História Rape - Capítulo 5


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Categorias 5 Seconds Of Summer, Lily Collins
Personagens Lily Collins, Michael Clifford, Personagens Originais
Tags Lily Collins, Michael Clifford, Romance, Violencia
Visualizações 160
Palavras 1.598
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, amoras! Tudo bom?
Mais um capítulo, primeira aparição do Michael na fic, tá um amorzinho <3

Nos vemos nas notas finais, não esqueçam xx

Capítulo 5 - Chapter Four


Fanfic / Fanfiction Rape - Capítulo 5 - Chapter Four

                                                                                    Depois do meu momento com Luke, eu fui para casa. Não esperei Paige nem as meninas, apenas saí dali o mais rápido possível, me controlando para não chorar.

Eu sempre me pego pensando se serei essa pessoa medrosa pelo resto da vida e me sinto mal quando não vejo outra resposta a não ser “sim”, eu gostaria de ser aquelas pessoas que passam por problemas com a cabeça erguida, mas toda vez que dou um passo para frente, meus pés voltam dois, é inevitável.

As meninas estão fazendo super bem para mim, hoje eu já consigo sorrir, tomar um café na rua com elas, no entanto, ainda tem algumas barreiras que não consegui quebrar, são elas:

Sair a noite.

Falar com garotos.

Vendo assim, até que parecer fácil, mas quando eu fui tentar sair com as garotas a noite – nada demais, apenas um cinema – eu simplesmente travei e não consegui sair de casa, deixando Paige preocupada, o que a fez cancelar o compromisso e passar a noite comigo vendo séries e comendo sorvete.

E bem, na outra questão, vocês viram o que aconteceu com a mera aproximação de Luke Hemmings.

Agora eu estava em casa deitada de barriga para cima no sofá com o braço cobrindo os olhos, enquanto penso que a maior parte da minha vida é uma merda. As pessoas, embora não saibam o que aconteceu comigo, me olham em sua maioria com pena, como se pudessem imaginar, o que dificultava ainda mais as coisas.

Eu não queria isso.

Não queria que me olhassem com pena ou algo parecido, gostaria que me olhassem da maneira que olham para Natalie ou até mesmo para Jade, que passa uma confiança absurda a cada passo que dá. Mas eu sabia que isso não aconteceria comigo, não até eu estar livre dessas correntes invisíveis.

 

[…]

O restante do dia passou-se arrastando e como de costume, as meninas vieram para minha casa no fim de tarde para conversarmos e passarmos o tempo. Nenhuma delas sabia o que havia acontecido comigo e eu preferia assim, elas eram as únicas que me olhavam diferentes dos outros e eu não suportaria se fosse ao contrário. Como eu disse, são elas que me mantém sã.

— Por que não esperou a gente hoje, Lily? – Jade perguntou enquanto Natalie e Paige escolhiam algum filme para vermos. — Ficamos igual doidas procurando por você.

— Foi mal, gente. Deveria ter avisado.

— Tá, mas por que veio embora antes? – Agora é a vez de Natalie perguntar.

— Não estava me sentindo muito bem e como não sabia se vocês demorariam, decidi vir embora. – Não era mentira, era?

— Mas você está bem? – Paige me pronuncia, tirando sua atenção dos DVDs e olhando para mim preocupada.

— Estou sim. – Dei um pequeno sorriso para minha doce amiga, das 3, ela era a que eu era mais próxima.

— Achei! – Natalie grita chamando nossas atenções, enquanto balança freneticamente um DVD no alto. — Vamos assistir “It – A Coisa”

— Ah, não, Natalie, eu tenho medo de palhaços. – Paige diz de uma forma que faz eu e as outras gargalharem. Era tudo tão bom quando eu estava com elas.

— Então vai ser esse mesmo! – Jade vai engatinhando – estávamos todas sentadas no chão – até a estante onde Natalie estava e elas duas começam a ligar o aparelho de DVD, enquanto falavam coisas do tipo “Isso vai ser muito divertido”.

— Já que eu não tenho voz aqui, vou fazer a pipoca. – Fala Paige enquanto se levanta com o apoio das mãos. Faço o mesmo.

— Vou com você.

Nós duas fomos para a cozinha e começamos e fazer as pipocas, nossa primeira decisão foi fazer a de panela, onde poderíamos controlar o quanto de manteiga iríamos querer, mas quando todas elas começaram a queimar – e ativaram o alarme de incêndio – decidimos que a pipoca de micro-ondas era mais gostosa, afinal.

Quando os 3 sacos de pipocas ficaram prontos, os dividimos em algumas vasilhas e colocamos um pouco de sal, voltando para a sala logo em seguida.

— Quanta demora! – Natalie reclamou.

— Que cheiro de queimado é esse?

— E essa fumaça?

As outras duas reclamavam enquanto nos sentávamos de volta aos nossos lugares, as mandamos ficarem quietas e jogamos algumas pipocas nelas, que riam tentando se defender.

— Já chega, vamos ver o filme! – Falei, pegando o controle e dando play no filme.

Não preciso nem dizer que foi um festival de gritos, sustos e pipocas voando conforme o filme rodava, né?

 

[…]

Já eram mais de 22h e as meninas decidiram que dormiriam aqui, então cada uma foi até meu quarto e pegou um lençol e um travesseiro, voltando para a sala, onde todas dormiríamos.

— Gente, vamos falar sobre aquele quarteto gato que apareceu na escola hoje. – Jade diz enquanto põe o celular de lado e olha para nós.

— Vamos! Vocês viram o Luke? Ele é um gato, não é? – Natalie diz, seus olhinhos brilhando enquanto fala.

— Já entendemos que ele é seu, Nath. – Paige diz rindo.

— Acho bom mesmo! Não quero amigas talaricas.

— Ei! – Jogo meu travesseiro nela, que ri.

— Tô brincando, mas tô falando sério. – Natalie era doida. — Agora resta Ashton, Calum e Michael.

— Eu quero o Michael! – Pronunciou-se Jade, que já havia falado dele em algum momento.

— Agora falta vocês duas. Calum e Ashton, escolham.

— Tudo bem. – Paige dá de ombros. — Quero o Calum, achei-o fofo.

— Nesse caso, acho que fico com o Ashton. – Disse rindo, embora meu coração estivesse dando cambalhotas dentro de mim.

— O famoso ditado: Se organizar direitinho, todo mundo transa. – Natalie disse arrancando risadas de todas nós.

— Ok, agora vamos dormir. – Paige diz, bocejando. — Tô morrendo de sono.

Nós concordamos com ela e viramos cada uma pro seu lado para dormir, o que não demorou muito. Adormeci com meu coração cheio de amor por minhas amigas.

 

[…]

Acordamos todas atrasadas e correndo para o banheiro, foi uma verdadeira disputa para saber quem tomaria banho primeiro. No final, chegamos na escola 1 hora depois do horário e fomos parar na diretoria.

— Posso saber por que chegaram neste horário? Era melhor nem ter vindo! – John, o diretor pançudinho e de cabelos brancos nos olhava irritado.

— Foi mal, diretor, é que dormimos juntas e acordamos atrasadas, sabe como é, né? Garotas… – Natalie diz rindo tentando aliviar o clima, o que não aconteceu.

— Cuidado com o modo de falar, mocinha. – Ele a adverte. — Vocês ficarão na detenção após o término das aulas com a inspetora Julianne. Fiquem avisadas de que não permitirei outra coisa dessas.

— Sim, senhor. – Falamos juntas e saímos de sua sala, rindo assim que fechamos a porta.

— “Não permitirei outra coisa dessas.” – Jade o imita nos fazendo rir.

Nós 4 nunca caímos em sala juntas, então depois de nos despedirmos rumamos a caminho de nossas respectivas classes. Quando chego na minha sala, todos os olhos se viram para me olhar, inclusive o do professor, que não parece muito feliz.

— Suponho que tenha ido para a diretora, senhorita? – Ele pergunta.

— Sim. O senhor John liberou.

— Muito bem. – Diz voltando sua atenção para o quadro e eu procuro um lugar para sentar, como fui a última a chegar em sala, só há uma cadeira vazia, justamente ao lado de Michael Clifford, um dos integrantes da banda 5 Seconds of Summer.

Respiro fundo e me preparo para começar a andar. Não era isso o que você queria, Lily? Aja como uma pessoa normal, você consegue. Digo a mim mesma enquanto caminho até ele e sento a sua direita.

— Hey. – Ele diz, sorrindo para mim gentilmente.

— Hi. – Respondo, sorrindo sem os dentes.

— É nova aqui? – Ele exala tranquilidade e calmaria e incrivelmente eu me sinto bem perto dele. Muito bem.

— Sim, é meu primeiro ano.

— Eu sou Michael Clifford, estudo aqui a anos, mas estava em turnê com minha banda. Você sabia que eu tenho uma banda? – Ele é tão animado que me sinto sufocada, mas estranhamente, de uma forma boa. O que está acontecendo? Eu não estava esperando por isso.

— Fui informada esses dias. – Respondo rindo levemente. — Vocês são bons.

— Somos não é? – Diz jogando falsamente seu cabelo pro lado – assim como Justin Bieber fazia quando tinha cabelo grande – e arqueando as mãos, como se dissesse “eu sei, bobinha, não precisa falar”. Eu rio com sua graça. — Tô brincando, valeu.

— Vocês dois ai, vão prestar atenção na aula ou vão querer se retirar? – O professor mal-humorado fala enquanto aponta o dedo pra gente. Michael fez o gesto “fechando a boca com zíper” pro professor e ele vira-se. Eu e Michael nos olhamos e rimos baixinho.

— Ele é chato assim mesmo. Você se acostuma. – Michael sussurra pra mim e pisca um olho, depois começa a prestar atenção na aula.

Faço o mesmo, mas diferente dele, não presto atenção na aula, meus pensamentos voam sobre como eu lidei com essa aproximação e me sinto vitoriosa pelo primeiro passo que dei. Não é muito, eu sei, mas já é alguma coisa.

Outra coisa que me chama atenção é o fato de como esse mini momento com Michael, um garoto que eu não conheço e nunca vi na vida, me fez bem. Eu não conseguia imaginar o porquê de ter me sentido outra pessoa ao lado dele, mas parecia que ele fazia todo o meu passado se apagar, isso eu constatei em menos de 5 minutos, depois de ter interagido uns 2 minutos com ele.

Eu tive uma breve impressão de que Michael e eu seríamos grande amigos e pela primeira vez, a possibilidade de passar a borracha pelo meu maldito passado – que não era tão passado assim – e reescrever uma nova história onde eu não seria uma vítima e sim uma vencedora inundou minha mente.


Notas Finais


Eu sei que tinha prometido postar ontem, mas não estava aguentando de dor de cabeça - ainda tô, mas liguei o notebook rapidinho pra postar pra vocês, espero que gostem :D

Obrigada pelos comentários, pelas mensagens privadas que recebi e pelos favoritos!
Podem comentar mais e mandar MP também, leio e respondo tudo com muito amor s2

Ah, e como eu comecei essa história a anos atrás, a visualização dela caiu muuuito, então se quiserem me ajudar divulgando essa fic pras migas ou pras pessoas que conhecem aqui no site, ficarei grata <3

É isso, assim que eu escrever o próximo capítulo eu posto! Fiz um resumo da fic aqui no notebook e gente preparem os corações, muita emoção e treta vindo por ai!

Um beijo e até xx


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