedeceu às ordens de segurar um grande ferimento aberto na coxa de Ava com um pedaço de pano e dali não se moveu até que quase todos os membros da ordem estivessem na sala de sua casa.

*

Luna Santiago tinha os grande e inchados olhos negros para a cova de Cristal. Havia depositado uma singela flor de jacinto roxa sobre a terra. A flor simbolizava perdão.

Depois de uma extensa averiguação das feridas e das causas do ataque, a ordem chegou a conclusões doloridas. No envolvimento de Cristal com comensais. Na traição que ela fizera aos bruxos ao tentar salvar a vida das amigas que resultou em sua morte. Dos possíveis envolvidos e, pior, dos possíveis traidores dentro da ordem da Fênix.

Foram longos e cinzas dias que se seguiram. A família de Cristal não fizera reconhecimento do corpo, não aceitariam o fato de uma traidora na família.

Cristal Lindeenwood fora enterrada como indigente vítima das atrocidades dos impiedosos comensais.

O fato resultou no adiamento do casamento de Lilian de James. Pelo menos até as coisas se acalmarem, ou Ava sair do hospital. Ela perdera parte de sua perna direita, pelo ferimento maldito ser incurável e pelas altas possibilidades de se espalhar por todo o corpo da negra. Ela ainda estava em recuperação no hospital, mas estava sã e em breve uma prótese de plástico ficaria pronta para o seu uso.

E hoje, vinte e um dias depois do ocorrido, Luna viera visitar e finalmente verbalizar o perdão de Cristal.

Chorara pelo que pareceram horas. Tentou conversar com ela. Algum tipo de contato para que pudesse acalmar a alma da antiga amiga. Dizer que estava tudo bem, que ela poderia descansar. Que ela sentia muito por não ter notado sua dor. Que ela sentia muito por não tê-la salvado. E implorou para que ela pudesse a perdoar também.

Caminhou por cerca de quarenta minutos até sua casa. O tio retornara a sua viagem de negócios após ter certeza que sua casa estava em ordem novamente.

Santiago tirou os sapatos e caminhou com suas meias até o pé da escada que a levava para seu quarto. Romina estava passando alguns dias com ela, até que suas aulas retornassem em cinco dias. Ela sorriu ao ver Luna retornar de sua caminhada e deu dois tapinhas ao assento no sofá ao seu lado. Luna se deitou com a cabeça no colo da amiga que cantava um trecho da música de Peter Pan, desenho que elas assistiram juntas antes de entrarem para Hogwarts.

As amigas jantaram juntas naquela noite. Romina preparara macarrão a bolonhesa.

- Me disseram que depois de amanhã Ava receberá alta. – Romina comentou sorriu com a boca cheia de macarrão.

- Essa é uma ótima notícia. – Luna cutucou uma almôndega em seu prato.

- Remus te mandou outra carta. Tem certeza que vai continuar o ignorando? – Luna decidiu ignorar as cartas fúteis de Remus quando ele não retornou para o enterro de Cristal. Ou para ver como ela e os outros estavam.

- Se ele se importasse estaria aqui.

- Lu... Ao menos leia. – Romina esticou o braço para pegar a mão da amiga.

- Tanto faz. – Luna se levantou e se arrastou até seu quarto. Se jogou na cama e fechou os olhos tentando pegar no sono. Quatro batidas rápidas na porta e logo a porta se abriu.

- Ei, está na hora. – Romina já tinha um casaco nas mãos. – Hoje vamos almoçar com meu pai, não se lembra?

- Que horas são? – Luna coçou os olhos.

- Meio dia e vinte. Você dormiu por mais de doze horas, bela adormecida.

*

- Papai? – Romina estranhou a porta de entrada de sua casa aberta e o silencio. Ela bateu as botas no piso velho e úmido de madeira para tentar tirar o excesso de lama grudara ali – O senhor está aí? Sou eu, papai!

Luna olhou para ambos os lados antes de entrar. Encarou atrás de si por alguns instantes. Havia algo errado. O ar estava denso e sentia cheiro de enxofre.

Ouviu uma exclamação de Romina e correu para a cozinha.

Estagnou seu corpo antes de passar pelo batente de madeira branco: havia uma marca de mão ensanguentada ali. Seu coração parou e ela prendeu a respiração, pisando com passos macios a fim de não atrair atenção para si e empunhando sua varinha com a mão direita.

Quando cruzou a porta, viu Romina abraçada ao corpo de seu pai estirado no chão.

- Dividas devem ser pagadas. Senhor Reusser. Espero que tenha ensinado isso a sua querida filha.

- N-não. – Um sussurro saiu pela boca pálida do pai de Romina. Ele estava quase inconsciente. – M-machuque. N-não.

- O QUE VOCÊ FEZ?! – Romina bradou para o homem sentado à mesa de jantar da família.

- Calada, criança! – ele ergueu sua varinha e apontou para o Sr. Reusser, mas Romina contra-atacou atirando sua varinha para longe. O que despertou a ira no homem. – Insolente! – ele se ergueu e deu-lhe uma bofetada na cara, jogando o corpo esguio da menina no chão.

Ele caminhou lentamente até sua varinha e Luna a puxou para si com um feitiço mudo, atraindo a atenção do homem que ergueu a mão e executou um feitiço para jogar o corpo de Luna para a sala de estar, caindo sobre a mesa de centro. Quando finalmente alcançou sua varinha, buscou pela varinha de Luna e a quebrou com grande facilidade. Assim, mirou o objeto para o rosto pálido de pavor da menina.

- Tola. – ele girou sua varinha. - Crucio!

Luna sentiu seu corpo arder e queimar. Sentia seus músculos sendo esticados e depois comprimidos em uma câimbra horrível. Tentou se mover quando a atenção do homem não estava em si, mas o ar era rarefeito e parecia ter cacos de vidro em seus pulmões.

Se contorceu sentindo mais dor que já sentira em toda sua vida. Rastejou até a entrada da cozinha novamente. Em tempo para ver Romina se contorcendo e seu pai derramando uma lágrima sem conseguir se mover.

Ela não conseguiu contar, mas ouviu a palavra “crucio” ao menos cinco vezes.

Romina não conseguia mais chorar, ou emitir sons de dor. Seu corpo entrava em estado vegetativo, se desligaria para não sentir dor.

Luna sentiu seu coração se encher de ódio. Pôs-se de pé, sentindo que seus ossos doíam como se estivessem se quebrando. Canalizou sua energia e se lembrou de uma das aulas que seu Tio Calfin a dera.

 

- Magia sem varinha é magia não canalizada. Você deve tomar cuidado para não errar o alvo. – Calfin forçava Luna a erguer seu queixo o cutucando com sua varinha - Mas principalmente, deve tomar cuidado para não se esgotar. Um esgotamento pode ser fatal em batalha.

O irmão mais velho de seu pai, com bigode pontudo e claro, com cabelos ralos e grisalhos a posicionava de forma certa.

- Deve se concentrar. A impulsão do feitiço poderá ser maléfica se você não conseguir canalizá-lo corretamente. Somente bruxos muito hábeis conseguem tal proeza.

- Você consegue, tio?

- Claro, minha jovem. Tinha a sua idade quando aprendi. – ele sorriu pomposo para a sobrinha - Agora. Se concentre naquele jarro. Quero que o destrua sem sua varinha. E tente não destruir a sala.

Naquele dia Luna danificara sete obras de arte que o Tio colecionava, cinco moveis se incendiaram e três fotografias se transformaram em pássaros. Mas ela destruíra o jarro.

 

Reunindo toda sua força e concentração, Luna posicionou suas mãos e soltou o ar ao sentir o poder passando por suas veias. Inspirou fundo para proferir as palavras de ódio que lhe corroíam a alma. Encarou as costas do torturador de sua melhor amiga e gritou:

Avada Kedavra! 

Fim da parte um.


Notas Finais


Oi, chuchus <3

Espero que gostem!

Quais suas teorias?

Será que a Rommy sobreviveu?

E cadê o menino Remus?

E qual a opinião de vocês quanto a Cristal, hein? Eu pessoalmente me identifico muito com ela, quase sempre cometemos erros baseando em péssimas experiências que temos de vida. O importante é nos lembrarmos quem somos e de onde viemos.

O que acham que vai acontecer na parte 2? Já comecei a escrever, mas esse semestre vai ser mais puxado pra mim... mas eu posto quando der, juro!

Amo você. Obrigada por acompanhar até aqui!


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